bodytipe Ramony

"Os alunos normalmente já sentem medo das aulas de matemática, mas quando é Sanemi Shinazugawa que as administrava era sinal de ficar quieto ou você iria enfrentar as chamas do platinado, que era uma pessoa irritada demais. Tanjirou estava no momento errado e na hora errada, mas o medo não veio, apenas o calor."


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#SaneTan #Sanemi #Tanjirou #kimetsu-no-yaiba #yaoi #lgbt #bl
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secret(shh)

Dormir é com certeza uma das maiores dádivas que o ser humano podia desfrutar, claro que batia de frente com poder comer de tudo, mas dormir proporcionava sonhos incríveis e também totalmente desconexos. Tanjirou se via em sua sala de aula, vazia, sem nenhuma alma viva presente, olhava para todos os lados se perguntando o que acontecia, a porta se abriu rangendo, alguém entrava com passos pesados, e quando iria ver quem entrava…

“TRRRRRRIIIIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMMMMMMM”

O despertador insistiu em tocar no exato momento que iria descobrir o intruso, se remexeu e o desligou, já saindo da cama e indo em direção ao banheiro, tirou as roupas e as jogou no cesto, ligou a água do chuveiro e pode sentir aquele jato frio chocando-se com sua pele, o fazendo dar um leve pulo e risinhos ser pego um pouco de surpresa, mas todos os dias eram assim, terminou de se lavar e foi direto ao quarto vestir seu uniforme e acordar sua irmã.

— Nezukoooo~, ta na hora de acordar, broto de bambu.— Fez um carinho na bochecha alheia e viu que ela começou a se remexer e não demorou a abrir o olhos rosáceos.

— Hummm, nii-san, me deixa...— Se cobriu com o lençol, que foi tirado por Tanjirou na mesma hora.

— Não, não, se levante, vou fazer o café. — E saiu do quarto com o lençol debaixo do braço, não dando chances de sua irmã voltar a dormir.

Preparou toda a mesa para o café, por hora era apenas ele e Nezuko, sua mãe e irmãos só acordariam mais tarde, e quando estava tudo organizado, Nezuko apareceu com seu uniforme e coçando os olhos, uma cena fofa demais.

— Vamos comer irmã. — Tanjirou se sentou abrindo um sorriso límpido.

Ao terminarem, com Nezuko comendo tão devagar quanto um coala, pegaram suas mochilas e partiram rumo até a escola, tinham que acordar bem cedo se quisessem chegar a tempo, já que moravam bem longe, mas a caminhada era boa, se podia ver o sol raiando, o vento frio da noite ainda batia em suas peles, eles foram o caminho todo conversando.

Já chegando na escola, avistaram já uma cabeleira loira os esperando no portão que ao os avistarem, correu o mais rápido que pode gritando:

— NEZUKO-CHAAAANNNN. — Nezuko assustada, mas já acostumada, se escondeu atrás de Tanjirou enquanto o amigo chegava com um sorriso no rosto. — Nezuko, saia comigo hoje, por favor?

O loiro caia de amores pela Nezuko a partir da primeira vez que botou seus olhos nela, mas a garota ficava assustada demais com o loiro, apesar de achá-lo um fofo as vezes.

— Calma Zenitsu, ainda nem entramos na escola ainda, Nezuko está cansada da caminhada, deixa ela descansar, depois tu pede.

— Oh Tanjirou, você é um amor...AAAAAAA...— Não pode terminar a frase porque um ser usando moletom de javali o deu uma cabeçada nas costas. — INOSUKE, TODA MANHÃ ASSIM NÃO DÁ.

— HAHAHAHA SE RENDE FRACOTE. — O pique de Inosuke era contagiante e arrancou risos dos irmãos Kamado.

— Você me envergonhou na frente da minha namorada. — E Zenitsu começava a chorar.

Assim que o drama do loiro acabou, o quarteto seguiu para dentro da instituição conversando sobre alguns assuntos, sobre um professor que pegou o celular de um aluno, um outro aluno que pichou o muro da escola e foi suspenso, até Nezuko se separar e os meninos continuarem para a sala, ao chegarem se acomodaram em suas cadeiras e esperaram até os professores entrarem e retomar essa vida de estudante.

Os tempos passaram rápido e logo era o intervalo, assim que o sinal tocou, Inosuke saiu correndo porque a merenda naquele dia seria macarrão com conserva e ele não iria abrir mão de pegar quantos quisesse, Tanjirou e Inosuke seguiram calmos e encontraram Nezuko no caminho, foram a fila pegar a comida e sentar onde inosuke estava, com cinco pratos ao seu lado.

— Aaaaa eu ouvi falar que a Shinobu vai fazer atividade valendo ponto hoje, como eu só queria um dia de paz hoje. — Nezuko se jogava na mesa, enquanto comia aos poucos.

— Não fale assim Nezuko, você vai se sair super bem, você sempre tira notas boas. — Tanjirou ditou com um sorriso enorme no rosto.

— Obrigado nii-san. — A menina até começou a comer mais empenhada.

— Ah por que vocês estão até tranquilos hoje? — Zenitsu perguntava claramente pra baixo. — Hoje tem dois tempos com Shinazugawa sensei, matemática não é meu forte.

— Nem ai pra esse velhote ranzinza, to voltando pra sala gente.— Inosuke estava finalmente satisfeito depois de sete pratos,

Tanjirou quase se engasgou quando ouvira o tal nome saindo da boca de Zenitsu, seu estômago deu uma fisgada e seu rosto ficou um pouco quente, Sanemi Shinazugawa não gostava nenhum pouco dele, não perdia uma oportunidade para gritar com o Kamado mais velho e chamá-lo de incompetente, a raiva ainda vinha mais por seus brincos, já que eram uma violação da escola, mas nenhum coordenador o brigava mais, só que Sanemi ainda não perdeu esse costume, mas a raiva não era recíproca, muito pelo contrário, Tanjirou amava quando seu sensei gritava consigo ou lhe chama atenção, digamos que era uma sensação gostosa de tesão ao ver aquele rosto contorcido de raiva e com cicatrizes para cima dele.

— Tá bem, Nii-san? — Nezuko perguntou ao ver o rosto vermelho do Kamado.

— Claro que….— Não pode completar a fala pois se ouviu o som da campa.

— VAMO TANJIROU, AQUELE HOMEM É UM CARRASCO. — Zenitsu pegou na manga de Tanjirou e o puxou para sala, deixando Nezuko sozinha na mesa.

Correram o mais rápido que puderam e conseguiram chegar a tempo, a tempo de ver Inosuke terminar um “bela arte” no quadro verde da sala escrito com giz branco.

“VAI SE FUDER SANEMI”

A sala ria, alguns elogiavam a coragem que o garoto tinha, outros rezavam para que o ruim não acontecesse, Tanjirou e Zenitsu estavam de boca aberta com aquilo.

— Inosuke você tá pedindo pra morrer. — Zenitsu disse e correu até a parte que tinha o apagador.

— Tu ta indo longe demais Inosuke, é capaz de pegar suspensão de um mês por causa disso. — Tanjirou pegou o giz da mão do azulado e fez sinal para que o loiro desse o apagador.

Assim que fez menção de apagar, a porta rangeu e passos pesados foram ouvidos, Sanemi com sua bolsa e sua inseparável garrafa de água estavam ali parados e olhos fixados no quadro, pode ver explosões passarem por aqueles olhos arroxeados e a veia em sua testa quase estourar.

— Se-sensei...— Tanjirou tentou falar, mas foi interrompido pelo grito do maior.

— PRA. SALA. DO DIRETO. AGORA. KAMADO — Foi ritmado e ainda assim lhe causou arrepios e borboletas no seu estômago,olhou para Inosuke e deixou o giz e o apagador sob a mesa e saiu pela porta com o olhar da turma e do sensei sobre si.

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Tanjirou estava sentado nas cadeiras que haviam ali fora da sala do diretor, podia ouvir Sanemi gritando horrores lá dentro coisas como “matar” e “aniquilar”, mas por que não conseguia sentir medo naquela situação?. Não teve tempo de procurar uma resposta, pois o Sensei saiu da sala bufando e não demorou a Ubuyashiki aparecer e sentar ao seu lado.

— Estou impressionado com seu feito hoje jovem, isso não é de seu feitio, está acobertando alguém?

Tanjirou não queria entregar Inosuke por não querer que o amigo pegue mais advertências, então apenas balançou a cabeça em sinal de não.

— Você não sairá impune dessa então, mas como você é um aluno dedicado, lhe darei apenas uma detenção, Sanemi o supervisionará.

Tanjirou engoliu em seco e sua mente nublou, teria que ficar a sós com o Sensei que mexia com seu psicológico, não estava ainda preparado para algo assim,então apenas se levantou e se curvou para o diretor que o desejou boa sorte, andou devagar até o banheiro e entrou numa cabine e sentou no vaso, explodindo ali mesmo, não de raiva, nem de qualquer outro sentimento, mas seu corpo entrava em combustão em imaginar ficar sozinho com o platinado raivoso, seu pau se encontrava já duro, ele precisava se aliviar ali.

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Estava com o papel da sala que ficaria confinado pelo resto da tarde com seus mais tensos pensamentos, avisara a seus amigos, Inosuke não lhe parava de pedir desculpas e disse que faria algo para compensar sua atitude boa, Zenitsu e Nezuko lhe desejaram sorte, depois de lhe falar que iriam sair depois da escola.

“Zenitsu deve estar pulando de alegria por estar a sós com a Nezuko”

Achou a sala e já pode sentir um clima pesado ao cruzar a porta, o Shinazugawa estava encostado na mesa, olhando raivoso pelo caminho que percorria, resolveu sentar no meio da sala e se preparar para o pior.

— Ta se achando por ser o preferido do Ubuyashiki né pirralho? Mas saiba que entrou numa enrascada grande quando pegou aquele giz, eu não ser bonzinho.

Tanjirou sentiu mais arrepios no corpo ao ouvir a voz grossa do Sensei ecoar, olhou para onde ele estava, observou atento aos detalhes, a camisa meio aberta mostrando um pouco do peitoral com cicatrizes, estas o tornavam ainda mais divino, a calça apertada mostrava um volume denso e protuberante, Tanjirou não pode evitar de levar o lápis a boca e o morder, era uma visão transcendental, desceu o olhar e suas botas militares pareciam reluzir, adoraria passar a língua ali e ser dominado pelo platinado, ao subir o olhar para a cara do Sensei, seus olhos estavam arregalados e sua veia estava a ponto de explodir como sempre.

— Tch...— Apenas fez o som e voltou-se ao quadro, começando a passar o exercício que iria fazer.

“CICLO TRIGONOMÉTRICO”

Um assunto que não estava familiarizado, mas já ouvira falar por parte do pessoal de outras séries, diziam ser um demonio em forma de reta, não ficara surpreso pela verdade, Sanemi desenhou as duas retas e alguns números e nada mais explicou, um sorriso sádico surgiu em seu rosto e fez com que Tanjirou não só se incomodasse, olhou para a folha e tentou fazer algo.

O som das botas pesadas tiravam a concentração do ruivo, elas iam de um lado pro outro como se o platinado estivesse inquieto, mas quem estava era Tanjirou, a única coisa que havia feito era as duas retas e seu nome.

— NÃO CONSEGUE FAZER UM SIMPLES CICLO?— O Shinazugawa bateu na carteira que o mesmo estava, fazendo o menor pular no lugar. — Você só fez a porra do nome? Que incompetente.

O platinado virou a folha para seu lado enquanto começava a gritar sem falar, explicando ao ruivo o que devia fazer, mais Tanjirou apenas olhava para o volume na sua calça, aquilo estava mexendo com sua sanidade, usou o lápis que estava em sua mão e levou até o volume, e com o rosto corado, começou a tocar e fingir ser de propósito, à medida que sentia o objeto tocar, o Sensei abaixava o tom de voz gradualmente, Tanjirou podia sentir que seriam seus últimos momentos na Terra, mas era melhor se arrepender do que passar vontade, o que aconteceu depois.

— Sempre soube que você era um vadia sedenta pelo meu pau, merdinha. — Sanemi ajeitou a postura e afrouxou o cinto de sua calça e abaixando o zíper, tirando assim o anseio de Tanjirou, era um caralho branco como a pele do Sensei e uma cabeça rosada, grande, o ruivo estava sem palavras. — Agora faz o seu trabalho.

Sanemi pegou Tanjirou pelo pescoço e o derrubou no chão e quando Tanjirou fez menção de levantar, fez pressão com suas botas pesadas em cima do menor e quando viu que ele não sairia dali, aproximou a bota da boca do ruivo.

— Lamba. — Tanjirou finalmente pode notar o que acontecia e seu corpo não poderia reagir melhor do que a quentura e excitação que sentia, colocou a língua para fora e começou a lamber como se sua vida dependesse daquilo, deixaria essa bota brilhando como se estivesse sendo lustrada, seu olhar ia para cima para desfrutar da imagem que era Sanemi se masturbando, seu pau pingando acima de si, as bolas cheias, como queria aquilo dentro de si logo.

Quando Sanemi julgou ser o suficiente, puxou Tanjirou pela gola da camisa e colou seu rosto em seu pau, batendo diversas vezes na bochecha do ruivo e falando palavras obscenas que despertavam ainda mais o fogo do mais novo.

— Não te deram o devido castigo, mas eu vou dar um que você nunca vai esquecer. — Ao terminar de falar, fez com que o menor abrisse a boca e assim enfiou seu caralho naquela cavidade quente.

Tanjirou ficou sem poder respirar enquanto aquele pedaço de carne ia e vinha, atingindo sua garganta e preenchendo sua boca de maneira que fazia o maxilar doer, mas Tanjirou não mostrava sinais que iria desistir, deu um jeito e começou a chupar de um jeito que até impressionou o platinado, e quando o ruivo abriu os olhos, pode notar o sorriso cínico que estava na cara do Sensei, ele estava fazendo o certo.

— Tira a roupa putinha. — Sanemi puxou Tanjirou para algo inesperado da parte do ruivo, um beijo, era bem violento como a personalidade do ruivo, mas gostoso demais para recusar e o Kamado tentava se adaptar a qualquer artimanha que seu Sensei tinha pra lhe oferecer. O platinado começou a tirar a roupa do menor, apressado do jeito que era e não querendo parar o beijo, Tanjirou tentou ajudar temendo sair dali com o uniforme rasgado e não tardou para estar nu, e no momento que sua calça tocou o chão, Sanemi segurou com força sua bunda com as mãos e as apertou fazendo o gemer durante o beijo.

— Mas que bunda macia e gostosa minha putinha tem. — Sanemi continuava a apertar e começou também a estapear.

— humm...nyahhh...hum..— Tanjirou não conseguia segurar os gemidos manhosos que insistiam em sair de sua boca.

— Se encosta na mesa. — Sanemi disse no ouvido do ruivo que se arrepiou ao som, prontamente atendendo ao pedido enquanto o Shinazugawa ia até a porta e pode se ouvir o trinco, ele trancou os dois ali, olhando para trás via que ele se desfazia da calça e das botas e aquele pau apontava para o céu enquanto ele caminhava até onde ele estava recostado, com sua bunda sendo o alvo, ao chegar perto de si, o platinado forçou seu pescoço de encontro a mesa, fazendo o ruivo empinar mais um pouco e assim começando a sarrar lentamente, as bochechas de Tanjirou adquiriram uma cor vermelha intensa, estava sendo melhor do que pensava.

— Você quer esse pau dentro de ti não é vadia? — E deu um tapa considerado na bunda do ruivo, a marca da mão ficou ali na pele, Tanjirou se sentia um animal indefeso, não tinha forças sobre os pés de Sanemi. — Desde sempre percebo esse olhar sedento pra cima de mim, não consegue nem esconder o desejo de querer ser fodido por mim, mas agora...— deu mais um tapa forte e lambeu o caminho até o ouvido do menor, onde sussurrou. — ...Você tem o que tanto quer.

Posicionou o pau e com uma cusparada certeira e o pau até que lubrificado com a saliva de Tanjirou, empurrou de uma vez, sentindo as paredes anais sufocarem seu caralho grande, Tanjirou ficou sem ar com a invasão repentina e tão logo começou as investidas, fortes e profundas elas eram, e num determinado momento, Sanemi puxou o cabelo de Tanjirou com força.

— Geme pra mim putinha…. Geme...— Sanemi dizia enquanto puxava mais o cabelo do Kamado e dava tapas considerados na bunda do outro.

— Aah… Ahh… me-mete com fo-força… aaaa… — Os gemidos sôfregos do ruivo soavam como melodia para o maior,para o ruivo tudo aquilo estava sendo a melhor tarde de sua vida, deveria ficar em detenção com o Shinazugawa Sensei mais vezes, quem sabe não recebia esse tratamento mais vezes, as estocadas estavam do jeito que ele imaginava, o platinado era bruto demais e aquilo o excitava de uma maneira que não conseguiu explicar, até que...— AAAAAAAAAAHHHHHH!!!!!

— ´Parece que eu achei o que eu queria, só não grita.— Sanemi se ajeitou e deitou em Tanjirou cobrindo-lhe a boca, as investidas começaram mais rápidas do que antes e mais profundas também, arrancando gritos e gemidos de prazer que poderiam ser ouvidos se sua boca não estivesse coberta, mas os murmurinhos soltos eram combustível para que Sanemi continuasse.

Tão rápido Tanjirou veio, se desfazendo na madeira da mesa sem nem mesmo se tocar, todo o tesão que sentia naquela situação já era o bastante para lhe fazer gozar horrores, Sanemi continuava a meter independente do menor já ter gozado, mas não demorou a vir gozar dentro do menor, que se deliciou em sentir o leite quente lhe preencher.

— Agora limpe a bagunça que você fez. — Sanemi tirou o pau de dentro do ruivo e o fez ajoelhar-se em frente a seu pau sujo de goza, Tanjirou não se fez de rogado, chupou e lambeu aquele pau como se fosse a última vez que poderia fazer aquilo, o leite de seu Sensei era doce demais e ele gostava daquele sabor em específico, já sonhava em poder experimentar mais vezes.

— Bom trabalho merdinha. — Sanemi abria um sorriso sádico, deixando o menor ali e indo vestir suas roupas, atirando também as roupas do ruivo que estavam no chão da sala e seus materiais. — Se arruma e limpa essa goza da mesa, não quero nenhum funcionário atrás de mim depois.

— O-Okay...— Tanjirou sentia as pernas bambas e assim mesmo vestiu seu uniforme, pegou folhas de papel de seu caderno e limpou o que havia respingado, Sanemi já estava arrumado pronto para sair, mas antes ditou:

— Não pense que só é esse dia de Detenção, a gente ainda vai ficar muuuuuito tempo junto, putinha, da próxima, venha preparado, quero te deixar sem poder voltar pra casa, e não jogue essa porra que tem dentro de você, caminhe com ela no seu cu até na tua casa, se não fizer o que eu fizer, vai se arrepender. — Tanjirou sentiu novamente o arrepio e concordou freneticamente.

— Sim, s-sim, se-sensei… — Levantou o mais rápido e se curvou perante a dominância do platinado.

— Ótimo putinha. — E saiu dali.

Tanjirou voltou a realidade e seu rosto corou ao extremo ao perceber que havia transado com seu professor de matemática, ainda mais na escola, agora sentia vontade de se enterrar, sua mente havia ficado tão nublada que nem tivera noção das regras e moralidades que havia quebrado, mas se sentia tão bem, se sentia no céu por ter conseguido não só uma foda, mas várias por tempo indeterminado, pegou suas coisas e rumou para casa, a medida que andava, mais porra escorria pelo seu orifício e ele estava entre o medo e o tesão, ao chegar em casa correu para o banheiro e ali se desfez na masturbação.

— Que tarde perfeita, aaaaa...

15 de Junho de 2020 às 02:02 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

Conheça o autor

Ramony As vezes insano e as vezes estável ... Dizem que eu tenho um ótimo gosto musical e sou bastante simpático, mas as opiniões sempre mudam de pessoa para pessoa, me conheça e me desconstrua!!! Indie & Pop & Alternativo e seus derivados fazem parte de boa parte do meu coração, se tiver um artista desconhecido que goste, me recomende-o Sociável e extrovertido, mas as vezes introvertido! Um dia, todos iremos ascender na vida, confie no seu potencial "Everything dies and everything changes"

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