kalastrias Kalastrias

O silencio da casa a estava incomodando, estava errando a quantidade de magia que imbuía na preparação de algumas receitas, usando menos ou mais que o necessário para que ficasse pronta e fazendo com que a garota precisasse refazer toda a fórmula várias vezes.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

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— Será mais rápido se eu for sozinho. — Chise ouviu a explicação dele quando perguntou se poderia ir à viagem que Elias faria para resolver um problema da igreja. — Não será mais que cinco dias. — Disse após ver os olhos baixos da garota.

Elias havia se despedido dela e pedido para que não excedesse praticando magia. Chise não aprovou o pedido, mas concordou e suspirou pesado quando ouviu a porta da frente da casa se fechar. Andou até a janela da cozinha que ficava perto do quadro com os pedidos de remédios e o observou até perdê-lo de vista ao longo do vasto jardim do quintal.

Esse ocorrido já fazia dois dias. Chise estava inquieta. Não achava um lugar da casa que a deixasse confortável e estava tendo problemas para se concentrar na leitura dos livros de magia, O silêncio da casa a estava incomodando, estava errando a quantidade de magia que imbuía na preparação de algumas receitas, usando menos ou mais que o necessário para que ficasse pronta e fazendo com que a garota precisasse refazer toda a fórmula várias vezes.

— Chise. — Seu familiar desenrolou a cauda do cajado da garota, avisando que ela não deveria continuar praticando.

— Ok. — Disse numa voz baixa.

Chise carregou o material de volta para as prateleiras onde ficam guardados em seu quarto e juntou os remédios que havia conseguido terminar. Desceu as escadas devagar, sem muita vontade de se movimentar e começou a organizar os remédios na prateleira ao lado do quadro.

— Chise?

A garota pulou no lugar ao ouvir a voz de Simon bem perto de si, do lado de fora da janela.

— Simon… — Disse, se virando para ele.

— Ainsworth está aí ainda?

— Ele está fora faz dois dias. — Chise deixou os ombros caírem.

— Ah. — Simon encarou a menina e pensou no que falar frente à face desanimada dela, mas imaginou que qualquer coisa que falasse não a satisfaria.

Ruth passou pelo lado de Chise e entregou os remédios de Simon. Chise estava distraída o suficiente para não se lembrar de buscar ela mesma.

— Oh, obrigado. — Observou o familiar de Chise que estava na forma de garoto, estampando uma careta involuntária. Questionou silenciosamente o familiar, Ruth apenas balançou a cabeça e suspirou, voltando para sua forma animal. — Tenha um bom dia, Chise. Continue com o ótimo trabalho que vem fazendo.

Chise forçou um sorriso até ele virar as costas.

— Chise. — Ruth disse. — Ele vai voltar.

A garota abriu a boca para falar, mas não estava com vontade de discutir com o familiar, avisando que apenas atestar coisas óbvias não a faria se sentir melhor. Não era a primeira vez que ficava sozinha enquanto ele saía para resolver alguma coisa, mas nunca conseguia se acostumar.

Virou-se e saiu da casa em direção ao jardim. Demorou-se em sua tarefa, prolongando seus cuidados nas plantas mais que o necessário, esperando o dia passar lentamente.

Não comeu muito no jantar, recebendo um olhar preocupado de Silky enquanto saía da cozinha. E se banhou mais rápido que o normal, querendo se deitar e dormir logo. Mas acordou no meio da noite e não conseguiu voltar a dormir.

Encarou o céu da noite pela janela, algumas estrelas embaçadas pelo vidro. A lua estava ausente, por isso não iluminava o quarto com seu brilho, o deixando desconfortavelmente escuro e passando um pesado sentimento de vazio para o coração de Chise. Olhou para o familiar que dormia ao pé da sua cama dessa vez, dando espaço para que dormisse bem. Abraçou o urso de pelúcia que Elias havia lhe dado de natal há tempos atrás, não funcionava mais porque os amuletos dentro deles haviam perdido a magia. Dormia com outro urso perto da cabeça que fazia a mesma coisa, mas aquele primeiro que havia ganhado tinha um valor sentimental maior. Chise se recusava a se desfazer dele.

Mudou de posição na cama várias vezes, não achando posição nenhuma que fosse confortável o suficiente e nem sono o bastante para que pudesse voltar a dormir. Sentou-se na cama e suspirou. Deu outra olhada para seu familiar, que não parecia ter notado ainda seu desconforto e dormia profundamente. Levantou-se da cama carregando seu urso de pelúcia com uma das mãos, quase o arrastando no chão.

Andou pela casa por algum tempo, beliscando alguma comida na geladeira e observando pela janela da cozinha a rua que passava à frente da casa por alguns longos minutos. Bocejou, e sentiu que se tentasse dormir dessa vez conseguiria. Abraçou o urso de pelúcia outra vez enquanto dava uma última olhada pela janela antes de subir as escadas. Andava com parte da cabeça escondida no rosto do urso quando parou no meio do corredor. Olhou para o quarto de Elias. Estava dormindo em seu antigo quarto porque era um pouco desagradável dormir na cama de Elias sem ele ao lado.

Olhou para a porta de seu quarto e para a porta do quarto de Elias algumas vezes. Bocejou e arrepiou com o frio da noite em suas pernas descobertas pelo pijama feito apenas de uma camisa branca. Andou até a porta do quarto de Elias e a abriu. Sentia o quarto mais quente que os outros cômodos, e seus pés gelados agradeceram. Sentiu o cheiro de grama que exalava de todos os cantos do quarto. Apertou os dedos no urso enquanto escondia um sorriso na cabeça dele, como se Elias estivesse ali a observando.

Andou a passos rápidos e se jogou na cama. Enrolou-se nas cobertas o quanto pode, tentando replicar o calor dele à sua volta. Deixou o urso ao seu lado e abraçou o travesseiro de Elias, inspirando profundamente até que se sentisse satisfeita. Dormiu com o nariz enfiado no travesseiro, sem ver seu familiar olhar para dentro do quarto para checá-la e fechar a porta em seguida, a deixando sozinha.

Chise acordou mais tarde do que normalmente acordaria. Abriu os olhos devagar, notando que havia dormido em uma única posição, abraçada com o travesseiro. Sentiu o pano molhado de saliva onde estava sua boca e seu rosto ficou rosado. Virou o travesseiro ao contrário e o colocou de volta na cama, esperando que Elias não suspeitasse quando chegasse. Esticou-se na cama, sentindo seus membros doloridos por dormir numa posição só. Sentiu a cama dolorosamente vazia e se levantou rápido, seguindo para seu quarto para se trocar.

Ao retirar sua camisa branca, ficou alguns segundos a cheirando. Sentindo que o cheiro da cama de Elias havia ficado em sua roupa.

— Chise, você está bem atrasada para o café-da-manhã. — Ruth disse do lado de fora do quarto.

Ela reclamou mentalmente enquanto trocava de roupa, passando o nariz na pele do braço, sentindo levemente o cheiro de grama. Sorria sozinha. Caminhou um pouco mais animava para a cozinha.

— Ela está vindo. — Ouviu Ruth falar enquanto descia as escadas.

— Ela nunca foi de dormir tanto.

Chise parou os passos nos últimos degraus. Seu coração foi de zero a cem em poucos segundos ouvir aquela voz. Viu Ruth passar da cozinha para o corredor e lhe dirigir um olhar, soltar o ar e seguindo para fora de casa, abrindo e fechando a porta com a cauda. Chise terminou de descer a escada e parou na porta da cozinha.

Elias estava de costas, entregando alguma coisa para alguém pela janela. Viu os cabelos dourados balançar com o vento e presumiu que fosse um cliente que ele estivesse atendendo. Observou as costas dele, satisfeita com sua presença em casa. Viu-o virar o rosto com uma expressão de pouco interesse, e apertou os lábios escondendo um sorriso. Ah, como era bom ter a presença dele ao alcance de suas mãos.

— Chise. — Sorriu genuinamente ao encontrar os olhos verdes da garota.

Sem conseguir se segurar mais, a garota encurtou a distância entre eles com passos rápidos e envolveu a cintura dele com seus braços.

— Senti sua falta. — Disse, enquanto apertava seu rosto contra a roupa dele.

Elias passou os braços nas costas da garota, apertando ela contra si. Chise afundou o nariz e rosto no peito dele, inspirando o cheiro almiscarado que ele exalava.

— Com sua licença.

Chise se desgrudou dele e viu Elias virar de costas em direção à janela, de onde vinha à voz.

— Simon. — Chise cumprimentou, enquanto Elias o olhava não muito feliz.

— Vejo que está de volta. — Simon apoiou os braços na janela.

— O que veio fazer aqui? — Elias voltou o olhar para os pedidos pendurados no quadro ao lado, procurando se havia algum de Simon.

— Vim ver como está sua garota. Ela estava bastante infeliz outro dia. — Simon olhou para Chise que estava pouco atrás de Elias e de novo para ele. — Você não devia deixar ela sozinha. Ela fica perdida sem você por perto. — Chise olhou para baixo escondendo as bochechas rosadas, não notando o olhar que recebeu de Elias por cima do ombro.

— Apenas isso? — Elias o encarou.

— Claro. Também não tenho muito tempo para ficar. — Olhou para Chise. — Até mais. — Virou as costas, saindo da janela.

Chise olhou para os lados, procurando por Silky, tentando disfarçar ainda a sensação quente em seu rosto.

Sentiu a mão enluvada tocar seu queixo e o levantar. A garota encarou os olhos dourados, deixando a sensação de vergonha sumir e seu estômago aquecer. Esticou os braços e tocou o rosto humano que ele ainda usava, apertando os dedos na pele.

— Licença, queridos.

Chise voltou a se afastar de Elias quando outra cliente apareceu na janela, se sentindo frustrada por ter seu momento interrompido novamente.

Não deu importância ao que ela estava conversando com Elias, encostando-se ao portal da cozinha e esperando quase impacientemente a cliente ir embora. Escutou Elias fechar a janela e levantou o olhar. Havia virado a placa de open do lado de fora para close, mas Chise não sabia disso.

Observou ele se aproximar de si, e antes que pudesse ler a expressão no rosto dele, sentiu as mãos dele passarem debaixo de seus braços e a levantar do chão. Pressionou-a contra o portal e suas mãos desceram paras as coxas da garota, apertando-as em sua cintura.

Chise segurou-se nos ombros dele para não cair. Havia desenvolvido um gosto por essa forma dele, era a única que podia experimentar beijos de verdade, e ele não parecia odiar a sensação. Então entrelaçou os dedos nos fios dourados dele, puxando o rosto para si.

Sentiu-o pressionar demais suas costas contra o portal da cozinha e soltou um gemido de dor. Elias imediatamente a desencostou da madeira e começou a caminhar no corredor para subir as escadas, sem abrir os olhos e se desconcentrar da garota. Acabou tropeçando e antes que pudesse cair em cima de Chise, ele a segurou com um braço e apoiou o outro em um dos degraus da escada.

Se separou da boca dele no susto e ficou parada alguns segundos, depois soltou uma risada boa que ecoou no corredor. Sentiu Elias a sentar na escada e começar a se levantar. Puxou a gola da camisa dele com força para que voltasse para perto de si. Se ajoelhou nos degraus abaixo dela e deixou que a garota o conduzisse.

Chise começou a passar os dedos na camisa dele, desabotoando com facilidade o corsete a camisa. Passou as mãos na pele da barriga dele e as deslizou para suas costas, apertando o corpo dele contra si. Apertou os dedos na carne da cintura dela e sentiu-o apertar suas coxas. Os dedos dele passaram em suas costas por baixo da blusa da garota, sentindo-a arrepiar.

Ouviram a porta se abrir, provavelmente Silky entrando na casa. Elias puxou Chise para seu colo e a carregou para o corredor de cima. Chise sentiu os fios dourados fazerem cócegas em seu nariz. Mordeu a ponta da orelha dele e viu ele subir os ombros. Achava incrível como sempre descobria coisas novas em relação ao corpo dele.

A pressionou contra parede. Chise sorriu quando Elias a olhou. Se arrepiou quando ele mordiscou a ponta de sua orelha, subiu os ombros e riu com cócegas. Sem conseguir se segurar na cintura dele com as pernas, ela as colocou no chão, ficando na ponta dos pés para que alcançasse os ombros dele. Puxou a gola da camisa para os ombros, jogando-a no chão quando terminou de tirar. Mordeu a pele branca dos ombros dele, deixando marquinhas vermelhas de seus dentes.

Elias puxou sua blusa por cima da cabeça e a jogou para o lado. Chise usava um sutiã rosinha, ele pensou que aquilo atrapalhava sua visão. Saiu da parede e começou a puxá-lo para o quarto, tirando o cinto dele no caminho e desabotoando a calça. Começou a se perguntar por que ele ainda estava nessa forma quando ele a jogou na cama e ficou sobre si. Terminou de despi-la e ficou observando o corpo nu da garota por alguns segundos, achando um machucado novo na perna dela que provavelmente ela teria adquirido esbarrando em algo.

Chise entendeu a vontade dele quando ele começou a passar a língua em seu pescoço e descer, mordendo a carne de sua barriga no caminho. Estremeceu com o toque molhado em sua intimidade, apertando os fios dourados com os dedos, suspirando baixinho. Pouco depois sentiu ele introduzir dois dedos em si, arqueou a coluna em resposta, seu gemido saindo rouco. Em meio à sensação ela se perguntava de onde ele havia tirados todas as ideias que tinham sem ter tido ninguém antes dela. Suas teorias eram interrompidas pela sensação percorrendo seu corpo, até ela esquecer que estava pensando nisso ao chegar ao ápice. Ainda continuou mexendo os dedos dentro dela por mais alguns segundos, arrancando mais gemidos roucos da garota, que tremia sob suas mãos com a cabeça jogada para trás e os olhos fechados.

Chise sentiu ele retirar os dedos de sie se deu alguns segundos para respirar. Abriu os olhos quando sentiu a língua dele mais áspera passar em seus seios, Elias havia retornado à sua forma usual. Mordeu a boca, essa forma dele era muito mais agradável aos seus olhos. Puxou o corpo dele para cima de si, sentindo-o apertar sua coxa e cintura, introduzindo-se de uma vez.

Chise apertou as unhas em um dos braços dele e nas costas. Alisou as costas dele, sentindo as marcas de escamas em alguns lugares, passando a mão por cima das costelas brancas que também ficavam expostas nessa forma. Começou a sentir as gotas de suor se formarem na pele dele.

— Vire-se. — Escutou Elias dizer baixo em seu ouvido.

Chise engatinhou de costas na cama, indo mais para o meio dela. Virou de costas e ficou de joelhos, esticou os braços e se apoiou na cabeceira da cama. Antes que pudesse se virar para olha-lo sentiu ele se reintroduzir, colocando as mãos em sua cintura e a puxando ao encontro do seu corpo.

Chise mordia a boca para segurar parte dos gemidos, concentrada em senti-lo fundo dentro de si. Elias passou uma das mãos nas costas suadas da garota, levando a outra ao pescoço e cabelos dela, puxando a cabeça dela para trás. Curvou-se e passou a língua do ombro ao pé da orelha da garota, ouvindo um silvo baixo vindo dela. Chise arrepiou, sentindo como se o membro dele tocasse uma parte melhor. Jogou uma das mãos para trás quando sentiu que ele se afastaria, puxou-o de volta para dentro de si, apertando dos dedos na cabeceira da cama e não conseguindo segurar o gemido alto ao chegar ao ápice novamente.

Enquanto a sensação desaparecia de seu corpo, com as forças de suas pernas e braços, Elias a deitou na cama. Chise respirou fundo algumas vezes olhando-o um pouco cansada, mas sua vontade de tê-lo ainda não havia sido aplacada. O empurrou para o lado. Elias se deixou ser empurrado, deitando-se de costas. Chise subiu em cima dele, notando os chifres dele perfurarem um dos travesseiros. Silky provavelmente ficaria irritada com isso. Deixou as mãos apoiadas no peito dele enquanto fazia os movimentos. Era difícil distinguir as feições de prazer dele, mas procurava entender o que lhe dava prazer para tentar fazer mais vezes. Teve uma ideia que ele talvez pudesse gostar.

Levantou-se rápido, ganhando um olhar confuso de Elias. Ficou em pé na cama e virou-se de costas para ele, voltou a se sentar nele. Sentiu sua aprovação quando sua carne foi apertada pelos dedos dele. Olhou por cima do ombro algumas vezes para ter certeza de que ele estava gostando. Sentiu ele chegar ao ápice mais rápido que o normal, então isso dizia que havia gostado. Pensou ter ouvido baixinho ele chamar seu nome, mas não tinha certeza. Ficou alguns segundos parada antes de se levantar.

Chise se deitou ao lado dele. Sentia suas costas suadas, então não se cobriu com a coberta. Não sabia quanto tempo havia se passado, mas se sentia muito cansada, não estava muito afim de se levantar tão cedo. Suspirou pesado. Olhou para Elias, ele havia virado de bruços e coberto metade do corpo com a coberta. Parecia mais cansado que ela, conseguia ver o brilho do suor nos braços dele.

Esticou um dos braços e tocou o rosto dela.

— Eu também senti sua falta. — Disse, fazendo carinho na bochecha dela.

Chise sorriu. Viu ele jogar a cabeça no travesseiro, e o corpo dele respirar profundamente.

— Se vai me tratar assim todas às vezes que ficar fora por muito tempo, eu acho que não vou ter problemas em te esperar. — Chise mordeu a boca, contendo o sorriso.

Escutou uma risada vinda do fundo da garganta dele. Era raro ouvi-lo rir, seu coração se aqueceu ao ouvir aquele som.

Abriu os olhos e se sentou na cama. Havia pegado no sono sem ver. Olhou pela janela, o sol ainda entrava então ainda era de manhã. Seu corpo estava coberto com a coberta da cama, Elias havia feito isso. O encontrou sentado no chão, ao lado da cama. A penugem nos ombros indicava que ele não estava em sua forma usual. Engatinhou na cama e jogou os braços no pescoço dele, colocando a cabeça com cuidado nos ombros dele.

— Você está bem? — A voz da garota saiu meio rouca por causa do cochilo.

— Hm. — Ele tocou um dos braços da garota, sua mão cobrindo quase todo o comprimento do braço dela.

— Por que está assim? — Passou o nariz no pescoço dele.

Pensou um pouco na resposta.

— Descansando.

Chise afastou o rosto, o suficiente para olhar no brilho vermelho dos olhos dele, com cuidado para não acertar o chifre e se machucar.

— Eu não dormi ontem. E bem… isso me cansou um pouco.

Chise ficou um pouco surpresa. Não viu o sorriso malicioso em seu rosto quando voltou a falar.

— Eu te cansei?

Elias a olhou de forma indignada.

— Você está se sentindo lisonjeada?

A garota corou e escondeu o rosto nas penas.

A deixou se apoiar em seus ombros por alguns minutos. Ela perguntou algumas vezes o que ele havia feito, recebendo respostas vagas do assunto que ele havia lidado.

— Chise, me deixe voltar. — Elias tocou o braço dela novamente.

Apertou mais os braços em volta do pescoço dele. Começou a se levantar, e Chise tentou permanecer grudada em seus ombros, mas acabou se soltando. Puxou uma das mãos dele, sua mão dando a volta completa no dedo indicador dele. Ficou de pé na cama esperando ele ficar de frente para si. Esticou os braços para alcançar as penas nos ombros dele.

— Não quero que volte. — Chise colou seu corpo ao dele.

Elias ficou em silêncio, sentindo o calor do pequeno corpo dela colado ao seu.

— Cansado demais?

Ele sentiu o desafio na voz da garota.

Chise se sentiu sendo puxada para a cama rapidamente, seus braços e pernas sendo firmemente atados. Reconheceu as raízes que ele usava. Voltou a olhar para ele, que estava de pé lhe observando.

— Provoquei demais? — Chise falou baixo quando ele se curvou sobre ela.

Elias sussurrou no pé do ouvido da garota:

— Você não faz ideia.

2 de Junho de 2020 às 02:02 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

Conheça o autor

Kalastrias Bem-vindo ao meu cantinho. Eu nunca sei o que falar em apresentações. Sempre entro em panico quando me pedem para falar sobre mim. Não vou entrar em detalhes sobre as minhas inseguranças, não é importante. Então, vou simplificar de uma forma que importa para a internet: Ela/Dela; Sagitariana; INTP; Café; Gatos e noites sem dormir. Sim, eu sei que é clichê, mas lide com isso.

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