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Uma fic estilo "eu estou em it a coisa" versão universo marvel e dc Sobre uma Violeta anti-heroi, inicialmente não tendo nada de especial. Porém ao perder o pai para um vilão chamado "O pseudo", decide seguir um caminho alternado entre o bem e o mal para sua vingança. Sendo uma ex médica residente em psiquiatria que cuidava dos mais sádicos vilões de Gothan, ela agora alimenta sentimentos magoosos sobre um certo deus da mentira, anteriormente internado no hospital onde ela residia. Ps. Eu não entendo nada sobre a dc então tenham paciência comigo TwT.


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#batman
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Gothan city

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- CAPÍTULO 1 -

Violeta percorreu o campus da faculdade de medicina de Gothan numa velocidade impressionante naquela manhã, engolindo o último pedaço do Scone que viera comendo no carro antes de chegar à sala de aula, onde a professora Dr. Helen cho, à recebeu com um sorriso malicioso em sua cara de sapo:

─ Que alegria vê-la se juntar a nós esta manhã, senhora Delancour.

─ Com licença.─ disse com desdém entrando na sala, quando se sentou numa carteira ao fundo da sala, ao lado de um bonito rapaz de cabelos castanhos e olhos cor de mel que a encarava com preocupação.

─ Você está bem?

─ claro, saudável como um cavalo ─ fez uma expressão cínica, forçando um pequeno sorriso ─ Meu despertador não tocou e eu acabei perdendo a hora.

─ Não se preocupe, isso acontece.

─ É, mas foi um péssimo dia para acontecer...

─ Agora que a srta. Delancour fez a gentileza de se juntar a nós ─ a esganiçada voz de Cho os interrompeu ─ vamos começar nossa prova oral. E quem seria melhor para responder a primeira questão senão a própria senhorita Delancour?

Ótimo.

Bem que algum daqueles super vilões podiam destruir tudo agora – Violeta pensava, desanimada.

─ Diga-me, senhorita Delancour, quais os três principais fatores de risco da Síndrome Neuroléptica Maligna?

─ Er... Bem...

Droga.

Droga.

Droga.

Ela não fazia idéia!

De repente, porém, um pequeno pedaço de papel foi empurrado em sua mão por baixo da mesa. E discretamente, ainda sob o olhar desdenhoso da professora, Violeta observou seu conteúdo. Era a sua salvação.

─ Pessoas catatônicas têm maior risco depois de receberem antipsicóticos ─ respondeu, olhando de soslaio para o papel em sua mão ─ E a agitação e a desidratação também se mostram um fator de risco, além do fato de um episódio anterior da Síndrome representar quinze a vinte por cento de chance deste se repetir, considerado, então, um fator de risco.

O olhar indignado de Cho era impagável.

─ Tudo bem ─ grunhiu ela ─ você conseguiu dessa vez, Delancour. Agora, vejamos... Eduardo, no que concerne aos neurotransmissores...

Olhando para Kirato com puro agradecimento, Violeta murmurou silenciosamente: "valeu" e o bonito rapaz ao seu lado apenas sorriu, ligeiramente corado. No final da aula, ao colocar os pés para fora da sala e finalmente se afastar dos grunhidos irritados da Cara de Sapo, Violeta se jogou alegremente em Kirato, que imediatamente a rodeou com seus braços fortes de capitão do time de Rúgbi e um sorriso apaixonado no rosto bonito, o qual Violeta sequer pareceu notar:

─ Obrigado, obrigado, obrigado! Você salvou minha vida, Kirato!

─ Não exagere ─ sorriu, ainda abraçando a menor ─ Eu salvei apenas o seu futuro acadêmico.

─ E eu serei eternamente grata por isso!

─ Não se preocupe Violeta, fazer residência e ainda estudar para as provas horríveis da Cho não deve ser nada fácil.

─ Você não faz idéia ─ suspirou, afastando-se dos braços fortes para desânimo de Kirato ─ Mas você também vai começar sua residência agora, né?

─ Daqui dois meses, no Hospital das Clínicas de Gothan, residência em neurologia.

─ Meus parabéns!

─ Obrigado.

Após ponderar por alguns segundos, observando a menor com certo nervosismo, Kirato finalmente perguntou:

─ Er... Violeta, você gostaria de sair comigo um dia desses?

─ Sair...?

─ É, talvez um cinema ou comer alguma coisa.

─ Você quer dizer, tipo um encontro?

─ Sim.

Violeta piscou duas vezes.

E a imagem do homem que ela tanto amava imediatamente surgiu em seus pensamentos.

Droga! Ela não deveria pensar nele agora! Não naqueles intensos olhos verdes e na fúria que estes poderiam refletir se soubesse da proposta do bonito homem à sua frente. Ele era seu paciente e nunca seria algo mais que isso. E Violeta estava mesmo querendo arrumar um namorado para limpar sua mente daqueles magnéticos olhos esmeraldas vindos de outro planeta... Então, por que não?

─ Eu adoraria.

─ Mesmo? ─ o entusiasmo era visível na voz de Kirato.

─ É claro.

─ Ótimo. Então, o que acha de sexta-feira? Eu pego você no hospital e podemos ir num lugar legal que eu conheço.

─ Tudo bem. Eu saio às seis horas na sexta.

─ Perfeito.

Violeta ofegou de surpresa quando Kirato beijou sua testa, abraçando-a rapidamente e girando no ar antes de correr para o ginásio poliesportivo da universidade, no qual todo o time de Rúgbi estava a sua espera, pois o famoso time dos Grifos da Universidade iria disputar mais um campeonato em breve. E com certo nervosismo, Violeta permaneceu parada em seu lugar, observando o bonito homem de cabelos castanhos desaparecer pelos corredores do imenso prédio enquanto se pergunta se havia tomado a decisão certa.

É claro que sim.

Kirato era um cara bacana, inteligente, bonito e engraçado. E, além disso, seu interesse parecia genuíno e não uma busca de diversão a curto prazo. Sem dúvida, uma pessoa séria que provavelmente estava atrás de um relacionamento duradouro, algo que Violeta também desejava.

Nada poderia dar errado.

「• • •「 • • • 」• • •」

─ Ele pediu para sair com você?. ─ disse SadgirlofSlytherin (Isa Lodge)

─ Isa, por favor, fale baixo ─ suspirou, observando sua melhor amiga quase pular de animação.

Naquele momento, na enorme sala de recreação do Hospital Psiquiátrico de Gothan, na qual se destacava um imenso piano negro de cauda, uma mesa de pebolim e outra de ping-pong, além de confortáveis poltronas acolchoadas rodeadas por estantes de diversos livros e inúmeros jogos de tabuleiro empilhados lado a lado, as duas jovens médicas acompanhavam a interação entre os pacientes da ala 1.

─ Eu gosto do Luka, mas ele é o cara mais lindo e cobiçado da faculdade ─ informou ela, agora um pouco mais baixo ─ E é claro que é gay. Por que os melhores são gays?

─ Leis cósmicas do universo, minha cara.

─ Injustiça do universo você quer dizer.

─ Eu pessoalmente não posso reclamar. Mas veja por esse lado, Tony Stark é gay e ainda é um idiota, então nem sempre as leis do universo acertam.

─ Tem razão.

Com um sorriso divertido, Isa balançou a cabeça e se abaixou para apanhar a boneca que Luna havia deixado cair no chão. Luna Redler era uma linda jovem de vinte e dois anos, cabelos louros e sorriso sonhador que vivia em seu próprio mundo, diagnosticada com transtorno de personalidade esquizóide.

─ Esses Narguilés estão sempre puxando minhas coisas para o chão.

─ Apenas tome cuidado, querida ─ Isa sorriu, calorosamente, sendo ignorada pela menina que havia voltado a cantar.

─ Eu não sei se devo me envolver com ele.

─ Por quê? ─ perguntou com perspicácia ─ Isso não tem nada a ver com Loki Launfrei, né?

─ O que? Do que você está falando, Isa?

─ Eu vi você saindo com a ficha dele ontem, depois de vê-lo quando o mesmo chegou aqui acompanhado da s.h.i.e.l.d., você parecia realmente perturbada.

─ E-Eu...

─ Vamos Vih, não minta para mim.

─ Talvez eu me sinta atraída por ele ─ admitiu por entre os dentes brancos e perfilados.

─ Talvez?

─ Sim, mas isso não quer dizer nada, apenas que ele é bonito.

A jovem médica arqueou uma sobrancelha e Violeta continuou divagando:

─ Incrivelmente bonito, um deus, na verdade, e charmoso, inteligente e... Enfim, mas não muda o fato de Loki ser meu paciente.

─ Eu ainda acho esse cara assustador ─ murmurou Isa, confidencialmente ─ Mas se você diz...

Interrompendo a discussão, surgiu a arrastada voz de Nick furry:

─ As senhoritas poderiam parar de fofocar? ─ burlou-se ─ Está na hora de mandar esta leva de loucos de volta para o quarto para que os loucos perigosos, incluindo o pior: Loki, possam vir para cá.

─ Você é tão desagradável, Furry.

─ Sim, e desrespeitoso ─ grunhiu Isa ─ se não gosta de lidar com pessoas que sofrem com doenças mentais, porque decidiu trazer Loki a pedido de odin e ficar tomando conta dele aqui?

─ porquê eu sou encarregado pela s.h.i.e.l.d dele.

─ E provavelmente porque foi o único lugar onde aquele chefe sigiloso conseguiu comprar uma vaga para ele ─ disse Isa sem prestar atenção em sua última frase, após o pirata caolho se afastar para avisar aos enfermeiros que os pacientes da ala 1 deveriam ser levados de volta.

─ Sem dúvida.

Violeta, no entanto, permanecia a olhar para as portas da sala de recreação com um sorriso apreensivo.

Em breve, os pacientes da ala dos vilões cruéis. ─ que eram tratados ali. ─ que nada mais eram que super vilões, estariam ali. Sob proteção de um programa criado para reabilitação na sociedade, e por algum motivo todos reunidos em Gothan city, até os de Nova York.

De fato, vinte minutos depois, os pacientes da ala 6 vestindo suas camisetas cinza e calças pretas de algodão ingressaram na sala, na qual o número de enfermeiros e seguranças de armadura de ferro, havia sido dobrado para garantir que nenhuma reviravolta acontecesse ali. Um a um os homens e mulheres foram entrando no local, pouco mais de vinte pessoas ao todo, assim como os pacientes da ala 1, e seguiram para se distrair com qualquer objeto que lhes chamasse atenção, ou então, aqueles que tomavam medicações fortes demais permaneceram sentados no sofá com o olhar perdido num ponto qualquer. E somente quando o último paciente entrou, escoltado de longe pelos seguranças e atraindo olhares temerosos dos enfermeiros, Violeta notou que estava prendendo a respiração. Era Loki Launfrei, que lhe lançou um sorriso, seguindo para um pequeno sofá próximo à estante de livros.

─ Ele é assustador ─ murmurou Isa ─ Não sei como você pode gostar dele.

─ Eu não gosto dele!

─ Pelo menos não deveria gostar ─ repreendeu severamente ─ Ele é seu paciente e tenho certeza de que você se lembra da nossa primeira aula...

─ "Nunca se envolvam com um paciente".

─ Exato. Principalmente se este paciente for um Deus de outro mundo assassino perigoso que pode matá-la, cortá-la em pedacinhos e despejá-la às margens de um rio qualquer.

─ Poxa, obrigado Isa. Ajudou muito mesmo.

─ Apenas tenha isso em mente.

─ Ele não faria algo assim.

─ Você não pode saber com certeza.

─ Eu apenas sinto que... Ah, deixa para lá ─ suspirou ─ Ele é meu paciente e eu quero ajudá-lo, apenas isso, satisfeita?

─ Sim... E pelo amor de Deus, ele não vai parar de olhar para cá?

Surpresa, Violeta voltou-se ao sofá onde Loki permanecia sentado, sozinho ─ pois nem mesmo os outros pacientes se atreviam a se aproximar daquele homem assustador cujos olhos lembravam uma cascata de frieza ─, com um livro qualquer aberto em seu colo e o olhar fixado no balcão onde ela e Isa conversavam.

─ Er... Eu volto já, Isa.

─ Violeta, não!

Mas Violeta sequer ouviu as últimas palavras de sua amiga. E com passos suaves que faziam o jaleco branco ondular graciosamente como uma capa, aproximou-se do pequeno sofá e se sentou ao lado de Loki.

─ A Dra. Lodge não parece feliz em vê-la se juntar a mim.

─ Ela é um pouco protetora ─ murmurou.

Mas ao notar o perigoso brilho no olhar esmeralda, Violeta acrescentou rapidamente:

─ É minha melhor amiga.

─ Que atenciosa ─ burlou-se o maior. E Violeta franziu o cenho, descontente:

─ Sarcasmo é o subterfúgio dos tolos, Loki.

─ Eu prefiro encará-lo como um meio inteligente, refinado e espirituoso de lidar com as tolices ao meu redor.

─ As minhas palavras são tolices para você?

─ Não ─ respondeu com seriedade ─ Nunca. Porque você não é como eles, não se parece nem um pouco com a escória ao nosso redor. Você é como eu, Violeta.

─ Eu sinceramente não me lembro de ter recebido um diagnóstico de transtorno de personalidade narcisista também.

─ Sarcasmo, Violeta.

─ Ouvi dizer que é um meio inteligente, refinado e espirituoso de ver a vida.

Touché─ sorriu ─ E você não recebeu este diagnóstico apenas porque ainda não se deu conta da pessoa extraordinária que você é.

Com as bochechas vermelhas como as de uma adolescente na escola primária, Violeta desviou o olhar, sabendo que as palavras sussurradas sedutoramente haviam balançado seu coração de uma forma que ninguém conseguira até hoje. De uma forma que paciente algum deveria fazer. Porsorte, na pior das palavras, Violeta teve sua atenção desviada para o relógio.

「• • •「 • • • 」• • •」

Violeta dirigia seu novíssimo Mini Cooper preto a toda velocidade pelas ruas de Gothan, agradecendo silenciosamente pelo presente de formatura adiantado de seu pai, pois hoje não agüentaria ficar nas proximidades do hospital nem mesmo para esperar pelo ônibus. Em tempo recorde e talvez com algumas multas acumuladas na carteira, chegou ao número doze de Delancour Place e após estacionar ao lado da BMW 760Li de Arthur, subiu pelos degraus de pedra polida à enorme e bonita casa na qual vivia sozinha com seu pai desde seis anos atrás quando sua mãe morreu em um acidente de carro.

─ Chegou mais cedo, pequeno raio de sol?

─ Sim ─ sorriu, ─ e você pai, por que não está trabalhando?

─ Conseguimos encerrar um caso particularmente difícil hoje, então vou deixar para me estressar com o próximo só amanhã.

─ Mas que maravilhoso exemplo do capitão de operações de Gothan city ─ provocou.

O bonito homem de quarenta e poucos anos, cabelos ondulados negros, olhos azuis e sorriso jovial era seu pai, Arthur Rebello, capitão de operações da famosa polícia metropolitana de Gothan e herdeiro de uma grande fortuna. Por esse motivo, o trabalho de Arthur era uma paixão, não um meio de sustento. Ele sempre se dedicava ao máximo para colocar criminosos perigosos na cadeia e fora colega do famoso comissário de polícia gordon, nesta mesma profissão quando os dois haviam deixado o colégio e, idealistas, cada um com a fortuna herdada de seus pais, prometeram limpar as ruas de Gothan para as gerações futuras. E ainda hoje Arthur não se conformava com a morte de sua esposa, mas cuida de Violeta com todo o amor.

─ Deixe de tagarelar e vá fazer o jantar, moleca ─ brincou ─ Estou morrendo de fome.

─ E quando você não está?

Uma almofada em seu rosto foi o que Violeta recebeu como resposta e rindo divertida, seguiu para a cozinha, depois de deixar sua mochila com Arthur no sofá da sala.

Cozinhar era uma terapia para Violeta, algo que aprendera desde cedo para sobreviver longe da comida congelada que seu pai insistia em comprar, pois Arthur sempre fora um completo desastre na cozinha. E naquele momento, enquanto cortava os legumes para fazê-los dourados na manteiga, Violeta via todas as suas preocupações se dissiparem pouco a pouco e um par de penetrantes olhos esmeraldas se esconderem no fundo de sua mente.

Depois de retirar a carne assada fatiada do formo, colocar os legumes prontos num recipiente de vidro e o pudim Yorkshire em cima da mesa, Violeta pôs a cabeça para fora da cozinha e chamou seu pai:

─ A comida está pronta! ─ Em seguida, retirou a jarra de suco de maçã da geladeira e a colocou sobre a mesa.

Mas no momento em que Arthur entrou na cozinha, a cor fugiu de seu rosto. Nas mãos de seu pai se encontrava a ficha médica de Loki.

─ Você mexeu nas minhas coisas? ─ grunhiu irritada.

─ Não, Violeta, sua mochila estava aberta e eu acabei vendo a foto desse cara no papel e fiquei preocupado ─ respondeu simplesmente ─ Então Loki foi secretamente internado no seu hospital pela S.h.i.e.l.d?

─ Não émeuhospital.

─ Esse homem não é doente mental ─ bufou, ignorando o muxoxo de Violeta ─ É apenas um maldito assassino de sangue frio.

O estômago de Violeta se contorceu.

─ Ele matou mais de milhões pessoas em Nova York, o desgraçado. Ficamos na cola dele por semanas.

─ Ele foi diagnosticado com sérios problemas... ─ murmurou, a voz sumindo a cada palavra.

─ Bobagens, é apenas uma desculpa para que ele não precise pagar por seus atos. Não sei por que aboliram a pena de morte nesse país.

─ Não!

Diante da repentina exclamação, Arthur a encarou com surpresa.

─ Quero dizer... Er... Isso é uma afronta aos direitos humanos. Pessoas como ele precisam de ajuda, só isso.

─ Bem, seja como for, tome cuidado.

─ Eu sempre tomo cuidado ─ revirou os olhos. Ok. Talvez essa parte fosse mentira ─ E Isa também está lá cuidando de mim.

─ Ótimo, vou falar para sua amiga não tirar os olhos de você.

─ Oh, céus...

Com um pequeno sorriso, Violeta e Arthur começaram a se servir.

─ Como está a comida? ─ perguntou, Arthur abriu um grande sorriso em seguida:

─ Está uma delícia como sempre!

Horas mais tarde, depois de arrumar a louça e assistir um pouco de TV com Arthur, Violeta subiu as escadas para o seu quarto, tomou um banho e colocou uma calça de moletom azul marinho e uma camiseta vermelha na qual se destacava o símbolo de sua faculdade, um grifo com uma longa juba dourada. Depois de colocar o BlackBerry e o Ipod para carregar, ligou o notebook em sua escrivaninha e foi conferir os e-mails. E para seu completo terror, deparou-se com o anúncio de uma prova oral no primeiro horário de amanhã com a Profa. Helen cho ─ vulgo Profa. Cara-de-Sapo ─ para toda a turma de neurociência B. Era uma das últimas matérias que ela precisava fechar. E não havia estudado nada. E a maldita velha a odiava. E não conseguia afastar a imagem de sedutores olhos esmeraldas de sua cabeça. E... foda-se a prova amanhã!

Com um suspiro resignado, Violeta fechou o notebook, apagou as luzes e foi para a cama. Pelo jeito, Arthur já havia subido também, pois agora Violeta conseguia ouvir a TV no quarto ao lado do seu narrando algum tipo de jogo, mas sem capturar realmente sua atenção. Naquele momento, sua mente traiçoeira evocava apenas a imagem de um par de olhos esmeraldas que lhe quitavam o alento.

E olhando para o relógio, Violeta suspirou.

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12 de Agosto de 2020 às 22:16 0 Denunciar Insira Seguir história
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