riwsaa Riwsaa L.

As partes dos que faltam para compor o fantástico processo da vida devem funcionar em perfeita harmonia. Quando a harmonia é rompida manifesta-se o estado de desequilíbrio. Que por fim, deve-se, este, ter a paz eterna.


Fantasia Todo o público.
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Introdução


Quando fizer o bem, faça-o aos poucos.

Quando for praticar o mal é fazê-lo

de uma vez só.

- Maquiavel



Era uma tarde, não saberia qual dia, mês ou ano. Havia acontecido algo magnífico e o céu estava diferente. O azul escuro rígido do céu indicava que o sol estava se pondo, o roxo em seguida estava interligando como se fosse uma ponte para a outra cor se conectar. Essa cor era o amarelo vibrante do sol. O sol, ele estava se pondo e isso fez com que a paisagem ficasse ainda mais linda.


Um corpo ainda estava em pé, perto de um parapeito, vendo a belíssima paisagem. Ele se encontrava em um palácio, branco e dourado, em várias partes do palácio haviam plantas bem velhas, isso fez parecer com que o palácio estivesse lá a muito tempo, já as roupas que o indivíduo usava era de um tempo bem diferente. Diferente de um palácio comum ele estava flutuando, a altura estava muito além que serem humanos possam imaginar, é como se entre o céu azul que os humanos tem e no outro lado estava o espaço. Mas entre esse linha que dividia o céu e o vazio do Espaço, lá se encontrava o palácio. A linha era visível somente para os que já foram para esse ambiente ou para os observadores. Eles os chamavam de Linha de Jade.


-Isso é algo perfeito. - disse o indivíduo em um alto e bom tom, indicando que tinham mais alguém ali- Venha ver, isso é o que eu quero dar para nós, algo em que vocês possam -


Suas palavras foram rapidamente cortadas quando sentiu uma mão em seu pescoço que o levantou e em seguida sua traquéia foi quebrada provocando um rápido estrangulamento, seus braços e sua cabeça caíram chocando-se com seu corpo, indicando que ali não teria mais vida. O outro sujeito era totalmente diferente comparado ao que foi assassinado. Ele era duas vezes a sua altura, era completamente branco, até seus olhos, não daria para perceber se não enxergasse de perto que ele tinha olhos, mas sua boca era um fato interessante, ele não tinha.


O sujeito o jogou para fora do parapeito e saiu. A altura era extremamente alta. O corpo caia bem devagar, a física era diferente onde se encontrava, caia como um saco vazio mas o espaço em seu redor era cheio. Seus movimentos eram tão poucos que pensaria que ele não teria vida. Mas ele não tinha. A linha de Jade era somente para as pessoas escolhidas, aquelas que conseguiam viver naquele ambiente, não para um humano comum.


O seu corpo continuava a cair em um local onde era tudo branco, onde não conseguiria ver nada. Era como está nas nuvens. Nuvens com um ar gélido, e bem diferente de ser corpo que ainda estava quente, mas ele irá esfriar com o tempo para encontrar o equilíbrio térmico.


A expressão de seu rosto era algo realístico, olhos abertos e nenhum sentimento em seu rosto. Mas se ele estivesse vivo e continuasse caindo qual seria seu reação?


Os olhos então do indivíduo abriu novamente, e seu olhar foi em direção ao chão infinito, suas mãos então foram para sua garganta, ele não estava conseguindo respirar. Iria morrer sufocado.



É claro que aconteceria isso, não é obvio?



Então com um estralar de dedos o tempo voltou, e como se esse ultimo parágrafo não existisse mais. Era fácil, somente apagar ou fingir que nunca aconteceu. O corpo então havia chegado no então sonhado Linha de Jade. O corpo ainda no ultimo metro para atravessar, ele sofreu um grande impulso, que com reação o corpo pegou fogo.


O corpo foi arremessado tão rápido na terra que suas roupas se formaram pequenos panos queimados. Seu corpo por uma parte estava derretido e foi arremessado no chão. Seus órgãos estavam espalhados pelo chão, ele estava completamente esmagado, era completamente impossível reconhece-lo como um ovo cru caindo no chão. A casca seria sua pele, totalmente deformada, a clara seus órgãos e seu esqueleto , que onde estaria derramada por todo o chão, com grandes poças de sangue e pingos para todos os lados, e por fim a gema que seria sua vida, que teria uma pequena probabilidade de está intacta, mas ela não está, ele não estava.


O odor era insuportável, quem estivesse por ali perto, perceberia. Até nisso ele se parecia com um ovo cru. Ele não tinha como objetivo de vida, viver, diferente do ovo, que tem como sentindo da vida de se desenvolver, e gerar seus descendentes. Ele, o indivíduo, nunca foi para ter uma vida, como também não teve uma morte memorável, imagine uma vida, que depende dos outros, isso seria vida? morrer pelo outros?


A morte é para os que estão vivos.


E para os que são considerados com Objetos? Eles teriam direito de uma vida ou até sentido da vida?


O sol se pondo lá em cima era lindo, também aqui da Terra é ainda mais deslumbrante, mas o que estava aconteceu lá no alto do céus foi magnífico. Seria perfeito se houvesse um música que sincronizassem os sons do piano e violino. Seria a cena de um assassinato natural, mais elegante.


E esse momento ficou conhecido como o momento mais memorável, que iria se repetir por várias e várias vezes se não fosse por Ele.




5 de Outubro de 2020 às 21:40 1 Denunciar Insira Seguir história
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dieguito dieguito
Adorei quero ler mais, muito bom mesmo <3
~

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