aridnadoudement Aridna Doudement

Avye Jones, é uma garota disciplinada e inteligente, não é muito habituada em deixar as coisas acontecerem naturalmente e sempre foi muito regrada para seu futuro ser garantido, longe de encrencas. Após uma conversa importante com a orientadora educacional, Avye tem um choque de realidade e sai do local determinada em fazer mudanças, fazer o seu último ano valer a pena, literalmente, jogar toda a sua disciplina e vida certinha, de anos, para o ar. Em uma das várias apresentações de seu vizinho e xodó da sua família, Ten Chittaphon, Avye se ver fascinada pela dança e enxerga uma oportunidade para dar início as suas mudanças drásticas, mas tinha um pequeno detalhe: ela não sabe dançar. Ten Chittaphon, é conhecido tanto por sua desenvoltura e destaque nos palcos e nas apresentações, quanto sua fama imbatível nos concursos de dança, é a promessa da sua escola e a chave de ouro dos olheiros, tanto das universidades, quanto das agências de entretenimento. Entretanto, as encrencas que vive entrando por conta das más companhias, estão deixando o seu futuro em risco. Avye vê uma oportunidade de desenvolver o seu novo fascínio com a ajuda de Ten, mas seu vizinho não confia muito nas perspectivas dela ao mesmo tempo que tenta não ver a boa influência crucial que ela poderia ser nesse momento do colegial. O que Avye vai aprontar para dar mudanças nos seus últimos dias escolares? Ten vai aceitar ser essa grande ajuda e cederá ao ponto de pedir ajuda da parte certinha de Jones? Chittaphon consegue ser o oposto das flexibilidades exibidas nos palcos enquanto Jones consegue ser bem determinada quando quer. Entre determinação de Avye e a inflexibilidade de Ten, ambos tentaram entrar no ritmo. No entanto, até lá, diversas confusões acontecerão e corações ficarão em jogo.


Fanfiction Bandas/Cantores Impróprio para crianças menores de 13 anos. © todos os direitos reservados ao autor

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01. A visão dos dois polos: Encarnação da preguiça e a perdição em pessoa.

Sejam bem-vindos ao meu novo livro!

Primeiramente, muito obrigado por escolherem meu livro para sua leitura.

O livro é cheio de gêneros, mas o foco é a ficção adolescente + Fanfic.

Terá muito dos meninos do NCT, MONSTA X e ATEEZ, como também as meninas do RED VELVET, TWICE e BLACKPINK, mas se você não tiver nesse meio do fandom ou de K-pop, não terá problemas para ter um entendimento divertido e intenso da história.

A obra mesmo tendo clichêse partes leves, tambémexplorará uma parte mais Dark, por isso conterá palavras de baixo calão, tudo referente ao meio ilícito entre variações que vão desde rachas até meaçõesde uso de bebidas alcoólicas e seus problemas, esteja ciente antes de começar sua leitura.

O local que passará a obra será totalmente fictícioe inexistente, terá uma pitada americana e o que vier na minha cabeça, tentarei ser uma autora cheia de detalhes para que vocêsse sintam participantes da história.

O livro terá muitas expressões em coreano, tailandês e até em inglês, muitas recomendações e muitas referências de Doramas, meios musicais e de dança. Sempre que tiver colocarei na sequência ou no fim de cada capitulo, seus devidos significados, como também responderei cada questionamento no desenvolver do livro.

Então não se preocupe!

O capítulo será no ponto de vista de Avye Jones, porém, poderá ter especiais com o Ten, ambos serão de suma importância para a história que será desenvolvida.

Outras informações serão colocadas no decorrer das atualizações.

Boa leitura, pessoal!

............



A quantidade de pensamentos aumenta

Que tipo de sentimento é esse?

Meu coração está cheio de pontos de interrogação.

Não consigo ver mais nada

Além de você, que continua ficando cada vez mais visível

Tudo nessa rua nublada

Ficou borrado, com exceção de você.

Hello Stranger - Stray Kids.

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Johnny Seo é um pecado.

Deveria ter uma lei que proibisse homens bonitos furtando corações alheios apenas por existir, Johnny com toda a minha certeza – meu abismo por ele concorda veemente também – seria o primeiro, depois dele ia vim uma longa lista, disponível no meu diário do desabafo – sim, eu tenho um diário e é todo no celular, o de papel me deu muitas dores de cabeça.

Pena que não participarei do legislativo e nem passarei pelo curso de Direito, pois o meu planejamento acadêmico está bem longe disso, apontando para uma direção que seja promissora e muito diferente dos meus demais colegas de escola.

Para a minha mãe, Mia Jones, Direito é muito banal – essa é a forma reduzida de todo o discurso. Na minha percepção, muitas pessoas escolhem esse curso pelo leque que o mesmo traz ao mesmo tempo que gostam de ter a leve sensação de trazer justiça aqueles que sofrem e não tem suas vozes escutadas.

Todavia, a forma da minha mãe de dizer que tenho que me destacar e ser diferente é dita, com o seu jeito doce e autoritário que sempre termina com "Avye, você é muito especial para esses cursos banais demais, todo mundo faz e você é uma Jones, você não é como todo mundo".

Suspiro pela decima vez.

Não está na hora de refletir das escolhas meticulosamente planejadas desde que eu era um feto – acho que nem o universo está querendo saber dessa minha linda falta de posicionamento com meu próprio futuro e muito menos escutar minhas lamúrias por situações que tenho culpa parcial – a hora de reflexão não era agora, mas sim de me esbaldar na linda visão a minha frente, que tenho que destacar, acontece apenas uma vez por semana, aos domingos – felizmente, nas minhas horas de bobeira.

Eu deveria capturar esse momento, mas a graça da vida é você curti o agora, além do mais, eu não quero ter provas do meu momento nada correto – poupando-me de outra dor de cabeça, só que mais indecente.

A visão, meus amigos e universo, é de tirar o folego.

Meu Crush eterno lavando sua moto com toda a sua glória.

Oh gloria.

Por conta do calor que ainda estava fazendo nesse começo da tarde, a camisa não fazia presença, os raios solares davam a graça dos céus em seu corpo esbelto quase desnudo enquanto a agua deslizava pelo mesmo, deixando tudo uma linda perdição quente.

Eu não conseguia nem piscar, meus suspiros eram soltos ao visualizar seus atos por mais simples que pareciam, não perdia um momento sequer. Então ele soltou uma risada gostosa de algum comentário do ser humano entediado, presente nesse cenário dos deuses, pega uma garrafa de agua e....

Nossa, será que ele está gravando um comercial de bebidas? Eu fiquei até com sede agora.

Vocês devem estar se perguntando... Ser humano entediado? Esse ser humano é o melhor amigo da perdição em forma de pessoa e meu vizinho, Ten Chittaphon, ou como gosto de chama-lo: Xodó da família Jones – na verdade, só dos meus pais, eu passo mais tempo o irritando enquanto ele revida a implicância dando um de irmão mais velho ao mesmo tempo que para os adultos é o garoto exemplar. Puxa saco, é o que brilha na testa dele todas as vezes.

Nesse cenário ao qual observo com muita atenção, o papel de Ten é mais cômico ao contrário de Seo. Ten odeia fazer qualquer atividade doméstica, como lavar carros, passear com seu próprio cachorro – Ah, essa parte é comigo! – ou cortar a grama, então ele chama o Johnny, que parece sempre está livre e a procura de fazer alguma coisa, sendo um homem sempre disposto e um amigão, e a encarnação da preguiça coloca-o para trabalhar no seu lugar enquanto o faz companhia, esperando o grandão terminar os seus afazeres.

Folgado, porém, um gênio e salvador dos meus domingos tediosos.

Johnny passa a lavagem para o carro do senhor Chittaphon enquanto Ten continua sentado em uma cadeira praiana deixando o sol o torrar, porque o mesmo estava tão entediado e com tanta preguiça, que prefere ficar bronzeado antes do sol queimá-lo para os céus.

Eu foco-me apenas no Johnny e solto outro suspiro quase me debruçando no peitoril da minha janela.

Ah, céus, que visão....

–Quer um binoculo pra ajudar? – ouço alguém questionar, atrás de mim e eu congelo – Se continuar assim, eles vão sofrer de desidratação – ouço a voz, suave e bastante familiar, continuar a pronuncia – porque olha... A secagem aqui está brava.

Santo Cristo! – solto, assim que retomo o meu corpo e saio do congelamento, dando um pulo pra longe da janela enquanto me viro, para pessoa atrás de mim com as mãos sobre o peito.

Jungwoo estava parado de braços cruzados, encostado no batente da porta do meu quarto enquanto me observava, com aquele olhar analítico e travesso – vendo que teve seu dia ganho, após me pegar no flagra.

Eu não tinha trancado a porta? Céus, que perigo, podia ser meus pais!

–Não. – profere, rindo ao descruzar os braços e logo se desencostando do batente, e se aproxima de mim – apenas o seu melhor amigo, Kim Jungwoo.

–O que você faz aqui? – murmuro, com o coração a mil e o meu rosto que nem um tomate de tão vermelha de vergonha.

–Nossa, nem um "Oh meu deus, o meu melhor amigo maravilhoso chegou, bem a tempo de me salvar de ser pega no flagra por Chittaphon ou os meus pais concentrados em uns papeis na sala de estar, – profere, com uma voz fininha em uma tentativa horrível de me imitar enquanto corrige a forma certa de que deveria me pronunciar – secando descaradamente o Johnny meu abismo sem fim, dando o pretexto perfeito para Ten vim me atazanar e expor essa minha pouca vergonha para os fãs número um e dois dele presentes no primeiro andar"?

–Ten, sabe dessa minha pouca vergonha. – rebato, indiferente e dando ombros, sentando na minha cadeira da escrivaninha, com a postura reta e com o resto de dignidade que ainda possuo depois desse flagrante.

–Vocês são cúmplices de deixar o coitado do Johnny lavando carros em pleno domingo no sol quente?! – indaga Kim, chocado colocando as mãos na cintura, em uma postura repreensiva.

Nossa, eu só estava olhando! Penso, observando a postura do Kim, Quem fez o crime foi o Ten!

–Ele sabe das minhas descaradas, como eu sei dessa exploração não autorizada do Johnny fazendo o trabalho dele. – explico em minha defesa, sem ser uma X9 e me parecendo uma cumplice, começando a sentir o peso na consciência, isso não era nada certo e acabei de confessar que estava compactuando com isso – ficamos cada um no seu canto e ninguém expõe ninguém, todos saem ganhando.

–Estou chocado, Avye e Ten, em um complô. – pronuncia Jungwoo, com horror e certa admiração – Uau, por que não soube disso antes? – ele se aproxima de mim, movido pela sua curiosidade – Perai, a quanto tempo vocês fazem isso? – questiona de forma exagerada, sentando na minha cama e com o olhar brilhando na minha direção – Ai minha purpurina, o Johnny sabe disso?!

–O que? Não! – solto exasperada, Jungwoo sempre exagerado e ligado no 220, um dia ele ainda vai me enlouquecer, porém, por enquanto vou apenas dar respostas – Não tem nenhum complô – têm sim... – não contei, porque é uma coisa muito feia feita pelo meu lado abismático pelo Seo; não faz tanto tempo e o Johnny não faz nem ideia da minha existência, imagina saber desse acordo não expresso com o Chittaphon!

–Eu passo as férias na fazenda com os meus avós e tudo desanda. – profere, com falsa decepção na voz e um sorriso presunçoso no rosto – na próxima vez levo o casal dos tratados não expressos junto e quem sabe transforme esses acordos ruins, com a ajuda de toda áurea dos animais para serem cuidados, em um único acordo matrimonial e finalmente trazer à tona esse casal sensação que existe dentro de vocês dois.

Snoopy, você ainda tem essa fixação com nós dois? – indago, com a voz cansada, com essa obsessão dele de juntar nós dois, desde o fundamental.

–Você é a garota perfeita e ele o exemplo de garoto, ambos são vizinhos e cresceram em um convivo familiar harmônico cheio de amizade, onde cada um tem dois pais e duas mães de tão unidos que são as famílias de vocês. – pontua Kim, com o discurso pró-Aten na ponta da língua – vocês malditamente caem direitinho no clichê perfeito, que só falta um empurrãozinho para acontecer – aponta para si – e eu aceito ser esse empurrãozinho.

–Eu além de ser a irmã mais nova que ele nunca teve, mesmo ele já tendo a Lin que está na universidade. – retruco, na esperança de aniquilar esse pensamento impregnado no Kim – não faço o tipo dele e eu sou parte do outro clichê – faço uma pausa dramática – a garota certinha que não é notada pelo bad-boy Seo.

–Primeiro, como você sabe que não é o tipo ideal dele? – questiona, desconfiado semicerrando o olhar, antes de apoiar uma das mãos na minha cama ficando mais à vontade enquanto com a mão livre gesticula, dando continuidade com os rótulos feitos pelo pessoal da nossa escola – Quem é o Bad-boy dessa cidade é o Hendrey, o Johnny é só o cara que tem uma moto legal e não sabe da sua existência mesmo. – aponta incisivo pra mim e argumenta – Por isso sismo com o cara que sabe da sua existência e está presente no seu cotidiano, Ten é o seu homem e clichê romântico, pare de persistir com o altão!

– Eu sei do tipo ideal dele, porque além de ele mesmo já ter dito isso várias vezes na minha presença – profiro, encostando no encosto da minha cadeira, depois de visualizar rapidamente o lado de fora da minha janela, o ponto alto do dia tinha acabado – eu li no diário dele e sei quem encaixa perfeitamente no seu tipo e com certeza não sou eu.

Ten tem um diário?! – questiona pasmo, tampando a boca com as suas mãos enquanto arregala os olhos, depois tira as mãos sob a boca e se inclina aproximando-se de mim enquanto pergunta baixinho como se tivéssemos segredando – Ele joga para o outro time?

–Ele não é gay, Snoopy, ele gosta da Lisa. – conto, o que eu sei e deduzi por ter lido seu diário – por conta da sua desenvoltura e as suas performances arrasadoras nos palcos.

–Como você sabe disso tudo? – indaga, com um sorriso sagaz – são confidentes e leem o diário um do outro?

–Eu sei disso tudo, porque sou uma bisbilhoteira. – respondo-o, totalmente envergonhada, colocando alguns fios rebeldes atrás da orelha – e na ceia de natal na casa dos Chittaphon, Ten passou mal e o remédio o fez dormir como uma pedra, fiquei preocupada e me ofereci para ficar cuidando dele.... – aponto e o repreendo-o – pode parar de pensar besteira, Kim! – ele ergue as mãos em redenção, suspiro e volto a contar – fiquei inquieta e nisso bisbilhotei o quarto dele, achei o diário dele e depois de rir e o acusar de hipocrisia, li tudinho e descobri sobre ele até demais.

–Como os gostos dele e.... – instiga, sedento por informações do meu vizinho.

–O lado de romântico incorrigível dele. – murmuro, encabulada.

Que bacana vamos expor os vizinhos.

Jungwoo cai na gargalhada enquanto bate palmas, todo espalhafatoso com a descoberta da minha confissão e eu sinto minhas bochechas corarem ainda mais. Ten é bem intenso em relação ao seus sentimentos, mas li tudo com fascínio e choque, ele não transparece muito esse seu lado romântico, só o lado gênio de ideias inusitadas a seu favor e "dedicando ao meu futuro como o melhor Dancer da história, vamos lá".

Antes que eu comece a cortar seu momento de gargalhadas, a voz da minha mãe nos chamando no primeiro andar é escutada por nós, fazendo com que nos calarmos por certo tempo antes de avisar que estávamos descendo e encerrar essa conversa por hora.

Com certeza iriamos retomar essa conversa, o olhar curioso de Jungwoo deixava bem nítido isso– ai que encrenca – enquanto eu queria voltar no tempo e desfrutar da visão que só teria nos domingos e trancar a minha porta!






Olá pessoas do meu kokoro!

Primeiro capitulo de 'No Ritmo'!

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa \0/

Dediquei o capitulo para o anjinho que me deu um impulso para dar uma atenção a mais na historia que andava planejando pro Ten hihihi

Estou tão empolgada e a obra recebeu um ótimoretorno só com a nota da autora, que resolvi publicar o primeiro capitulo!

Espero que tenham gostado do capitulo mais do que eu u.u

Quem gostou do nosso Snoopy?

As descrições da Ayve me mata, pq sou eu todinha sim.-.

Em relação as postagens serão com o tempo, fiquei atentxs e deixe a obra nas suas bibliotecas <3

Até o próximo!

Bjs Ari <3




17 de Maio de 2021 às 01:04 0 Denunciar Insira Seguir história
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