umaarmyfanfiqueira Júlia Souza

➽ Park Jimin, 19 anos, Ômega lúpus. O rosado mais novo de toda cede do FBI, Park tem a missão de acabar com uma máfia, denominada EXO-K. Responsáveis por fabricar uma droga com capacidades destrutivas irremediáveis, Park além de sua missão, tem de conviver com seu lobo insuportável. Apesar de sua postura profissional, por trás de toda sua marra, existe apenas um garoto doce e gentil, mas certos acontecimentos podem auxiliá-lo a mostrar esse lado um pouco mais. ➽ Jeon Jungkook, 23 anos, Alfa lúpus. O moreno mais cobiçado profissionalmente da cede. Decidido, inteligente, seus amigos são suas únicas preocupações. Isso até sua próxima parceria tornar-se um ômega, de cabelos rosas, metido a sabichão. ➽ A questão é: Um passado um tanto conturbado e misterioso. No que isso influenciaria nas investigações e que tipo de ligação teria com o presente? Atençao ➊ +18 ➋ Os fatos descritos nessa fic, são fictícios e de minha autoria. ➌ Fanfic ABO. ➍ Distúrbios mentais, doenças psicológicas. ➎ Não aceito adaptações. ‼️ Essa fanfic conterá: ‼️❖ Cenas de sexo explícito. ‼️❖ Cenas explícitas de violência, tortura, estupro e afins. ‼️❖ Uso explícito de drogas e bebidas. ‼️❖ Prostituição. A respeito dos Shipps ➻ Jimin Bottom ➻ Jungkook Top ➻ Taeyoonseok ➻ Namjin Não compactuo com tais atos, mas me proponho a escrever sobre, se possui mente fechada ou sensibilidade à tais assuntos, recomendo que não leia a fic. ➽ Daqui por diante é por sua conta e risco! ➽ Plágio é crime, usufrua da sua criatividade, sei que você tem capacidade!


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.
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Prólogo

"Um emprego, o seu primeiro.


Um objetivo, o seu único.


Um passado, o seu carcereiro.


Um futuro, a sua ilusão.


Um amor, a sua perdição."




Como você espera vencer tudo, sozinho? ㅡ Ecoa por sua mente.




ㅡ Eu não preciso de ninguém ! ㅡ Jimin explode, socando a pia, e encarando seus olhos, que brilhavam em um rosa incandescente no espelho, perceptivelmente frustrado.




Correção, você não tem ninguém...além de mim é claro.




ㅡ CALE-SE! ㅡ Direciona deu punho ao espelho, que se estilhaça em milhares de pedaços pelo chão do banheiro.




Park sai do banheiro, irritado, passando pela sala e pega seu paletó azul, saindo de seu apartamento em seguida.




Hoje era a sua entrada no caso do FBI, onde fora solicitado por Kim Namjoon, um alfa e antigo amigo de seu pai, para fazer parte da equipe escolhida a cuidar do caso 76779. Sua aura era confiante, seus passos cautelosos e firmes, sua postura impecável, dirigindo-se ao seu carro. Entrando no mesmo, o rosado deu partida na ignição, manobrando para fora do estacionamento e locomovendo-se para o prédio central do FBI.




➽🌹•




Avistando o prédio, pisou mais fundo no acelerador, ultrapassando por poucas kilômetrages, a velocidade permitida. O Prédio era enorme, nada surpreendente, segundo Park. Era todo cercado por fora, as paredes eram espelhadas e azuis, com pilastras brancas, desde a base até o topo do prédio, onde havia uma área de pouso para helicópteros. Todo o perímetro era vigiado, câmeras de segurança instaladas em cada canto do pátio,onde havia um enorme jardim elegantemente cuidado que acompanhava com flores vermelhas as escadas de mármore branco que levavam até a porta de entrada, onde encontrava-se uma grande estátua Alpha, beta, ômega, a grande cerca de alta voltagem, sendo ocupado por laisers em cima. A segurança do local era feita com o sistema de retina das orbes oculares, que detectava a presença do lobo, era confiável e inviolável.




Park parou diante o imenso portão, um guarda veio com um aparelho, supostamente o sistema de segurança.




— Nome, idade, departamento. — O guarda perguntou, não era de se espantar não receber um mísero bom dia.




— Park Jimin, 19 anos, todos.




— Não sabia que deixavam crianças brincarem na cede do FBI, ômega. — O guarda lhe lançou um olhar zombeteiro, aproximando o aparelho da retina de Park.




— Achei que apenas profissionais qualificados eram aptos para entrar na cede, beta. — Respondeu com o maxilar travado, e as mãos apertadas ao volante, encarando o lobo a sua frente com as íris brilhando em um rosa levemente avermelhado. — Faça seu serviço, sem se importar com os outros agentes, não tenho tempo pra imaturidade alheia.




O guarda arregalou os olhos, perante aquelas íris. Em hipótese alguma imaginava que aquele garoto com ar jovial, seria um deles.




— P-Perdão Sr. Park, sua entrada está liberada.




O portão se abriu, e o rosado nem deu-se o trabalho de agradecer ao guarda, odiava perder tempo com incompetência.




Estacionou o seu belo Porsche preto na garagem do prédio e saiu. Adentrou pelo elevador e direcionou-se para a central de todo aquele estabelecimento. Por dentro era menos surpreendente ainda, nada do que o ômega já não imaginara, cadeiras acolchoadas brancas para a espera, um grande emblema do FBI preenchia aquele enorme salão de teto alto, Um lustre pendia do teto iluminando aquele ambiente, ao lado esquerdo possuía a porta que levava ao refeitório, ao lado direito encontravam-se as escadas e os elevadores, três no total, revirou os olhos, poxa nenhuma surpresinha? Qual é!




— Diga-me onde encontro Kim Namjoon. — Disse à moça da recepção, uma beta.




— Bom dia Sr....?




— Park, apenas diga logo. — disse bufando.




— 15° andar, central de reuniões, ele está em uma nesse exato momento, quer que e-




Não esperou a moça terminar e dirigiu-se ao elevador, não podia perder tempo e já estava sem paciência.




— Sr. Park espere! — ouviu a moça gritar, antes das portas fecharem-se.




11...12...13...14 e parou, alguém havia apertado naquele andar.




Quando as portas abriram-se, três rapazes, dois alfas e um ômega, adentraram o elevador. Um moreno alto, o outro com o cabelo platinado baixinho, e o terceiro era o mais alto do trio com os cabelos roxo, o rosado observou que aquela cor lhe caia muito bem por sinal.




— Bom dia Sr. — O baixinho lhe dirigiu a palavra mas sequer foi olhado.




Os três entreolharam-se e deram de ombros, o moreno bufou enquanto o platinado coçava a nuca visivelmente constrangido.




15°.




As portas abriram-se e Park saiu de lá caminhando com sua postura firme, sendo seguido pelos três em seu encalço.




Virou a esquerda no grande corredor, onde no final havia uma imensa porta dupla de metal. Colocou sua biometria no sistema ao lado e a mesma abriu. Adentrando havia uma mesa redonda, havia apenas uma pessoa. Reconheceu Namjoon no centro da mesa, que ao lhe ver fez um sinal para que se aproximasse.




— Bom como todos estão aqui, quero apresentar-lhes Park Jimin. O novo parceiro de vocês nessa investigação. — O alfa proferiu as palavras levantando a mão em direção a Park.




— Esse mal educado vai trabalhar com a gente? — O mais alto dos três que estavam no elevador pronunciou-se.




— Seokjin, ele é um competente agente. O mais até, eu arriscaria dizer. — Namjoon lançou um olhar para Seokjin, que não passou despercebido aos olhos de Park, interesse ou ligação?




Seokjin então, é o ômega. Pensou Park.




O moreno ficou visivelmente frustrado com aquela informação e deu um passo à frente.




— Está me dizendo que esse ômegazinho vai trabalhar conosco? — Lançou-se à frente irritado.




— Sim, Jeon.




— Não acredito... — Deu uma risada sarcástica.




— Então, acorde Alfa, não tenho tempo pra infantilidades, vindas de um profissional. — Park disse calmamente olhando para o moreno, que agora lançava um olhar mortal para o mesmo.




— Escuta aqui se-




— Escuta aqui você. — Park o cortou — Estou aqui para resolver o caso, e não fazer amizade com vocês, então, trabalhe bem, resolva o caso e vai se ver livre de mim. Caso contrário, sugiro que Namjoon coloque profissionais verdadeiramente, qualificados, por que não lembro de coisas pessoais interferindo no trabalho, sendo uma boa qualidade. E mais, minha classe não diz respeito diretamente ao meu trabalho ou a competência dele, se for me insultar, seja mais criativo.




Todos na sala estavam perplexos, ninguém em sã consciência desafiaria Jeon naquela sala, era um lúpus, perdia facilmente a calma, a não ser seus superiores, que ainda sim às vezes, não escutavam algo agradável.




Seokjin entreolhou-se com o platinado esperando a reação de Jeon, que parecia estático encarando o baixinho a sua frente que o olhava com o olhar sem expressão alguma.




— A propósito, me chamo Min Yoongi. — O platinado disse, querendo cortar o clima tenso.




— Prazer, agora podemos falar sobre o que realmente importa? O caso. — Park disse sentando-se em uma cadeira ao lado de Namjoon, que apenas encarava todos sem saber por onde prosseguir.




— Então senhores, sentem-se. — Pigarreou para poder retomar. — Essas são as fichas das informações que temos até agora da máfia EXO-K-. — Jogou uma Pasta confidencial em cima da mesa, que Park logo pegou deixando a mão de Jeon pairando sobre o nada. — Olhe essas informações Jimin e me diga o que acha sobre elas.




Park leu os documentos atentamente e sinceramente eram...




— Ridículos — Todos olharam para Park com a ousadia do rapaz. — Todo esse tempo na cola deles e vocês só sabem o nome de quem aparece nas mídias o tempo todo?




— Sr. Park, creio que esteja indo longe demais com seus insultos. — Yoongi pronunciou-se — Damos duro para achar essas informações ach-




— Sr. Min — O rosado lhe interrompeu — Me de uma noite e eu acho mais que um ano inteiro de serviços do FBI, se é que vocês realmente dedicaram-se a esse caso. Nessa ficha só consta o vulgo Kai, o tráfico de drogas, as parcerias com outras máfias e inacreditavelmente apenas 3 pontos de encontro.




Todos olharam para Park, Jeon fervia em ódio, ninguém falava assim com seus parceiros, Yoongi tinha perdido noites de sono para conseguir a porcaria daquelas informações, ele estava dizendo que eles ficaram brincando enquanto tudo ocorria debaixo do nariz deles, que atrevimento todo era aquele, quem aquele baixinho metido a sabichão pensava que era?




— Pois bem seu esnobe de merda, ache mais que um ano de serviço do FBI em uma noite. — Jeon disse se levantando bruscamente.




O ômega balançou a cabeça de um lado para o outro em sinal de negação, estalando a língua na boca recolhendo a pasta.




— Pois bem se me dão licenç-




Mais alguém que não gosta de você — A voz retornou em sua mente.




— Eu não ligo — murmurou Park e todos olharam pra ele.




Vai acabar de quatro pra todos eles também?




— Não sei do que está falando — disse um pouco mais alto, chamando atenção para si.




Sabe eles vão adorar te fuder, te espancar, até você desmaiar, já imaginou , huh? Todos eles dentro de você? Se não fosse eu aquela noite, era assim que você acabaria.




— CALE A BOCA — Gritou batendo na mesa, suas íris brilhando através do óculos escuro.




Não percebeu que todos o olhavam espantados, afinal o rapaz estava fora de si.




— Jimin, está bem? — Namjoon perguntou.




— Huh? — Park olhou para Namjoon, em seguida para Jeon que tinhas as orbes vermelhas, brilhando, como se seu lobo estivesse á frente dele naquele momento, e Seokjin e Yoongi que estava perplexos. — Eu... — Cambaleou para trás e encostou-se na parede, limpando o suor da testa. — Eu preciso fazer meu serviço, com licença.




Saiu da sala apressado, deixando todos curiosos e mesmo ele sendo um saco, preocupados.




Tem certeza que vai ser uma boa idéia deixar ele no caso? — Jeon, ou melhor, seu lobo Black perguntou ao seu chefe, que apenas acenou.




— Eu já sei da ficha dele, completa e eu era amigo do pai de Park, sabe Jeon ele tem motivos pra ser como é, não digo que é certo a maneira dele ser com os outros, mas é uma proteção contra seu próprio lobo. — Namjoon disse com um certo pesar na voz.




Proteção? — O lúpus insistiu.




— Sim Black, ele é um ômega lúpus, mas se quer se da bem com seu lobo e eu não darei mais detalhes. A reunião está encerrada.




Todos saíram da sala.




O moreno desceu pela central vasculhando o prédio atrás de Park, seu cheiro era incrível, cítrico e doce, perfumava todo o local por onde passava.




É ele.




— Como assim "ele"? — Jeon perguntou.




Ele é o meu ômega.




Observou o local atentamente até ir a recepção, encostou-se no balcão e ao longe viu o ômega entrando no refeitório, cambaleando meio aéreo. Decidiu segui-lo discretamente.




Quando entrou, viu Park parado olhando para um dos balcões de vidro que tinha refeições. O moreno deduziu que o rapaz estava olhando seu próprio reflexo, as orbes rosas brilhantes estavam bem aparentes ainda e ficou sem reação ao fazer leitura labial em Park e descobrir que este pronunciava:




"Ele é meu, você querendo ou não"

19 de Junho de 2021 às 14:32 0 Denunciar Insira Seguir história
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