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Melissa queria somente que os homens entendessem que amava fazer sexo e não podia se prender a ninguém. A vida de casada não era para ela. Capa: Imagem de StockSnap por Pixabay


Erótico Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

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O Cheiro do Sexo

Miguel é um homem extremamente lindo e sexy. Todas as vezes que eu o via ficava molhada e meus olhos percorriam o seu 1,90m, especificamente o que ele guardava dentro daquela calça.

Dentro da redação ouvi boatos de que ele estava quase subindo ao altar, mas não me importei. Sou uma mulher determinada, no trabalho, na vida pessoal e principalmente no sexo. Eu sentia que ele não estava bem alimentado, os hormônios dele não estavam sendo libertos pela puritana da Yolanda, sua noiva. E quando digo, puritana, foi porque eu a vi de relance no estacionamento. Ao se encontrarem deram somente um beijo no rosto.

Ah! Se fosse eu....

Eu o queria, então resolvi arriscar. Dar o bote. Pensei muito em como agir, qual seria a minha estratégia. Ele havia chegado recentemente do seu país, o caliente México, e eu sabia o quanto ele gostava do nosso português e eu como uma boa amiga, quis ensiná-lo mais e mais. Usei a minha língua para excitá-lo com charadas.

Da minha mesa o enxerguei no bebedouro. Exatamente o local que eu precisava.

- Olá!

- Oi Melissa. Tudo bem?

- Sim, mas pode ficar melhor. Você gosta de sentir o sabor da língua?

- Como? - Sorriu sem graça.

Bebi a água bem devagar, olhando para os olhos pretos dele que querendo ou não, parecia querer comer qualquer mulher - sorri - você gosta da nossa língua portuguesa?

- Ss .. - Tossiu para tirar o pigarro da sua garganta.

- Sim Melissa, eu gosto.

- Então vamos fazer uma aposta. Desvende uma charada. E se quiser ajuda, me procure. Ok?

- OK. Gosto de charadas.

- Então... Aqui vai: O que é o que é: " Abra a porta que estão entre os meus cabelos de fios crespos e beije os lábios grossos do meu sorriso aberto, largo e molhado. Engolirei devagar cada gota da água que sairá da sua fonte, e, logo após, sentirá o calor que sai do meu forno que possui quartos longos e profundos".

Sorri. Olhei novamente para a sua calça, sem disfarçar, e percebi claramente que os seus ouvidos seguiam os meus pensamentos.

- Desvende. Aguardo a sua resposta.

- Ei. - disse ele em tom alto, mas logo recupero o tom quase sussurrando - desculpe, mas o que eu ganho desvendando esta charada?

- Miguel, você receberá exatamente o que descobrir na charada.

- Mas, a charada foi tão grande que não me lembro de algumas partes. Assim, eu perderei facilmente a aposta.

- Ok. Você quer que eu envie por e-mail, ou ... quer que eu repita?

- Mujer... mujer... - Sorriu.

Aquele sorriso ainda seria somente meu, pensei.

- Envie por e-mail.

Eu já estava sentada na minha cadeira em frente ao computador quando recebi um aviso da chegada de um e-mail.

"Aguardo a charada. Não sou homem de negar uma aposta, ainda mais de uma mulher".

Sem hesitar, e para deixá-lo com mais tesão escrevi em letras bem pequeninas a charada que inventara. Eu sabia que ele procuraria saber a resposta em vários locais e talvez até, com seus amigos e colegas. Não conseguiria. E conversar com Yolanda seria um tiro no pé. No final do texto fiz questão de lembrá-lo: " A prenda está esperando a resposta da charada"

Foi impossível eu não lembrar do que eu poderia encontrar dentro da calça dele, enquanto eu escrevia. Eu queria e o teria. Decidi.

22 de Julho de 2020 às 05:35 0 Denunciar Insira Seguir história
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