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Jimin achava que era mais um dia chato trabalhando no quiosque de sua tia, até atender Jeongguk, um surfista carismático e gentil do sorriso fofo. Park dizia que não estava apaixonado, mas quem ele queria enganar? Jungkook era quente, como uma bola de fogo.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

#gay #bts #jungkook #jimin #lgbt+ #jikook #jjk #pjm #praia #loirinhodoquiosque
18
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frist chapter~

[edit]:Bom dia, boa tarde e boa noite! Desculpe atrapalhar a sua leitura, caro leitor maravilhose <3

Como vocês devem saber, Bola de fogo entrou em revisão, então vou postar todos os capítulos já revisados tudo direitinho para vocês, tem alguns detalhes há mais, então, para saberem se algo mudou ou não vou colocar um “~” assim saberão que tem alguma coisinha nova no capítulo! Era só esse avisinho mesmo! Boa leitura! <3


— Jimin! Você ainda não acordou moleque!? - Escutei minha irmã mais velha berrar. Argh, sábado havia chegado de novo e já queria que o fim de semana acabasse.


— Já to levantando inferno! - Tirei a minha coberta com tudo e me sentei na cama, sentindo tudo há minha volta girar e minha visão escurecer um pouco. - Pressão até caiu, puta desgraçada. - Me levantei e calcei meu chinelo, indo até o banheiro enquanto ainda xingava Minji. - Calcinha dura. - Abri a torneira e joguei a água gelada no meu rosto com intuito de acordar, às vezes funcionava.


Peguei a toalha que ficava ao lado da pia, enxuguei meu rosto e finalmente me olhei no espelho vendo que havia aparecido uma espinha enorme no meu queixo. - Ah que ótimo! O dia não podia ficar pior. - E mal eu sabia que iria mesmo, ou não.


Sai do banheiro e voltei para o meu quarto para me arrumar, já que iria trabalhar no quiosque da minha tia e nem tinha como fugir, a minji iria dar um jeito de me jogar lá de qualquer forma. - Eu odeio ir trabalhar, por que eu não nasci rico? - Tirei a camisa e me olhei no espelho, admirando meu corpinho e a minha barriguinha de pãozinho, sorrindo de canto enquanto fazia algumas poses. - Porque beleza nós já temos muito e bunda também. - Dei um tapa naquela região. - Ai para. - Rio, pegando meu calção de flamingos. O que? Vai, é fofo. - Assim que terminei de me vestir sai do quarto vendo minha querida irmã mais velha sentada no sofá tomando café enquanto assistia um talk show de gastronomia que passava naquele horário.


— Pensei que iria demorar mais. - Se levantou e foi para a cozinha deixar a caneca que estava tomando na pia.


—Pensei que iria demorar mais para eu ter que te mandar pra puta que pariu logo cedo. - Cruzei os braços, vendo a mais velha revirar os olhos e colocar as mãos na cintura, me encarando com as sobrancelhas arqueadas. - Para de fazer essa cara, minji.


— É a única que eu tenho, jimin. Vamos trabalhar, larga de ser vagabundo. Eu sou empregada e faço faculdade, você ainda nem sequer arrumou um trabalho com carteira assinada. - Me empurrou em direção à porta.


— Claro que eu encontrei! Não estou trabalhando com a tia? Só falta a carteira assinada, mas eu encontrei! - Olhei para ela enquanto arqueava a sobrancelha. - E para de me empurrar, eu sei andar sozinho. - Me afastei dela. - Bora 'tô esperando a resposta! - Vi a mesma rir e cruzar os braços com um semblante surpresa pela minha resposta sem vergonha.


— Você encontrou onde, Jimin? Eu falei pra tia que você estava sem nada pra fazer, com 17 anos nas costas eu já trabalhava como caixa de supermercado! E você deveria me agradecer, senão ainda estaria chorando por causa de personagens 2d! - Pegou as chaves do carro, abriu a porta e me empurrou da casa até o veículo.


—Ei! A parte dos personagens 2D foi golpe baixo. - Assim que ela parou de me empurrar, coisa que eu odeio, entrei no carro.


— Tudo com você tem que ser assim. - Entrou em seguida, colocando o cinto. - Coloca o cinto, você não é mais criança para eu ter que mandar você fazer isso né? - Me encarou com um pequeno sorriso no rosto. Sempre tive vontade de dar um soco na cara dela quando fazia essa cara.


— Meus sinceros vai se foder. - Coloquei o cinto e cruzei os braços, fazendo uma cara emburrada. A ida de casa até a praia nunca foi tão rápida, e olha que eu nem morava perto da praia. Quanto mais eu desejava que fosse mais rápido o dia, o universo queria que ele fosse mais devagar para ver a minha cara de ódio.


Logo que cheguei na praia pisei em um cocô de cachorro assim que desci do carro, quase explodi porque era o meu chinelo favorito, mas resolvi deixar pra lá. Me despedi da minha irmã e fui para o quiosque, não demorando muito para avistar a minha tia que estava, como sempre, meio atrapalhada com tudo. Depois que o meu tio foi hospitalizado por causa de um AVC ela teve que ficar sob controle do restaurante, então, eu, como um ótimo sobrinho resolvi me oferecer para ajudar ela e ela obviamente aceitou.


— Oi, tia! - Sorri, entrando no estabelecimento. Vi que ela estava um pouco atrapalhada com as coisas, coisa que era bem comum, já que, o quiosque da Choa era bem famoso ali naquela região da praia.


— Oi querido! Finalmente chegou.- Me olhou rapidamente ao ouvir minha voz e sorriu gentilmente, terminando de anotar alguns pedidos dos clientes.- Pode ficar no balcão pra mim? - Andou rapidamente até mim e me deu um beijinho na bochecha enquanto se dirigia de volta para a cozinha.


— Claro. - Sorri com o pequeno gesto de afeto. - Pode deixar comigo! - Ergui os ombros confiante, me aproximei do balcão e me apoiei ali, esperando algum cliente aparecer. - Espero que não seja um dia cheio. - Murmurei.


Alguns minutos haviam se passado e nada, então resolvi fechar os olhos e tirar um cochilo rápido de 5 minutos, ali mesmo em pé, seria rapidinho e eu sempre fazia isso, e minha tia também me dava um desconto sobre dormir no expediente, minha escola era bastante cansativa.


— Ei. Garoto? - Senti alguém me cutucar, abri os olhos e dei de cara o homem mais lindo que já tinha visto na minha vida. Ele era bronzeado, da cor do pecado eu diria, com o cabelo moreno iluminado e com um sorriso gentil. Não pude deixar de perceber os lábios finos que pareciam um boneco, ao todo, não parecia um ser humano real. - Você estava dormindo? - Riu.


- Não! Claro que não! - Ri sem graça. - Eu estava descansando os olhos, é diferente! - Limpei a garganta. - Bem, o quê deseja? - Sorri.


Deixou a prancha apoiada e pegou o cardápio. "Ai papai apaixonei.", foi o que eu pensei, ele ficou ali olhando, decidindo o que iria pedir. Já eu fiquei admirando tamanha beleza, "será que ele é real?" Era a única coisa que eu pensava naquele momento. - Já sei! - Tomei um susto e o ouvi rir. - Te assustei? Perdão, não era a intenção.


- Não! Está tudo bem. - Cocei a cabeça, meio sem jeito. - O que vai querer?


- Uma caipirinha de morango e uma cerveja, por favor. - Sorriu e eu concordei com a cabeça anotando o pedido, o garoto desviou o olhar para, aparentemente, uma garota usando long john, ela estava incrivelmente bonita, aquele tecido de borracha marcava bastante as curvas que tinha, minha bissexualidade surta na frente dos dois.


- Pediu uma cerveja pra mim, Jeon? - Ela se aproximou, se apoiando no balcão. - Bom dia moço. - Acenou, sorridente.


- Bom dia. - Sorri, me afastando do balcão indo entregar o pedido para a cozinha. Fui até a geladeira pegar a bebida que haviam pedido, pego também um pano e limpo a lata soada, logo voltando para perto deles. - Aqui está! - Sorri mais uma vez, entregando para ela.


- Valeu! - Sorriu, abrindo a latinha e tomando um pouco da bebida alcoólica. - Depois daqui eu vou dar um pulinho lá no mar, fechou? - Olhou para o moreno enquanto se apoiava no pedaço de mármore.


- Fechou. - O outro bocejou, olhei para eles esperando que fossem pedir mais alguma coisa. O moreno percebeu que estava olhando para ele e então falou: Ai moço, desculpe. Era apenas isso, obrigado. Aliás, quanto que deu tudo? - Sorri.


Fiquei alguns segundos encarando ele. - Ah! Claro é.. - Peguei o cardápio e somei o preço dos pedidos. - Deu 12 reais! - Sorri, batendo a caneta no balcão nervoso.


- Tem dois ai, junghee? - Se virou para a mais baixa que negou com a cabeça, o garoto suspirou pesado jogando a cabeça para trás, frustrado. - Então... - Voltou a olhar pra mim. - Tem troco pra 20? - Sorriu de canto, mostrando a nota de 20.


Aquele sorriso fez o meu coração palpitar, senti meu rosto esquentar levemente porém tentei me concentrar e esquecer da vergonha, concordei rapidamente com a cabeça para não parecer que eu era um idiota. Abaixei o olhar para o caixa, pegando os 8 reais de troco entregando-o rapidamente.


- Moço. - Levantei a cabeça. - Tem papel e caneta?


- Oh tem sim! - Pego um guardanapo e uma caneta, remetendo para ele. - Aqui está! - Sorri, ouvi o sininho da cozinha tocar. - Só um minuto, acho que sua bebida está pronta. Com licença. - Me afastei, indo em direção de onde soou o barulho, segurei o copo com cuidado e voltei para perto deles. - Pronto.


Percebi que o moreno anotava alguma coisa no papel e me devolve assim que termina. - Me liga. - Riu, pegando o copo e se afastando do quiosque. Peguei a folha enquanto observava os números ali marcados, sorri animado ao ler o nome dele ali também "Jeon Jungkook." - Se isso for um sonho, espero que ninguém me acorde.


Desviei o olhar do papel, vi a garota que estava com ele dar risada e o empurrar levemente para o lado enquanto negava com a cabeça. Pude ouvir também ela dizendo algo como “Você não vale nada, Jeon.”

30 de Maio de 2021 às 21:16 0 Denunciar Insira Seguir história
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