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Bereu Chan


No internato OrochiÉ, os alunos são livres para saciar seus desejos mais pervertidos. Neste internato, todos devem obedecer as regras mais doidas do mundo posta pela diva branca chamada Orochimaru.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#Humor #Ansatsu-Kyoshitsu-Assassination-Classrom #Tokyo-Ghoul #fairy-tail #kuroshitsuji #Tonari-no-Kaibutsu-kun #bleach #death-note #gintama # #naruto
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Prólogo


— Eu quero agradecer a todos que me deram força nesses últimos seis meses.

Vocês devem estar se perguntando quem é essa loira que está discursando com um sorriso meigo em seus lábios, diante de uma pequena plateia de dependentes químicos, psicólogos, psiquiatras, terapeutas e parentes. Pois bem! Me chamo Bereunice, e hoje, além de eu estar completando quase dois meses que fiz dezoito anos, é o dia que finalmente saio desta clínica.


— Foi muito duro vencer este desafio; de me libertar deste vício, mas graças a todos faz seis meses que meu sangue está limpo.


Na verdade, ele sempre teve. Nunca nem sequer fumei cigarro, mas infelizmente fui tida como maconheira e traficante, e meus pais pediram ao choro para eu me internar e me tratar. Já que eles não acreditavam no que eu dizia, e eu não querendo mais vê-los preocupados, aceitei vir para cá.


— Eu venci, mesmo com os desafios que veio no decorrer do tempo, e vocês poderão vencer também.


Eu ouvia vários aplausos e via as caras de felicidades de todos para mim, inclusive dos meus pais que me olhavam aliviados como se tivesse finalmente sua filha salva do mal.


— E uma das principais pessoas a quem devo isso é o meu irmão Sougo que contou toda a verdade aos meus pais e os aconselhou a me colocar aqui para me tratar.


Aquele sádico filho da puta! Filho de uma égua! Tudo culpa daquele desgraçado, que eu vim parar aqui e fiquei com fama de Zé Droguinha.


— Eu perdi um ano eletivo, mas eu ganhei um futuro.

Eu nunca fiquei tão puta da vida como estou nesses últimos meses. Aquele desgraçado me fez perder um ano eletivo, e agora ao invés de eu fazer o terceiro, neste ano, terei que fazer o segundo TUDO DE NOVO!


Por isso, quando eu chegar em casa, eu quero retribuí-lo com um forte abraço, com todo carinho que eu posso dar.


Abracei meu corpo ao fechar os olhos e fazer uma expressão de paz. Só de imaginar que logo estarei em casa, de frente daquele maldito, uma paz bate em mim, pois FINALMENTE EU PODEREI FAZÊ-LO PAGAR CADA MINUTO QUE PASSEI NESTE INFERNO!


- - -

Bereunice voltava para casa, junto com seus pais, no carro do pai de criação que estava muito feliz por finalmente sua filha mais querida ter se livrado de algo que acaba com a vida de muitas famílias.


— Estou muito feliz, filha. Você é meu bem mais precioso, e eu não queria vê-la no mesmo mundo em que infelizmente muitos jovens estão hoje.


Takashi é um homem de quarenta anos, mas aparenta ter por volta dos trinta. Foi pai cedo, e dois meses após nascer Sougo sua mulher lhe abandonou, junto com os gêmeos Hijikata e Gintoki, para viver com um homem rico. E quando o filho mais novo estava com quase um ano, conheceu Ana com quem se casou meses depois e vive até hoje.


— Quando Sougo nos contou que você além de usar, traficava, e quando vimos àquela mochila cheia de droga, eu e seu pai ficamos completamente despedaçados.


Ana e Takashi já sofriam por um dos gêmeos ser alcoólico e o outro ser maconheiro, e saber que a filha além de usuária era traficante foi como uma facada em seus peitos.


— Ainda bem que o Sougo quis o meu bem e fez o certo...


Ela disse entre os dentes, fazendo o maior esforço do mundo para não demonstrar toda sua ira. Faz seis meses que ela quer socar o sádico, mas não pôde já que no lugar em que estava só permite a entrada dos pais, e só uma vez a cada quinze dias.


— Mas agora isso é passado. — era notável a felicidade estampada na face do homem. — Agora vamos comemorar, pois hoje é o dia em que você finalmente está voltando pra casa.


Soltou sorridente, acelerando um pouco, no limite da velocidade permitida, para chegar logo a casa onde já estava toda decorada para comemorar a volta de Bereunice.


- - -


Enfim, Hijikata e Gintoki, que farão vinte daqui alguns meses, e Sougo, que fez dezoito a quatro meses, estavam na sala bem decorada à espera da loira.


Sougo suspirou fundo com os olhos fixos naquela porta de madeira de cor branca.


Ah, se arrependimento matasse... Como ele se arrepende de ter feito essa brincadeirinha. Decidiu aproveitar a enorme quantidade de droga que o outro comprou, para poder zoar a irmã, mas tudo acabou em titica. Pensava que quando a jovem chegasse à clínica iriam notar de cara que ela não era nenhuma drogada e que logo ela estaria de volta, toda furiosa e lhe agredindo violentamente como muitas vezes faz quando está muito puta com ele, mas não fora como imaginara. Não só acreditaram que a irmã era uma drogada, como a internaram como caso grave.


O rapaz tentou reverter à situação, contando a verdade, mas ninguém quis acreditar pensando que ele estava mentindo para ela voltar para casa. Fez o irmão confessar que era dele, mas seus pais logo deduziram que o obrigou para que a garota saísse. E assim, passaram longos seis meses dele longe dela. Nem sequer visitá-la, ele podia.


— Caralho, Sougo. Acho que quando ela voltar, ela vai voltar muito puta contigo.


Gintoki olhara para o irmão após suspirar.


— Não precisa me dizer, eu sei muito bem disso.


Ele já se preparava mentalmente para a surra que iria levar da irmã. Dessa vez, ele passou muito do limite, então ela deve estar uma fera.


— Quem não ficaria? — continuou com irritação. — Tu fosse muito X9, velho.


O sádico ergueu uma sobrancelha — ele não estava querendo acreditar que o irmão realmente acredita que ela é uma usuária de droga, e o pior: traficante.


— Ela não é maconheira, tão pouco traficante. — explicou seco, ouvindo uma risada sarcástica do rapaz e do outro que estava ao seu lado. Sem pensar duas vezes, voltou a erguer a sobrancelha. Tudo bem Gintoki sorrir sarcástico, sem acreditar no que ele falara agora, pois no dia que ele armou tudo seu irmão cachaceiro estava muito bêbado. Mas Hijikata, não. Era dele, foi comprado por ele, então por que sorriu como se não acreditasse no que ele falara? — Não me diga que tu realmente acredita que aquela virjona é uma maconheira feito tu?


— Feito eu?! — sorriu como se tivesse ouvido a maior piada do ano. — Diga: pior! Eu jamais gastaria dois mil reais em maconha. A minha irmãzinha realmente deve ser daqueles maconheiros que só param de fumar pra respirar e comer.


— Tu tá louco, merda?! — o jovem de olhos castanhos estava totalmente incrédulo com o que o irmão falara. — Aquela porra jamais fumou uma. Ela não é drogada.


Ouviu duas gargalhadas altas. Logo rolou os olhos, desistindo de perder tempo com esses dois idiotas que já devem ter tido o cérebro corroído — um pelo o álcool e o outro pela maconha.


Passou poucos minutos depois da conversa, e finalmente ouviram o som do carro parando. Não demorou muito para o som de passos serem presentes, e logo depois a porta se abrir e surgir um moreno e duas loiras.


— Bem vinda, maninha!


Os gêmeos foram até ela, a abraçando forte. Sougo estava com muita saudade dela, mas estava com receio de se aproximar. O que ele fez não foi uma de suas brincadeirinhas idiotas que ela se zanga, lhe bate e tudo fica ok — ele a fez passar seis meses trancada, perder um ano eletivo e ainda ter fama de traficante e maconheira.


— Sougo. — estranhou o olhar apaixonante dela para ele, como se tivesse vendo a coisa mais maravilhosa do mundo. Logo Bereunice foi se aproximando, o que fez seu coração bater muito mais forte, principalmente quando ela começou a lhe abraçar carinhosamente. — Nesses seis meses, eu estava querendo muito te ver. — sentiu as bochechas queimarem um pouco com o olhar terno que ela lançou para ele ao levantar a cabeça que estava encostada em seu peitoral e dizer com um lindo sorriso cristalino. Ela não poderia estar atuando, não é? Foi tão verdadeiro que o coração dele quase saiu pela boca. — Em todo esse tempo, você não saía da minha cabeça... Muito obrigada por tudo, irmão. Se não fosse você, eu jamais deixaria esse vício. — Bereunice sabe muito bem que ela não é maconheira. Será que começou alucinar igual ao Hijikata? Era a única coisa que se passava pela mente do jovem. — Por isso, eu quero retribuir tudo o que você fez, com todo o meu amor e carinho. — ele estava muito confuso com tudo, principalmente com essa expressão linda e apaixonante no rosto dela. Estava tentando disfarçar que estava todo derretido, por causa do pai que é muito brabo, mas estava sendo tão difícil. O rapaz estava tão hipnotizado com o jeito fofo que a jovem estava agindo, que nem percebeu que ela estava colocando o pé entre as pernas dele. — Sougo, por favor, sinta...


— Quê...?


Ele soltou abstruso ao sentir suas pernas sendo abertas totalmente pelo pé de Bereunice e ela fazer uma cara extremamente furiosa.


— TODO O MEU ÓDIO — posicionando seu corpo rapidamente e ao mesmo tempo materializando um bastão de ferro. — CULTIVADO POR SEIS MESES! — um enorme berro foi ouvido naquela sala, e um corpo caiu duro no chão assim que aquele bastão bateu na parte íntima do rapaz. Todos estavam tão chocados com o ato dela que ficaram totalmente sem reação. — Seis meses! SEIS MESES PERDIDOS NAQUELE INFERNO POR TUA CULPA!


Ela batia violentamente nele com seu bastão. Estava tão furiosa por ser tratada como uma drogada, por ter perdido um ano eletivo e ser privada de várias coisas que nem raciocinava que estava o batendo demais.


— Calma, filha!


Takashi pediu ao voltar a si e ver que se não pará-la, desta vez, ela vai continuar batendo nele até ter purê de sádico na sala. Ele foi se aproximando para ajudar o filho que ainda se contorcia no chão de muita dor; o pobre estava sofrendo tanto que nem conseguia gritar pela falta de ar.


— Não me mande me acalmar! — voltou a exclamar, dessa vez para o pai. — Não mande uma mulher que nunca usou droga alguma e virou adulta numa clínica de dependentes químicos por culpa deste merda — apontou com o bastão, aos berros, para o rapaz no chão. — e daquele merda, — dessa vez para Hijikata que lhe fitou confuso pelo o que ela dissera. — se acalmar!


— Por que eu?! — ele estava irritado pela acusação “infundada”. — E lá tenho culpa que tu é mais Zé Droguinha que eu?


Bereunice não segurou mais seu ódio e pulou nele também.


— Quem é Zé Droguinha?! Quem é Zé Droguinha?!


Ela perguntava em cima do irmão que estava agora deitado no chão por causa da bastãozada que levou na cabeça; ela dava socos na face dele cada vez que fazia a pergunta.


— Se acalme, filha.


Takashi a puxou por trás, tirando de cima do outro que já estava com a face toda machucada devido às agressões dela.


— Não me mande me acalmar!


Ela estava tão puta, por tudo que passou, que nem conseguir manter o tom calmo com o pai, ela conseguia.


— Meus futuros filhos... — finalmente o jovem de cabelos castanhos voltou a ter voz. Ele soltava suas palavras, que saíam com muita dificuldade, entre as lágrimas que saíam pela dor ainda presente. — Você matou meus futuros filhos. Jack... Jason... Freddy... Eu sempre vou amar vocês.


— Como você é ridículo. — ela ficou totalmente em pé. — Como você pode me fazer passar seis meses numa clínica de dependentes químicos?! — a jovem estava agora chorando. — Seis meses, Sougo! — berrou indignada. — Seis meses de musiquinha! Seis meses vendo o leão!


— Me desculpe... — Sougo agora estava falando um pouco melhor, pois a dor já estava diminuindo. — Eu pensei que ao chegar lá iriam lhe mandar voltar para casa ao constatar que você não era dependente químico, mas eu não esperava que eles iriam acreditar e lhe internar. Eu deveria ter pensado na possibilidade de confundirem essa sua cara de lerda com a de uma maconheira... Me desculpe.


Todos o olhavam, chocados pela revelação.


— Não me diga que...? — Takashi estava totalmente incrédulo pelo o que o filho acabara de contar. Ele não queria acreditar que fez sua filha do coração, seu bem mais precioso, ficar seis meses em uma clínica sem ser drogada. — Que tudo que você disse ter sido uma brincadeira tua, era realmente verdade?


— Sim, coroa. A culpa foi tua por não acreditar em mim. Aquela droga era do Hiji que comprou com o dinheiro que ganhou no jogo no bicho.


— Querida, suba com a nossa filha.


Pediu com a voz falha.


— Tenha cuidado para não matá-los.


Ela foi levando a outra; as duas já sabiam o que viria pela frente.


Bereunice olhou sorridente para os irmãos, soltando um “se foderam” mentalmente e continuou a subir com a mãe. Ela queria continuar na sala, para ver os três apanhando, mas sabia que seu pai não gosta de ser violento na frente dela.


— Eu vou adorar vê-lo apanhar.


Hijikata comentou entre o riso ao ver o pai estralar as mãos.


— Eu também.


Gintoki riu animado — fazia tempo que não via o rapaz apanhar do mais velho. Logo o som de algo sendo socando e alguns gritos eram ouvidos, junto com a risada de dois jovens.


— Um já foi, agora faltam dois.


Avisou ao se levantar de cima do filho que estava mais quebrado que a última bolacha do pacote, lançando então um olhar enfurecido para os gêmeos.


— Por que eu também?!


Gintoki, que estava muito assustado, quis saber, assim como Hijikata que estava congelado ao seu lado ao perceber que iria ser punido também.


— Porque vocês todos vão aprender que não se mexe com o meu bebê.


Foi se aproximando do jovem amedrontado que com sua aproximação começou a correr, mas logo parara com a barreira que apareceu envolta da sala, o impedindo de subir a escada.


— Kyaaa! Meu santo protetor dos papudinhos!


Ele exclamou desesperado ao notar que não tinha escapatória.


De cima, apenas dava para escutar gritos de dois rapazes e risadas que saíam da boca do sádico por vê-los apanhar também...

27 de Dezembro de 2020 às 00:14 0 Denunciar Insira Seguir história
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