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Bereu Chan


Agora estou aqui, deitado ao lado desse louco. De quem eu estou falando? Do mais maldoso, calculista e antissocial que eu conheço. Sim, do sádico Iori Yagami...


Fanfiction Para maiores de 18 apenas.

#sadomasoquismo #romance #yaoi
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Meu sádico

Por que eu sempre acabo nessa maldita cama?

Por quê?

Agora estou aqui, deitado ao lado desse louco.

De quem eu estou falando? Do mais maldoso, calculista e antissocial que eu conheço. Sim, do sádico Iori Yagami. Para muitos, ele é apenas um rapaz quieto, mas ele não passa de um idiota extremamente maldoso.

Por que eu estou aqui mesmo sabendo disso?

Bem... Eu me pergunto toda vez que acordo com o braço dele laçado em minha cintura. Talvez seja por ele ser o cara mais popular da faculdade, ou talvez por ele ser bem gostoso, ou até mesmo por ser ótimo de cama.

Ontem à noite, eu vim terminar esses nossos encontros, mas como estão vendo, eu falhei...

***

Eu estava vestindo uma calça jeans branca, um tênis preto e branco e uma jaqueta de couro preta sobre uma camisa branca. Toquei a companhia, respirei fundo e fiquei esperando-o. Deu cinco minutos, ouvi passos se aproximando e, em seguida, o barulho da porta abrindo. Engoli seco, levantei um pouco a cabeça e o fitei.

— O que a minha pequena garota está fazendo aqui? — levantou uma mecha do meu cabelo, me provocando como sempre. Ele me olhou com seu maldito olhar sedutor, fazendo-me corar na hora. — Pensei que você só viria amanhã.

Me irritei com seu sorriso de canto.

— Não me encha! — tirei sua mão do meu cabelo, com agressividade. — Você sabe que eu não gosto que me trate como se eu fosse uma mulher! — olhei-o com irritação. Ele voltou a sorrir e, no seu olhar, pude ver a sua grande ironia. — Sabe, Iori, eu estou cheio de seu maldito jeito de ser! Sempre me controlando, sempre fazendo coisas que nenhum cara faria com o homem que ama! — cerrei um pouco os meus dentes. — Se é que você me ama mesmo, pois tudo que você diz, tudo que você faz, eu duvido disso!

Ele me fitou sério e inclinou o corpo um pouco para frente.

— Tá de TPM, Kusanagi?

Não suportei.

— Acabou, Iori. Acabou! — levantei o tom de voz. — Nunca mais me procure e fique longe de mim! — berrei a última palavra com bastante ódio e virei de costas pra sumir de sua maldita presença. — Hum...

Arregalei um pouco os olhos sentindo meu braço sendo puxado por ele. Abri a boca pra dizer algo, porém, o maldito jogou meu corpo contra a parede que fica junto à porta. Com o susto, fechei meus olhos.

— Sabe a única coisa que acalma uma mulher quando ela está enfurecida? — sussurrou no meu ouvido. Arrepiei-me um pouco ao sentir o seu corpo colado ao meu. — Uma boa noite de sexo.

Deu um enorme chupão no meu pescoço. Mordi meu lábio inferior, evitando que um gemido saísse.

— Pa-pare, Ior... — não me deixou completar a frase e me calou com seus lábios. Tentei resistir, mexendo a cabeça para um lado e para o outro, mas o desejo fora mais forte. Dei espaço com a língua para que o nosso beijo se aprofundasse mais. Notei-o fechando a porta enquanto nossas línguas dançavam. — Seu idiota!

Bufei por eu ser tão imbecil por não conseguir resistir a esse maldito.

— Cale a boca, minha vadia.

Me empurrou contra a porta, voltando a me beijar. Odeio esse jeito d’ele de falar comigo.

Ele pegou minhas pernas, abriu-as e ficou entre elas. Ele me segurava, encostado a porta e suas mãos estavam em volta do meu pescoço. Encostei-me mais entre seu corpo; senti nossos membros roçando um ao outro — minha excitação era evidente.

— Odeio quando você me trata assim. — resmunguei, bastante ofegante.

O jeito que ele estava me olhando, estava me deixando louco.

— Odeia mesmo?

Colocou-me no chão após sorrir. Tirei meus sapatos e fomos para o quarto dele, ainda nos beijando.

Ele foi me conduzindo até sua cama, depois de retirar a minha jaqueta preta e jogar sobre a poltrona vermelha que tem ao lado da porta. Ao chegar à frente dela, me deitou, bruscamente.

— Seu idiota! Poderia ser gentil pelo menos uma vez na vida? — reclamei.

— Eu sei que você gosta assim, então cala a boca e não reclama. — espremi um pouco os olhos. Abri a boca pra resmungar algo, mas ele me calou, colocando a mão sobre o meu queixo e puxou-me contra seu corpo. Sua língua invadiu a minha boca, bruscamente e, em seguida, senti seus dentes cravarem um pouco em meu lábio inferior. Gemi com o ato. — Está vendo que você gosta bruscamente? — me olhou fixamente.

Seu sorriso fez aparecer três veias em minha testa.

— Morra!

Fuzilei-o com os olhos, mas ele simplesmente sorriu e foi tirando sua jaqueta preta. Eu não podia mentir, eu estava muito excitado. Queria logo tê-lo dentro de mim.

Ele foi levantando a minha camisa, me beijando e mordiscando todo o meu corpo. Ao tirá-la por completo, fui tirando a dele, lambendo seu abdome até chegar ao seu pescoço, onde chupei com força.

— Tem certeza que quer que eu morra?

Desceu meu corpo na cama, com força, ao mesmo tempo em que sussurrava em meu ouvido. Enquanto falava, sua mão foi descendo até meu membro. Gemi baixo ao ter sua mão movimentando para cima e para baixo, por cima da minha calça, fazendo meu pênis ficar ereto.

— Ten-tenho...

Voltei a gemer, mas parei quando senti seus lábios no meu. Sua mão foi abrindo o zíper da minha calça e penetrando-a logo em seguida. Seus dedos invadiram a minha cueca, pegando meu membro e levando para fora dela. O movimento de vai e vem, e sua língua dançando dentro da minha boca, fez o meu corpo se inclinar um pouco para cima e sucessivamente para baixo.

Sua língua percorreu todo meu lábio inferior, e suas mãos puxavam a minha calça, até que finalmente ela foi parar sobre o criado-mudo de cor branca que fica ao lado esquerdo da porta.

— Você está mais gostosa que nunca, — me virou de costas para ele. — minha putinha gostosa.

Gritei.

Sua mão bateu na minha nádega direita, me deixando incrivelmente irritado.

Por que eu me apaixonei por um cara assim?

— Já disse que eu não gosto disso.

Reclamei, prendendo o gemido que quase soltei, ao sentir o enorme chupão que ele deu na minha nádega esquerda.

— Odeio mulher resmungona. — bateu-me novamente.

— Seu creti... Ah!

Me contorci. Sua língua percorria toda a extensão das minhas costas. Esse sádico sabe mesmo como me provocar.

— Espere um pouco que trarei algo que você irá amar.

Sussurrou em meu ouvido e logo após se levantou, indo até onde o criado-mudo está. Provavelmente foi pegar o lubrificante. Após abrir, pegou o que eu já imaginava, além de outras duas coisas que me fizeram arregalar os olhos.

— Pra que essas porcarias?

Matei-o com os olhos ao notar tirando um par de algemas e um chicote.

— Pra usar em você, querida. — espremi meus olhos.

Odeio quando ele me trata assim.

— Não quero. — avisei.

O louco se aproximava, como se não tivesse nem aí para o que eu disse.

— Mas eu quero. — deu uma lambida em minha bochecha esquerda. Senti suas mãos tocarem em meus quadris, e sucessivamente meu corpo sendo virado e puxado contra o corpo dele. — Farei você ficar nas nuvens.

Colocou o seu corpo sobre o meu, levou minhas mãos até a grade da cabeceira e, logo em seguida, colocou o par de algemas.

— Solte isso, Iori. Eu não quero esses tipos de jogui... Ah! — seu chicote bateu nas minhas costas. — Seu maldito! — rangi de raiva.

— Me obedeça ou será castigado. — sorriu com os lábios encostado ao meu ouvido e foi levando o cabo do chicote até a parte entre minhas nádegas. Ao colocar, ficou roçando, deixando-me excitado. — Tá vendo, você já está o adorando?

Ele continuou a roçar. Após um minuto, algo foi jorrado nela e o cabo começou a deslizar com mais facilidade. Virei o rosto para trás e vi que ele tinha jorrado bastante lubrificante.

— Ah! — mordi meu lábio inferior.

O maldito estava introduzindo o cabo do chicote.

— Não se preocupe que daqui a pouco eu colocarei algo muito mais grosso que esse. — sorriu, e logo em seguida mordeu o lóbulo da minha orelha, fazendo-me dar um enorme gemido.

— Não me torture mais, coloque logo.

Mandei, um pouco aborrecido. Queria logo ele dentro de mim, e não uma droga de um cabo de chicote — mesmo que esteja sendo gostoso.

— Você não manda em mim, sua cadela! — bateu na minha nádega esquerda. Eu estava ficando irritado com esse idiota. — Eu dito as regras, você apenas obedece.

Afirmou com seu tom frio e dominador de sempre. Rosnei, mas logo sorri ao ver que ele estava tirando o cabo.

Finalmente, ele estará dentro de mim.

— Seu maldito! — novamente bateu nas minhas costas com esse maldito chicote. Dessa vez, ele bateu com mais força.

— Não rosne mais pra mim, minha cadelinha. — deitou seu corpo sobre o meu.

— Eu juro que vou te ma... Ah! — cessei a frase de ódio, pois seu membro me invadiu de uma vez. Apoiei minha cabeça sobre o travesseiro e tentei conter os gemidos. — Droga! — voltei a morder o meu lábio inferior.

— Por que você está se contendo? Geme pra mim.

Seu tom brincalhão me fez sentir mais vontade de não soltar. Fiz meu máximo para prender, porém as estocadas fortes e rápidas foram maiores que minha vontade.

— Ah! — comecei a mexer o meu traseiro. — Me fode gostoso, Iori!

Joguei meu corpo com mais força contra o dele. Quero todo dentro, quero muito forte.

— É assim que eu gosto: implorando como uma cadelinha. — aumentou as estocadas.

— Io... Ah! — dei um grande berro. Sua mão apertava meu pênis com força, ao mesmo tempo em que fazia movimentos de vai e vem. — Seja mais gentil, seu... Ah... — revirei um pouco os meus olhos. Seu corpo desabou sobre o meu, após pegar a outra mão e começar a massagear meus testículos. O jeito que ele está me penetrando e masturbando, lambendo o lóbulo da minha orelha, está me fazendo perder os sentidos. — Mais forte, Iori! Mete mais forte! — perdi a sanidade.

— Você não dita às ordens!

Tirou seu pênis de dentro mim, e o peso do seu corpo em minhas costas, desapareceu. Olhei para trás e o vi dando seu maldito sorriso sádico.

— Por que você parou? — cerrei os dentes e o fitei com ódio.

Como esse maldito ousa parar?!

— Nenhuma putinha — segurava o meu queixo. — me dá ordens. Se você quer tanto prazer, então implore.

Seu olhar maléfico, seu sorriso irônico, está me dando vontade de apertar o pescoço desse sádico até matá-lo.

— Se você pensa que eu vou implorar, você está muito enganado! — berrei.

O cretino ergueu uma sobrancelha e começou a rir.

— Você tem certeza, — colocou o pênis entre minhas nádegas. — Kusanagi?

— Ah... — gemi baixo. O jeito que ele está roçando-o sobre a entrada do meu ânus, está me fazendo perder a sanidade. — Ah! — voltei a gemer. Esse maldito sabe mesmo como me provocar.

— Kusanagi... — me arrepiei com seu sussurro em meu ouvido. — Tem certeza mesmo? — enfiou a cabeça do seu pênis e posteriormente o retirou.

— Eu... Tenho.

Quase não consegui responder direito por causa da excitação.

— Tem mesmo? — enfiou um pouco mais fundo e o retirou imediatamente.

— Droga! — gritei. Não aguentava mais. — Por favor, enfia logo, maldito! — pedi desesperado, e inclinei um pouco mais a bunda pra que ele pudesse penetrar logo.

— Não é assim que se perde. — uma enorme veia apareceu na minha testa ao ver seu sorriso. — Por favor, mestre. Dê-me essa coisa saborosa que o senhor tem entre as pernas, pra essa sua serva que tanto o ama.

— Eu não vou dizer isso! — novamente esse cretino me tratando como uma mulher.

— Se você não quer, — afastou o pênis do meu ânus. — então vou atrás de quem queira.

Maldito!

— Por favor... Mestre... — espremi um pouco os olhos e apertei o travesseiro, tentando conter minha vergonha e, principalmente, o meu ódio por esse maldito. — Dê-me essa coisa saborosa, — respirei fundo. — que o senhor tem entre as pernas, pra essa sua serva que tanto o ama! — fui gritando o resto, rapidamente. Queria que essa humilhação acabasse logo.

— Como um bom mestre, — voltou a colocar o membro sobre a entrada do meu ânus. Mordi meu lábio inferior, esperando ansiosamente que ele me penetrasse. — vou conceder o seu pedido. — seu pênis me invadiu por completo. Abri a boca e fitei o teto, tentando conter meu êxtase.

— Como isso é gostoso. — comecei a mexer meu traseiro, fazendo uma sincronia perfeita com suas estocadas. — Iori! — cerrei meus olhos e gemi bem alto.

Ele começou a aumentar as estocadas. Isso estava me deixando louco.

— Hum... — ouvi seu gemido pela primeira vez, provavelmente está prestes a gozar, assim como eu.

— Mais forte, Iori. Mais forte! — pedi, loucamente.

— Pare de me pedir o impossível! — bateu na minha nádega direita, me deixando mais excitado.

— Bate de novo! — rebolei em seu membro.

Que merda eu estou pedindo? Será que estou começando a virar masoquista?

— Se você quer tanto! — bateu de novo.

— Ah! AH! — eu movimentava meus quadris para cima e para baixo, instintivamente. — Eu vou gozar! Eu vou gozar! — abri completamente minha boca e fechei meus olhos, após inclinar minha cabeça para cima.

— Então goze.

Suas mãos foram até os meus quadris, puxando meu corpo mais para o dele, fazendo o membro dele ir cada vez mais fundo.

— Ah! — eu desabei na cama, por completo, ao gozar. Minha respiração estava pesada e meu corpo também.

— Ainda falta eu, cadelinha! — puxou meu corpo, deixando meu traseiro inclinado, e continuou a me penetrar. Depois de cinco minutos, ouvi-o urrar e seu corpo desabar sobre meu. Depois disso, apaguei...

***

Acordei — eu estava um pouco dolorido. Vi que o par de algemas estava sobre o criado-mudo e o Iori estava deitado ao meu lado, com a mão laçada em minha cintura.

Quando eu irei me livrar dele?

Acho que nunca, ? Enquanto ele ser esse furacão na cama, enquanto eu amá-lo, eu irei continuar a me acordar nessa maldita cama e com esse maldito sádico...

23 de Novembro de 2020 às 18:36 2 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

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Kagura Way Kagura Way
Tá ai um lemon que eu gosto. Um sádico e um submisso. Não podia faltar um par de algemas e um chicote. Parabéns pelo Lemon! Ficou ótimo pode fazer a continuação da história...
November 24, 2020, 18:09

  • B C Bereu Chan
    Foi a primeira vez escrevendo deles. Foi uma fic a pedido, por isso me senti muito insegura, principalmente por eu ser mais acostumada a escrevi de comédias, e SasuSaku. Então foi novo pra mim escrever yaoi, e logo de uma categoria que eu não escrevia. XD November 25, 2020, 17:40
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