dramaqueensz Geovanna Sousa

Após um ano longe de sua família, Sasuke retorna a vila, que está curiosamente decorada, supondo que seria alguma festividade, mas não sabia qual até o momento. Coincidentemente, ele esbarra em sua filha, que lhe explica o porquê da vila estar daquele jeito...


Fanfiction Anime/Mangá Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#universoninja #love #diadosnamorados #saudades #258 #sasusaku #naruto
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Capítulo Único

A última missão de Sasuke Uchiha não foi diferente das outras, foi um longo ano longe de sua família, o que partia seu coração, mas ele sabia que essas missões eram necessárias para a paz e tranquilidade da vila. Ele retorna a vila, e se surpreende com as decorações que havia nas ruas, Naruto gostava bastante de datas comemorativas, e adorava quando os cidadãos de Konoha interagiam nessas comemorações. Sasuke fica um pouco confuso, o que estava sendo comemorado?


Andando pela vila, ele coincidentemente encontra sua filha que estava saindo de uma loja de armas. O sorriso da Uchiha foi enorme ao rever seu pai depois de tanto tempo, e corre para abraçá-lo.



— Pai, quando chegou? — Sarada diz após se soltar do abraço caloroso de seu pai.



— Há uns cinco minutos. — Ele dá um sorriso de canto. — É... filha... Sabe me dizer por que a vila está tão decorada?



— Senhor Sasuke Uchiha, não me diga que você não sabe que dia é amanhã?



— É... não. — Sasuke diz mega sem graça por não saber do que se tratava aquela comemoração.



— Aí meu Rikudou. — A morena bate em sua própria testa, mostrando-se indignada. — É o dia dos namorados, papai! Como você não sabia?



Sasuke abaixa seu olhar em sinal de tristeza, foi quando Sarada entendeu. O Uchiha nunca havia passado um dia dos namorados com Sakura, pois sempre estava longe. Sasuke se sentiu mal por aquilo, seu peito doeu por não estar sendo um bom marido para sua amada, questionou até a possibilidade de perdê-la por conta desses vacilos que ele mesmo cometia.



— Olha, vamos fazer esse dia dos namorados valer por todos os outros, ok? — A Uchiha diz ao seu pai, que abre um sorriso ao ver que a filha estava disposta a ajudá-lo.



— Obrigado, minha filha. — Ele a abraça novamente.



— Que isso papai, quero que fique bem com a mamãe. Mas para ficar perfeito, ela não pode saber de nada.



Sasuke concordou com sua filha e ambos teriam uma missão em conjunto, conseguir planejar e executar o melhor dias dos namorados para Sakura e não deixar a rosada descobrir de nada até a hora da surpresa.

Sarada sempre foi muito tagarela — bem diferente de seu pai na infância — ela foi dizendo do que sua mãe gostava, que seu doce favorito era dango, o que fez Sasuke se recordar de seu irmão, Itachi, que adorava esse doce. E a primeira parada deles foi justamente na loja de doces, Sarada pediu dois dangos, mas a morena não sabia que seu pai não gostava de doces.



— Poxa pai, podia ter dito antes que não gostava de doces. — Ela diz comendo seu dango. — Teremos que encomendar alguns para amanhã, mamãe adora doces, principalmente dangos.



Eles encomendaram os doces, Sasuke buscaria eles na parte da manhã, e a primeira parte da missão deles foi concluída.



Sarada estava pensando em comprar algumas flores de cerejeira para decorar, porém não era época delas, e então decidiram optar pelas tradicionais rosas vermelhas mesmo.


Já que Sakura não poderia saber que Sasuke havia retornado de viagem, ele não poderia ser reconhecido pela Ino, pois ele sabia bem que se a loira o visse, correria até a rosada para lhe contar.


Sarada então deu a ideia para que se pai fizesse um jutsu de transformação para passar despercebido por Ino. E assim foi feito, ele se transformou no Boruto, e ambos adentraram na floricultura para ver as flores. O objetivo eram rosas vermelhas, mas Sarada se encantou com um arranjo de rosas com um tom rosado bem suave, ela chamou “Boruto” para ver o que ele achava, o Uchiha achou aquele arranjo perfeito, o pegou e levou até o balcão onde Ino estava.



— Bela escolha, Boruto! Aposto que são para a Sarada né? — Ino dá uma piscadela e Sasuke sente uma pontada de ciúmes da sua filha, por que Ino pensou que o Boruto daria rosas a Sarada?



— São para minha mãe. — Ele diz tentando se conter.



— Ah, entendi. Para a sua mãe né. — Ino diz sarcástica ao ver Sarada se aproximando.



Ambos saem da floricultura, e Sasuke ficou pensando no que Ino falou, mas resolveu não questionar nada a sua filha, o foco deles era outro.



Pouco tempo depois dos Uchihas saírem da floricultura de Ino, Boruto aparece procurando por flores prensadas para dar a sua mãe. Ino ficou um pouco confusa, o garoto havia estado ali a pouco tempo.



— Então o arranjo de flores era mesmo para a Sarada né? Minha intuição não me engana.



— Que arranjo de flores tia Ino? — Boruto questiona.



— Você veio aqui não faz cinco minutos atrás com a Sarada e comprou um arranjo de rosas, dizendo que era para sua mãe, mas eu notei que eram para a Sarada. E aí? Ela gostou?



— Não sei, por que eu não comprei nenhum arranjo de rosas e nem vi a Sarada hoje. Tia Ino eu acho que esse seu jutsu transferência de mente está mexendo com sua cabeça, está até alucinando. — Boruto diz e sai sem pegar as flores prensadas.


Ino ficou muito confusa com aquilo, tinha certeza de que Boruto e Sarada foram ao se estabelecimento e compraram o arranjo. Será que a idade já o havia alcançado? Ela correu e marcou uma consulta com Sakura.



Os Uchihas continuaram sua missão, desta vez pararam em uma loja de brinquedos que vendiam várias pelúcias fofas, e segundo Sarada, sua mãe gostava de pelúcias, a loja está vazia e não havia ninguém que poderia reconhecer Sasuke no local, então ele não precisou usar o jutsu de transformação. Eles estavam andando pela sessão de pelúcias, até que por coincidência, Sasuke se esbarra em uma pelúcia do Aoda, que é seu animal de invocação, Sarada achou perfeito e levaram o mini-Aoda.



Para finalizar, eles precisariam de uma cesta para colocar todas as coisas, que foi a parte mais difícil da sua missão, pois a loja que fabricava e vendia cestas ficava ao lado do hospital, o que era um alto risco para a missão deles. Qualquer um ali poderia reconhecer facilmente Sasuke, sem contar a própria Sakura que poderia vê-lo. Então novamente o jutsu de transformação entra em cena, quando a dupla passa pelo hospital, avistam Ino, que os encara e aborda os dois.



— Boruto, você saiu e não levou as flores prensadas que havia pedido. Depois passe na floricultura e pegue com Inojin.



— É... eu não pedi nenhuma flor prensada.



— Como assim Boruto? Você mal saiu da floricultura com o arranjo e já voltou pedindo as flores prensadas para sua mãe.



Sarada entendeu o que havia acontecido, o plano poderia ir água abaixo por conta de Ino, até que sua mãe aparece.



— Ino, crianças! — Sakura diz se aproximando.



— Temos que ir agora, tchauzinho! — Sarada sai correndo e puxa seu pai, eles correm até a loja.



— Sakura, acho que estou ficando maluca. — Ino choraminga.



— Aham... — A rosada responde monotonamente encarando aquela duplinha correndo até a loja de cestas.



— Essa foi por pouco. — Sasuke diz.



— Foi mesmo, um minuto a mais ali, e a mamãe descobria tudo.



Eles voltaram o foco para a compra da cesta, que por sinal era grande, claro, além das coisas que eles compraram até aquele momento, Sasuke colocaria outros itens como, pãezinhos, biscoitos, pães de mel, um suco natural de maracujá, seria basicamente uma cesta de café da manhã cheia de mimos para a rosada.



Apesar de ter ajudado seu pai a elaborar tudo aquilo, Sarada achou melhor deixar aquele momento só para eles, precisavam daquilo, um dia só para eles. Alias, Sarada passou o dia inteiro com seu pai, se divertiram, fugiram, e riram, aquilo já havia sido perfeito para ela, um momento só ela e seu pai, para quê melhor?



A Uchiha então avisou sua mãe, e foi dormir na casa de Chocho, Sasuke ainda não voltou para sua casa, dormiu próximo a sua residência.


Quando o sol ameaçava aparecer, ele foi até a loja de doces, onde seu pedido já estava pronto de acordo com o combinado. As coisas que ele havia comprado estava em no porão de sua casa, onde tinha uma entrada por fora, lá ele foi organizando tudo na cesta da forma que sua filha o havia explicado antes.



Silenciosamente, entra em sua casa, põe a cesta no criado mudo que fica ao lado de sua cama, ele observa sua amada dormindo, e cuidadosamente, pega uma mecha de seu cabelo e tenta arruma-la para não ficar em cima de seu rosto, mas a rosada acordou com o toque, assustada pega o braço do Uchiha, o coloca em suas costas e o derruba no chão.



— SAKURA, SOU EU! SASUKE. — O Uchiha diz sentindo um pouco de medo de sua esposa, que em segundos o derrubou.



— Querido!? Meu Rikudou do céu, me desculpa amor. — Ela diz soltando-o.



— Esqueci do tamanho da sua força. — O moreno diz se levantando e é surpreendido com um abraço.



— Quando chegou? Porque não me avisou nada Uchiha?



Sasuke aponta para a enorme cesta que havia em cima do criado mudo, Sakura fica encantada, não imaginava isso vindo de seu marido.



— Surpresa! — Ele diz sorrindo. — Eu... eu sei que nunca passamos um dia dos namorados juntos, então quis fazer algo... especial.



— Está perfeito. — Ela se aproxima e o beija. Foi um beijo de um ano cheio de saudades, de amor e ternura que ambos sentiam um pelo outro, mesmo Sasuke não demostrando muito, ele amava Sakura de uma forma inexplicável.



— Você me deu esse presentão, estou até triste em lhe dar o meu. Não é grande coisa.



— Estou curioso, o que é?



Sakura vai até seu guarda roupa, mexe e vira nas gavetas até retornar com uma caixinha aveludada.



— Eu tinha ido em uma missão no país dos metais, e conheci um joalheiro muito gentil, ajudei ele com sua lojinha que havia sido destruída após uma invasão que aconteceu lá, e como forma de agradecimento, ele disse que faria uma joia para mim. — Sasuke apenas arqueou a sua sobrancelha, escutando atentamente sua amada. — Então ele perguntou meu sobrenome, respondi que era Uchiha, ele no momento estranhou por eu não possuir sharingan, aí eu expliquei que era casada com você, e ele disse que já tinha pensado em algo perfeito. — Sakura abre a caixa, e revela o conteúdo dela.



Sasuke fica deslumbrado com o que viu, achou tão representativo, tão perfeito.



— Ele então falou que esse era o símbolo do nosso amor, que significava a nossa união. Mas eu o interrompi e disse que o símbolo do nosso amor era nossa filha, e ele repetiu que isso significava a nossa união, foi aí que eu entendi. O colar representa a nossa filha, fruto da nossa paixão. Eu sempre quis te dar esse colar, para sempre lembrar de nossa filha, da nossa união, em suas viagens, mas suas vindas a vila eram tão passageiras, e nunca tive a oportunidade de te entregar.



— Isso foi mais perfeito do que o presente que eu te dei. — Sasuke diz encarando o colar com o símbolo do clã Uchiha com flores de cerejeira.



— Para mim, o presente que você me deu é mais do que perfeito. Você se esforçou muito para por cada detalhe meu nessa cesta. E eu sei que tem dedinho da Sarada nisso aí. — Sakura sorriu.



— Como soube? — Sasuke questionou.



— Eu sei que a Ino não ficou doida e viu dois Borutos que não se lembravam de algo que fizeram. E Sarada não correria de mim sem ao menos falar “oi”. Então suspeitei que ela estava aprontando algo, e pelo visto, vocês passaram muito tempo juntos para organizar isso né? — Sakura diz olhando os itens da cesta, ela logo achou o dango e o abocanhou. — Que delícia! Muito obrigada, meu amor.



— Eu que agradeço por ser tão paciente comigo. E peço desculpas por ter sido tão ausente, vou conversar com Naruto para que outros ninjas possam realizar algumas missões que são direcionadas a mim, assim poderei ficar mais em casa.



— Seria perfeito, Sarada irá adorar, e eu também!



— Eu te amo minha flor. — Sasuke diz antes de beijar novamente sua esposa.


Fim.






12 de Junho de 2020 às 14:12 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

Conheça o autor

Geovanna Sousa ▪️Escritora amadora nessas plataformas da vida✨ ▪️Fanfiqueira de carteirinha 😗✌️ sagitarianxxx

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