ya-young1554031536 Ya Young

Em um planeta... Melhor em um universo... Não, não é só uma fanfic de aniversario para minha melhor amiga... Encontrar aquele garotinho, pode ser o começo, de um amor, ou de uma bagunça em sua vida, e foi isso que aconteceu, com Letícia, uma garota que divide sua vida entre trabalho, estudos e animes. Hong Kong será pequena, para ela e Jackson Wang, um mafioso, que não mede esforços, para proteger quem ama.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

#policia #Letícia #presente #aniversario #hongkong #mafia #marktuan #got7 #jacksonwang
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Perdido

Olhei para o lado de fora do café, a chuva caia fina por Hong Kong, agradecia ser final de semana, e poder descansar no sábado, o tilintar, do sino na porta chamou minha atenção, quando olhei notei ser um grupo de estudantes, na certa indo para suas aulas extras.

— Let, pode jogar o lixo? Eu atendo os rapazes. — vi Mey, sair sorrindo de trás do balcão, para atender o grupo de garotos.

Me arrastei, até os sacos de lixos empilhados, no fundo do corredor, Mey é gentil, más coloca um rapaz na frente dela, para ver, pede até o rumo. Olhei para o relógio, notando ser quase hora de acabar o meu turno, sorri com aquilo, com certeza passaria na loja de conveniência comprar algumas besteiras, pra não precisar pôr o nariz, para fora do meu apartamento.

— Depois de jogar o lixo pode ir embora, eu fecho o café hoje. — olhei para meu chefe, me curvando, assim que ele terminou.

Peguei os sacos de lixo, empurrando a enorme porta, que dá acesso, aos fundos do café, indo parrar num beco, me distrai arrumando as caixas, jogadas de qualquer jeito, que o povo da loja ao lado, sempre fazia.

Minha atenção foi tomada, por um barulho baixo, de alguém chorando, revirei aquele beco encontrando um garotinho de uns 3 anos, todo sujo, machucado e molhado, devido à chuva fina, seu rosto mostrava além de medo, um pequeno ferimento que sangrava.

Me abaixei, ficando em seu campo de visão, ele se encolheu mais, contra a parede, abraçando mais suas pequenas pernas, estendi minha mão devagar, para não assustá-lo, ele relutou ao princípio.

— Não tenha medo, eu não vou te machucar, só quero limpar esse machucado, e te levar para um lugar melhor. — ele me encarou, retornando a chorar.

— Quero meu papai.

— Eu te ajudo a achar ele, ok?

O garotinho se jogou nos meus braços, o segurei firme, entrando com ele no café, o levei até a sala dos funcionários, pegando o kit de primeiros socorros, começando a limpar e tratar de suas feridas. Ele fazia caretas, quando passava a pomada, ouvi sua barriga fazer um barulho, alto indicando estar com fome, sorri ao ver surpresas em seus olhos.

— Fique aqui, vou pegar algo para comer.

— Não posso comer nada de estranhos.

— Seu pai disse isso? — ele balançou a cabeça em confirmação. — Eu não vou te fazer mal, gosta de bolo de morango ou chocolate?

Ele ficou pensando, enquanto remexia os pezinhos em inquietação, queria sorrir com o jeito fofo dele, más apenas sai o deixando ali, passei por meu chefe e disse que pegaria dois pedaços de bolo e um refresco, e que ele podia descontar do meu salário.

— Eu te trouxe, bolo e refresco, pode comer, eu vou só me trocar, e já procuramos seu pai.

Ele arregalou os olhos, encarando os pedaços de bolo, deixei ele comer tranquilo, seguindo para o banheiro, liguei para minha amiga, que trabalha na polícia.

— Então posso levar ele ai, e você me ajuda a achar o pai dele.

— Sim Let, más me traz algo para comer, salgado nada doce. — podia vislumbrar as caretas dela.

— Sim, sim, eu levo.

Sai do banheiro, encarando Mey, que encarava o garoto, que por sua vez estava dormindo, profundamente.

— De onde?

— Depois eu explico preciso ir.

Peguei minha bolsa e o menino no meu colo, Mey me ajudou para sair pelos fundos, e não chamar mais atenção, caminhei com ele até o ponto de taxi, vi uma agitação no parquinho a frente, um bando de homens, bem vestidos, intimidando as crianças, aproveitaria e avisaria Haru, sobre aquilo.

— Senhor para a delegacia Yau Ma.

Na frente da delegacia, pude ver Haru, cercada de seus colegas, paguei a corrida e ajeitei o menino no meu colo, antes de sair, vi a garota me olhar com, um ar de curiosidade e depois decepção, foi ai que lembrei do pedido dela, comecei a sorrir, tentando amenizar as coisas.

— Haruzinha, sabe que te amo. Más eu sai tão apressada que...

— Tá, tá, como se eu não a conhecesse bem. Vamos entre, e a gente conversa melhor.

Entramos, e Haru me guiou até uma sala mais privada, olhei para um pequeno sofá deitando o pequeno ali, me virei encarando a mulher a minha frente, contei tudo, de como ele estava, e de que pedia por seu pai.

— Pelo que me contou, ele pode ter fugido de alguém. Vou ligar para uma ambulância é bom averiguar se não tem nada quebrado, vou olhar as câmeras do entorno do café, quem sabe eu descubro algo, e quero pegar suas digitais, depois que o governo implementou, o sistema de segurança infantil, crimes contra elas, diminuíram muito.

Haru parecia seria, correndo de lá para cá, não demorou muito para que os paramédicos aparecessem, fiquei o tempo todo ao lado do garoto, ele foi analisado e pelo semblante dos paramédicos, estava tudo em ordem.

— Seu filho está bem, estamos indo. — me curvei agradecendo, não era hora para explicar nada.

— Achamos algo, ele estava com uma senhora, e parece que tentaram levar os dois, ela fez ele correr. Peguei as características e encontrei alguém que bate no Saint Maria, já mandei alguém ir conversar com ela. Você está bem?

— Estou, só fico pensando, o que leva alguém, a machucar uma criança.

— Já comeu? Amanhã é sua folga, vai ficar em casa vendo anime, e esquecer os trabalhos da faculdade?

— Haru!!! Até parece que sou esquecida.

— Imagina, esse banquete que me trouxe, está excelente. — ela aponta para a mesa vazia.

— Foi...

— Senhora Haru, na escuta? — o rádio dela, começou a chamar.

— Haru na escuta, diga.

— Não achamos a senhora, parece que alguém já a levou.

— Olhou as câmeras?

— Sim e eles a tiraram sem precisar de coerção, e ainda evitaram os corredores principais, tendo acesso direto ao elevador de carga, e indo para o último andar, do estacionamento.

— Faça uma cópia e me traga quero averiguar isso.

Olhei para Haru, não sou policial, más aquilo estava cada vez mais estranho, me virei olhando para o pequeno, suas roupas molhadas, podiam deixa-lo doente, peguei um moletom em minha mochila, tirei aquela roupa molhada dele, vestindo meu moletom.

— Tinha que ser justo a edição, limitada do Naruto? — perguntei a mim mesma, vestindo o pequeno.

— Vou ver se acho mais alguma coisa, e pedimos um pizza.

Vi a garota mais velha saindo, e fechando a porta, Haru, foi um anjo em minha vida, depois que me mudei para Hong Kong, com o intuito de estudar, na melhor escola de artes, de todo o planeta. Sinto saudades de dividir o apartamento com ela, más agora ela vive focada em seu trabalho, e eu nos meus animes.



Momentos antes...

— Acha que sou uma piada? Que vai poder me roubar sem eu perceber. — podia ouvir o tilintar do canivete, abrindo e fechando, na mão de Mark, olhei para o homem a minha frente, ele se mantinha arrogante.

— Não ache, que trazer o seu bichinho de estimação possa, me intimidar, eu também tenho os meus. — ele disse acariciando os dois enormes Pit Bulls, ao seu lado.

— Você tem coragem devo admitir, me chamar até aqui, e me ameaçar com esses dois chihuahuas, Chang Xing, más não se esqueça, eu... — sou interrompido, pelo barulho do celular, do homem a minha frente.

Depois o som de chamada do celular de um dos meus homens, e pela repentina palidez, algo sério estava acontecendo.

— O que?

— Senhor sua mãe, está no Saint Maria, sem sinais do seu filho.

Olhei para o velho, que ria, ao ouvir aquilo, puxei a arma do coldre, apontando diretamente para ele, seu sorriso só aumentava. Pude notar, pontos vermelhos em meu terno, indicando que estava na mira, de um fuzil.

— Achou que eu só tinha os cães? Aposto que uma hora dessas seu filho, já deve ter sido atropelado. Uma pena era um garoto muito bonito, parecido com a vagabunda da mãe dele.

— Mark.

Só precisei dizer seu nome, para o rapaz sair, confiava nele como uma sombra, sabia que ele acharia meu filho, olhei para Sun, indicando que ele reunisse, mais alguns homens, e buscasse minha mãe. Desabotoei meu terno, o que viria depois poderia ser muito, muito agradável, sorri ao olhar o relógio, e depois para os cães, notando o tombar dos enormes animais, o vermelho do laser em minha roupa sumiu, sabia que aquilo era Mark, me dando uma vantagem.

Atirei nos joelhos de Chang, meus comparsas, eliminaram os homens dele, tirei meu coldre, soltando sobre a cadeira, caminhei até o corpo em agonia, peguei os socos ingleses do meu bolso.

— Primeiro, foi só você que arquitetou, isso contra minha família?

— Acha... — desferi o primeiro soco,

— Diga a verdade. Foi?

— Sim, fui só eu.

— Segundo onde está meu dinheiro?

— Num... Num cofre em meu... — desferi dois socos, em seu rosto.

— Seja mais rápido em suas respostas.

— Num cofre em meu escritório.

— Qual é a senha?

— O aniversário da minha filha, treze, dois, dezenove, noventa.

— Viu como não precisava ter medo. — vi o olhar de alivio, no rosto de Chang.

Fiz um sinal, para que os rapazes saíssem, mais especificamente, fossem ao escritório do senhor Chang, para verifica, se aquilo que ele disse, estava certo, olhei para o homem encolhido a minha frente, meu celular vibrou, indicando uma mensagem.

— Senhor, recuperamos sua mãe. — respirei mais aliviado, más ainda precisava achar meu filho, antes de bloquear o celular recebi outra mensagem. — Senhor, o dinheiro está mesmo no cofre.

— É seu dia de sorte senhor Chang, vai conhecer o inferno, e eu sou sua passagem para lá.

Senti algo pesado contra meu braço, olhei para o homem, que segurava uma estátua, chutei seu joelho, o quebrando, o homem se contorceu em dor, peguei a mesma estatua, desferindo golpes violentos contra seu crânio. Estava pintando a sala com seu sangue, um tom vermelho escarlate, só parei quando ouvi meu celular, vibrando no toque, que indicava ser ligação de Mark.

Achou meu filho?

— Sim senhor, ele está em uma delegacia, vou mandar o endereço, não posso leva-lo, já que vim de moto, más posso...

— Não faça, nada estarei ai em poucos minutos.

30 de Abril de 2021 às 03:00 0 Denunciar Insira Seguir história
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