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vivero_brasil Belén Fraga

Belén Fraga é uma jovem meiga, amorosa e gentil que embarca em uma grande aventura, após completar 24 anos ela descobre que nem tudo é o que parece e que atrás das nuvens o céu é sempre azul, isso acontece quando Belén começa a trabalhar em um orfanato precário e se apega à um grupo de crianças que são ignoradas pela sociedade pelo simples fato de serem diferentes, mas mais que diferentes, essas crianças são peculiares. Ao mesmo tempo que ela tenta lidar com as peculiaridades das crianças, tem que lidar tambem com suas próprias peculiaridades que despertam e se desenvolvem a partir do momento em que ela começa a conviver com as crianças. por outro lado Alejo Méndes Ayala é um jovem arqueologo que chega a Buenos Aires com a intenção de desvendar o mistério dos diamantes azuis e acaba convivendo com Belén e iniciando uma linda amizade com a moça que por sua vez o enxerga mais que um amigo. Ao mesmo tempo que Belén tenta lutar pela propria felicidade, descobre que terá que proteger as crianças peculiares de monstros terriveis que às podem machucar. Será possivel um final feliz? Belén poderá proteger as crianças? Isso e muito mais nos próximos capítulos de A Moça Dos Olhos Celestes.


Fanfiction Seriados/Doramas/Novelas Impróprio para crianças menores de 13 anos.
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Prólogo

Buenos Aires 5/9/1974


Era uma manhã de setembro, o sol brilhava incessante quando uma mulher loira se levantava para tomar o café da manhã, ela penteava os cabelos longos e se olhava no espelho.


Sua barriga grande demonstrava seu avançado estado de grávidez, um bebê logo chegaria e isso lhe trazia uma felicidade inigualável.


Sempre foi seu sonho ter um bebê e poder compartilhar seu mundo mágico com ele, ela escrevia canções nas quais demonstrava o amor que sentia por seus bebês que estavam por chegar, ela fora abençoada com a notícia de que teria gêmeos idênticos porém, não sabia o sexo dos bebes, em meio a um sorriso ela voltou a tocar em sua barriga e proferiu algumas palavras afetuosas aos seus pequenos anjinhos:


— Estou muito feliz em saber que vocês vão chegar, eu amo vocês. — a mulher sorriu enquanto falava com um tom de voz doce e logo veio um homem sorrindo e tocando sua barriga.


— Oi meus anjinhos, eu quero que saibam que nós os amamos muito. — disse o jovem de cabelos loiros com um sorriso gentil, logo depois de dizer isso aos bebês que estavam à caminho o homem sorriu e a mulher o olhou incrédula pois as crianças pareciam escutá-los. — O que houve meu amor?


— As crianças vão nascer. — a moça apontou o vestido que se encontrava molhado enquanto uma expressão de ansiedade tomava conta de sua face jovem.


O homem ao perceber o estado em que sua amada se encontrava saiu correndo, pegou as chaves do carro e desceu as escadas com a mulher em seus braços e uma bolsa branca pendurada nos ombros.


Ele entrou no carro, colocou a esposa no banco traseiro e dirigiu até o hospital mais próximo, chegou no local onde a mulher logo foi atendida.


★★★


Alguns minutos se passaram e a loira estava na sala de parto acompanhada por seu marido a mulher sofria com aquelas dores intermináveis porém aquele esforço sobrehumano foi recompensado, e logo depois de algumas horas a mulher contemplava com ternura a face infantil de uma das crianças que havia nascido.


Ao mesmo tempo eu levava a outra criança a Eudamon, seu estado de saúde era muito grave e na terra não tinha recursos suficientes para que ela pudesse se recuperar, ela ficaria sob os cuidados de uma Ymbryne que estava na ilha especificamente para cuidar da menina, após os médicos de Eudamon curarem a menina, Lia que era uma fada chegava gritando eufórica pela ansiedade.


— Alma, Alma venha aqui!


— O que houve Lia? Até parece que vai tirar o pai da forca! — exclamou a jovem com sotaque britânico.


— Chegou algo pra você. — a fada entregou uma sesta onde uma criança pequena repousava.


— Olha que amor! — a morena segurou a criança em seus braços e a olhou carinhosamente. — De onde veio?


— Da terra, Ela nasceu muito fraca e Tic Tac a trouxe aqui para salvá-la, conseguimos salvar a vida dela porém não podemos devolver ela aos seus pais por culpa dos acólitos e dos etéreos, eles sabem que ela é uma futura Ymbryne.


— Ela é da Argentina?


— Sim.


— Então é da familia da minha irmã Grace!


— Sím, é bisneta da Grace. — Lía explicou.


— Qual o nome dela?


— Ela não tem nome.


— Ela vai se chamar Ariel. — Alma sorriu e levou a menina com ela.


★★★


Ao ver a pequena em seus braços Maria Cristina sorriu emocionada e beijou a pequena face da menina que se movia lentamente e tentava se acostumar ao ambiente estranho que estava, a menina era muito linda, possuindo cabelos castanhos e um nariz pequeno, a pele rosada e 49 centímetros de pura ternura.


Os dedos da menina eram pequenos e finos, e os pezinhos eram minúsculos, apenas cabiam na palma da mão de sua mãe que não se cansava de admirar tamanha beleza.


— Oi meu anjinho, estou muito feliz com sua chegada, eu te amo muito! — a jovem sorriu enquanto uma lágrima caiu em sua bochecha, era uma lágrima de alegria pois apesar da pouca idade ela se sentia feliz por trazer um ser tão pequeno ao mundo.


— Nossa filha é linda Cristina. — Disse o jovem que era pai da menina, o rapaz possuía cabelos loiros e os olhos em um tom de azul profundo.


— Sim, ela parece com você Augusto, tem o seu nariz. — A moça sorriu e ficou brincando com os dedinhos da menina que parecia estar bem cômoda já que estava recebendo carinho e estava aquecida com um cobertor cor de rosa.


— E tem sua testa e suas bochechas redondas. — Augusto se aproximou da menina e tocou em seus cabelos lisos. — Eu te amo princesa! — Dito isso o homem começou a chorar.


— Seu bobo, você está Chorando? — a loira sorriu com ternura e olhou o marido que a abraçava.


— Fiquei emocionado com a nossa filha, eu sempre quis ter uma menina.


— Eu também fiquei emocionada, só que a gente nem botou um nome na menina, que nome a gente coloca? — a mulher sorriu e olhou o marido que estava acariciando o cabelo da menina.


— Regina?


— Cruzes, eu não gosto desse nome! — disse a loira revirando os olhos um pouco descontente.


— Rebeca? — o loiro olhou a menina e a menina não correspondeu a ideia de se chamar Rebeca.


— Sarah? — Indagou a loira enquanto o marido revirou os olhos.


— Vitória. — o homem sorriu porem a menina não demonstrou reação alguma.


— Elisa? — Perguntou a loira com uma tremenda expressão de confusão.


— Não, que tal Miriam? — O homem perguntou ea pequena seguia sem reação.


— Oh, eu desisto! — a loira abaixou a cabeça um pouco triste por não achar um nome que agradasse a sua filha e o homem tocou em seu ombro com leveza.


— Acho que tenho um nome para a menina.


— Que nome? — Indagou Cristina com um sorriso tímido.


— Belén. — Disse o loiro enquanto seguia olhando a menina de pele clara.


— Belén é um nome lindo. — Disse a loira enquanto contemplava a face infantil e terna de sua filha. — Acho que combina com ela.


— Sim, ele combinou com a nossa filha. — O homem sorriu e olhou a menina com ternura. — Belén, nós te amamos muito.


— Quanto tempo vai demorar pra trazerem a outra bebê? — a loira perguntou com a voz embargada.


— Augusto tu pode segurar a Belén enquanto eu falo com a Cris? — perguntava Rosa, a mãe de Maria Cristina e avó das crianças que haviam nascido.


— Onde está o meu bebê? — a loira perguntou com um fio de voz.


— O Tic Tac levou a menina a Eudamón.


— Por que?


— Ela está em perigo aqui, ela nasceu muito mal e o Juan Cruz viria al hospital e tinha a intenção de sequestra-la, esse inominável queria armar uma das suas e usar a sua filha pra entrar em Eudamon. — explicava a mulher de cabelos negros.


— Eu sabía que algo daría errado. — María Cristina começou a chorar. — EU VOU ENCONTRAR ESSE FILHO DA MÃE E VOU ARRANCAR SUAS BOLAS!


— Cris se acalma que você acabou de dar a Luz! — Rosa segurou a mão da loira que seguia chorando.


— Eu não vou poder conhecer minha bebê, eu a perdi para sempre mamãe. — sua voz saiu embargada e as lágrimas molhavam sua bochecha, logo eu interferi com meus poderes e a fiz adormecer.


Enquanto a jovem dormia Augusto a deixou com sua mãe e foi a um cartório que ficava próximo a maternidade, registrou a menina como Belén Fraga Garcia e logo após registrar a criança o homem retornou a maternidade para ficar com sua mulher e sua filha recém-nascido. O homem também estava triste por não poder conhecer sua outra filha porém preferiu guardar para si mesmo o que sentia pois sabia que Maria Cristina precisava dele e de seu apoio.


★★★


Passaram dois dias e eles voltaram pra casa, apesar de não ter sido tão feliz quanto todos esperavam aquele momento não deixava de ser especial pois Belén esbanjava saúde e se desenvolvia perfeitamente, porem algo havia chamado atenção de seus pais, o fato de a menina ter olhos celestes enquanto a mãe possuía olhos castanhos e o pai possuía olhos azuis escuros.


Além disso, a criança possuía um pequeno sinal de nascença que parecia um par de asas. Ainda em choque, por perceberem essa aparente anormalidade, os dois olhavam a menina com preocupação, porém o amor que possuíam pela criança os tornavam mais fortes para encarar os desafios que viriam, assim os dois se esforçavam e davam amor e carinho a menina de olhos celestes que ia crescendo forte e feliz.


Porém a grande revelação veio quando o casal recebeu a visita de Rosa, a avó materna da criança, uma mulher doce e amorosa que havia chegado ao lar da menina portando um livro de capa branca com estrelas douradas.


Ao ver a pequena a mulher sorriu e olhou sua filha que parecia estar triste, se sentou ao lado da jovem e começou a falar com ela enquanto segurava a menina em seus braços e contemplava a face inocente da criança:


— Meu anjo, o que houve?


— Básicamente tudo. — a loira respondeu com tristeza e olhou a menina. — A Belén tem asas.


— Asas? — a mulher de cabelos escuros sorriu pois era a primeira criança dessa geração a possuir aquele sinal de nascença, ela sabia exatamente o que aquilo significava e as consequências do ocorrido.


— Sim, minha filha tem asas ... — a mulher respondeu com tristeza e a mãe segurou suas mãos enquanto lágrimas quentes molhavam seu rosto.


— Filha, isso não é um motivo pra estar triste, o fato da Belén ter asas é por ela ser uma criança especial.


— Como assim especial? Ela tem alguma deficiência? — indagou a loira com desespero.


— Não, não é isso, a menina é perfeita, acontece que a menina é especial em outro sentido.


— Qual? — perguntou Maria Cristina com ansiedade.


— Sua filha é um anjo Cris.


— Anjo? — a loira arqueou uma sobrancelha pois não estava convencida do que sua mãe lhe alertava.


— Sim, um anjo mensageiro da felicidade. — respondeu a morena de olhos celestes.


— E o que isso vai mudar na vida da Belén?


— Muita coisa, começando pelo fato de a menina ter uma missão pra cumprir. — disse a morena de olhos azuis com um tom de voz doce e gentil.


— Que missão? — Perguntou a loira de olhos castanhos.


— Ser guardiã do livro da vida. — a morena entregou o livro à loira e assim a loira foi criando a menina com amor e carinho.




6 de Agosto de 2020 às 21:08 0 Denunciar Insira Seguir história
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