ya-young1554031536 Ya Young

O que você faria, se fosse levada para um mundo, que Zeus criou, para ajudar seus pequenos filhos a amar, e a sobreviver em um mundo, totalmente diferente ao qual eles estavam acostumados? E depois de ser levada descobrisse, que foi um erro da chave, responsável por levar a escolhida? Seu mundo, não poderia ser mais estranho, não é?


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

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Gangneung

— Terminamos por hoje. — olhei os pequenos, se curvando e indo em direção a porta do Dojô.

Me joguei no chão, aquela seria minha última turma do dia, e logo iria para casa, suspirei fundo.

— Haru, preciso de sua ajuda. — olhei para o mestre do Dojô, ele estava segurando algumas sacolas. — Tenho um pedido para fazer, sabe aquele quartinho no andar de cima, preciso que me ajude a limpá-lo. Meu neto vem morar comigo, pra aprender judô, e ao que parece, isso se deve, a ele aprontar algumas em Seul.

— Ok, faço o que com as coisas que estão, por lá?

— Se não for, artigo do Dojô, pode jogar fora, acho que, não guardei nada importante lá.

— Vou limpar e depois vou pra casa.

Curvei meu corpo, em reverencia, seguindo para o andar de cima, o quarto estava até que limpo, tinha umas caixas, de faixas de graduação, e caixas com alguns quimonos. Mais ao fundo alguns moveis, de quando os filhos do senhor Akira, ainda moravam aqui, além das inúmeras caixas de fotos e álbuns, com registros das vitorias, e derrotas do Dojô.

Me perdi por uns instantes, vendo as fotos que encontrei do meu pai, que foi aluno, e se tornou amigo do senhor Akira, bem no começo de seus passos como sensei, depois eu acabei sendo sua aluna, e meu pai ajudava no Dojô.

— Se não fosse por vocês dois, eu não estaria nesse mundo, por que me deixaram tão cedo? — questionei, uma foto dos meus pais juntos, quando foram comemorar, uma das vitorias do meu pai.

— É VOCÊ? — ouvi uma voz, perguntar, como em um sussurro, perto do meu ouvido.

Soltei as fotos, me levantando e perscrutando todo o lugar, e nem um sinal de uma alma viva, voltei aos meus afazeres, depois de arrumar as caixas aproveitei o tempo morno de final de verão, para colocar os futons e cobertas para tomar um ar fresco.

Notei que a última coberta, estava com um peso diferente, das demais, quando a tirei do armário, uma katana, em tom azul, e com sua base, enrolada em um pano longo e vermelho, brilhou assim que tocou o chão.

É você? — ecoou novamente pelo lugar, me fazendo ir ao chão, como se uma força sobre humana, me empurrasse para baixo.

Me corpo começou a marear, me sentia em um tornado, tudo girava rápido de mais, mesmo meu corpo estando imóvel.

Venha... — antes que mais alguma coisa fosse dita, ouvi a porta ser aberta, e o senhor Akira correr para me ajudar.

— O que faz ai no chão?

— Acabei escorregando, só isso e meu pulso doía, para conseguir me apoiar.

— Vá para casa, amanhã e um dia importante para você, aproveite e descanse bastante, deixa que meu neto termine, você já fez demais.

Me curvei novamente, olhando para onde devia estar a katana, más como magica o objeto sumiu. Retornei para o andar de baixo, pegando somente, minha mochila, queria ir logo para casa, não precisava trocar o quimono, e como o senhor Akira lembrou, amanhã é um dia importante, é o dia em que meus pais, me deixaram.

— Omma, Appa, eu prometo, viver melhor cada dia. — disse encarando o céu, começando o crepúsculo.

Caminhei até o mercadinho, precisava comprar mantimentos, depois passei na floricultura, encomendar um buque, segui rumo a livraria, saio mais um exemplar, de um manga que acompanho a um tempo, foi e é meu refúgio para os dias solitários em casa.

— A senhorita, aqui novamente? — olhei para o atendente.

— Vim comprar o de sempre.

— Haru, se quiser companhia, em alguma noite para beber...

— Eu sei, posso ligar para você, só não me sinto à vontade, de incomodar ninguém.

— Somos amigos, estudamos juntos desde pequenos, não seria um incomodo. Se não me engano, fomos até namorados.

— Tínhamos cinco anos, e você me trocou dois dias depois, por outra.

— Más me arrependo de...

— Melhor não, só vou levar esse. — entreguei o ultimo exemplar, de Secret Magic Rainbow, para ele.



— Qualquer dia eu leio, só pra entender sua paixão por esse manga. Soube que vai ter nova temporada do anime, e um filme live- action.

— Eu vi, más obrigada por mencionar.

— Podíamos ir ver juntos em Seul, assim, você podia.... Podia mudar um pouco da sua rotina.

— Acho...

— Não responda agora, quando lançar o filme, eu pergunto novamente. Ok? — confirmei com a cabeça, e sorri ao pegar minha sacola.

— Espera, meu turno já vai acabar, posso te acompanhar, só até a porta da sua casa?

Confirmei novamente, indo para fora da livraria, e o esperando, fazia tempo que tive companhia até meu apartamento. Vi Jo Jae-Soo, acenando, enquanto ajeitava sua bolsa, ele passou as mãos em minhas compras, assim que se aproximou, caminhamos lado a lado, ele me fazia lembrar as boas coisas da escola.

O vento bagunçou os fios soltos do meu cabelo, com isso fechei meus olhos, e por frações de segundo, eu vislumbrei um feixe de luz, que ia do chão ao teto de uma sala.

— Você está bem? Parece pálida.

— Estou, acho que é, só um pouco de fome, e cansaço.

— Vem, sobe. — ele se abaixou na minha frente, indicando que devia subir em suas costas.

Revirei os olhos, aquilo só é fofo nos doramas, passei por ele indicando que deveríamos continuar andando, vi seu olhar ficar triste, ele desviou o olhar para algo ao longe, passamos por nossa antiga escola, e depois por uma pracinha, que costumávamos brincar.

— Pode me deixar aqui, sei que sua mão e seus irmãos, estão te esperando.

— estendi minha mão, para pegar a sacolas.

— Eu...

— Não, já foi legal, você ter vindo até aqui. Obrigada, por hoje.

Acenei, continuando o percurso sozinha, parei a frente dos apartamentos, olhei para as primeiras estrelas no céu, indicando que mais um dia estava indo embora, os passos até a porta do meu apartamento ficavam pesados, mesmo depois de três anos, aquela era a pior hora do dia, entrar em casa, sem ouvir as vozes dos meus pais.

Suspirei , deixando as sacolas no chão da entrada, peguei meu manga, queria ler ele no banho, segui direto para o banheiro, no caminho peguei a toalha que fica no armário do corredor, depois comeria algo, e arrumaria as coisas, para amanhã.

Do nada o tempo fechou, e uma forte chuva caia sobre Gangneung, um clarão iluminou meu apartamento, me fazendo paralisar.

Venha... Venha. — aquelas palavras, pareciam sair das paredes.

— Quem está ai? Essa brincadeira não é legal.

Toque a espada...

— Eu não seu onde isso está, eu não peguei eu juro.

Meu peito se iluminou, iluminando todo o lugar, como magica o objeto que tinha visto na casa do senhor Akira, saia do meu peito, sem me causar qualquer dor, ou sangramento.

— Você não é a escolhida. — foi a última coisa que ouvi, antes de sentir meu corpo, sendo apertado, fechei meus olhos, desejando que aquilo acabasse.

6 de Janeiro de 2021 às 12:18 0 Denunciar Insira Seguir história
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