anonymouswriter Letícia Silva

Você não pode chorar mais, mesmo quando a noite anterior se repete como GIF, rodando e rodando como um espetáculo interminável, cujo serve de entretenimento para um monstro sádico e vil. Cujo anjos são degolados e esfolados por sequer pensar em livrar seu tormento. Cujo Deus também chora pela sua alma e o céu já não faz mais sentido. Mas está tudo bem, você pode fingir que nada disso ocorreu e que seus ferimentos nada mais são do que produtos de briga de rua. Você pode mentir porque está no seu direito de rir e mostrar ao mundo que nada disso é real. Porque o sangue de seu sangue não lhe atormenta e rouba suas asas todas as noites. E, mesmo que Deus não possa te ouvir daquele seu altar, está tudo bem, porque até mesmo o messias já foi julgado e crucificado.


Suspense/Mistério Para maiores de 18 apenas.

#aborto #violência #suspense #terror-psicológico #romance #crime #estupro
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Act 1;

Os gemidos roucos e baixos traziam um sentimento de nojo enquanto o seu corpo era usado como objeto de prazer. A saliva quente impregnando na sua pele como uma segunda camada em adjunto aos toques possessivos o nocauteava com nojo e asco. A pueril sendo despida e estuprada continuamente por um monstro voraz derramou lágrimas de sangue. O rosto enterrado no travesseiro, sufocando os gemidos e as lágrimas salgadas que insistiam em fazer o seu caminho por suas bochechas maquiadas com cores de roxo e verde, o quadril que já doía e as nádegas avermelhadas eram frutos de um demônio impiedoso e sem escrúpulos.

Deus, como bom ouvinte, preferiu estourar seus tímpanos para não mais ouvir suas preces. O cenário deprimente fedia a álcool, cigarros e sexo. Seus fios acastanhados foram puxados com força, tamanha força o obrigou a retirar seu rosto de seu refúgio. O corpo estava cansado e ferido, sangue vazava de alguns lugares e ele sentia que podia vomitar a qualquer instante. Suas entranhas corrosivas formavam um nó, enquanto ele podia sentir o ácido subir pela garganta e o sangue ser drenado.

Ele fora condenado neste inferno deprimente, torturados pelas garras daquele que deveria o proteger. Jogado a própria miséria para definhar para toda a eternidade. Seu corpo já não era seu, sua mente já não lhe pertencia, sua sanidade por muito fora tomada e agora se banha nesta imundice. Enquanto urra, geme, grita pelo seu tormento, aquele sangue de seu sangue sorria com seu sofrimento, deleitava-se em seu inferno pessoal e se contentava em ser seu carrasco, seu homicida. Enquanto anjos arrancam seus olhos para não presenciar tal devastação, demônios arrancam seu couro e infiltra-se na sua carcaça.

Neste quarto lôbrego, ele foi deixado com seus hematomas e cicatrizes do sangue de seu sangue. Despido e maltratado neste circo grotesco, ele conta os minutos que parecia uma eternidade. O rancor nascido e desenvolvido em sua estrutura como câncer, produzia seus frutos vis e malignos, estes chamados de ódio. Assim, como câncer, irá o consumir e devorar seus últimos resquícios de vida. Então, ele adormece nos braços daquela que sempre o acolheu, nos braços da dor.



Como uma serpente que nos condenou neste inferno aqui na terra, ela se enrola e espreme sua garganta ao ponto de interromper sua respiração, seu fluxo sanguíneo. Enquanto seu corpo doía pela noite anterior que, como um filme, será catalogada para sempre na sessão de dor, ele veste e maquia seu corpo delgado que mais se assemelhava a uma carcaça podre, de paletas de cores escuras que jamais deixarão sua concha. Os toques, os gemidos, a saliva, o membro duro estocando neste buraco apertado enquanto ele morde, enquanto ele consome e destrói sua candura até estar mais podre do que latas de lixo, refletem neste espelho que tu olhas com tanto nojo e afinco. O vômito nasce novamente como um animal selvagem rompendo sua garganta e extraindo suas entranhas.

Você não pode chorar mais, mesmo quando a noite anterior se repete como GIF, rodando e rodando como um espetáculo interminável, cujo este serve de entretenimento para um monstro sádico e vil. Cujos anjos são degolados e esfolados por nem sequer pensar em livrar seu tormento. Cujo Deus também chora pela sua alma e o céu já não faz mais sentido. Está tudo bem, você pode fingir que nada disso ocorreu e que seus ferimentos nada mais são do que produtos de briga de rua. Você pode mentir porque está no seu direito de rir e mostrar ao mundo que nada disso é real. Porque o sangue de seu sangue não lhe atormenta e rouba suas asas todas as noites.

A água parece mais pesada quando você liga a banheira, seu corpo parece mais pesado quando entra, despido, com as cores que foi tão brutalmente pincelada em sua pele. Então, fechas os olhos, afundando em sua própria banheira de pesares e arrependimentos. Você, porém, não morre, não, Deus ou demônio, ou carrasco não permitiria sua morte.

A respiração é tragada com força e, os membros de seu corpo pesam como toneladas. Cambaleia para fora d’água, tonto, e cruza o banheiro para o quarto lôbrego que causa uma sensação ruim. Oras, fora lá que foi enterrado sua puerícia. Você, veste uma roupa qualquer, mangas longas e cumpridas para esconder esses hematomas que se estende por todo seu corpo delgado. Sua garganta está seca, mas não pelos motivos convencionais que todos nós sabemos. Sua mente cria ideias e mais ideias de como esconder seu olho roxo, sua boca maltratada, suas bochechas avermelhadas e o corte raso na sobrancelha.

No fim, decide apenas inventar uma mentira qualquer, porque, esses porcos, esses porcos imundos que se dividem por ideologias, crenças e classes, mais se importam com seus próprios mundos com seus estandartes de falsos templos e um falso Deus cego que, do seu altar, sorri para suas imundices.

A pueril esmagada e cuspida na lama, onde porcos se aproveitam e usufruam de seus restos, de homens brutos a erguerem seus estandartes de ódio, de crenças num abate contra a outra porque só uma palavra é verdadeira. Sobre mulheres impondo dígitos em seus corpos, sobre padrões impossíveis sendo impostos, sobre homens corruptos matando a ralé da sociedade.

Sobre filhos e filhas nascidos do pó, e do pó se tornando. Este é o mundo que seu falso Deus criou. Você, uma pobre alma negada a felicidade e jogada para um abatedouro de lobos em pele de cordeiro, vomita e rasga suas entranhas neste falso templo.


Estava enjoado e fraco demais para encenar diante aqueles que deveriam o proteger, ser uma família, ser seu suporte e porto seguro. Não poderia viver com o monstro que diz ser teu pai, muito menos com a mulher que diz ser tua mãe. Desde sempre vivia num palco com roteiros e falas decoradas, com pessoas que não eram sua família, mas que se comportavam como. Infelizmente, não sabia como terminar a peça e parecia impossível sair do roteiro.

Decidiu, então, que seria melhor descer e se reunir aos demais figurantes nesta peça nefanda. Engoliu em seco, tonto, com o corpo dolorido e os olhos ardendo. Abriu a porta e respirou fundo, até mesmo o oxigênio, responsável pela vida, estava poluído pelo pecado algoz. Desceu lentamente as escadas, com a mão trêmula e batimentos cardíacos céleres.

O cheiro do café da manhã o deixou momentaneamente nauseado. Você olha para a mãe, nada mais que um poço de soberba e amargura. Ela o olha com desprezo, os braços finos servindo a mesa. Senta, então, na mesa, com a presença daquele que diz ser teu pai. Ele nem ao menos o olha. Um nó forma-se na garganta, sente lágrimas se formarem pelos cantos dos olhos, mas não se permite chorar.

— Acordou tarde. — Simples e direta.

Abriu a boca, procurando as palavras certas para responder, porém, não se sentia capaz de responder, havia uma dor excruciante no peito queimando a garganta e seus olhos pareciam arder ainda mais. A faca por entre os dedos alvos da mulher cortava a carne malpassada sobre a porcelana, o sangue manchava o purê de batatas como uma mancha sobre uma pintura. Dominique se mexe desconfortável, a voz dirigida para si, assemelhava-se como a faca que complementava seus dedos.

— Me desculpa… não consegui acordar cedo. — Engasgou em suas próprias palavras.

A mulher, no entanto, nada respondeu, eram nítidos o desprezo e o ódio esculpidos em seus olhos desguarnecidos. Takeshi Minamoto, de nada respondeu ou disse, preferiu degustar do vinho sobre a mesa e a comida quase intacta no prato. Dominique fez o mesmo, porém, a comida parecia mais amarga, parecia mais difícil de digerir. Ele sabia, sabia que, no fundo, a mãe sempre o quisera morto. Para ela, ele não era seu filho, mesmo que os testes de ‘DNA’ provassem o contrário. A amargura fazia parte de seu ser, afinal.

A qualquer hora ele podia ser envenenado, acordar com uma faca no peito ou ser substituído por um filho melhor, por um filho perfeito. Ele quase podia ouvir seus pensamentos mais profundos ansiando pela sua ruptura. Seu âmago gritava por perigo, enquanto ele chorava todas as noites desejando acordar desse pesadelo, ele podia ouvir os sussurros débeis e passos pela madeira do piso. Há um monstro debaixo de sua cama.

Ele sussurra palavras profanas e ri de sua desgraça.

Ele encarrega de seus piores medos se tornarem reais.

Lhe devora seus anjos e degusta de seu medo, que, como néctar, o atrai e o domina.

A carne descia pela sua garganta como chumbo, o ar parecia mais denso, mais difícil. Seu corpo, tenso, relaxou minimamente ao terminar a comida que, por mais saborosa, era difícil ingerir quando você vive em uma casa de monstros e mentiras.

— Eu posso brincar com os meus amigos? — Gaguejou, não encontrando saliva para engolir em seco.

— Faça o que quiser, não me importo com o que faça desde que não manche nosso sobrenome.

Seu corpo levanta, trêmulo, respirando fundo enquanto sente seus olhos nublados pelas lágrimas. Você respira fundo mais uma e mais uma vez, o coração batia forte enquanto você sente um nó formar-se em sua garganta. Você sente uma lágrima solitária deslizar por seu rosto avermelhado, funga pelo nariz e parte pela porta.

O vento fresco de Arcádia Bay levanta rédeas para uma dança calma e refrescante em seus cabelos acastanhados, preenchendo seus pulmões de um ar límpido de uma pequena cidade localizada em Oregon. Ao redor da ilustre cidade, se encontra uma densa floresta com um clima aterrorizante, propiciando um medo genérico para aqueles que ousam adentrar em suas terras. A floresta, vulgo Floresta da Morte, tem esse nome, pois foi palco de um assassinato brutal de mulheres acusadas de bruxaria. Reza a lenda, que desde então a floresta foi amaldiçoada pelas almas penadas desses espíritos desgarrados.

Todos os anos, crianças de todas as idades são encontradas mortas, degoladas ou destroçadas ao redor da cidade. Isso e outros rumores levaram essa floresta a ser proibida. Claro, houve casos em que os habitantes adentravam a floresta seja por honra ou fama. Contudo, todos aqueles que pisaram em suas terras acabaram mortos da mesma maneira; degolados ou irreconhecíveis pela perícia. Os policiais locais foram obrigados a manter essa área restrita, com força proteção.

Um arrepio gélido subiu pela sua coluna, respirou fundo e caminhou pelo bairro de Virgínia. Dominique olhou para a jovem Cassidy em sua bike, com fones de ouvido usando uma saia, xadrez, que cobria apenas metade das coxas. Cassidy era filha de um senhor ranzinza e solitário, este, era conhecido pelo seu temperamento quente e rude. Infelizmente, por ser a única progênita de Maicon, cuja mãe os abandonou quando a mesma era pequena, tivera no que lhe concerne todos os relacionamentos amorosos frustrados: o pai assustava aqueles que considerava indignos de sua filha, em sua perspetiva. No fim, apenas desejava ter sua pequena filha abaixo de suas asas até sua hora chegar.

Madeleine passeava com seu cachorro, um vira-lata encontrado perto de uma caçamba de lixo quando filhote. A Sra. McCann cuidava de seu jardim desde que seus filhos tomaram idade o suficiente para cuidarem de suas vidas, enquanto Gill Cooper usufruía de seus anos para apreciar a vista de seu bairro. Nada muito incomum na pequena cidade de Oregon. Caminhou para o local que seria o suposto bunker do pequeno grupinho composto por uma turma não muito comum: os Blue Dog.

Os Blue Dog eram conhecidos por todo o bairro com suas brincadeiras e planos infalíveis, fazendo história pelas ruas de Virgina. De fato, não existia ninguém que não conhecessem o bando de garotos com sua principal marca registrada: um círculo branco com dois traços em formato de X.

Dominique se apressou até chegar ao lugar de encontro, o bunker era escondido do restante do bairro, próximo à fronteira da floresta. Um arrepio cruzou sua espinha ao avistar de longe as copas altas de árvores que se erguiam orgulhosamente ao céu. Ele passou por um outdoor colorido e vários anúncios publicitários, incitando o consumidor a gastar alguns trocados por pouca mixaria. Antes disso ele havia passado por algumas lojas de quinquilharias, uma agência de produtos e o Império McClan, além de uma padaria e um bordel com placas néon.

O bunker ficava escondido entre o matagal, mas foi fácil para Dominique penetrar e adentrar ao esconderijo no subsolo. Precisou espanar sua roupa de terra e grama antes de se encontrar com o restante do grupo. O bunker era simples, os Blue Dog haviam o encontrado em uma de suas aventuras nas proximidades da floresta. Eles o aderiram para si e até hoje ninguém reclamou. No início, não aceitou e até tentou convencer seus amigos que era má ideia, o bunker era próximo o bastante da floresta, a ponto de ver alguns carros da polícia o cercando. Todavia, para eles, Blue Dog, era perfeito para uma próxima aventura nos confins da floresta.

Dominique abriu a porta e deu de cara com o restante do grupo jogando G&G sobre a mesa no centro do cômodo. Foi imediatamente notado por Beatrice, uma garota franzina, de cabelos claros e olhos castanhos. Sorriu, radiante, pelo garoto que há muito tempo nutriu uma paixão de anos, mas que afora, se aflorou e tornou-se algo muito maior e intenso. Quase todos sabiam disso, exceto, claro, o próprio Dominique. Aproximou-se deste, morrendo gradualmente o sorriso quando, por conseguinte, encontrara seu rosto machucado.

— Me machuquei numa briga de rua, nada em especial.

Beatrice tocou delicadamente seu rosto, apreensiva e preocupada. Todas às vezes Dominique aparecia com marca diferente, claro que ninguém, exceto ela, percebia. Todas às vezes perguntavam sobre o que aconteceu ou quem fez isso, porém, Dominique nada dizia, e se dizia, culpava a Serpente, um grupo rival por motivos fúteis.

— Não é nada de mais. — Sorriu, com angústia.

Raiva.

Foi o que sentiu ao mentir novamente e novamente.

Medo.

De eles saberem a verdade que ele esconde, a sujeira que carrega em suas entranhas.

Tristeza.

Por aguentar todo o fardo que carrega em seu lombar, pelas cores imundas pinceladas á força por aquele ser endiabrado.

Nojo.

Pela carcaça imunda que vestes sem pudor.

— Vamos cuidar disso, mexeu com um, mexeu com todo mundo. — Disse Noah.

Você sorri, um sorriso fabricado, mente e mente, sentindo seu coração bater mais rápido, mais forte. Você forja sua própria máscara, com palavras escolhidas cuidadosamente. Ninguém pode olhar através da máscara. Ninguém pode olhar a sujeira que esconde, a cruz que carrega pelos ombros. Você tem sorrisos perfeitos e mentiras perfeitas, palavras polidas e afáveis. Porque você foi fabricado. Todas as suas engrenagens são forjadas pelo seu programador, cada pequena engrenagem frágil a ponto de romper. Mesmo assim, elas funcionam. Porque ele te forjou para ser assim. Porque você foi feito dele.

— Não precisa, sério, eu já dei um jeito. — Sorriu, o grito de desesperança vinha de dentro, dentro do peito e se arrastando até a garganta querendo liberdade.

— Okay, tudo bem. Da próxima vez, não ficará barato.

Não disse nada, não poderia, afinal. Andou até perto do restante, George e Nicky estavam sentados lado a lado num banquinho improvisado, com Leon a ditar as aventuras. Mildred estava um pouco mais a frente, ansiosa. O bunker possuía algumas camas improvisadas, mesas e cadeiras. Espalhado, estava alguns jogos, algumas HQ’s e várias outras bagunças desleixadas.

Então, eles disseram, disseram seu plano maluco e como esperavam que desse certo. Não quis acreditar, não quis ouvir. Era impossível atravessar a Floresta Maldita, mas queriam, desejavam, ansiavam. Ah! Será a melhor e maior aventura de nossas vidas! Eles disseram. Você queria acreditar, mas um peso enorme cobria teu coração. No fim, você sorriu, um sorriso fabricado, concordou, derrotado e foi.

No fundo, sabia, sabia dos perigos lá fora, entendia o quão errado isso seria, mas como Blue Dog, iria se arriscar. Pegaram suas bicicletas e puseram a pedalar. O dia estava cinzento, com nuvens pesadas e uma fumaça enegrecida. O ar batia freneticamente em seu rosto, seus pulmões enchiam-se de ar, mas não surgia efeito, respirava esbaforido e desvelava-se para arrancar a terrível sensação em teu peito.

Lentamente, o monstro caminha sinuosamente para teu imo, ele rega as raízes podres de teu cerne, ele prolifera em suas entranhas e envenena sua psique. Enquanto sente o peito bater, o sangue correr pelas veias, ele está lá, tácito, quedo e avesso. Ele é o seu veneno, ele sempre fez parte de você.

Enquanto sentia suas entranhas torcerem em um nó profundo, a vontade de jorrar para fora todo o seu veneno, você via, mais ao longe, a vil floresta se erguer entre montes com uma ameaça silenciosa; não se aproxime.

26 de Julho de 2020 às 01:49 1 Denunciar Insira Seguir história
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Raquel Terezani Raquel Terezani
Olá! Escrevo-lhe por causa do Sistema de Verificação do Inkspired. O Sistema de Verificação existe para verificar o cumprimento das Regras comunitárias e ajudar os leitores a encontrarem boas histórias no quesito ortografia e gramática; verificar sua história significa colocá-la entre as melhores com relação a isso. Sua história foi colocada "Em revisão" pelos seguintes apontamentos retirados dela: - No trecho “Jogado a própria miséria”, o indicado seria “à”, com crase. - No trecho “os gemidos roucos e baixos trazia um sentimento”, a concordância indicada é “traziam”. - No trecho “preferiu estourar seus tímpanos para não mais ouvir seus prezes”, acredito que o final da oração era “suas preces”. - No trecho “rodando e rodando como um espetáculo interminável, cujo serve de entretenimento”, falta alguma palavra após “cujo”. - Há trechos narrados em terceira pessoa, utilizando “ele” e há trechos utilizando “você, por exemplo, a história está sendo narrada “A qualquer hora ele podia ser envenenado...” e “Gaguejou, não encontrando saliva...” e algumas frases depois é narrado “Seu corpo levanta (...) Você respira fundo...”. Este tipo de narração pode confundir o leitor, sugiro manter um padrão. A menos, é claro, que a intenção da narração seja criar essa dúvida. - No trecho “cores imundas pinceladas á força por aquele ser endiabrado”, o indicado é o “a” não ter acento. Observação: os apontamentos acima são apenas exemplos retirados de sua obra, há mais o que ser revisado. Aconselho que procure um revisor; é sempre bom ter alguém para ler nosso trabalho e apontar o que acertamos e o que podemos melhorar, e os revisores do Inkspired, quando contratados, fazem uma correção aprofundada e profissional, realizada por revisores capacitados e experientes. Caso se interesse, o serviço de Correção editorial e de estilo também é disponibilizado pelo Inkspired através do Serviços de Autopublicação. Também disponibilizamos o serviço de beta readers, que fazem uma análise detalhada de pontos específicos da história (como enredo e construção de personagens) e a enviam através de um comentário privado. Além disso, também temos o blog Tecendo Histórias, que dá dicas sobre construção narrativa e poética, e o blog Esquadrão da Revisão, que dá dicas de português. Confira! Bom... Basta responder esta mensagem quando tiver revisado a história, então farei uma nova verificação.
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