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mandy-mars Amanda Karynne de Almeida

“Wu Yifan era um homem de negócios incrível. Mas em matéria de relacionamentos – ele era uma verdadeira negação.” WU YIFAN | SOLISTA | ELIZABETH RODRIGUES | PERSONAGEM ORIGINAL | 18+ ⌈™ & Copyright © 2020 by Mandy Mars. Todos Os Direitos Reservados⌋ Plágio é crime ➳Série: Você vai encontrar o homem dos seus sonhos.


Conto Para maiores de 18 apenas.

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Capítulo Único.

➠Todos os personagens são adultos;

➠Os fatos e eventos aqui descritos são fictícios;

➠Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas – terá sido mera coincidência;

➠Enredo contraindicado para menores de 18 anos;

Kris Wu, ou Wu Yifan – seu nome chinês – era um jovem CEO, presidente da ‘WU e CO. LTDA’ implacável nos negócios.

Chegou a ser o mais jovem gerente empresarial da Ásia – levando sua empresa a vencer vários prêmios, mundo a fora.

Porém, sua estratégia vencedora não se estendia pras outras áreas da sua vida.

Kris era um homem do tipo dominante, por isso mesmo – todos os seus relacionamentos eram efêmeros, banais e baseados em seu poder aquisitivo.

Ele pagava – elas atendiam.

Quando tudo acabava – ninguém devia nada a ninguém.

Ele não notava o quão vazia, sua existência. Era como se ele estivesse anestesiado... sabe como é: sorte nos negócios – azar no amor.

Os caminhos de Yifan não tardariam a se cruzar com os de Elizabeth Rodrigues.

Elizabeth Rodrigues – ou simplesmente, Eliz – era natural de Maceió, capital do estado de Alagoas – e era uma garota extremamente esforçada e prática. Queria ser escritora – inspirada por outras autoras de renome brasileiras como Ruth Rocha e Raquel de Queiroz – e por um nome em especial na literatura policial, Agatha Christie.

Eliz até mesmo chegou a se formar em Letras pela UFM – Universidade Federal de Maceió – mas nunca exerceu a profissão. Veja bem, um escritor no Brasil, tem que ser muito apaixonado pelo que faz.

Infelizmente, paixão não paga as contas – a realidade por vezes é dura e cruel.

Mas lembram que uma das qualidades de Eliz é a praticidade?

Sendo assim – ela deixou seus textos como um hobby, uma forma de distração – e partiu para a vida real. Se candidatou a uma vaga de assistente/secretária na subsidiária brasileira da ‘WU e CO. LTDA’. – e sem surpreender ninguém – passou.

Eliz não tinha qualquer experiência em secretariado – aprendeu tudo na prática.

Entretanto, não se deixou vencer pela timidez ou se intimidar pela quantidade de serviço. Desempenhava seu papel como assistente executiva da Secretária do Presidente da Sucursal brasileira – e no momento certo, seus esforços frutificaram.

Uma promoção foi oferecida à Secretária Executiva – que prontamente recusou. Tinha marido e filhos, e não se via sem eles ao mudar-se pra Ásia. Porém, Elizabeth era jovem, inteligente, capacitada – e o que era perfeito – solteira.

Ele foi a primeira pessoa que lhe ocorreu.

Foi assim que Eliz foi promovida: de uma assistente executiva, passou a secretária pessoal de Wu Yifan, em Pequim – sede da WU e CO. LTDA.

Como era de se esperar, Eliz ficou maravilhada – tanto com a cidade, quanto com o seu chefe. Mas esse fascínio não durou. O que ele tinha de bonito, tinha de frio e impessoal. Veja bem, Kris Wu era o sonho de toda garota – alto, atlético, interessante, capaz de ter conversas que podiam tanto ser polidas, quanto sussurradas ao pé do ouvido...

Mas agia feito um zumbi.

O homem usava um verdadeiro manto de indiferença. Suas ex-secretárias tentaram quebrar o gelo com o seu chefe... ao conseguir ir pra cama com cada uma delas... ao invés de quebrar o gelo – ele as demitia sumariamente.

Elas nem sabiam o que sentir.

Humilhação? Indignidade? Estavam apenas tentando quebrar aquela resistência de ferro, que Kris tinha em torno de si mesmo.

Muita dessa distância auto-infrigida se devia ao relacionamento instável e tempestuoso com seus pais. Mestre Wu já era falecido – mas em vida, foi um homem de excessos. Um jogador inveterado, um apostador que seria capaz de penhorar a própria sombra. Gastava com prostitutas, bebidas e jogos de azar.

A viúva do Mestre Wu, mãe de Kris, era uma rainha do drama. Fechava os olhos pras falhas gritantes do marido – e descontava todas as suas frustrações no filho.

Quando seu marido faleceu, ela pesou ainda mais a mão em cima de Kris.

De qualquer forma, Elizabeth foi uma das secretárias de Yifan. Sim, uma. Ele tinha tido vinte e cinco delas – antes de Eliz.

Mas o caso dela foi bem diferente – é lógico que ela se impressionou com a aparência bonita e excêntrica do CEO Wu. Mas achou muito antipático o fato dele ser frio e impessoal, tratando-a como se ela fosse uma espécie de máquina ou sei lá o quê.

Porém, havia algo que a tirava do sério:

— Rogers... você digitou aqueles papéis?

Ele realmente não sabia o que uma secretária fazia? Porque seu sobrenome, ele não sabia mesmo... Que cara irritante, Deus do céu!

É até pecado, um homem ser tão bonito – e ao mesmo tempo, tão idiota.

Cinco anos foram assim.

Eliz teve alguns encontros. Mas todos os homens que passaram por sua vida – e fatalmente, por sua cama – ficavam intimidados por sua (não) relação direta com Yifan. Até sem saber, o cara melava seus esquemas.

Numa noite qualquer – qualquer nada, era sua folga! – recebeu uma ligação incomum. Não era uma surpresa seu chefe ligar, tanto que seu toque personalizado, era HIGHWAY TO HELL do AC/DC:

— Alô, Rogers? Preciso de você.

Eliz suspirou ao ouvi-lo dizer pela milésima vez seu sobrenome errado. Pela voz pastosa, ele parecia ter bebido.

— Onde o senhor está?

— Eu não sei.

Kris deu uma risada fraca e rouca.

— O senhor bebeu?

— Você é minha secretária ou minha mãe? E nem ouse revirar os olhos!?

Tudo bem, eu admito – isso foi um pouco assustador. Como ele poderia saber?

— Porque me ligou? Pôxa, hoje é minha folga...

Ele nem permitiu que ela concluísse

— Vem me buscar!

Eliz teve que recorrer a toda a calma e paciência do mundo, para não xingar seu chefe.

— Cadê o Xiamao, seu segurança?

O segurança/motorista entrou na conversa logo em seguida:

— Srta. Rodrigues, ele exige a sua presença. Só assim, vai me deixar leva-lo pra casa. Por favor, venha.

Elizabeth já estava irritada pela interferência inoportuna em sua folga – agora aguentar seu chefe sempre carrancudo e ainda por cima bêbado? Ela só podia ter tocado pagode na santa ceia, não é possível!

Vestiu um abrigo, calçou um par de tênis de corrida – e se dirigiu ao endereço que Xiamao lhe deu. Ao chegar até lá, viu Kris – desalinhado, confuso e embriagado. Parecia ter sido atropelado por um trem.

Dentre todos esses anos, Yifan nunca havia agido dessa forma – e olha que a lista de bizarrices era grande... tipo aquela vez que ele ligou em sua linha privada com uma dúvida absurda:

“— Rogers, eu posso misturar café e leite?”

Tão tapado...

“— O número da minha identidade... Rogers, eu não sei o número da minha identidade!?”

E prossegue...

“— Rogers, você terminou com a Liang por mim? Não quero aquela psicopata na minha cola.”

A vontade de Elizabeth era que ele fosse se foder.

Ou foder com alguém.

Não importa.

Sua paciência já estava no fim.

Eliz mal o reconheceu com aquela postura de derrotado. Veja bem, ele aparentava uma aura austera, como se nem pisasse no chão. Era no mínimo chocante vê-lo naquele estado.

— Sr. Wu, vamos pra casa.

De derrotado, ele passou a birrento – assim, num piscar de olhos.

— Eu não quero ir pra casa, Rogers...

Ele fazia troça, como se fosse piada e o estado dele não fosse tão lastimável. Eliz estava a ponto de perder as estribeiras.

— Mas você vai! Quer me demitir por isso? Vá em frente! Hoje é minha folga, seu imbecil! E não vou fazer papel de babá de marmanjo. E é Elizabeth RODRIGUES.

De início, ele ficou surpreso e espantado com a reação dela. Mas não fez qualquer movimento no sentido de sair dali. Enfrentar uma pessoa bêbada já era terrível, imagine quando o bêbado em questão, tem um metro e oitenta e sete de pura teimosia?

— Xiamao, me ajude aqui! O Sr. Wu empacou!

Elizabeth já não tinha qualquer resquício de calma e tranquilidade. Entretanto, Kris resolveu em um rompante ser cordato:

— Eu entro no carro, só... e apenas se VOCÊ me levar pra casa.

Ele dizia isso, gesticulando com o dedo em riste. Salvo pelas palavras emboladas, Eliz o admirou – mesmo estando todo esculhambado, ele se recusava baixar a crista. Estava com um meio sorriso brincando em seus lábios ao concordar:

— Leve o meu carro, Xiamao.

Elizabeth se dirigiu à cobertura em que Wu Yifan morava. O trânsito em Pequim estava um pouco mais fácil, o caminho foi silencioso – tanto que Yifan caiu no sono. Eliz o conhecia como ninguém – e jamais havia presenciado uma situação assim. Yifan bebia socialmente e nunca deixava a bebida afetar seu julgamento. Eliz realmente não conseguia atinar com algo que pudesse ser tão grave, que o afetasse daquela maneira.

Então a percepção de um fato importante a atingiu como um raio: aquela era a data de falecimento do Mestre Wu. E ela não sabia até onde as ações do Mestre Wu afetavam seu filho. Corria a boca pequena, que Yifan foi criado com punhos de aço.

Seu pai havia sido um irresponsável, tirano – que quase levou os negócios da família a banca rôta. Sua mãe, melodramática como ela só, era uma apaixonada obcecada pelo marido – e ficou totalmente devastada com sua morte.

Ela nunca defendeu ou interveio, nas punições infligidas por seu marido a seu único filho – por mais cruéis e hediondas que fossem.

Em anos mais recentes – muitas vezes viu a Sra. Wu sair aos gritos do escritório de seu chefe, o chamando de incompetente ou incapaz. Que ele jamais alcançaria a sombra de seu falecido pai... Ele devia se sentir grato – ainda que a demente de sua mãe bradasse isso aos quatro ventos como uma crítica – não ser igualado ao crápula de seu pai, era uma vitória.

Elizabeth tinha uma origem pobre.

Porém sua família era unida, honesta e amorosa. Por isso, ela se sentia grata. Wu Yifan tinha tudo – e não tinha nada. Podia obter tudo o que o dinheiro pode comprar – mas não se pode comprar afeto. E era justamente disso que ele carecia... afeição.

Arrancar Kris do carro foi outra luta.

Foi preciso Xiamao e Eliz porem todas as suas energias na tarefa de locomoverem Yifan do térreo de seu prédio, até a cobertura. O segurança e a secretária tiveram a exata noção de que aquela parede de músculos pesava, quando tiveram que praticamente carregá-lo. Ele estava bêbado e tinha apagado.

Eles o jogaram na cama Kingsize, dele.

Elizabeth estalou a coluna, finalmente livre daquele peso extra. Kris dormia a sono solto – todo esparramado na cama.

— Pode ir. – Disse pra Xiamao. – Eu cuido dele, depois vou pra casa.

— Sendo assim, boa noite srta Rodrigues!

O que eu faço com você? – Elizabeth se questionava baixinho.

A intenção de Eliz era trocar as roupas dele por um pijama, e o colocar o mais confortavelmente em sua cama. No entanto, a coisa foi bem mais complicada que isso. Não estava despindo qualquer pessoa...

Kris Wu era seu chefe.

E também era atraente, com um corpo que lhe causava calafrios... e antes mesmos de bloquear tais pensamentos – se viu abaixo dele...

Eliz sacudiu a cabeça pra afastar essas imagens eróticas de sua mente.

Precisava urgentemente de um namorado.

Também não entendia o que estava acontecendo. Ao que lhe constava, era invisível pra ele. Vide a maneira debochada com que ele lhe tratava – não se dando ao trabalho nem de aprender seu nome. Aquela foi a única vez que ficaram tão perto.

Acabou desistindo de trocar a roupa dele.

Puxou as cobertas, apagou o abajur e quando se preparava para sair – uma mão rodeio seu pulso, não demorando em concluir a ação, puxa-la.

— Não vai embora, por favor.

Se estar perto a ponto de vê-lo bêbado e perdido, foi um choque – ser puxada pra cama dele, e vê-lo parecendo um garotinho amedrontado, foi demais pro seu coração.

— Eu tenho de ir Sr!

Eliz era solteira (e se dependesse dele – ia continuar!) tinha sua reputação a zelar. Levar fama de oportunista, que dorme com o chefe pra ser promovida – ela não queria.

— Eu sou um chefe perverso, indigno de amor, mas por favor Eliz... não me deixe. Você não pode me amar nem um pouquinho...?

Fez o gesto de “pouquinho” juntando o dedo indicador com o polegar.

Resvalou pro sono novamente – só que devidamente agarrado ao corpo de Elizabeth. Incapaz de se ver livre dos braços de ferro que a circundavam, e incapaz de conciliar o sono – Eliz se pôs a pensar na estranha frase que Kris falou pouco antes de adormecer outra vez.

Só de olhar pro rosto dele – sentia as batidas de seu coração acelerar. Se ele era capaz de bagunçar dessa forma seus sentidos – o que ele não faria com as outras garotas? Como se ela fosse muito diferente... imaginou altas loucuras só de tirar a camisa dele. A verdade é que Elizabeth não sabia o que fazer – foi a primeira vez que viu Yifan tão frágil.

O dia amanheceu.

Kris tinha descido a cabeça de modo que seu rosto ficou em meio aos seios de Eliz – ainda estavam abraçados. Ele abriu os olhos se acostumando a luz da manhã. Se surpreendeu ao dar de cara com um Smurf.

Ergueu a cabeça, e viu que se tratava de um desenho. Fazia parte do pijama de uma garota – mas por mais que tentasse se lembrar dela, ele não conseguia. Não se lembrava dessa mulher – aliás, não se lembrava de mulher nenhuma!

Foi quando a dor de cabeça da ressaca vieram com tudo.

— Bom dia, Sr!

Ele ainda a envolvia em seus braços.

— O Sr se importaria de me soltar?

Elizabeth demonstrava calma e simpatia – características essas que não lhe eram habituais.

Yifan ficou constrangido e contrafeito – soltando a jovem de imediato.

— Isso vai soar meio estranho... – Ele começou incerto – quem é você?

Elizabeth não podia acreditar.

— Sua secretária/assistente pessoal Sr. E assim tem sido por cinco anos.

— Cinco anos!?

A expressão no rosto de Kris foi cômica, ainda mais com os olhos arregalados que ele fez.

— Onde eu estive durante todo esse tempo?... – Murmurou para si mesmo – desculpe, mas vou ter que perguntar seu nome, mas uma vez.

— É Elizabeth. Elizabeth Rodrigues.

— Sou um idiota!

“Não tenha dúvidas...” mas tudo o que disse foi:

— Não senhor. O Sr. estava no automático. Indiferente a tudo e a todos.

Muitas questões foram respondidas, sobre a maneira estranha que Yifan agia. A verdade é que o CEO mais jovem da Ásia nunca teve tempo de curtir as mordomias que o dinheiro trazia. Estava sempre a sombra do inalcançável – seu pai.

Eliz se viu respondendo outra dúvida absurda:

— Posso ficar em casa hoje?

— É claro que pode, Sr. Wu! É sua casa!

— Não vai ocorrer nenhuma grande mudança se eu não for hoje?

— Não, isso eu posso garantir. Tire o dia de folga.

Elizabeth desmarcou todos os compromissos dele, lhe preparou alo para comer – e aproveitou a deixa dele, ao ir se banhar, pra ir embora.

Ao chegar a WU e CO. LTDA – a primeira pessoa que ele viu foi Elizabeth.

— Bom dia srta. Rodrigues!

O coração de Eliz foi parar na goela.

— Já tomou café hoje? Ou melhor, quer almoçar comigo?

Kris fez muitas perguntas. Quis saber o que tinha perdido durante o tempo em que esteve anestesiado. Eliz não reclamou, mas não foi muito difícil pra ele deduzir que exigiu o dobro de profissionalismo dela, aguentar longos cinco anos, sendo chamada equivocadamente de Rogers.

Muitos almoços vieram depois desse.

Até que Kris a chamou pra jantar – e a sobremesa ocorrei no loft dela – entre lençóis.

Kris quis reaver o tempo perdido. A única pessoa capaz de acompanha-lo naquela tarefa, era Eliz. Sendo assim, ele assumiu um compromisso com ela. Kris não sabia muito bem como agir, mas tinha total confiança em Elizabeth.

Depois de um longo dia de trabalho, tomavam banho e vestiam algo menos sisudo – e dividiam o jantar.

Abriam uma garrafa de vinho e muitas mãos bobas depois... acabavam despidos, se beijando afoitamente – se amando até o amanhecer.

A rotina seguiu assim, sem maiores alterações. Até Kris programar o despertador do celular – para 03:00 da manhã!

Ela o pegou, afim de desligar o alarme – e dei de cara com um papel, onde lia-se:

“Venha até a sala.”

Elizabeth ficou ainda curiosa. Seguiu pelo enorme corredor da cobertura de Kris, que levava até a sala. Lá o encontrou, e ele imediatamente dobrou um dos joelhos no chão. Com uma caixinha de joia aberta, onde residia um anel de noivado esplendido, ele disse:

— Ninguém foi capaz de me suportar por tanto tempo, Eliz. Eu me apaixonei e me afeiçoei a você, muito antes de compreender o significado disso.

Eliz suspirava, seus olhos rasos d’água.

— Você quer se casar comigo, Elizabeth Rodrigues?

— Mas é claro que quero seu 白痴 (idiota!) é o que eu mais quero...

Completou sua resposta com um beijo apaixonado.


FIM


Plot (ideia de enredo) @GisaSouza3 no Wattpad;

➳ Favoritem e comentem - e não esqueçam de me seguir;

12 de Agosto de 2020 às 20:18 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

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Amanda Karynne de Almeida Escrevo pra deixar minha marca no mundo.

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