borahaeby Suga-Bia Lima

Kim Seokjin, um policial bem conhecido na cidade se apaixonou por uma bela moça chamada Kim jihye. Os dois começaram um relacionamento e passando os tempos tiveram três filhas. Mas parecia que a felicidade não estava ao lado de Seokjin, principalmente quando recebeu a notícia que sua mulher morreu após ser esfaqueada, na qual fez com que seu mundo despencasse. A morte de Kim Jihye mudou a vida de Seokjin em um passe de mágica. Todos em sua volta lhe aconselhava a investigar o caso, mas ele não queria, tinha medo de nunca conseguir achar o assassino. Com a persistência de seus colegas e de suas filhas, Seokjin decide ficar com o caso de sua esposa e investigar até o fim. Mas ele não imaginava que a presença de Kim Namjoon - o investigador que irá lhe ajudar com o caso - iria mudar sua vida ainda mais... da pior forma possível. Namjin + Sope + Taekookmin 》Estória de minha autoria《 ~ Plágio é crime Disponível também no Spirit Fanfic e no Wattpad


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

#Hwiyoung #Rowoon #SF9 #JeonJungkook #KimTaehyung #ParkJimin #JungHoseok #MinYoongi #KimNamjoon #KimSeokjin #Namjin #BTS
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Prólogo


CASO 671


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O mundo parou para lamentar a morte de um dos mais grandes nomes de Seul, uma das mulheres mais bem respeitada de toda a cidade. Justiça, é isso que todos querem!

A repórter fazia seu trabalho como sempre, e na tevê mostrava a rua que estava movimentava, onde havia pessoas ao redor da fita de segurança que os policiais haviam colocado para que ninguém se aproximasse do corpo morto que já estava coberto por um pano branco.

— Senhor Kim! — O policial Hwiyoung chama a atenção do homem que estava assistindo ao noticiário em choque. Ele havia conhecido o carro que passou por meros segundos na reportagem e desde então não consegue mais mover um dedo se quer. — Eu sinto muito!

— Não é possível! — Ele diz com a voz baixa e o colega de trabalho pôde ver uma lágrima solitária rolar pelo o belo rosto do homem. — Ela não merecia isso, Hwiyoung! Não é possível!

— Seu turno acabou. Veja direito o que aconteceu, pode ser um engano. — O policial tentou mas tudo o que conseguiu foi o desabar nas lágrimas e o desespero que Kim SeokJin ficou.

— Não, não é nenhum engano! Eles citaram o nome dela, eu conheci o carro e até o policial Rowoon a conheceu. Não é nenhum engano! Kim Jihye, a minha Kim Jihye foi morta! — O policial se aproximou a tempo de SeokJin para abraçá-lo, antes que ele desabasse terrivelmente no chão. — Eu quero vê-la, Hwiyoung! Eu preciso vê-la!

— Vou levar você até lá, você não pode dirigir assim. Vamos evitar uma outra possível tragédia, certo? — O policial Hwiyoung recebeu um aceno de cabeça como confirmação. — Vamos pegar uma viatura, assim chegaremos mais rápidos no local.

...

O local agora estava menos movimentada. Havia apenas algumas pessoas e os policiais que juntavam os pertences da vítima para obter alguma prova através dos precisos testes.

O policial Rowoon, quando viu seus colegas de trabalho se aproximarem, parou no que tanto fazia e dedicou sua atenção para o policial Seokjin. Eles podiam ser sérios no trabalho, mas quando o assunto era o coração, eles abriam exceções para alguns abraços. Kim Seokjin estava com o coração quebrado em mil pedaços, e ele precisava desse consolo mais do que ninguém.

— Eu sinto muito, Jin! — Rowoon sussurrou, dando um abraço apertado no homem que não parava de chorar.

— C-Como? Como isso aconteceu? — Jin manteve o rosto escondido no pescoço do amigo, ele não tinha coragem de olhar para o corpo que ainda estava no mesmo lugar que na reportagem.

— As pessoas que moram por aqui não viram e nem ouviram nada, e nós olhamos o carro de Kim Jihye, nada de acidente. Fizemos uma perícia por aqui várias vezes, mas não encontramos nada que nos convença que foi usado para matá-la. — O policial Rowoon se sentia mal por não ter encontrado nenhuma prova e vê seu amigo de trabalho daquele jeito o machucava. — Você pode vê-la, mas não toque no corpo, acho que podemos encontrar algumas pistas através de alguns testes.

Seokjin se afastou dos amigos e foi até o corpo, tendo todo o cuidado ao tirar o pano branco por cima do rosto de Jihye e se sentiu mal ao vê-la daquele jeito - pálida e sem vida -, mas se manteve forte para ficar ali.

— Por que você? — Jin não conseguia mais conter o choro. Ele conseguia sentir a ardência que cada lágrima proporcionava. — Por que justo você, Kim Jihye? — Ele se ajoelhou perto do corpo e ignorou todo o desconforto que aquele uniforme de trabalho tinha. — Você não pode ir, Kim Jihye! Você tem que voltar! Por favor, volte por mim! — Qualquer um que conseguisse escutar o chamaria de doido, mas ele não se importava aos olhares de pena das poucas pessoas que ainda estavam por ali.

— Kim Seokjin! — O policial Hwiyoung chamou a sua atenção que se virou um pouco para olhá-lo. — Acho que você tem que ficar com isso. — Ele lhe entregou uma carteira, a carteira de Jihye. Hwiyoung viu o policial olhar fixamente para a carteira em suas mãos, ele sabia o que tinha ali dentro e não tinha coragem suficiente para ver.

Jin continuou ali, de joelhos perto do corpo de sua esposa, com a carteira dela em suas mãos. Respirou fundo e finalmente tomou coragem para abrir a carteira, dando de cara com uma foto de Jihye com ele e suas filhas.

— Você vai ter que contar para elas! — Disse Hwiyoung e então se ajoelhou para abraçar Jin pelos ombros assim quando ele voltou a chorar desesperadamente.

— Eu sei, mas como? Pra mim tudo é apenas um pesadelo e que tudo vai voltar ao normal quando eu acordar. Mas isso dói, dói no peito, dói na alma e tenho certeza que toda essas dores vão piorar quando eu contar para as meninas. Como elas vão reagir a isso? — Jin dizia tudo entre o choro, parecia que estava no automático, saiu da boca pra fora, mas ele precisava falar aquilo pra alguém.

— Infelizmente isso não é um pesadelo, quem dera que fosse. Isso é a realidade, e você, na verdade todos nós vamos ter que conviver com essa tragédia daqui pra frente. Você sabe o quanto Jihye era uma amiga pra mim. — Hwiyoung deu um sorriso gentil, mas que tava sem ânimo algum e tristonho.

— Jin, temos que levar o corpo! — O policial Rowoon se aproxima dos dois e ajuda Jin a ficar de pé, mesmo que ele não tinha forças o suficiente para isso. — Hwiyoung, leve ele para casa. Ligarei para você quando descobrirmos alguma coisa, certo? — Jin assente contra sua vontade. Ele queria ficar ali a todo o momento mesmo que doesse tanto, mas ele não podia negar que precisava relaxar um pouco para depois engolir e aceitar a realidade.

— Vamos, Jin. Vou deixar você em casa.

...

Hwiyoung fez questão de deixar Jin na porta de casa e só assim se despediu dele - com um abraço apertado. Jin viu seu amigo ir até a viatura e então soltou um sorrisinho mínimo quando ele gritou um "SE CUIDA" antes de partir.

Ficou sem se mover e se sentiu um idiota por isso. Sua testa estava encostada na porta e ele dizia para si mesmo que tudo era um sonho ruim e que tudo estaria bem no dia seguinte, mas ele sabia que estava enganando a si próprio da pior forma possível.

Tomou coragem para entrar em sua casa, e logo de cara se deparou com a sua filha mais velha sentada no sofá da imensa sala, com um celular na mão e com os olhos cheios de lágrimas acumuladas.

— O que faz acordada uma hora dessas Yuna? — Era terrível aguentar toda dor, e é ainda mais terrível esconder isso de sua filha.

— Ela morreu? — A menina o ignorou e Jin teve a certeza que não adiantava esconder nada. Yuna já sabia. — A mamãe morreu? — Ela elevou um pouco a voz e começou a chorar quando viu seu pai assentir, confirmando. — Por quê? Por que logo com a mamãe? — Jin se aproximou da filha e então viu que Yuna estava lendo uma notícia da morte de Kim Jihye pelo o celular.

— Eu não sei. — Jin sussurrou e sentou ao lado da filha, puxando-a para um abraço, e foi o suficiente para que ambos se entregassem ao choro que tanto os sufocam. — Suas irmãs já sabem?

— Não, elas foram dormir cedo. — Yuna se aconchegou no abraço do pai, e o mais velho não se importou que a sua blusa ficasse molhada pelo o choro da filha. — Como vai ser nossa vida daqui pra frente sem a mamãe?

— Eu... — Jin parou uns instante para pensar. Aquilo era uma coisa que ele nunca saberia da resposta. — Eu também não sei.

— Você vai investigar sobre a morte da mamãe, não vai? Quer dizer, você tem que investigar, papai! — Yuna pediu e Jin encarou a filha, se sentindo culpado por não poder fazer isso

— Eu não posso, filha! Não é da minha área. Eu posso apenas ir até o assassino, mas para achá-lo precisa de um investigador para estudar sobre o caso. Me desculpa! — Ele se sentia péssima e não podia fazer nada contra isso.

— Mas você tem que fazer alguma coisa, papai! É a mamãe! Você tem que achar o assassino!

...


16 de Maio de 2021 às 20:25 0 Denunciar Insira Seguir história
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