bucetinhadobyun 𝕤𝕞𝕚𝕝𝕖 𝕠𝕟 𝕞𝕪 𝕗𝕒𝕔𝕖 ⁹⁹

"Pensei em sair de lá, mas antes que fosse me levantar, me deparei com uma nova visitante que me impressionou por passar despercebida, Tiffany Hwang. A herdeira dos Hwang era a mais poderosa de todo o Canadá, e mesmo assim não era popular e vivia tão isolada quanto eu, foram raras as vezes que a vi com alguém, mas hoje parece que ela foi convencida por alguém a vir também, já que nunca soube dela ter aparecido por aqui. Nossos olhares se encontraram e eu fiquei em silêncio, ela deu um meio sorriso e me arrastou para fora dali apesar dos meus protestos. Sinceramente não estava entendendo nada, mas era melhor do que ficar naquela festa chata, então apenas a deixei que me levasse para onde queria."


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

#girls-generation #snsd #Colégio-interno #lgbtqi+ #yuri #taeny
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Romance de uma noite

Toquei as teclas do piano e me deixei levar, me guiava pelo som da música que tocava na minha mente e por isso não notei o que aconteceu, quem apareceu para me assistir. Quando eu e o piano nos encontrávamos, era como se fosse o encontro de vinho e macarrão para a minha irmã mais velha. Me deixei levar pela composição, meus dígitos dançavam no ritmo próprio e eu me sentia apenas uma espectadora quando isso acontecia, mas me sentia tão bem e me divertia tanto. Ao fim do ato eu respirei profundamente, eram poucas as vezes em que podia vir para cá escondido, mas quando vinha aproveitava até o último segundo.

— Toca maravilhosamente bem. — disse uma voz que era familiar, me virei e notei que era a Yoona e estava acompanhada de Jessica a sua melhor amiga, quem eu particularmente não suportava.

— Obrigada, o que fazem aqui? — me levantei e fui até elas, precisava sair dali antes que fosse pega em flagrante e trancassem a sala.

— Vai ter uma festa no quarto da Chaerin, queríamos saber se você quer participar. — olhei para elas que pareciam tão ansiosas para que eu fosse, mas sinceramente não me dava bem com a Chaerin e suas amigas, nossas personalidades não batiam.

— Tenho a opção de não ir e ficar na biblioteca?

— Por favor... Você vive isolada, precisa socializar mais. — disse a Yoona e eu acabei cedendo, afinal ela foi fofa e eram poucas as pessoas que resistiam a fofura dela, e eu não era uma delas.

— Vou me arrumar.

— Não precisa!

Ela me arrastou para fora dali e corremos como um bando de adolescentes que tinham acabado de aprontar, na prática era bem isso mesmo, afinal faltava pouco para a meia noite e não podíamos estar fora dos quartos nessa hora e menos ainda no quarto da amiga. Eu sinceramente preferia estar no meu quarto, lendo um pouco de H.P. Lovecraft do que indo em uma festa cheio de garotas, principalmente quando essas garotas eram as mais populares da escola e as mais arrogantes.

Eu não queria, mas estava certa, aquilo estava uma merda e eu não fiz questão de disfarçar. Chaerin estava com o grupinho dela tagarelando, Yoona e Jessica com umas outras, um outro grupinho se pegando e eu na janela de braços cruzados olhando para fora, a única bebida que tinha era alcool e eu não era de beber. Pensei em sair de lá, mas antes que fosse me levantar, me deparei com uma nova visitante que me impressionou por passar despercebida, Tiffany Hwang. A herdeira dos Hwang era a mais poderosa de todo o Canadá, e mesmo assim não era popular e vivia tão isolada quanto eu, foram raras as vezes que a vi com alguém, mas hoje parece que ela foi convencida por alguém a vir também, já que nunca soube dela ter aparecido por aqui. Nossos olhares se encontraram e eu fiquei em silêncio, ela deu um meio sorriso e me arrastou para fora dali apesar dos meus protestos. Sinceramente não estava entendendo nada, mas era melhor do que ficar naquela festa chata, então apenas a deixei que me levasse para onde queria.

Tiffany Hwang era bem diferente do que eu pensei, ela não era excluída porque tinham a excluído e sim porque ela quis assim, mas não entendia o motivo. Ela me levou para o jardim do colégio, era descoberto e ficava ao lado de uma floresta, mas era muito bonito e bem cuidado. Fiquei em silêncio tentando entender o que ela pretendia comigo, mas ela apenas acendeu um cigarro e o tragou cruzando as pernas, outra coisa que me surpreendeu, já que eu achava que ela era certinha. A analisei por um tempo, tinha tudo para ser do grupinho da Chaerin e mesmo assim preferia não ser, a empresa das duas era parceira e nem isso parecia aproximá-las de alguma forma. Nossos olhares voltaram a se encontrar e a fumaça saiu pelas narinas dela, me lembrando um dragão, ou um híbrido de um já que ela era tão linda e dragões normalmente eram horríveis.

— Deve estar se perguntando por que eu a trouxe aqui e por que você, certo? — concordei com a cabeça e ela sorriu largamente tragando outra vez. — Você era a única que estava livre, só isso. — assenti e desviei o olhar, não sabia o que poderia fazer agora, até que ela me estendeu o cigarro. — Quer dar um trago?

— Não, obrigada, eu não fumo. — ela começou a rir e continuou insistindo, e me sentindo levemente pressionada eu decidi aceitar e o fiz, acabei por engasgar com a fumaça e ela riu mais alto.

— Você é diferente.

— E por que diz isso?

— Parece certinha a maior parte do tempo, mas foge todos os dias para tocar piano, ao invés de fazer como as outras que se drogam e transam entre si. — a olhei surpresa, então ela sabia do que eu fazia? — Andei te vigiando por um tempo, não entendo porque seria errado fazer o que se gosta, principalmente quando isso não machuca ninguém.

— E-eu também não. — coloquei um fio atrás da orelha sentindo meu rosto quente, ela tinha um olhar intimidador.

— Não precisa ter medo de mim, eu não mordo, só... Faço outras coisas. — riu de si mesma dando de ombros e tragou outra vez, a última, antes de jogar nas roseiras com desprezo e se levantar. — É virgem?

— E-eu...

— É. — seus olhos pareceram brilhar como diamantes na joalheria. — Definitivamente é virgem, nunca teve vontade de experimentar?

— Não eu... Eu preciso estudar, não estou aqui para outras coisas e... — ela aproximou-se do meu ouvido e riu me deixando arrepiada, não era uma risada como as outras, tinha um tom de malícia explícito.

— Sério? Não é o que parece. — quando ela disse isso fiquei mais envergonhada ainda, já que os dígitos dela estavam sobre a minha coxa acariciando, e os meus fios estavam arrepiados. — E sabe, é divertido descobrir que uma aluna como você anda assistindo pornô nas aulas de informática, já se masturbou enquanto assistia? Ou nunca teve coragem de fazer? — eu fiquei muda, só tinha feito isso por curiosidade, foi apenas uma vez e eu tinha certeza que estava sozinha... — É divertido ver como reage ao ser descoberta. — seus dígitos foram para a minha calcinha e acariciaram ali, me fazendo morder o inferior com força. — Já imaginou se os monitores aparecem aqui e a pegam de perna aberta, com os meus dedinhos na sua buceta? Seria divertido, ou se descobrissem o histórico do navegador.

— P-por favor... E-eu...

— Diga. — mordeu o lóbulo da minha orelha e passou a esfregar o meu clitóris, me fazendo gemer baixinho e apertar os braços dela. Esse momento acabou me lembrando do sentimento que eu tinha ao tocar aquele piano, ao entrar na sala e correr o risco de ser pega, Tiffany tinha dedos ágeis e precisos assim como os meus ao tocar aquelas teclas do piano. Ela riu outra vez, apenas para afastar a minha calcinha para o lado e penetrar um dígito em mim, o que me fez soltar um grito manhoso, e ela logo movimentou aquele dígito me fazendo sentir cada vez mais aquela sensação e um pouco mais de prazer. — Tão apertada e quentinha, é um privilégio saber que sou a sua primeira, Kim Taeyeon. — ela disse e eu fiquei surpresa, como ela sabia o meu nome? — os movimentos continuavam, até que ela aumentou a velocidade daquele dígito e passou a depositar selares no meu pescoço.

Era como uma melodia para mim, porque ela trocou os dígitos pelo músculo dela, a língua, e fez movimentos que me levavam a loucura e eu apenas conseguia expressar isso através de gemidos que escapavam dos meus lábios, além de mover meu quadril contra o rosto dela. Agarrei em seus fios e deixei que ela me conduzisse, como os meus dígitos me conduziam no momento de tocar uma partitura. Ela era tão boa no que fazia, parecia ser especialista nisso ou pelo menos fez muitas vezes para estar tão bem.

Não levou muito tempo até que ela se afastasse da minha intimidade e levantasse a minha parte de cima do uniforme, passando a lamber e mordiscar os meus mamilos e sugá-los, me deixando manhosa e mais entregue. Rebolava em seu colo e acariciava seus fios a incentivando a continuar, mordia o inferior com força deixando que ela me usasse como bem desejava, como eu a desejava naquele momento. Nossos olhares se encontraram e ela sorriu me beijando em seguida, seus dígitos apertaram a minha bunda e eu rebolei um pouco mais, apesar de ter fumado ela tinha gosto de cereja e eu particularmente era amante de cereja, então estava amando aquele beijo.

Me deitou naquele banco de concreto, abriu as minhas pernas e se posicionou, ficando como em uma posição de tesoura e começou a se movimentar. Era tão bom sentir as nossas intimidades se chocando, tão bem lubrificadas por conta da excitação, e ouvi-la gemer o meu nome só tornava tudo mais gostoso e intenso. Massageava um dos meus seios, e eu passei a fazer o mesmo com ela para tentar descontar o prazer, queria que aquele momento não parasse tão cedo. O medo de ser pega ainda estava presente, mas apenas nos motivava a continuar, já que o perigo era um grande aliado da excitação. Cada vez mais meus gemidos se tornavam mais altos e os movimentos mais rápidos, lembrei-me de algumas músicas que exigiam agilidade e me provocavam empolgação. Ela jogou a cabeça para trás e eu notei que o meu limite estava próximo, então passei a acariciar as nossas intimidades para que pudessemos chegar ao ápice juntas, fui puxada para um beijo quente e ofegante, acabavamos por gemer entre o beijo e isso me fazia intensificar os movimentos.

Chegamos ao ápice e ela me olhou ofegante, um sorriso malicioso e orgulhoso, levantou-se e começou a se vestir, e apesar do cansaço decidi fazer o mesmo. Não nos falamos em nenhum momento enquanto nos vestíamos, eu sinceramente não sabia o que dizer, e pelo olhar dela não precisava. Puxou-me para um beijo e tirou outro cigarro do bolso do casaco, colocando-o entre os lábios e acendendo.

— Nos vemos. — disse e simplesmente saiu andando, eu terminei de abotoar os botões da minha blusa e não contive o sorriso bobo. Até que não tinha sido má ideia sair para socializar.

Voltei para a festa e como esperado, nem notaram a minha ausência, me sentei na janela sorridente e aceitei beber um pouco. Pelo olhar de Park Bom, eu estava com um cheiro diferente ou algo assim, e ela pareceu gostar, por esse motivo me deu uma piscadela e voltou para o lado das amigas. A única coisa que eu sabia, queria repetir a dose com a Tiffany o mais rápido possível. Bebi o gole daquela vodka com suco e notei que a Bom me chamou para um canto, bebi outro gole, dei de ombros e fui até ela.

1 de Junho de 2020 às 23:14 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

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𝕤𝕞𝕚𝕝𝕖 𝕠𝕟 𝕞𝕪 𝕗𝕒𝕔𝕖 ⁹⁹ Gosto de escrever, ouvir música e apreciar fanarts. ♥

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