riwsaa Riwsaa Lawrence

Com uma explosão uma energia entrou na atmosfera e se espalhou pelo globo, agora existem dentro de cada ser vivo e estão ligados à sua estrutura molecular. Normalmente, a vibração da energia é completamente inofensiva. Entretanto, quando a pessoa ao morrer, eles multam a biologia de seus hospedeiros que se transformavam em calamidades. Além de desencadear transformações físicas, a energia que eles vibram também podem afetar a mente, transformando a maioria das calamidades em criaturas sem consciência como os obsessores, ou Bestiais. Jack Phelip Cross é um garoto de 18 anos que consegue ver sombras desde seus 5 anos, quando criança foi atacado por uma calamidade causando uma lesão em suas cordas vocais causando mudez. Um dia ao ser abordado por uma calamidade levado para outro mundo, ele para salvar sua vida ele consegue usar o cristal com energia eminente. Desse modo, começa a jornada heroica do garoto de uma mundo desconhecido que consegui controlar o poderoso cristal, mas para voltar para o seu mundo com a ajuda da organização Abatedouro. "O homem deve trabalhar ele mesmo para crescer."


Fantasia Fantasia urbana Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#jack #energia #cristais #calamidade
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Capítulo 1 - O dia de aula

Jack estava se enxugando depois de um banho quente em um dia frio e fez seus afazeres da manhã para ir para o colégio, como faz todo dia. Usando sua farda do colégio renomado da cidade, estava no 3 ano do Ensino médio e já era acostumado a morar sozinho, pois seu pai estava sempre ocupado com o trabalho, seu irmão estava no outro lado mundo estudando medicina. O campus era um pouco longe de seu apartamento e isso por um lado era bom para Jack que ouvia música para se distrair da sua manhã matinal. Andando, não conhecia muitas pessoas,era uma pessoa introvertida no colégio com poucos colegas, pois, havia começado no meio do ano.

Entrando no prédio, vai em direção ao elevador e percebe no relógio que era 07:40 da manhã e estava em um bom horário. Guardando os fones e o celular, Jack ficou observando o elevador, as portas de metal abrem e fecham para os estudantes e funcionários, observou as pessoas por um momento, mas seus olhos foram para a lâmpada do elevador, que ficaram piscando por um momento. O prédio era novo e isso foi estranho para Jack.

— Ele consegue te ouvir.

Os olhos de Jack vão para a direção da voz, de uma garota.

Ela estava ao lado de sua amiga que olhavam para mim e parecia estar cochichando, sua mão estava segurando a sua bolsa de couro, ela tinha olhos verdes e seu cabelo era cacheado, como um loiro escuro, ela parou de olhar para Jack quando percebeu que já tinha a sua atenção.

A porta do elevador abriu novamente e elas saíram.

Ela estava mesmo cochichando de mim?

Jack já estava no andar da biblioteca e decidiu ir andando para terminar a redação do professor Hudson, já que faltava mais de uma hora para a aula de Jack começar. Entrado observou que havia 3 pessoas na biblioteca observando alguns livros, um lugar silencioso para uma pessoa silenciosa. Sentando, tirou as coisas da bolsa e começou a revisar a redação, mas ficou pensando no que ocorreu no elevador, não era a primeira vez que Jack presenciava ou até mesmo percebia na universidade, cochichando pelos cantos, fingir que não existia ou até mesmo não querer conversar, por medo de repetir ou explicar novamente. Jack já estava acostumado, mas ele não gostava daquilo.

Jack sentiu seu celular vibrar em cima da mesa e a tela aparecia “Arthur”.

— Meu deus, que cara de sono- diz com uma xícara de café.

Olho para ele com um meio sorriso.

“Bom dia para você”— digo falando em libras.

Ele tomou um gole de café e seus óculos ficaram embaçados e então ele mostrou um sorriso.

— Espera ai, eu não consigo te ver — diz puxando os óculos para frente para poder voltar enxergar isso imediatamente me faz rir — O pai ligou para você?

Balanço a cabeça como um sinal de negativa.

Vincent Phelip, meu pai era um homem muito ocupado, mas era o pai muito presente.

“Aconteceu alguma coisa?”

— Não, não—- diz coçando o olho direito — acho que ele esqueceu de comentar que na sexta à noite ele vai te buscar para comemorarmos o aniversário da vovó.

Ouço atentamente ele falando e coloco o celular encostado mochila em cima da mesa a minha frente para conversar com ele.

“No caso hoje?”, falo com uma cara desanimada.

—Pois é— diz mostrando uma cara desanimada— Eu sei como você se sente— diz saindo da cozinha com o celular e indo para outro cômodo— Nem o papai queria ir, só aceitou por que a vovô insistiu muito e eu até comentei que a não gostaríamos de ir.

“Eu poderia fazer tantas coisas”.

A vovô era uma boa pessoa, o único problema era que ela era uma pessoa chata.

—Ah eu também e também, mudando de assunto— diz olhando para o celular, parecia que estava mexendo— Você viu que saiu o trailer daquele jogo que eu tinha falado?

Nego.

—Eu vou mandar agora.

E vejo uma notificação no Mensagy.

“Ainda não, ontem estava jogando um pouco e depois fui dormir um pouco tarde."

—Eu vi, uma e meia da manhã.

“Você também dorme nessa hora.”

—Estudando.

Eu mostro o dedo do meio para ele com um sorriso sarcástico.

—Se o papai souber— diz com um cara de surpresa exagerada— Bem era só isso mesmo e também leva os videogames, que a gente joga aqui em casa e se prepare para eu humilhar você.

Eu mostre uma gargalhada silenciosa.

“Você e o papai que lutem para me derrotar. ”

—Ta certo, depois liga para o papai ele quer falar contigo pra saber da faculdade.

“Eu ligo depois para ele, minha aula começa daqui a pouco. ”

—Tá certo, depois a gente se fala.

Eu apenas faço um sinal com a mão.

*

Jack estava relendo a redação que havia terminado até sua atenção ser chamada novamente para as luzes da biblioteca que haviam falhado três vezes seguidas e percebeu que todos da biblioteca estavam olhando para a lâmpada até serem apagadas. Como estava bem cedo, as luzes do sol iluminavam a biblioteca até a luz da lâmpada voltar novamente e o alto falante do colégio ecoar.

— Evacuação de Emergência! — Era voz do Diretor Dennis.

A primeira coisa que Jack ouviu foi seu coração para por um momento e em seguida as pessoas gritando e então a correria, pessoas soltaram tudo que estava segurando e correram para o corredor. A primeira coisa que eu fiz foi correr em direção a saída que estava lotado, a porta da sala estava atolada, algumas pessoas foram para a janela, que se encontrava na parte esquerda, abrindo-se para poder chamar ajuda. Então houve uma explosão na parte de cima, mas parecia que ainda estávamos salvos, sem nenhum destroço no momento.

Outra explosão que foi tão forte que fez com que o chão tremesse e olhando para o chão conseguia ver uma rachadura se formando, o lado esquerdo iria desmoronar.

E desmoronou.

Houve gritos mais fortes, as pessoas estavam desesperadas e Jack estava quase surtando, até que consegui sair por uma brecha da porta e correndo sem olhar para trás em direção ao corredor principal, os elevadores não estavam funcionando então a única saída era descer as escadas de emergência.

As pessoas pareciam formigas, uma subindo na outra, no desespero para sair vivo, Jack estava tentando descer as escadas, mas estava no 10 andar, tudo o que esperavam era apenas sair de lá vivos. Descendo desesperado, seu coração estava a mil, então aquela garota do elevador estava na sua frente, com o rosto vermelho em lágrimas e por fim tropeçou, bem na frente de Jack.

Mesmo estando ofegante e tremendo, Jack ajudou ela, que estava muito nervosa.

“Vai ficar tudo bem “.

Jack não saberia se ela entenderia Libras, mas ele estava tentando ajudar ela fazendo movimentos com a mão e respirando para ela perceber.

Ela por fim estava percebendo e estava fazendo a mesma coisa e tentando não chorar, Jack segurou a mão dela e foi descendo as escadas calmamente com ela mesmo nos últimos andares até a saída.

Houve novamente outra explosão, mas foi ao lado direito, que fez com que Jack caísse para o lado da escadaria e com o impulso da garota em cima dele, fez com que eu caísse mais para o outro lado, ficando pendurado no ferro do apoio da escadaria, mais necessariamente da sua morte ao cair de 5 andares.

A garota ficou com as costas para o apoio da escadaria e ao se virar ela olhou para Jack com os olhos completamente chocados, até soltar a mão e ir para trás se encostando na parede, sua mão foi para onde se encontrava seu coração e a outra para a mão na boca.

Ainda segurando a barra, não estava conseguindo me manter quieto com o peso do meu corpo e olhando para baixo, Jackficou mais desesperado e precisava de ajuda.

Ela fechou os olhos e começou a chorar, ela falou alguma coisa que eu não conseguia ouvir, ela balançou a cabeça em negativa e se afastou ainda olhando para mim, para minha situação.

— Des… culpe.

Porra

Jack havia ajudado ela, se não estivesse ajudado estaria ainda sendo pisada pelas pessoas, ela não tem consideração?

Ah! Merda, merda, merda como eu vou sair daqui?

Pensa Jack, pensa.

Seus braços estavam doendo muito, colocando toda força nos meus braços, tentou uma vez e nada, uma segunda vez e nada.

Porra, era só tentar me puxar, o que custava?

Mas que merda.

Uma última vez. Eu irei tentar.

Tentou segurar o mais forte o que conseguia e com um grande impulso, usou a sua perna para ajudar a subir e assim fez, conseguindo passar pelas brechas do apoio.

Respirou bem fundo e ficou em pé o mais rápido possível para assim descer o resto das escadas, até que sentiu um cheiro horrível.

Olhando para frente percebeu alguém na sua frente, que se mexeu andando dois passos para frente. Aquilo era algo assustador que estava na parte de baixo da escada.Jack andou um passo para trás e aquilo virou o rosto para ele..

Suas pernas não estavam se mexendo como se estivessem presos no chão, seu coração estava um pouco acelerado, sua respiração descontrolada e suas mãos geladas. O medo o consumiu por completo.

— Receptáculo.

Aquilo havia falado

Jack continuava parado.

Sua aparência era crua, seus músculos, ossos, veias estavam à mostra, parecendo um corpo humano sem pele. Apenas se diferenciava por seu crânio dividi a parte de cima de sua cabeça, e o seu cérebro ficava a mostra, seu corpo estava coberto com uma calça cinza e um cinto, rasgados e sujos, mas, o mais gratificante era sua mandíbula que não havia lábios, mas, os seus dentes sustentados pelos músculos de sua bochecha mostrando um sorriso psicopata e algo o destacava, algo brilhoso que estava na sua garganta, basicamente em cima da sua tireoide. Era um cristal, cor azul-claro.

Ele estava subindo e não tirava os olhos de Jack.

Jack vendo aquilo vindo em sua direção, tenta se mexer, conseguindo dar passos para trás e se encostou na parede.

Ouviu sirenes que vinham da parte de baixo do prédio. Por um momento, Jack esqueceu completamente que ainda estava em um prédio prestes a desabar e que lá embaixo seria a sua saída, mas agora está sendo sua perdição ou então sua morte, mas não havia nenhuma saída, qualquer lado que fosse seria sua morte.

Essa não é a primeira e nem a segunda vez que acontece na vida de Jack, mas então estava destinado a morrer?

Iria morrer algum dia, mas não será hoje.

Virou seu rosto e subiu o mais rápido possível. Tentou não tropeçar, mas já havia esbarrado em algo que fedia. Jack percebeu que aquilo havia abaixado o seu rosto olhando para elee percebeu que seus olhos eram escuros e sua pupila estava branca.

— Não precisa se assustar, será rápido. — ele estava falando e alargando mais o sorriso.

A sua mão direita foi em direção a mandíbula de Jack, tampando sua boca e não conseguindo respirar, até apagar e a escuridão o consumir por completo.

24 de Setembro de 2021 às 23:31 0 Denunciar Insira Seguir história
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Era de desequilírio e escuridão: Terra, Lialles.
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