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esternw Ester Cabral

Após a morte dos pais e o término do namoro, Lysandre tornou-se recluso, abrindo mão dos próprios sonhos para cuidar da fazenda que fora morada de sua família. Preso na espiral de uma rotina que se repete dia após dia, ainda perdeu a inspiração para compôr as músicas que precisa para a banda Crowstorm, da qual seu amigo Castiel faz parte e ele colabora à distância como letrista. Quando um bezerro nasce na fazenda, Lysandre vê sua rotina se quebrando aos poucos com as novidades que chegam em sua morada. O fazendeiro apenas não sabia que a principal responsável por isso seria alguém que acreditava estar apenas em suas lembranças.


Fanfiction Jogos Impróprio para crianças menores de 13 anos.

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Olá, povo!
Estamos ainda no começo de 2020 e eis que eu venho com esse projeto que ficou anos parado no meu drive.
Sério, a (Re) Nascer surgiu em 2018, quando ficamos sabemos do destino dos demais paqueras que não estavam no UL e eu comecei a desenvolvê-la ainda naquele ano, mas travei após dois capítulos. Porém, eis que meu ânimo com as fics de AD retorna e, depois de uma repaginada total, aqui estamos!

Sendo assim, queria avisar algumas coisas antes de lerem:
Eu não vou seguir boa parte dos acontecimentos do UL, quase nada. Como por exemplo, o Dragon está muito vivo e passa bem, obrigada. Inclusive, vai fazer uma ponta nessa fic, porque sim.
Além de que, a história vai se passar totalmente no Brasil, em uma cidade fictícia chamada Vale dos Jucás.

Outra coisa é que, como a pessoa musical que sou, cada capítulo tem uma música que serviu de inspiração pra construção dele. A do primeiro capítulo é Infinito da banda Fresno.

Finalizado essas notas enormes: boa leitura ;)

XXX

— Tem certeza de que está tudo bem mesmo? — Leigh perguntou para o irmão, aproveitando o movimento suave da cadeira de balanço em que permanecia sentado.

— Tenho — Lysandre respondeu junto de um suspiro baixo, voltando o rosto de perfil para o mais velho, deixando de lado a admiração de toda a natureza que ambos tinham à frente. O sol se punha mais uma vez na fazenda. — É a quarta ou quinta vez que você questiona isso apenas hoje — ele devolveu em um tom leve, gerando um fraco riso no outro.

Leigh recostou-se na cadeira de balanço, enquanto Lysandre colocava as mãos nos bolsos da calça de algodão que trajava, ambos observando a natureza saudar mais uma noite que começava e tendo apenas o coro das cigarras como único som por breves minutos.

— Eu apenas ainda não me conformo com a sua decisão. Mesmo depois de todo esse tempo — Leigh quebrou o silêncio, com a voz sobrepujando o coro das cigarras.

Lysandre balançou a cabeça, sabendo o que sairia daquela conversa: nada. Assim como nas tantas outras vezes em que a mesma cena se repetiu nos últimos meses.

— Nem eu me conformo com a situação, irmão — o mais novo declarou, desviando o olhar dele e apoiando os cotovelos sobre a amurada de madeira da varanda, fitando o horizonte tingir-se de tons mais escuros. — Apenas… Vivo — finalizou a frase com certo amargor que era percebido apenas por Leigh, que o conhecia tão bem.

Havia cerca de um ano e meio desde o falecimento de George e Josiane e um ano e sete meses desde que Lysandre terminou com sua antiga namorada. Desde então, nada de novo. Lysandre vivia na fazenda e administrava os negócios da família, Leigh continuava a expansão de seu comércio, Rosalya estudava e o casal visitava o interior mensalmente. Tudo parecia se repetir em um ciclo interminável.

Leigh se levantou da cadeira de balanço, caminhando até estar lado a lado com o irmão, imitando sua posição com os cotovelos apoiados sobre a madeira da amurada da varanda.

— Eu lhe expliquei os meus motivos. Não voltarei atrás — Lysandre afirmou, encarando com firmeza os olhos do irmão. Teimoso como era, não voltaria atrás com o compromisso que resolvera assumir para si.

Lysandre mudou-se para a fazenda pouco após a morte de George, não querendo deixar Josiane sozinha com seu luto em uma casa vazia e carregada de memórias. Dois meses após a partida do marido, ela se foi, deixando a residência em um silêncio que nunca mais mudou.

Lysandre, mesmo com os protestos de Leigh e Rosalya, não retornou para a cidade, permanecendo isolado na fazenda, usando como desculpa a administração dos negócios com a venda de queijo e vegetais, afinal, Francisco, o caseiro, tinha como obrigação apenas o trato dos animais. As demais escusas foram abandonadas pelo meio do caminho.

Além disso, aquele lugar que guardava memórias de tantas gerações que ali viveram não merecia ficar abandonado para se deteriorar com o tempo. Portanto, Lysandre prontificou-se a cuidar de sua antiga morada, sacrificando seus próprios sonhos para tal fim. Ele apenas aceitou que isso era o certo a se fazer. Ou obrigaria a si mesmo a se convencer de que era o certo a ser feito.

A conversa dos irmãos foi interrompida por um leve barulho de patas a caminhar pela madeira do piso da varanda.

— Não falou mais com Castiel? — Leigh questionou, observando o irmão acariciar a cabeça do cachorro, que parecia apreciar o carinho do novo dono.

Lysandre desceu o olhar para o animal de pelo negro, recordando-se da conversa que ocorrera naquele mesmo lugar há algumas semanas.

...

Ao ver Dragon arranhar a porta que dava acesso à varanda, Lysandre abriu-a, dando passagem para o cachorro que correu e deitou-se logo aos pés do dono, estando este com a cintura encostada na amurada de madeira da varanda e envolto em um moletom preto e no cheiro de tabaco. Castiel retirou o cigarro da boca, soltando uma baforada e voltando a apoiá-lo nos lábios logo a seguir.

— Pensei que tivesse ido dormir — Lysandre comentou com o amigo, parando logo ao lado.

Castiel soltou uma nova baforada antes de falar algo, deixando somente o coaxar dos sapos como resposta a Lysandre.

— É você que vai dormir com as galinhas, não eu — respondeu debochado, gerando um sorriso no rosto do outro.

Lysandre meneou a cabeça com a fala do amigo e apoiou as mãos espalmadas sobre a amurada da varanda, enquanto Castiel acariciava Dragon distraidamente com a mão esquerda, tendo a direita novamente ocupada em segurar o cigarro para uma nova baforada.

— Apenas o questionei porque acreditei que você acordaria cedo amanhã.

Castiel ergueu as sobrancelhas com a afirmação. Apagou a bituca do cigarro e atirou-a no meio do mato, em um gesto nada ecológico, recebendo logo um olhar repreensivo de Lysandre, entretanto, o ruivo ignorou solenemente.

— Tanto faz dormir cedo ou não — respondeu junto de um dar de ombros, enfiando as mãos nos bolsos do moletom puído.

Dragon ganiu em protesto pelo afago interrompido, porém, Castiel estava mais resignado em si mesmo. O animal contentou-se em apenas abaixar a cabeça e se aconchegar mais aos pés do dono.

O ruivo olhou brevemente para o amigo, percebendo que estava sendo encarado.

— Se quer saber, então pergunta de uma vez, saco! — explodiu naquela tensão que carregava, passando as mãos pelo cabelo tingido e tirando os fios ainda mais de lugar, para, em seguida, cruzar os braços sobre a amurada e tendo a cara amarrada de quando estava irritado.

— Não quero pressioná-lo a escolher algo com as minhas perguntas.

Castiel soltou um riso rouco, voltando os olhos cinzentos para o amigo logo ao lado.

— Eu ainda não sei. Tá feliz? — devolveu ríspido, tendo o silêncio como resposta. — Eu só não sei se é isso mesmo o que eu quero. — Lysandre ergueu uma sobrancelha com o questionamento e Castiel continuou. — Fãs, fama… Eu só quero tocar.

Crowstorm, a banda onde Castiel era guitarrista e vocalista — função que assumiu após a saída de Lysandre —, estava prestes a assinar um contrato com uma conhecida gravadora. Podia ser o passo fundamental para a carreira deles, o contrato e a gravação do álbum que os levaria ao estrelato. Contudo, Castiel questionava-se se iria mesmo assumir tal compromisso. Carregado de dúvidas e cheio de questionamentos por todos os lados, o músico refugiou-se na fazenda de Lysandre para refletir, longe de todos aqueles que o incomodariam em busca de uma resposta imediata.

— Às vezes precisamos assumir as consequências de nossas vontades, Castiel — Lysandre aconselhou-o com uma afirmação enigmática.

— Andou lendo biscoitos da sorte por acaso? — o ruivo devolveu com uma resposta sarcástica, fazendo com que Lysandre balançasse a cabeça novamente.

Os amigos retornaram para o silêncio, possuindo apenas o coaxar dos sapos como forma de marcar o tempo que passava.

— Não é a mesma coisa sem você — Castiel confidenciou baixo e escondeu o rosto atrás dos cabelos ruivos, começando a se retirar da varanda, sendo seguido por Dragon.

— Eu ainda vou estar com vocês — Lysandre devolveu no mesmo tom, observando o amigo sair e deixá-lo sozinho do lado de fora.

...

No fim das contas, Castiel aceitou o contrato com a gravadora, deixando Dragon com Lysandre na fazenda. Mesmo que sentisse em separar-se do cachorro, não poderia cuidar do animal com tantas viagens, afinal, entraria em uma longa turnê para a divulgação do álbum assim que o lançamento ocorresse.

Do amigo ele levou apenas algumas poucas composições que o platinado tinha guardado. Apesar de não ser mais o vocalista, Lysandre continuava colaborando com a banda como letrista. A grande e única questão que o incomodava era não conseguir escrever mais nada. Havia meses.

As letras que Castiel levou eram as últimas, compostas quando Lysandre terminou o namoro e descontou sua dor pela separação em versos. Agora, um bloqueio instalara-se dentro de si e não saíra mais.

— Conversei com ele semana passada, antes que entrasse em estúdio — Lysandre respondeu a pergunta do irmão, parando de acariciar Dragon, que abaixou a cabeça e aconchegou-se aos pés do novo dono. —Agora está bastante ocupado com as gravações do CD.

Leigh apenas assentiu, deixando de olhar para Dragon, que aparentava ser o único confortável naquele início de noite.

— Ele parece ter se acostumado com você.

Lysandre sorriu, tendo agora uma nova companhia naquela fazenda, além de Francisco, que se mostrara um ótimo amigo nos dias solitários que pareciam nunca acabar.

— Leigh! — Uma voz feminina chamou de dentro da casa. — Você ainda não arrumou as malas, amor? — Rosalya questionou, tendo terminado o banho e encontrado as roupas e objetos do casal ainda espalhados pelo quarto.

Os irmãos trocaram um olhar mais leve, com Lysandre sorrindo ante o esquecimento do outro. Pelo visto, o esquecimento não se restringia apenas a ele. Leigh entrou e foi em direção ao quarto, deixando o irmão sozinho com Dragon e seus próprios pensamentos.

Lysandre observava o céu que se tornara complemente escuro e pontilhado por estrelas. Mais um fim de dia. Mais uma noite. Mais do mesmo, em uma repetição que não tinha fim.

Mesmo apreciando aquele silêncio que se tornara rotineiro, às vezes via-se sentindo falta do barulho ininterrupto da cidade. O grande centro era mais ruidoso do que seus próprios pensamentos.

Querendo ignorar aquele pandemônio em sua mente, resolveu distrair-se e lavar a louça do café da tarde, ainda intocada dentro da pia.

Entrou para a cozinha, porém, Dragon permaneceu onde estava, encolhido na varanda.

Enquanto lavava a louça, Lysandre ouvia os passos e as vozes de Leigh e Rosa terminando de arrumar as malas e conversando sobre o dia seguinte na cidade. Rosa animada com a volta às aulas na faculdade e Leigh também compartilhando o mesmo ânimo, este, entretanto, dirigido à loja, cujas vendas aumentavam cada vez mais.

Terminado o enxague do último prato, Lysandre fechou a torneira, colocando a louça no escorredor e secando as mãos no pano de prato com desenho de vaquinha, bordado por Josiane.

— Acho que a rodovia vai estar vazia uma hora dessas — Rosa comentou, trazendo uma nécessaire na mão enquanto o namorado segurava as malas dos dois. — Lys-fofo!

A moça correu para dar um abraço no cunhado, que ainda segurava o pano de prato.

— Vou sentir saudades. — Os dois separaram-se, com Rosa observando-o uma última vez pelas próximas semanas. — Qualquer coisa, você sabe, só ligar pra gente — sugeriu com carinho, recebendo um sorriso como resposta de Lysandre. — Se cuida. — Ergueu-se, dando um beijo na bochecha do cunhado e se despedindo com um sorriso triste, caminhando junto de sua nécessaire para fora.

Lysandre e Leigh se encararam brevemente, sozinhos no cômodo.

— Nós voltamos no próximo feriado — o mais velho afirmou, aproximando-se para um abraço rápido. Em seguida, olhou para o irmão, pronto para dar todas as indicações de sempre, porém… — Se quiser…

— Eu sei, Leigh, não mudarei de ideia — Lysandre interrompeu-o, sem a intenção de soar rude, apenas querendo cortar aquela conversa que tiveram tantas vezes. — Ficarei bem.

Ambos trocaram um último olhar e Leigh assentiu antes de voltar a apanhar as malas. Lysandre pegou uma delas, indo com o irmão em direção ao carro que estava estacionado do lado de fora.

— Qualquer coisa, não hesite em ligar — Leigh aconselhou uma última vez, recebendo um aceno de cabeça como resposta enquanto cruzavam a soleira da porta e desciam as poucas escadas da entrada.

— O manterei informado sobre a fazenda também — Lysandre afirmou, pois o estilista sempre perguntava sobre os animais e as vendas dos legumes e verduras. E também da produção dos queijos, porém, cessara com a última questão havia algum tempo. — Façam uma boa viagem — Lysandre desejou e entregou a última mala para Leigh, que fechou o porta-malas com um baque.

— Obrigado — ele agradeceu e os irmãos se despediram pela última vez em algumas semanas.

O moreno entrou no carro e Lysandre observou tudo, enquanto o veículo começava a funcionar e afastar-se da casa. Logo, saiu de suas vistas e de sua propriedade, deixando-o sozinho mais uma vez.

Resignado, resolveu voltar para dentro de casa e seguir com a rotina que estava acostumado: leitura, banho, jantar com Chico, lavar a louça e tentar compor algo antes de dormir, para no outro dia acordar cedo e encarar a rotina da fazenda e passar por tudo mais uma vez. Ele vivia desanimado com aqueles dias que pareciam ser tão iguais.

Tão iguais que ele se deparava com as mesmas linhas mais uma vez. À luz da lâmpada fraca da cozinha, encarava as mesmas folhas de papel sobre a mesa, com versos que pareciam não levar a lugar nenhum.

Lysandre suspirou, largando o lápis sobre a madeira e passando as mãos pelo cabelo, sentindo-se perdido. Nada de novo vinha à sua mente para dar algum rumo àquelas poesias.

Seus pensamentos, contudo, foram interrompidos por batidas frenéticas na porta da frente. Com rapidez, levantou-se e atendeu. Ao abrir a porta, deu de cara com Francisco, o caseiro, arfando de uma possível corrida até ali.

— Seu Lysandre, a vaca tá parindo.

XXX

Um detalhe importante: toda vez que tivermos uma parte em itálico, ou é letra da música ou um flashback.
Confesso que eu ri de terminar o capítulo assim xD
E então, o que acharam desse começo? Teorias do que vai vir por aí? Quer bater um papo comigo? Só vem ♥

13 de Agosto de 2020 às 23:04 2 Denunciar Insira Seguir história
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Isís Marchetti Isís Marchetti
Olá, tudo bem? Faço parte do Sistema de Verificação e venho lhe parabenizar pela Verificação da sua história. Confesso que eu já tentei jogar Amor Doce umas três vezes, mas nunca conseguia me focar no jogo ou sair do começo. Mesmo assim eu já tinha uns crush no jogo, fala sério, só tinha homem bonito lá! Mas fora isso, eu achei muito interessante ler uma fanfic desse tema, é a primeira vez que eu vejo e o entendo que você tem é completamente diferente do que eu poderia imaginar já que se trata de Amor Doce. Pode ser que eu tenha essa impressão por não ter avançado muito no jogo, mas a temática que você escolheu, sobre ele ser um fazendeiro e tudo mais, me pegou completamente desprevenida e isso com certeza foi inesperado e maravilhoso. Eu particularmente gosto muito de ler histórias que estão prontas para quebrarem os padrões. A coesão e a estrutura do seu texto estão ótimas. A narrativa do texto está surpreendente e em vários momentos eu podia jurar que ele estava falando comigo ou eu que estava lá assistindo tudo sobre seus passos e movimentos. Quanto aos diálogos, eles estão muito bem construídos e não é como se fosse uma conversa aleatória só para fazer peso na história. A sinopse também está incrível, ela me deixou muito curiosa para desvendar a história que ele iria construir para si mesmo através de um nascimento de um bezerro. Quanto à ambientação, não tenho nem o que dizer, a forma com que você descreveu tudo realmente me fez sentir dentro de uma fazendo e isso é muito importante para contar aonde a história se concentra e onde se passa tudo, deixando o texto mais verossímil. A gramática do seu texto está incrivelmente maravilhosa, você me proporcionou uma leitura muito agradável em vários ângulos. Porém, no início do segundo capítulo você deixou passar um "o que?" em vez de "o quê?", mas acredito que tenha passado despercebido visando que em outros momentos você usou corretamente. No mais o seu texto está ótimo e eu vou marcar ele para poder continuar a leitura assim que possível. Desejo a você sucesso e tudo de bom. Abraços.
August 18, 2020, 02:09

  • Ester Cabral Ester Cabral
    Olá olá! Comigo tudo bem, e com você? Antes de mais nada, obrigada pelo comentário. Eu joguei Amor Doce por dois anos e pouco, mas larguei deve ter quase dois também, por não gostar do direcionamento que a empresa deu ao jogo. Mas, ao menos as fanfics ainda continuam. E é verdade, como não crushar os boys da escola xD Então, depois que a fase do ensino médio foi finalizada no jogo, 3 dos 5 paqueras originais foram removidos e a empresa deu um final... Digamos que não foi nem um pouco satisfatório. O do Lysandre foi esse, de perder os pais e cuidar da fazenda, que ele nunca gostou, e isso que me deu vontade de escrever a (Re) Nascer, meio que pra fechar essa ponta que deixaram aberta e nunca fecharam direito. Mas a parte made in Br foi algo que eu quis inserir na fic, pra dar esse gostinho de familiaridade e foi a melhor escolha que fiz, parando pra pensar. Enfim, eu sempre acabo compartilhando esses detalhes com os leitores, não tem jeito kkk Muito obrigada pela presença. Kisses o/ August 26, 2020, 01:45
~

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