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u15715377901571537790 Gláucio Imada Tamura

Um serial killer foragido há anos está de volta às ruas. Uma linda ruiva aguarda ansiosa, o marido chegar. Esses são ingredientes mais que perfeitos para a trama frenética de “Punhal de Prata”, um conto de horror carregado de tanta tensão, a ponto de deixar os cabelos do corpo arrepiados. Pois na fatídica madrugada do aniversário de Adriane, uma pane mecânica no carro de Ricardo oportuniza ao nefasto predador, a possibilidade de desfrutar mais uma vítima. Será que Ricardo chegará a tempo de socorrê-la?! Ou será que o maníaco progredirá em seus intentos?! Leia e surpreenda-se com um desfecho de explodir os miolos.


Horror Todo o público.

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Capítulo único


Punhal de Prata, o terrível serial killer que na década dos anos noventa, tanto aterrorizou a região Norte e Noroeste da cidade de Goiânia, infelizmente decidiu por si que já era hora de voltar às ruas. E esta decisão, dura para pessoas comuns, mas para um criminoso não, foi tomada bem na época que crimes inomináveis voltaram a estampar com bastante fulgor as telas dos telejornais locais. Motivo?! E louco precisa lá de motivo?! Na verdade não precisa não, mas para não deixarmos uma imensa lacuna nessa questão, vamos especular que Punhal de Prata decidiu retornar às atividades; quem sabe por sofrer a inércia dos dias, ou por sentir-se pequeno frente à concorrência crescente à sua volta, ou até mesmo, o que é era bem pior, por puro ciúme infantil, afinal, com o passar dos anos, sentia-se menos vivo durante as tarefas comuns, e aquele seu louco desejo de violentar para pacificar-se voltou a vivificar nele trevas antigas, adormecidas nos cantinhos mais obscuros do seu coração.

Na época de maior vigor, Punhal de Prata ficava por horas a fio com os olhos fincados na tela do televisor. Pra quê?! Bom, entre outras coisas, o principal motivo era saborear o que negativamente dele fosse noticiado, é claro! Mas quando não sucedia assim, a velha companheira de marés ruins, ou seja, a mesma que confortava as nádegas e as costas, logo se juntava ao tampo da mesa. Ali sentado no sofá, o maníaco permanecia por horas lendo e relendo os artigos relacionados aos crimes que cometera: entrevistas com delegados, retratos falados, opiniões de psiquiatras, e outros mórbidos assuntos acondicionando-se em conjunto dentro da pequena pasta rosa lhe servindo como um relicário sagrado aonde estes “estranhos” documentos eram fielmente depositados.

Só que sua última vítima antes de sair de circulação foi uma garota de família humilde, chamada Jordana do Amaral. Ao contrário dos irmãos arruaceiros, Jordana tinha uma postura bem diferente quando o assunto era os estudos. A maior prova disso era que com apenas dezenove anos, ela passou com louvor no vestibular, e meses depois já dava um baita orgulho cursando enfermagem na UFG, uma das faculdades mais importante da região.

O curso de enfermagem em questão iniciava-se exatamente às 19h e se encerrava às 22h. No entanto, Jordana era cabeça dura demais, ou seja, apesar dos constantes alertas dos pais já idosos, às vezes ela se esquecia das horas por horas a fio, em meio aos colegas e suas dificuldades. Resultado: sozinha no ponto esperando o ônibus chegar. Ela se arriscou por muitos anos exatamente assim até que na manhã do dia 23 de agosto do ano de 1992, em uma sexta-feira, seu corpo foi encontrado no coração do matagal que bordeia os arredores da mesma faculdade.

Nas diversas entrevistas que o legista responsável pela necropsia da estudante concedeu aos noticiários do Estado de Goiás, rendendo até matérias ao Jornal Nacional, de tudo que ele disse ficou claro uma coisa: “Houve uma luta brutal pela vida...”. O médico repetiu isso por várias vezes aos repórteres. E isto ficou ainda mais do que provado dias depois, quando na abertura do caixão para a velarem, foi impossível aos presentes não perceberem o “mar” de fissuras, cortes e hematomas espalhados no rosto, no pescoço e nos braços da garota.

Então, com toda essa comoção após o assassinato, aliás, ainda meses depois exaustivamente investigado pela polícia e cobrado por uma população revoltada com a demora em solucioná-lo, Punhal de Prata se viu forçado a ausentar-se, ainda que temporariamente, da sua extensa ficha de crimes.

***

Havia festa na residência do mais novo casal de moradores do Jardim Balneário Meia-Ponte, setor localizado na região Norte de Goiânia. Ricardo, um moreno alto, forte e sempre bem vestido, também era conhecido por ser um esposo devotado à mulher. Ele trabalhava como gerente de produção em uma fábrica que processava a maioria dos derivados da principal marca do leite que inundava parte das gôndolas das mercearias, dos supermercados e das panificadoras espalhadas ao longo das avenidas, — o antigo LEITE GOGÓ — uma fábrica que engolia uma imensa área dentro do setor Fama.

E Adriane, a esposa, era uma ruiva de olhos claros e de corpo muito esbelto que, com seus traços finos somados aos gestos singelos, sua presença era ainda mais marcante com o tom sempre doce da voz. E em conjunto com as outras colegas de trabalho, pode-se dizer que ela também ajudava a embelezar o balcão de vendas da — O BOTICÁRIO — uma franquia de cosméticos com várias filiais espalhadas pelo Brasil.

E justamente por causa da alta carga de trabalho que antecedeu à véspera do dia dos namorados, assim que Adriane adentrou a penumbra da casa naquela noite, estava exausta, mal lembrou de que era seu aniversário.

— Surpreesaaa! — Um grupo vasto de convidados gritava em uníssono segundos após ela ter acendido a luz da sala. Em seguida, enquanto lágrimas de alegria caiam de seu rosto, todos começaram a cantar — Parabéns pra você, nesta data querida...

Logo Ricardo, o marido, se aproximou para abraçá-la. Vinha com um sorriso no rosto.

— Parabéns meu amor! — ele disse após um beijo — Te desejo muitos anos de vida... Ao meu lado.

Ali na residência do casal estavam reunidos os amigos, familiares e alguns irmãos da paróquia que Ricardo e Adriane costumavam frequentar aos finais de semana.

— Antes de cortarmos o bolo, — falou o padre Joaquim, responsável pela paróquia em questão — eu senti no coração a necessidade de fazermos uma oração pra eles.

Depois que as crianças foram levadas para o quintal dos fundos, os convidados fizeram silêncio, mantendo um mar de mãos estendidas em direção a Adriane e Ricardo. Com o terreno preparado, Padre Joaquim iniciou suas preces.

— Poderoso Deus e Pai, — ele falou com Deus — nesta noite tão especial, primeiramente nós agradecemos por tudo o que o Senhor tem feito na vida deste casal...

Depois não podendo evitar, padre Joaquim pigarreou uma, ou duas vezes mais e voltou a orar depois de beber um gole de água.

— Sabemos que, — ele tornou a falar pra Deus — como sucedem na vida de todos nós, muitas são as provações que temos de enfrentar. Mas cremos Senhor, de todo o nosso coração que no final, Tu sempre nos dá a vitória — Depois ele bebeu outro gole de água. Em seguida finalizou a oração — A Tua Palavra nos diz que estamos debaixo da Sua Graça, Senhor, e que estamos cobertos pelo Seu imenso Amor. Por isso rogamos, — ele disse — guarde Adriane e Ricardo de todas as ciladas do inimigo.

E todos disseram “amém!”.

Em seguida as crianças voltaram correndo, e os restantes dos convidados aproximaram-se ao redor da mesa.

— Pra quem vai ser o primeiro pedaço do bolo?! — Alguém próximo à mesa perguntou.

Adriane se dirigiu até o centro da mesa e agradeceu pela presença dos convidados. Mas a galera dos fundos começou a provocar e a gritar: “Discurso, discurso, discurso!”.

— Boa noite pessoal, — ela disse, segurando a espátula antes posta ao lado do bolo — primeiramente eu agradeço a Deus por mais um ano de vida, né? Estou ficando velha... Em segundo lugar, quero agradecer a este esposo maravilhoso que Deus me deu: um parceiro carinhoso, compreensivo e que apesar do trabalho corrido, ainda teve o zelo de preparar-me esta linda surpresa junto a vocês.

— Pra quem vai ser o primeiro pedaço do bolo?! — Tornaram a provocar.

— Então, — disse Adriane com o primeiro pedaço do bolo sobre a espátula. Depois ela se virou para Ricardo e falou como uma voz bem branda — o primeiro pedaço é pra você meu amor...

A mesma galera do fundo tornou a gritar: “Discurso, discurso, discurso!”. Até padre Joaquim entrou na brincadeira. Depois de bater palmas, ele disse algo como: “Agora vamos fazer silêncio que o Ricardo vai falar”.

Depois de tentar fugir pela tangente, alguns convidados cercaram Ricardo e o conduziram de volta até o centro da mesa.

— Bem... — ele começou tímido, mas depois foi se soltando — O que eu poderia falar da Adriane se não que ela é a mulher que eu pedi a Deus em minhas orações?! Ela é primeiramente carinhosa, depois companheira dedicada e muito compreensiva... Na verdade, eu não tenho palavras para expressar o grande amor que sinto por essa mulher.

Ao término do discurso carregado com palavras de afetos, seguiu-se troca de carinhos entre os dois. Já os convidados aplaudiram sem parar. Só um tempo depois que eles se posicionaram diante da mesa para receber seu pedaço de bolo. Adriane era auxiliada por Ricardo: ela repartia o bolo e repassa pra ele que, preenchia com quitutes diversos e distribuía em seguida. Depois disto a festa rolou até altas horas, até que o tempo avançou e os ponteiros do relógio tiquetaquearam as 00h. Como a maioria dos presentes ali trabalhava bem cedo já na manhã seguinte, pouco a pouco a residência foi se raleando, até que ficaram poucos convidados.

***

Naquela mesma noite o maníaco andava pelas ruas escuras do Jardim Balneário. Chegando bem próximo a residência, dito e certo, afinal, como tudo o mais estava deserto, ele acabou parando para acompanhar os últimos resquícios da movimentação se desvanecendo diante do portão de grades: motores de veículos sendo ligados em conjunto com beijos de despedidas, batidas de portas e acenos de mãos. Assim, detrás de um pé de manga fronteiriço a residência, Punhal de Prata ficou a só ouvir as conversas.

— Adriane, — Ricardo disse ao se certificar que estava com as chaves do carro — todos já se foram. Agora só falta levar a mamãe pra casa.

— Dona Nininha, — perguntou Adriane a sogra — a senhora não prefere dormir aqui em casa? Amanhã bem cedo o Ricardo te leva embora.

— Adoraria filha, — respondeu dona Nininha — mas não posso. Sr. Pedro, o pedreiro, acertou comigo de aparecer bem cedinho.

— A senhora não pode avisá-lo? — interveio Ricardo na conversa.

— É dona Nininha?! — emendou Adriane.

Mas a velha não poderia desmarcar o horário, uma vez que o pedreiro era muito requisitado.

— Não dá. — respondeu dona Nininha, com o olhar triste — O síndico tá no meu pé há semanas. Os moradores do andar abaixo não param de reclamar de um vazamento no meu banheiro.

— Ah... — suspirou o casal.

— Desculpe-me minha nora, — desculpou-se a velha logo depois — mas fica para outra oportunidade, tá?

— Ah, então tá. — suspirou Adriane. Ela estava preocupada com o avançar das horas.

Depois Ricardo virou-se para a esposa e perguntou se ela gostaria de acompanhá-lo, afinal, ele teria de deixá-la sozinha em casa.

— Se importa se eu não for? — respondeu Adriane — Estou louca pra tomar um banho...

— Claro que não me importo, amor —Ricardo disse — imagino o quanto você está esgotada com a correria lá na loja.

Depois de dizer “obrigada!”, Adriane voltou a demonstrar preocupação por causa da hora avançada. Ricardo a consolou.

— Fica tranquila, — ele disse — logo estou de volta.

— Certo — disse Adriane por fim — mas não precisa correr ok?

Nisso dona Nininha interveio e disse que caso Ricardo pesasse o pé demais no pedal do acelerador, ela mesmo puxaria suas orelhas.

Depois que Ricardo partiu com a mãe, o maníaco adentrou o terreno baldio e, para sua mórbida felicidade, acabou descobrindo que a construção vizinha estava erigida por cima de baixos muros.

***

Do Jardim Balneário Meia Ponte até o apartamento de dona Nininha, demorava mais ou menos uma hora de viagem.

— Vá devagar, meu filho, — pediu a mãe ao afivelar o cinto de segurança — não é necessário pressa para chegarmos.

— Desculpe mamãe, — respondeu Ricardo ao entrar em uma rotatória — é que com as ruas desertas, nem percebo quando estou ultrapassando o limite de velocidade...

— Como é que andam as coisas em casa, filho? — dona Nininha mudou de assunto — Com todas aquelas pessoas à nossa volta, nem deu tempo da gente conversar direito, né?

— Ah, vai bem... — Sibilou Ricardo, um pouco triste — É só que...

— Está acontecendo algo que queira dividir com a mamãe?

— Bem, — ele falou com o olhar triste — nem sei o que dizer sobre o assunto...

— É algo grave? — perguntou a mãe um pouco assustada.

— Sim, mamãe. — disse Ricardo depois de dar o pisca alerta e entrar à direita.

— Então me fale o que é que está te afligindo tanto, meu filho?

— O de sempre, e mais um pouco... — sussurrou Ricardo — Adriane insiste em termos logo um filho, mas...

— Então, sobre este assunto, não posso palpitar. — interrompeu dona Nininha. Mas depois que viu a tristeza espalhar no rosto do filho, ela arriscou-se a dizer: — De qualquer forma, Ricardo, um filho sempre enche a casa de alegria.

— É sim, mamãe... — disse Ricardo. — Só tem um problema...

— Que problema, meu filho?! — exclamou a mãe.

Em seguida Ricardo abriu a porta luva do carro e retirou um envelope bem gordo, recheado de documentos diversos. Com a voz embargada e muito triste, o depositou no colo da mãe.

— Estes exames confirmam que sou estéril, mamãe. — ele disse com ar de tristeza — Mas ainda não tive coragem de contar pra Adriane...

Assustada com o que Ricardo disse, dona Nininha permaneceu em silêncio, apenas contemplando o horizonte de um céu sem estrelas. Por dentro se remoía em orações a Deus.

— Eu não sabia meu filho. — ela disse com o olhar perdido — Confesso que foi um choque ouvir você me dizer uma coisa dessas. Imagina pra Adriane?! Como vai ser?!

Ricardo permaneceu com o olhar disperso no horizonte das ruas desertas. Só depois de um tempo, foi que sua mãe tornou a falar.

— Mas tenho que testemunhar uma coisa a você, — ela disse — já ouvi muitos testemunhos na minha igreja a respeito de situações semelhante a esta, Ricardo.

— E o que dizem estes testemunhos mamãe? — Ricardo perguntou.

— Meu filho, — dona Nininha começou a falar. Um brilho de esperança brotou em seus olhos. — os testemunhos nos dizem que o melhor a se fazer é entregarmos a situação que nos aflige nas mãos de Deus. — e depois ela finalizou com: “Por que pra Ele nada é impossível, até mesmo dar-lhes um filho!”.

***

Em casa, enquanto Adriane despejava os sais aromáticos na banheira, ela ficou a refletir sobre as atitudes de Ricardo. “Ele será um excelente pai...” Pensou. Já o maníaco já estava pendurado lá em cima, nas grades da janela do banheiro. Ele a espiou em silêncio ela vencer a jeans apertada, se despir da blusa e do sutiã, e depois ir arriando a calcinha branca de algodão, até retirá-la suavemente entre as pernas. Dentro da banheira, Adriane começou a desenhar na espuma branca e rala que ocultava apenas partes do seu corpo. De repente, o celular vibrou. Era Ricardo.

— Alô?

— Oi meu amor! — disse Ricardo do outro lado da linha. — Tenho de falar rapidinho, pois a bateria do meu celular está acabando.

— Aconteceu alguma coisa?

— Então, — Ricardo começou a falar — aconteceu um imprevisto aqui com o carro...

— Que tipo de imprevisto?

— Bem, o carro quebrou bem aqui na Avenida Jamel Cecílio, — ele disse — apenas a quatro quadras do prédio da mamãe.

— Sua mãe ainda está aí com você? — Adriane perguntou receosa, afinal já se passavam da meia-noite.

— Mamãe já está em casa. — Ricardo a confortou — O carro quebrou quando eu estava no caminho de volta.

— E o local onde você está é seguro? Ainda tem movimento nas ruas?

— Está deserto. — ele respondeu, mas depois se arrependeu, pois não queria preocupá-la.

— Mas o que aconteceu com o carro?! — Adriane tornou a falar com ares de preocupação — Será que você mesmo não consegue arrumá-lo?!

— Eu já fucei o motor, — ele disse — mas não descobri onde é o problema.

— O que vai fazer então, meu amor? — perguntou Adriane — Não é melhor chamar o guincho?

— Então, você se lembra daquela oficina que fiz o checkup no carro antes de viajarmos para Brasília?

— Ah, sim. Mas por que a pergunta?

— Então, — ele disse — descobri que o mecânico mora aqui pertinho. Até já telefonei para ele. Ele está vindo para cá.

— Graças a Deus! — Adriane suspirou aliviada.

— E em casa? — Ricardo mudou o rumo da conversa — Está tudo bem aí?

— Aqui está ótimo! — ela respondeu. Parecia satisfeita — Estou peladinha, relaxando na nossa banheira, só te esperando chegar...

— Eu adoraria estar aí com você...

— É mesmo?! — provocou Adriane — Ainda mais eu estando no período fértil, né?

— Então, Adriane, quanto a isso... — E antes que Ricardo terminasse de falar, seu celular desligou abruptamente por falta de carga.


Continua...


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20 de Novembro de 2020 às 19:37 1 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

Conheça o autor

Gláucio Imada Tamura Gláucio Imada Tamura é um contista nipo-brasileiro que se dedica a escrever sobre temas relacionados ao horror, terror, suspense, mistério, drama, erótico, romance entre outros, às vezes somando-se com boas doses de humor. *** Ebooks completos no Google Play***

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Andressa Alves Andressa Alves
Ansiosa para ler o próximo capítulo
July 28, 2020, 16:44
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