arielbbatista Ariel de Barros Batista

Fruto dum desafio [e devaneios] entre a Prima do Autor desta Ficção & o Mesmo, surge um novo paradigma do 7.º Torneio Do Rei Dos Punhos De Ferro com a ida de Quatro Jovens da dimensão 'Real' à do Enredo do aclamado Jogo Tekken, modificando os rumos que a Corporação Mishima Zaibatsu vinha alterando pelo Mundo afora. Notas da História: TEKKEN © 2014 é uma franquia da BANDAI NAMCO Games Inc. As Personagens & História foram alteradas de modo a melhor se adaptarem ao enredo desta Ficção. Personagens adicionais e enredo são de minha propriedade intelectual. Não plagiem, por favor. O enredo passa-se no Verão 2014-2015. !!! Obra Patenteada. Não plagie, por favor !!!


Fanfiction Comics Impróprio para crianças menores de 13 anos.

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Em progresso - Novo capítulo Todas as Terças-feiras
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O Impossível par’alguns, é Possível para Eles!

Numa bela Tarde de verão, antes mesmo d'o Sol se pôr, Quatro jovens saem do parque (Do qual não se sabe o nome, pois a história focaliza nestes jovens aqui!) e estão se dirigindo à casa de duas destes.

A mais velha do quarteto é uma Jovem diferente de todas as outras que se tem notícia. Ela é alta, com as costas ligeiramente curvadas para frente; possui longos Cabelos castanhos escuros e um Rosto indescritível, com um queixo quadrado e um nariz pontudo; está trajando roupas e acessórios masculinos.

O segundo Jovem, também alto, possui traços duma pessoa séria com os de uma divertida (Porém, este prefere não sorrir em público!); com Cabelos curtos e castanhos claros, conversava alegremente com os outros jovens restantes.

Uma destes é uma Garota extrovertida, com Cabelos iguais à da garota anterior; muito estilosa e também muito bagunceira. E, o último, é um Garoto baixo e magro; é alegre, mas também chato às vezes... Pra ser sincero, um mala!

— Então, o que vamos fazer quando chegarmos à tua casa? — Perguntei.

— Sei lá! O que Você quer fazer, Ariel? — Indagou a menina alta.

— Hum... Acho que temos que...

— Já sei! Vamos jogar GTA! — Gritou o garoto baixo.

— Gabriel, vê se cala essa sua boca! — Sussurrei, num nível quase letal. — Nós estamos na rua e não precisamos chamar a atenção dos outros por causa das suas idiotices!

Entreolhando-se com olhares quase significativos, uma das garotas disse:

— Por que a gente não joga Tekken, hein? — Com um sorriso quase convincente.

— É! Vamos! — Concordei, aproximando-me do Portão de entrada da Casa de meus tios. — O que acha, Carol?

— Vamos! — Respondeu a garota, indiferente, abrindo o portão e nos deixando entrar, um a um, até ela fechá-lo, por fim.

A residência dos meus Tios localiza-se numa região de aparência pobre, no Jardim Acrópoles, bairro ... Curitiba - Pr. Esta possui dois andares, nos quais ficam os cômodos que toda casa tem, enquanto a Oficina do meu Tio ocupa o térreo.

Após subirmos à escada, na qual leva até o primeiro andar, e abrirmos a Porta, quando estávamos quase saindo da cozinha, lembrei-me de algo:

— Denise, Você não tinha alguma coisa importante pra contar ao seu pai?

— É mesmo! — Lembrou-se ela, num salto. — Brigada, Ariel!

Agradecendo, correu Escada abaixo, até a oficina de seu Pai. O silêncio a seguir foi constrangedor.

— Vamos esperá-la na Sala? — Perguntou Caroline, quebrando a monotonia do ambiente.

— Tudo bem! — Respondi, indiferente.

A sala é pequena, mas bem arrumada. Com Dois sofás ocupando duas paredes, enquanto uma parte doutra está ocupada pela estante. E a última parede, tem uma Porta-janela de vidro, na qual se têm visão direta da Rua em frente.

Cinco minutos depois de jogarmos conversa fora, a Denise chega, com uma expressão no rosto um tanto estranha.

— Vamos, então?

Sem responder, subimos à segunda Escada, que leva ao último andar da casa, onde ficam os quartos de hóspedes e das meninas, e a segunda sala: Esta era grande e espaçosa, com um Sofá de canto, próximo à escada, uma estante ao lado de uma das duas portas-janela e um rack para a televisão.

— Eu não sei por que vocês gostam tanto desse jogo! — Resmungou Gabriel, sentando-se enraivecido, no sofá barulhento.

— Porque é o melhor Jogo de Luta que tem! — Retorquiu Denise.

— Tá bom! — Falou Gabriel, olhando pro teto, indiferente. — Mas, Eu sou o King!

— A gente sabe quem é quem! — Falei, alteando um pouco a voz. – Eu sou o Raven, enquanto a Carol é o Hwoarang e a Denise é a Xiaoyu!

— Parem com isso, vocês! — Gritou Caroline, acabando com o clima de discussão. – Não sei para que brigar por causa de um jogo!

— Eu quero tanto que o Tekken seja mais do que um jogo! — Suspirou Denise, apoiando sua Cabeça em seu braço direito. — Assim, a gente poderia viver uma Aventura de verdade!

—É! — Concordei. – Seria incrível... Pena que não seja possível!

Porém, o ambiente foi tomado por uma Luz forte, a qual surgia a menos de um metro a nossa frente. Todo o andar começou a tremer e fomos engolidos pelo Brilho que invadia nossos olhos, assim como o Chão desapareceu sob nossos pés.

A única coisa de que me lembro, antes de desaparecer, foi do grito da minha prima: “O que está acontecendo?”, e tudo o que vi depois foi só escuridão e o silêncio.

Não sei quanto Tempo se passou desde que estava na casa dos meus tios. Podia ter se passado um minuto ou até uma hora, sem eu ter reparado. O pensamento que vinha em mente era somente: “Onde estou?”.

— Ariel?

Despertei imediatamente num terreno úmido. Não se ouvia o barulho dos motores dos veículos, muito menos as vozes de pessoas que transitavam na rua. Olhei para os lados e reparei nas Frondosas árvores que me cercavam. Devia estar em alguma floresta ou mato! Quando me levantei, percebi que Caroline estava ao meu lado.

— Você está bem? – Perguntou, receosa.

— Sim... Mas... Onde estão os Outros? – Indaguei em seguida.

— Logo ali, em frente! Estão bem, se Você quer saber! — Respondeu-me, imediatamente, ao ver minha expressão facial.

— Como viemos parar aqui?

— Acho que aquele brilho nos trouxe!

— Você acha que...

— O desejo da Denise tornou-se possível? — Completou Caroline, refletindo um pouco. — Mas, isso é impossível!

— Os Sonhos não são impossíveis para aqueles que lutam por eles! — Disse, por fim.

Olhando o Céu noturno e para uma Lua cheia, a qual banhava toda a escuridão de Luz prateada, fui ao encontro do local onde estavam caídos Denise e Gabriel.

26 de Janeiro de 2021 às 20:21 0 Denunciar Insira Seguir história
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