russianempire Russian Empire

Como ele poderia viver sem todos esses anos? Como ele poderia roubar-se de tanta felicidade? Ele passou a vida a serviço de Deus e não recebeu nada em troca: nenhuma percepção calorosa, nenhuma proteção, nenhum amor. Ele conhecia esse amor agora.


Fanfiction Comics Para maiores de 18 apenas.

#vatican #vaticano #brazil #brasil #bravati #countryhumans
Conto
1
354 VISUALIZAÇÕES
Completa
tempo de leitura
AA Compartilhar

Único

O santo pai se ajoelhou diante do altar e com zelo inabalável sussurrou orações. Suas mãos estavam tremendo, os nós dos dedos embranquecidos, entrelaçados em uma oração. Vaticano orou ao Todo-Poderoso, pedindo proteção contra a corrupção, que encheu seu corpo e mente. Ele tinha certeza de que o Senhor teria piedade dos sofrimentos de seu filho e encheria sua alma com o calor de sua luz divina.


Mas o céu estava silencioso.


As pernas doem devido à longa adoração. Das lajes de pedra do templo, um frio não natural para maio soprou. Ele se levantou mais alto, fazendo Vaticano tremer febrilmente. Mas o santo pai não pareceu notar nada. Seu olhar sem piscar estava fixo na face de Jesus Cristo crucificado.


– Senhor, tenha pena de quem é a sua imagem ... – Um trovão atingiu nas proximidades com força ensurdecedora, um raio brilhou deslumbrante. O templo foi afogado na escuridão. Vaticano começou, mas continuou a oração. Um estrondo de chuva jorrando veio da rua, o vento uivou demoradamente. O templo rangeu.


Algo farfalhou nos corredores vazios, como se milhares de pequenas garras predatórias tivessem arranhado uma árvore. Em algum lugar uma porta bateu. De todas as rachaduras vieram os sussurros de alguém, como o silvo de cobras. Vaticano pensou que ele estava enlouquecendo. Sua testa estava coberta de suor e o pânico surgiu em seu peito com um caroço pesado. Os animais amarraram o corpo do santo pai, mas ele continuou a orar. Vozes, sussurrando algo, mudaram para um coro de gritos. Eles gritaram, uivaram, vaiaram, riram. A cada segundo, essa cacofonia estava se tornando insuportável. O Santo Padre cobriu os ouvidos com as mãos e gritou: "Basta! Chega!"


Quando eles apareceram, as vozes desapareceram abruptamente. Houve apenas um silêncio ensurdecedor. Nem o som da chuva, nem os raspadores do corredor foram ouvidos, o Santo Padre nem sequer se ouviu. Como se o mundo inteiro tivesse morrido, deixando apenas um vácuo.


– Pai, eu não posso escapar . – uma voz calma riu diretamente acima da orelha. O padre virou-se abruptamente, mas não viu nada além de escuridão.


– Estou sempre lá, bem nas suas costas. – Alguém de dedos quentes tocaram a bochecha de Vaticano. Ele queria gritar, mas era como se todo o oxigênio tivesse sido arrancado de seus pulmões. Medo em correntes pesadas amarrou seu corpo. Ele queria correr, correr o mais longe possível e não olhar para trás.


– Bem, bem. Não tenha medo. Eu não vou te machucar. – Uma mão acariciando sua bochecha afundou lentamente. Segurando um pouco no pescoço, ela serpenteou por baixo da camisa, rasgando o botão. Tudo aconteceu da mesma maneira que em todos os pesadelos do padre. Algo invisível aos olhos o atormentou e o atormentou com luxúria nojenta. Isso criou um pecado imperdoável com seu corpo.


Pecado desprezível, humilhante, mas ao mesmo tempo insuportavelmente doce. Mas acima de tudo nesses pesadelos, Vaticano tinha medo de sua licenciosidade. Ele, como se estivesse louco, pediu mais, mais engasgando com o êxtase que o queimava. Ele queria continuar assim para sempre. Divertindo-se até o fim dos tempos. Ele estava pronto para vender sua alma por isso.


Toda vez, acordando suando frio, o santo padre ficava horas no altar, ajoelhado e pedindo perdão ao Senhor. E agora tudo o que aconteceu com ele não parecia um sonho. Foi um pesadelo na realidade.


– Tudo como você queria. – uma voz sussurrou. Uma mão desabotoou as calças e deslizou insistentemente para dentro. Assustado e absolutamente desamparado, Vaticano só pôde orar.


– Senhor, envie o Anjo da Paz para vencer e exorcizar todo o poder diabólico ... – Mas, por mais forte que ele seja em sua fé, seu corpo traiçoeiramente começará a sucumbir. Uma mão gentilmente se moveu sobre seu membro já endurecido, trazendo um doce e quente prazer. Uma voz riu com aprovação em seu ouvido, sussurrando obscenidades sujas. Uma mão apertou sem cerimônia as nádegas, acariciando e batendo alternadamente. O Santo Padre entendeu que ele não poderia lidar. Sua fé não pode lidar com tal ataque. Era como farinha insuportável, e apenas pequenos grãos de autocontrole, prontos para desaparecer, eles o separaram da queda.


– Santo Padre, você é um libertino. Insaciável, sujo, lascivo. – O padre sentiu os dedos de outra pessoa invadirem-no abruptamente, causando dor insuportável. E junto com a dor, o último fio que o ligava a Deus também se rompeu. Naquele momento, o homem percebeu que não era ele. Não havia mais fé nele.


Foi como um clique. O santo pai desapareceu e deixou Vaticano - um homem com uma alma caída e uma fome selvagem. Os dedos se moveram energicamente, esticando e fazendo Vaticano gemer baixinho. Ele estava com dor, mas ao mesmo tempo, como se já não entendesse nada, começou a se plantar.


– Por favor, eu quero mais ... – ele gemeu, quase chorando. – Mestre, me dê mais! – A voz riu com satisfação.


– Como meu querido Vaticano pede ... – Os dedos desapareceram. Vaticano foi rudemente plantado com as mãos atrás das costas, forçando-o a se dobrar nas costas e expor sua bunda lasciva. Mas ele até gostou. Sim, agora ele dolorosamente queria ser grosseiramente fodido. Um membro impressionante foi designado para um anel esticado de músculos, mas eles não estavam com pressa de entrar, apenas dirigira uma cabeça molhada entre as nádegas abertas. Vaticano choramingou. Ele não podia mais suportar e tentou se plantar, mas um tapa na bunda o lembrou de obediência.


Tendo jogado o suficiente, o Mestre entrou abruptamente e completamente. Vaticano gritou e apenas pressionou com mais força o corpo ardente de seu Senhor. Sem deixá-lo recuperar o fôlego, o Mestre se moveu em um ritmo frenético, dirigindo-se para um corpo flexível, soltando os gritos e gemidos de prazer insuportável. Seus dedos apertaram seus quadris com dor, deixando contusões. Ele mordeu o pescoço e os ombros de Vaticano, lambeu gotas de sangue com uma língua comprida e pontuda. Vaticano era como um louco: um véu cobria seus olhos e seus pensamentos - apenas o desejo de ser rasgado por esse membro quente.


Como ele poderia viver sem todos esses anos? Como ele poderia roubar-se de tanta felicidade? Ele passou a vida a serviço de Deus e não recebeu nada em troca: nenhuma percepção calorosa, nenhuma proteção, nenhum amor. Ele conhecia esse amor agora. Torcer as mãos, obscenidades sujas, um pau enorme na bunda - esta é uma verdadeira manifestação de amor. Percebendo essa verdade simples, vaticano riu alto. Ele riu tão freneticamente que não percebeu imediatamente como a escuridão ao seu redor era iluminada por uma chama vermelha brilhante. Perplexo, ele se virou para seu mestre.


– Bem vindo ao inferno, Vaticano.

28 de Setembro de 2020 às 14:44 0 Denunciar Insira Seguir história
1
Fim

Conheça o autor

Comentar algo

Publique!
Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a dizer alguma coisa!
~

Histórias relacionadas

Mais histórias

Enchanted Enchanted
137 137
Alone Alone