igor-morais-costa Igor Morais

A jornada de uma dupla peculiar em buscas dos Rios do deserto


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Intrusos

A noite era iluminada pela grande lua no céu, ela era prateada e como uma grande guardiã de olha penetrante, vigiava o grande deserto de Alura, local esse que detinha seu próprio nome e que guardava grandes mistérios fantasiosos, que por sua vez queriam e iriam ser encontrados, ou por um grande aventureiros ou por apenas Zé ninguéns. No entanto o grande astro prateado não visava seus mistérios de sempre, ele olhava sobe uma figura estranha que viajava pelas dunas, esta figura, era a de um jovem, este usava um manto bege bem velho, por baixo do mesmo havia uma camiseta cavada de cor vermelha, esta tinha uma imagem em formato de uma arvore nas costas, representando uma lenda do deserto de Alura, a camiseta não era de muita qualidade, mas mesmo estando velha, servia muito bem, pois o material era leve e fresco, já em suas pernas, havia uma calça esbranquiçada, que vinha até abaixo de seus joelhos, já em seus pés, haviam sandálias que eram feitas de fitas de couro e que estavam bem remendadas.

Esta pessoas andava lentamente pelo deserto, levando ondas de um vento frio penetrante em seu peito, por conta disso o capuz que o mesmo usava voou para trás, revelando o rosto de um estrangeiro, este detinha uma pele rosada, cabelos negros e olhos castanhos, além disso, com seu manto plainando a suas costas, como a capa de um príncipe, era possível ver em sua cintura uma pequena espada, esta tinha a lamina reta, com um cabo azul e um guarda mão em forma de morcego, ela claramente não era de uma das tribos de Alura, mas sim uma espada do império, coisa que explicava muito a aparência do garoto, pois um “pele rosada” era considerado uma lenda naquele lugar, como uma criatura lendária, que qualquer soberano por ali gostaria de pôr as mãos. Deixando isso de lado, nosso jovem viajante que estava nitidamente cansado, repentinamente para no topo de uma duna, esta era alta e detinha algo que marcava o ponto de partida verdadeiro do jovem, este objeto era uma lança feita de ossos humanos.

A arma não o assustou, mas sim o deixou feliz, pois seu objetivo estava um pouco mais próximo, sendo assim com um leve sorriso e junto de uma brisa gelada, o mesmo se vira para trás e fala:

Karina, nos finalmente chegamos!

Logo atrás, amarrado numa corrente e numa focinheira, havia um monstro, este era magrelo, pele pálida, com um enorme cabelo que se estendia por toda a região de suas costas, além disso seus cabelos ruivos ficavam se embaraçando em sua coluna, esta era exposta para fora do corpo, como uma grande centopeia, já em seus antebraços e na região de suas canelas, haviam faixas de cor negra, indo agora para seus pés e mãos, estes tinham garras tão afiadas quanto uma espada, elas poderiam facilmente dilacerar um humano, ou qualquer tipo de criatura abaixo do rank B. Em resumo este ser estranho, com focinho de porco, cara de lobo e orelhas de raposa, era uma máquina de guerra amaldiçoada, que por algum motivo está seguindo este humano, sem demonstrar agressão ao jovem com um sorriso estonteante a sua frente.

Alura vendo isso se intrigou, ela se perguntava o do porquê do jovem homem, não correr, não se assustar e nem mesmo sentir um pingo de medo da criatura, isso era interessante para ela, afinal a chegada desses dois seres peculiares, certamente mudaria o rumo do deserto de Alura, sendo assim sua guardiã mesmo que um pouco, queria acompanhar suas jornadas, por isso logo antes dos dois passarem pela lança de ossos, Alura em seu grande castelo lunar, tirou um fio de cabelo, este era um fio azulado e platinado, após isso a mesma o jogou rumo a Hitra, para que sua curiosidade e desejo, fizessem não só a melhor forma, para o ser que nasceria de seu cabelo, mas para que este ser sobrevivesse a viagem entre a lua e a terra.

Após liberar seu fio de cabelo, a guardiã de pele azulada escura, cabelos azuis-platinados e que usava um vestido negro, com detalhes em dourado, novamente se senta em sua poltrona, onde observou o fio de seu cabelo começar a flicar e então se incendiar com uma chama negra-azulada e ir em direção a ao planeta. Sua velocidade era grande e demorou pouco tempo para que atingisse o chão, no entanto por conta disso uma grande explosão foi vista, um grande pilar de fogo subiu aos céus, o jovem que estava a meio quilometro do local, pode ver as chamas subindo aos céus, isso o assustou, afinal as histórias sobre esse local não são as melhores, mas mesmo assim ele engoliu seu medo prematuro e então seguiu em frente, no entanto evitando as chamas azuis. Essas chamas azuladas, rapidamente tomaram conta dos arredores do lugar, foram cerca de cem metros para todas as direções, elas queimavam ardentemente, com os desejos de curiosidade de Alura, coisa que também fez com que seu fio de cabelo ganhasse a forma de uma pequena criatura plumenta, com penas negras e detalhes em azul, após se balançar um pouco a pequena Calopicita abriu suas assas e então lançou voou ao céu.

Ela era rápida e por conta disso rapidamente avistou seu alvo de vigia, os dois intrusos eram rápidos e já estavam bem longe do ponto de partida, no entanto eles não poderiam escapar da velocidade do pássaro, que tão rápido quanto uma águia os alcançou, eles nem mesmo a notaram, pois, sua cor que era como a noite, a escondeu em plena vista, sendo assim o pássaro pode segui-los até seu destino, sendo lá onde fosse ele...

CONTINUA....

15 de Outubro de 2020 às 18:24 0 Denunciar Insira Seguir história
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Conheça o autor

Igor Morais Sou bem introvertido, por isso escrevo, tenho muita dificuldade em conversar e continuar historias, tenho tentado mudar isso, mas com pouco sucesso só no primeiro caso, bom, adoro um desafio, principalmente se for difícil.

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