u16095481281609548128 Celso Ícaro Oliveira

Prepare-se para mergulhar em uma Grécia completamente diferente dos contos épicos de Homero, ou de qualquer outro que você já leu, mergulhe nesse mundo fantástico. Prepare para mergulhar em mundo de sombras, onde apenas uma ultima fronteira, um ultimo reino livre pode resistir ás investidas das trevas. Pegue á espada Cavaleiro da Luz.


Fantasia Medieval Impróprio para crianças menores de 13 anos.

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Capítulo 1: O Parlamento dos Grandes Reis.

Capítulo 1: O Parlamento dos Grandes Reis.


- Meus Senhores, Nobres Defensores do Peloponeso aqui nos encontramos novamente para celebrar e deliberar sobre a paz à qual tanto nos dedicamos. Faz dez anos desde a grande e infernal batalha da parede chamas. - Essa foi a última batalha entre a liga da Peloponeso e a Ordem dos Cavaleiros das Trevas, não muito distante de Corinto, foi ali que os Cavaleiros das Trevas reconheceram os inimigos como adversários dignos e selaram o acordo de paz. O orador continua:


- Foi exatamente nesse local que choramos a morte de inúmeros irmãos de escudos, cujo sacrifício nos conduziu à vitória, desde então esse tem sido o lugar onde negociamos com aqueles que achavam que um dia iria nos dominar, nos escravizar como fazem com o povo de Delos.


Enquanto falava e se movimentava pelo amplo auditório, volta e meia raios poentes de sol como que atraídos pelas joias espalhadas pelo pescoço, pulsos e dedos eram refletidos nos rostos dos respeitosos espectadores, Reis do Peloponeso, além de nobres, fidalgos e guerreiros que integravam suas comitivas. - Por isso meus irmãos franqueou a palavra e vos convido a compartilharem de grandes histórias de bravura essa noite.


- Quem dera fosse esse meu dever, jovem Rei Caér. - Ergue- se Idrax, O Rei Espartano. - Quem dera, tivessem os deuses me enviado aqui hoje para apenas comemorar e recordar, pois muito feliz lhes integraria inúmeras histórias de bravura de grandes espartanos que morreram no fatídico dia da parede de fogo. Pois essa noite eu sinto lhes informar, que não devemos comemorar, não podemos não enquanto o inimigo se prepara enquanto comemos, cantamos e bebemos em virtude de uma paz tão frágil.


Alguns nobres ajustam-se em seus lugares, outros cochicham nos ouvidos de seus pares. Havia verdade nas palavras do Rei Espartano? Ou era apenas o típico alarmismo dos espartanos desejos por um combate? - Nenhum de nós está seguro, não enquanto a Ordem dos Cavaleiros das Trevas estiver sobre a terra, hoje, eles se contentam com ouro e pedras preciosas. - Idrax passa a respirar mais fundo e fazer pequenas pausas entre cada palavra que pronuncia.

- Se contentam com um rei tendo que erguer a própria espada contra alguém que não esconde o desprezo que esses vermes merecem. Você mesmo jovem Caer disse nos que eles queriam nos dominar, nos escravizar, pois eu vos digo nobres senhores, grandes nobres, leais guerreiros, eles ainda desejam nos dominar, eles aguardavam salivando o dia em poderão marchar sobre nossas terras e nos prender a grilhões e correntes como verdadeiros animais.


- Meu nobre senhor Idrax, eu entendo a sua dor em matar seus compatriotas todas as vezes que Metamorfos os entregam. Mas alarmismo puro e simples não nos impedirá a batalha. Tem sido um grande rei para seu povo e lidera como nenhum outro a Liga do Peloponeso, seria uma enorme tolice minha ou de qualquer outro homem nesta sala não reconhecer isso, porém peço que respeite a tradição dos nossos últimos anos, esse não é o momento de tratarmos de política, apenas de celebrar.


Idrax abaixa a cabeça e seu elmo dourado faz um profunda escuridão em seu rosto enquanto ele faz um profundo esforço para conter a cólera. Cólera dos Cavaleiros das Trevas e cólera do jovem e impetuoso Rei Caer, por considerar que o caminho para a defesa do Peloponeso era o mesmo que Rodes adotava. Os nobres voltam a cochichar entre si proferindo o veredito do típico alarmismo desnecessário dos guerreiros espartanos.


- Não há como conversar com um oficial espartano sem que hora ou outra a conversa chegue a uma quebra do acordo de paz - Comenta entre sussurros um nobre Arcadiano para outro Olimpiano.


- Eles são a nossa linha de frente nas batalhas, foram eles quem mais sofreram baixas no campo de batalha, é justo que sintam mais que nós o peso das mortes, mas acho que pior nisso tudo, é que os melhores guerreiros do mundo não podem revidar. - Retrucou o nobre Arcadiano.


- Meus Grandes reis, creio que o motivo pelo qual criamos essa assembléia era para discutir ambos os casos. - Levantou-se Ariman, Rei de Olímpia. - Porem creio que é dada a hora de tratarmos de assuntos mais pertinentes, nosso...- Ariman fez uma pausa, pois foi impelido a se referir ao convidado que estava prestes a chegar com uma palavra ofensiva. - Peculiar convidado chegará em poucos instantes. Caer, trouxe os baús?


- Sim, eu trouxe, grande Senhor dos Cavalos, Idrax?


- Certamente, homens tragam os carregamentos! - Idrax ergueu o rosto enquanto falava. Já não parecia mais tomado pela cólera apesar da severidade no olhar. A marca dos guerreiros espartanos, marca esta que é bem mais intensas no rei.


- Caer se importa de supervisionar os homens? - Perguntou novamente Ariman.


- Certamente que não. Vamos homens! - Enquanto Caer se retirava junto com guerreiros e nobres de ambos os reinos dispostos a ajudar, deixando a câmara do parlamento praticamente vazia. Ariman se aproximava de Idrax, este recebendo-o com um abraço que fez estalar as peças das armaduras.


- Meu velho amigo, como vai? Pelo que vejo ainda com a força de uma garota. - Bradou o rei Espartano com uma gargalhada.


- E você pelo que vejo não consegue conter seu gênio. Fracamente Idrax, alarmar desse jeito os nobres de todo Peloponeso!


- Ora Senhor dos Cavalos. Que queria que eu fizesse, ergue-me para contar histórias de guerras, pelas barbas de Zeus! Não estou aqui para divertir um jovem que mal abandonou a adolescência e já usa uma coroa com histórias!


- Peço desculpas meu rei - disse uma pequena figura com o topo da cabeça semi calvo e bochechas rosadas e cheias - Afinal de contas o rei Caer ainda não esteve no campo de batalha, diferente de vocês ele não sabe até onde vai a crueldade dos Cavaleiros das Trevas.


- Camarov! Seu velho ranzinza! Que milagre te conduziu para fora de sua oficina? E lhe fez usar perfumes e roupas dignas, diferente daqueles macacões respigados de metal?


- Sutileza realmente não é o ponto forte dos Espartanos - Disse o Grão Mestre ferreiro enquanto apertava as mãos de ambos reis. - Pelo três grandes, não me diga que toda essa situação constrangedora e alarmismo foi provocado sem provas.


- Não temos provas ainda, mas fortes indícios. Receio que nosso acordo de paz seja tão poderoso quanto o pingente de vidro dourado do Rei de Rodes. - Respondeu Idrax.


- Seja um pouco mais específico Idrax - Pediu Camorov, enquanto alisava a longa barba grisalha.


- A atividade de Metamorfos vem aumentando muito em Esparta nos últimos meses. Geralmente são seletivos, certeiros e discretos com quem investigam e denunciam para mim, no entanto, estão nais descuidados e arriscando a entregar inocentes. Também mais recentemente um de nossos magos sentiu a presença de magia negra em Esparta. Muito além do Culto Secreto a Ares consegue acumular, era magia de um necromante. O que ele queria em Esparta? Não temos ideia, mandei meus espiões investigarem, mas não conseguimos nada, além de um túmulo profanado. Imediatamente mandei uma mensagem secreta para Ariman para que pudéssemos investigar mais.


-Pelos Deuses Idrax - O rosto de Camarov ganhou uma expressão de espanto.

- Enviei alguns homens da Cavalaria Olímpiana para além de nossas fronteiras, Zelíque os lidera. Se os inimigos pretendem atacar o Peloponeso devem estar reunindo tropas. Sejam elas de mortos vivos ou da própria cavalaria das trevas, iremos descobrir logo. Também tomei a liberdade de supervisionar as atividades dos metamorfos em Olímpia e Arcádia, de fato ela está estranhamente mais intensa e descuidada. - Explicou Ariman.


- Mas se os Cavaleiros das Trevas pretendem atacar o Peloponeso então hoje seria o dia perfeito para declarar guerra. - Concluiu Camarov.


- Acha que estamos vulneráveis, Camarov?


- Não Idrax, pelo menos não aqui e agora. Porém acho que eles vão nos forçar a quebrar o acordo de paz.


- Como assim Camarov? Explique! - disse Ariman, impaciente com o rosto pensativo e distante de Camorav.


- Nossos magos sempre lançam o selo de justiun per prata nos baús correto? - Tanto Idrax, quanto Ariman maneou a cabeça com um aceno positivo. - Pois bem esse selo mágico especial apenas se quebra se a parte que irá receber a baú conservar sua palavra e cumprir com o acordo e só então poderiam abrir o baú. Do contrário, mesmo que quebrem o selo, fisicamente ou com magia, o baú se transformará em poeira ardente atingindo quem quer que o abra e seu conteúdo retornará ao cofre do dono original.


- E por que isso impede os cavaleiros das trevas de declarar guerra contra nós? Eles são gananciosos, mas nossos impostos são os únicos que recebem.


- Isso é verdade Ariman, mas são os mais pujantes. E depois da última campanha dos cavaleiros das trevas contra a liga do oriente fracassou, não duvido que eles necessitem desses impostos para armar seus exércitos.


- Maldição! Estamos financiando um ataque contra nós mesmos! Por que não forjamos logo uma espada de prata e grafien e entregamos a cada homem ou morto vivo no exército inimigo!


- Idrax, tente conservar a clareza dos pensamentos. Nesse momento mais que nunca não podemos ser precipitados. - Idrax ouvindo as palavras de Ariman respira fundo e fecha os olhos, seu elmo parece pesar uma tonelada e ele o retira. Passados alguns segundos abre os olhos novamente e sorri.


- Qual a graça? - Pergunta Camarov.


- A graça, caro Camarov é que logo terei o prazer de cravar minha lâmina na carne de necromantes e fazer os cavaleiros das trevas temerem diante do meu poder. E o mais irônico em tudo isso é que seremos nós que daremos os recursos para que venham contra nós. Camarov, qual você acha que será a estratégia deles?


- Sinceramente Idrax, eu não faço a mínima ideia, o necromante deles, ChainKran é o maior negociador dos Necromantes. Nossas instalações nos protege de sua magia da mente, porém não sei ao certo o que ele pretende fazer. Esteja preparado para tudo.


- Sempre estou. - Idrax recoloca o elmo o dourado, no exato momento em que Caer retorna com um imenso séquito de nobres e guerreiros carregando baús de variados tamanhos além de trazer consigo um turbilhão de vozes.


- Finalmente, logo ChainKran estará aqui - Disse Idrax se aproximando de Caer. - Os deuses foram generosos e temos mais que o necessário para pagar os impostos.

- De fato grande Idrax - concordou Caer - E espero que sejam mais generosos e façam com que os Cavaleiros das Trevas nos conceda uma redução esse ano. - Idrax sorriu e suas palavras seguintes ecoaram por todo o salão, para quem quisesse ouvi-las.


- Ouviram seu jovem Rei Arcadianos? Acho que sou mais otimista e creio que não pagaremos um centavo sequer aos Cavaleiros das Trevas no ano que vem. - Em seguida amenizou mais o tom de voz - Venham homens, histórias não são contadas se ficarmos de boca calada.


Não demorou para que o véu da noite se estendesse nos céus, acompanhado dos gritos de aclamações de feitos heróicos em batalha, tudo isso regado a vinho, cerveja e muita carne, dos mais variados tipos, entre outras iguarias. Nenhum dos homens ali presente viu tempo passar, excerto pelos Reis de Esparta e Arcádia e Grande Mestre Ferreiro Camarov, eles se mantiveram-se antônimos a festa, seus pensamentos vagueavam de imediato por estratégias de guerra, recursos, armazenamento de comida, questões políticas que necessitavam enfrentar em seus reinos, sacrifícios a serem feitos. Tudo que envolvia uma batalha era objeto de análise daqueles silenciosos e pensativos homens. Foi então que tudo parou, pois no meio do salão um brilho verde surgiu. De imediato guerreiros recorreram a suas lanças e escudos assumindo postura de combate, nobres deixavam os pratos de comida de lado e limpavam os restos presos na barba enquanto assumiram a postura mais imponente que encontravam. O brilho ficou mais intenso e lufadas de frio eram emitidas dele, cortes de meia lua, fazendo todos que eram atingindo por ele não conterem o breve ranger de dentes por alguns segundos. Finalmente com um estrondo e uma lufada definitiva de ar frio em todas as direções uma figura surge do daquele fenômeno mágico de tele transporte

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O ser era mais alto que um humano normal, quase do tamanho de um troll. Suas roupas eram escuras, no centro do peito trazia uma couraça de metal que mais simulava ossos. As ombreiras simulavam duas caveiras, com a fisionomia de um horrendo grito de terror. O rosto era coberto por um elmo cujo topo possuía o formato de uma víbora. Trazia consigo uma lança de duplo fio com uma bifurcação que terminava em seu centro formando uma esfera, lá uma energia também verde rondava em espirais.


- Você não é Chainkran! - Afirmou Caer pálido.


Imediatamente os guerreiros assumiram posição de combate com escudos na frente do corpo e lanças pousadas sobre eles, apontando na direção da ameaça iminente.


- De fato ele não é - Confirmou Idrax saindo do meio dos soldados e indo na direção do Necromante. - Esse é Creontes, Senhor de Coríntio, O Rei Morto Vivo.


- Se sabe quem eu sou, sabe que é prudente que seus homens abaixem as armas. - A voz parecia saída de um túmulo, tão tenebrosa que era. O próprio Caer empalideceu ainda mais, de tal forma que não era possível distinguir sua pele das estátuas mármore que adornavam o salão.


- Isso vai depender, se seus superiores te enviaram para receber esse pagamento, então terá consigo o selo diplomático de Chainkran. - A criatura mete a mão na algibeira que trazia no cinto e retira de lá medalhão que a atira ao chão, esse ricocheteia inúmeras vezes tilintando até ser parado por uma certeira pisada de Idrax. O rei Espartano pega o medalhão com selo de de Chainkran nele, uma meia lua de sanguinolenta alimentando uma serpente envolvida nos ombros de um bode equilibrado em duas patas. Idrax não consegue esconder a feição de nojo, por imaginar tal cena. - Homens! Abaixem as Armas!


- Creio que devamos ir direto ao ponto - Desta vez foi Ariman quem falou também dirigindo-se ao centro do salão. - Aí está o pagamento exigido. - Creontes aproximou-se dos baús com a mão esquerda estendida, provavelmente usava uma magia para conferir se quantidade de moedas em cada um estava correta.


- Meu senhor Creontes, não precisa se preocupar com o pagamento, está tudo ai. Essa é noite de comemoração, por que não fica um pouco, beber um pouco de vinho e compartilha uma história, do tempos áureos de seu reinado. - Idrax não fulmina Caer com olhar de raiva e desprezo, por sua fala entre gaguejos, mais pior que isso, um convite aberto para que o inimigo confraternizar com eles. Os nobres voltam a cochichar entre si com olhares tensos para o Necromante, que parecia se quer ter ouvido a fala do Rei de Arcádia.


- Ou ainda pode compartilhar a história do porque Chainkran não veio pessoalmente buscar o rendimento que mais financia sua Ordem. - Idrax fez questão de deixar claro o tom provocativo em sua voz. E aparentemente ela surtiu o efeito esperado. Creontes voltou imediatamente para rei espartano, esquecendo de conferir alguns baús que restavam com sua magia.


- O Peloponeso não mais são o acordo de primeira prioridade da Ordem dos Cavaleiros das Trevas. Chainkran, nosso principal diplomata decidiu que não era pertinente ele vir pessoalmente receber seu pagamento anual de impostos, confiando essa difícil e importantíssima tarefa a mim. - Foi difícil para Idrax não levar a mão ao topo da espada e por fim ao tom irônico da fala de Creontes ali mesmo.


- O próximo assunto que temos a tratar Creontes, creio que foi instruído por seu superior sobre o acordo de impostos para o próximo ano - Pronunciou-se novamente Ariman.


- Creio senhor Creontes que possamos obter uma redução. - Caer, um pouco menos pálido agora, mas com a cabeça encolhida entre os ombros, pronúncia-se novamente apenas para ser ignorado.


- De fato Olimpiano, eu fui. Nosso Líder decidiu que vocês deveram pagar o triplo do que tem sido cobrado até agora, do contrário o acordo de paz será desfeito. - Um murmúrio se inicia entre os nobres contestando o claro abuso.


- Esse valor é impraticável, tivemos sorte esse ano em conseguir reunir os valores e as jóias que pediram, não podemos garantir o triplo disso no próximo ano. Não podemos, nem vamos aceitar. - Diz Idrax categórico aguardando a esperada reação do Rei Morto Vivo.


- Assim sendo eu tenho outra escolha senão declarar que o acordo de paz entre a Liga do Peloponeso e a Ordem dos Cavaleiros das Trevas não está mais vigente. Que os Deuses ajudem vocês! - Dizendo isso, Creontes se teletransporta levando consigo os preciosos baús. Todos ali presentes, com exceção de Idrax, Ariman e Camarov, estavam espantados e temerosos. Guerreiros estavam cabisbaixos, nobres com os queixos caídos para murmurarem algo, Caer voltou a empalidecer e suas mãos tremiam e o ar gélido do efeito do teletransporte de Creontes os envolvia em profunda melancólico. Eis que nesse momento Idrax se dirige para centro do salão, com um movimento ágil retira a espada da bainha erguendo-a para o alto e gritando:


- Sabem o que isso significa meus nobres senhores. Guerra!

2 de Janeiro de 2021 às 01:51 0 Denunciar Insira Seguir história
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