Contagem regressiva para a Copa dos Autores 2020. Registre-se agora e tenha a chance de ganhar prêmios!. Leia mais.
lsilver Lucas Silver

Atlas era só mais um adolescente comum, até que em uma noite um objeto vindo do espaço cai perto de sua casa. Movido por sua curiosidade, Atlas irá embarcar na maior (e perigosa) aventura de sua vida ao lado de uma nova e improvável amiga alienígena.


Conto Todo o público.

#ficção-científica #heróis #adventure #book #livro #universo #extraterrestre #espaço #scifi #aventura #ação #conto #aliens
1
717 VISUALIZAÇÕES
Completa
tempo de leitura
AA Compartilhar

I - A CURIOSIDADE MATOU O GATO!

Atlas estava em seu quarto, conversando com Gabe pelo whatsapp, quando ouviu um estrondo semelhante a um trovão. Estranho, dava para ver pela janela que o céu estava estrelado, não parecia que ia chover, mas enquanto ainda estava olhando para o céu, percebeu que uma estrela ficava cada vez maior até que, parecendo um foguete, passa por cima de sua casa e, segundos depois, Atlas escuta o barulho do estrondo.

"Acho que alguma coisa caiu na mata aqui de trás da casa" digitou para Gabe.

"Como assim, alguma coisa caiu?" Respondeu Gabe.

ATLAS: acho que foi um meteorito,passou por cima da casa, tenho certeza que caiu na mata aqui de trás.

GABE: será?

ATLAS: vou lá ver!

GABE: tá doido?

ATLAS: porque?

GABE: sei lá, vai que é um OVNI!

ATLAS: não viaja Gabe, sabe que não acredito em ET's.

GABE: deveria, você adora aquelas HQs da Marvel.

ATLAS: são só histórias.

Eu vou lá ver, se for um ET te mando uma foto kkkk

GABE: OK! KKKK

Atlas realmente não acreditava em vida extraterrestre como seu amigo, mas com certeza estava curioso para ver de perto uma rocha vinda do espaço, se é que tinha sobrado alguma coisa dela depois da queda.

Era umas dez horas da noite sua mãe estava trabalhando no hospital, portanto Atlas estava sozinho em casa. Ele foi até a cozinha e pegou a lanterna na gaveta do armário e saiu pela porta dos fundos. Atlas morava num bairro novo, num loteamento recém inaugurado, então havia pouquíssimas casas e a iluminação pública não estava completada, assim teve que ligar a lanterna logo que saiu de casa. Logo atrás de sua casa, do outro lado da cerca, havia uma pequena mata e um riacho raso (o objetivo da prefeitura era transformar aquele local num parque ecológico, mas os planos ainda estavam só no papel).

Com a luz da lanterna, Atlas conseguia ver algumas árvores com os galhos quebrados e chamuscados, e um pouco mais a frente um brilho leve. Com certeza o mato em volta do meteorito estava pegando fogo, Atlas pensou. Mas quando chegou perto notou algo estranho.

Não havia fogo…

Nem calor…

Nem meteorito! Muito menos uma cratera.

O que havia ali era um objeto redondo, uma espécie de esfera metálica. Atlas percebeu que o leve brilho vinha dela, a esfera tinha uns desenhos estranhos que brilhavam num tom de azul. Então ele pegou um galho e cutucou a esfera.

Nada.

Cutucou de novo.

Nada.

Então, indo contra todos os seus instintos, o frio na barriga que sentia, tudo que lhe dizia para não fazer aquilo, Atlas se abaixou, fechou os olhos e tocou na esfera.

Nada.

A esfera estava fria, o que era estranho já que ela havia caído do espaço. Atlas pegou então a esfera e na hora ela apagou, o brilho sumiu.

"Que coisa mais sem graça" disse para si mesmo, soltando a esfera. Mas foi aí que viu algo errado. Aquela coisa não saía de suas mãos.

Estava grudada, nas duas.

Atlas fazia de tudo.

Sacudia as mãos, batia aquela coisa nas árvores, mas não surtia efeito algum, a esfera não desgrudava de suas mãos.

Seu coração estava a mil, sentia-o bater na garganta.

Então de repente a esfera se acendeu eu começou a pulsar, uma vibração leve e a emitir um zumbido baixo.

Atlas a encarou, a respiração forte, suando frio, então a esfera começou a ficar mole, como se estivesse derretendo até virar uma gosma preta, parecia metal derretido. Enquanto olhava para suas mãos a gosma começou a se espalhar pelos seus braços, desesperado sacudiu as mãos mas não adiantava, a gosma continuava a se espalhar pelo seu corpo, já chegara a seus ombros e começava a descer pelo seu peito, começou então a correr, mas acabou tropeçando na raiz de uma árvore e caiu.

Sob a luz fraca da lua, viu que a gosma já cobria quase todo seu corpo, até que, por fim, cobriu seu rosto e sua visão escureceu.

12 de Agosto de 2020 às 12:34 0 Denunciar Insira Seguir história
1
Leia o próximo capítulo II - NÃO ACREDITO NO QUE ESTOU VENDO!

Comentar algo

Publique!
Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a dizer alguma coisa!
~

Você está gostando da leitura?

Ei! Ainda faltam 4 capítulos restantes nesta história.
Para continuar lendo, por favor, faça login ou cadastre-se. É grátis!