shinigamigrell Ane Caroline

Há muito tempo,em uma cidade longínqua,existia uma aldeia que foi incendiada por vampiros. Uma mãe desesperada para salvar sua criança,ouve uma voz que lhe convence a abandonar a filha no local para proteger a mesma e assim foi feito. 16 anos depois,em meio a era Vitoriana,Mia é expulsa do orfanato Sunflower na cidade de Lindford e se encontra com um de seus inimigos naturais.


Fanfiction Celebridades Para maiores de 18 apenas.

#vampire #Hayden-Christensen #Adelaide-Kane #Alisha-Newton #Anna-Diop #John-Boyega #Ewan-McGregor #Mary-Elizabeth-Winstraud
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Prólogo

-Corra!-gritou um aldeão-Você precisa correr!

A aldeia estava em chamas,a labareda estava ficando cada vez mais alta,as casas ardiam,as pessoas gritavam sem parar de dentro das suas casas e uma mulher alta de longos cabelos pretos e soltos,corria pela aldeia suando e chorando desesperadamente com um bebê no colo,que estava muito bem enrolado em uma manta e sujo de fuligem assim como ela.

Adentrou a densa e escura floresta,não olhava para trás,precisava salvar aquela criança,sabia que aquele incêndio era criminoso. Há alguns dias,o xerife da aldeia havia queimado um homem em praça pública acusado de ser um vampiro que sequestrava pessoas,principalmente crianças,pelos arredores,após aquele dia,tudo saiu do controle e uma horda de vampiros começou a atacar a aldeia.

Aquela mulher precisava proteger aquela criança de alguma forma,correu até finalmente encontrar um pequeno barranco,conhecido por dividir a floresta,se ultrapassasse dali,estaria indo para a cidade chuvosa e fria de Lindford.

-Ei,você!-ouviu uma voz feminina falar atrás de si-Deixe essa criança aí mesmo,embaixo do barranco!

-O que?-perguntou a mulher indignada-Como assim?

-Deixe essa criança aí mesmo,embaixo do barranco,alguém virá por ela...-disse a voz feminina vindo de trás da mulher-Alguém vai cuidar dela,desamparada ela não ficará,você pode ter certeza e pode se manter tranquila.

A mulher engole em seco,deixando a criança lentamente no chão e se afastando com as mãos para cima,em seguida,ela se vira para ver quem estava falando consigo,mas não havia ninguém,um pé de vento passou por trás de si,balançando seus cabelos pretos,ela se vira novamente,não havia ninguém,nem mesmo seu bebê.

Ela se ajoelha no chão em meio as folhas secas,começa a chorar,colocando suas mãos em seu rosto,grita um "não" alto o suficiente para poder expressar toda a sua dor em perder a filha daquela forma,mas era sua única chance de poder salvá-la,se não confiasse naquela voz,provavelmente não conseguiria ir muito longe pela cidade.

A mulher retira as mãos de seu rosto,quando vê várias pessoas a sua volta vestindo preto,vestiam roupas pretas com detalhes em dourados,enormes capas,cabelos muito bem arrumados,seus olhos eram vermelhos,o rosto expressando maldade,o que fazia aquela mulher se arrepiar por inteiro.

Ela se levanta,correndo na direção de Lindford,porém,foi pega pelo pescoço por uma dessas pessoas com apenas uma mão e foi erguida do solo,para aquela pessoa,a mulher não era nada,ela era como uma pluma,o sorriso maligno se intensificou nos lábios daquela criatura.

Ele joga a mulher no chão da floresta com toda a sua força,ela chora de dor,provavelmente muitos de seus ossos haviam sido quebrados com o impacto,que havia sido muito forte,em seguida,um deles rapidamente se move em cima dela e morde o seu pescoço,sugando todo o sangue do corpo daquela mulher,que foi empalidecendo sua pele e começando a demonstrar a cor de defunto.

A boca de um deles estava ensanguentada,suas presas eram evidentes,os outros riam em volta do cadáver da mulher e do colega,que lambia ao redor de sua boca aproveitando cada gota do sangue daquela vítima.

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Com sua capa azul arrastando pelo chão molhado e embarrado,alguém carregava aquela recém nascida em seu colo pela floresta sombria de Lindford,levando-a até uma pequena residência com grandes portões de ferro da cor preta.

A pessoa adentra o portão,em seguida,deixando a criança bem enrolada em seu manto em cima do capacho da porta,tocando a campainha do local e rapidamente se afastando e se escondendo.

A porta do local é aberta,uma moça de longos cabelos castanhos vê aquela criança enrolada no capacho,a pega no colo com uma expressão de pena estampada em seu rosto,a recém nascida começa a chorar,a moça balança-a de leve,provocando um ruído com a boca para acalmá-la,em seguida,fechando a porta,levando a criança para dentro do local.

Após isso,a pessoa retira lentamente o capuz de sua longa capa,uma mulher de longos cabelos castanhos e ondulados encara a porta daquele local,respirando fundo,se virando e dando as costas para o orfanato,se afastando devagar do local.

5 de Junho de 2020 às 19:16 0 Denunciar Insira Seguir história
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