inory12 Inory 12

"Assim, quando Hidan estava ao lado de Kakuzu, os campos floresciam. Por outro lado, no inverno, o solo ficava infértil e a falta de alimentos afetava a população. Isso refletia a tristeza quando ele não estava ao seu lado."


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas. © Imagem de ココ(nihaka), edição minha.

#mitologia-grega #Jashin-Hidan #KakuHidan #kakuhida
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Puro e Singelo.

Tão lindo quanto Afrodite, tão casto quanto Ártemis, Hidan chamava muita atenção por onde passava, os outros deus sentiam que ele é o ser mais belo que já pisou no Olímpio e todos queriam desfrutar daquele ser tão belo. Porém, seu pai, vendo a tamanha popularidade de seu filho resolveu arranjar um casamente para ele, pois tinha medo do que poderiam fazer com Hidan, o deus da agricultura e da fertilidade.

No entanto, o pai não queria fazer isso de forma tão repentina, então deixou o filho fazer alguma escolha relacionada a isso e parecia que o albino fora bem rápido.

— Kuzuuuu — Hidan chamou, abraçando o dito cujo por trás — O que você tá fazendo?

Kakuzu, o deus das estações e das leis sagradas, virou-se para Hidan, puxando-o para mais perto — Estou resguardando a terra, a nutrindo.

O albino olhou para baixo, vendo um abismo imenso, mas sabia que se pulasse ali daria direto para um local chamado Terra, onde havia humanos lhe reverenciando. Hidan fez bico — Podia ter me chamado né?

O moreno sorriu, fazendo um cafuné gentil no albino birrento que derreteu no mesmo instante — Não se preocupe com algo assim Hidan.

— Claro que eu me preocupo, olha, a gente meio que se completa sabe? — Os olhos púrpuras lhe foram direcionados — Você é o deus das estações e eu da agricultura, se ficarmos juntos seria melhor, não acha?

— E estamos juntos agora Hidan. — Respondeu debochado.

Hidan voltou a fazer bico — Não nesse sentido, Kuzu! — Ele olhou sério para Kakuzu, mas não dava para levar Hidan a sério do jeito que era, mas o deus das estações se surpreendeu ao ver o albino corar logo em seguida — Eu estava falando… Tipo, juntos, numa união. — Hidan escondeu o rosto no peitoral de Kakuzu que arqueou as sobrancelhas em surpresa.

— Está me pedindo em casamento Hidan?

O albino gemeu nervoso, se agarrando mais no peitoral do mais velho, buscando esconder sua vergonha e rosto corado. Kakuzu corou levemente, achando o ato muito fofo vindo de um ser como Hidan, ele parou com sua magia e voltou a fazer carinho no menor, mesmo tendo conhecimento de que outros deuses eram apaixonados por Hidan por ser um deus virgem e muito bonito, Kakuzu sempre gostou do albino de forma mais sentimental e isso impactava nas estações da terra, se Kakuzu estava feliz os campos floresciam, indicando a primavera, se Kakuzu estava irritado o sol escaldante do verão punia os mortais, se ele estava triste o inverno era impiedoso destruindo as plantações e fazendo os mortais morrerem de fome, se ele estava em transição de uma emoção para outra as folhas das árvores caiam e os ventos eram mais fortes, indicando o outono.

Nesse momento, o moreno estava genuinamente feliz, abraçando Hidan em seu colo, ambos compartilhando um carinho que só eles entendiam, um carinho que traz a primavera muito mais florida que antes.

— Kuzu…

— Não é óbvio a resposta?

Os olhos de Hidan transmitiam uma ingenuidade que Kakuzu amou de todas as formas possíveis. Quando Hidan chegou ao pai falando que se casaria com Kakuzu, o deus não poderia ficar mais do que feliz, aliviando um pouco o seu medo, afinal, Kakuzu é um deus poderoso, não seria qualquer um que o enfrentaria para roubar Hidan e tudo estaria em paz novamente no Olímpio, pelo menos foi o que ele pensou.

Certa noite, Hidan dormia tranquilamente na cama que dividia com seu marido, Kakuzu, quando foi acordado com um barulho de passos. O albino levantou de forma lenta, coçando os olhos e olhou para Kakuzu que dormia serenamente fazendo o albino sorrir, aquela carranca que Kakuzu sempre carregava para cima e para baixo sempre desaparecia nesses momentos, no entanto seus pensamentos foram interrompidos pelos passos que vinham até a cama e Hidan ficou atento.

Ele levantou e foi até onde vinha os passos sem qualquer medo, mas ao chegar no local não viu nada o fazendo se questionar, talvez estava ouvindo demais, porém ele logo sentiu uma mão sobre a sua boca e uma foice negra ao lado de seu corpo, em reflexo ele tentou se livrar da mão, tentando inutilmente se soltar de quem quer que fosse, mas parecia ser em vão já que aquela mão era muito mais forte do que qualquer forma de resistência que Hidan tinha.

— Apenas relaxe e seja meu. — A voz profunda sussurrou em seu ouvido, fazendo Hidan arregalar os olhos.

Jashin estava lá, o deus do submundo, Hidan não sabia como Jashin conseguiu entrar no Olímpio, mas entendia que ele era muito mais forte que si mesmo, não que isso fosse mudar algo e Hidan continuou tentando se soltar de qualquer jeito. Jashin, perdendo a paciência nocauteou o albino e o levou em seus braços para o submundo, aproveitando para admirar a beleza do deus virgem.

Ao chegar no submundo, Jashin colocou Hidan sobre uma cama cheia de almofadas felpudas e sentou-se ao lado do albino, tocando o seu rosto alvo e macio, sorrindo logo em seguida, pensando no que faria primeiro com seu adorável futuro marido.

Enquanto isso no Olímpio, ao acordar e perceber que Hidan não estava em lugar nenhum a fúria avassaladora do deus das estações e das leis sagradas assustou o resto dos deuses, ficando desesperados, procurando Hidan aonde quer que fosse, mas ao não achar o caos reinou do Olímpio e na Terra. Todos sabiam como Kakuzu é um deus punitivo e cheio de raiva em que sua ira é muito temida, portanto, todos queriam saber quem foi o corajoso a sequestrar o marido do poderoso Kakuzu.

Zeus convocou essa reunião para acalmar Kakuzu, mas o ódio mortal que emanava do deus fez o pai de Hidan temer por aquele que fez tal coisa, certeza que Kakuzu mataria o deus se fosse corajoso o suficiente para admitir na reunião e como Zeus não podia excluir ninguém, chamou até seu irmão, Hades, também com o nome de Jashin, fora antes expulso do Olímpio, porém, não podia descartá-lo.

Quando a reunião começou, Kakuzu tinha um olhar afiado para todos os deuses fazendo-os tremer de medo, curiosamente, Jashin não parecia assim, o deus do submundo, sempre debochado, era de se esperar está daquele jeito e isso cheirou problema para Kakuzu.

— O que tanto olha para mim, deus das leis sagradas? — Debochou Jashin — Algum problema?

Quando o olhar de Kakuzu estreitou em raiva, os deuses ao redor engoliram a seco — Por que acha que eu teria algum problema com você? — Questionou Kakuzu.

Jashin sorriu logo de cara, cinicamente, que logo evoluiu para uma risada maníaca e ensurdecedora — Mas não é óbvio? — Jashin desafiou — Não se preocupe, ele está em boas mãos.

— O que!? — Kakuzu levantou em supetão, pronto para avançar em Jashin e o matar ali mesmo, mas fora impedido por Nemesis, com nome de Konan, a deusa da vingança e da justiça — Como ousa?

— Acalme-se Kakuzu, deixe-me tentar resolver a situação. — Konan pediu calmamente, sua voz singela pareceu funcionar e Kakuzu recuou, mas ainda dava para sentir a raiva nele, enquanto Jashin olhou torto para Konan — Traga Hidan de volta Jashin, não percebe que fez algo terrível?

Jashin cruzou os braços e bufou — Nem pensar, não trarei Hidan de volta, ele parece mais bonito em minha cama. — Ele olhou travesso para Kakuzu.

Konan iria dialogar com Jashin, mas Kakuzu foi mais rápido e atravessando o peito de Jashin com as próprias mãos, segurando o coração de Jashin e o apertou, fazendo o deus do submundo gritar em dor — Escute bem o que eu vou falar — Começou Kakuzu apertando o coração do deus com uma força sufocante enquanto faíscas de ódio e rancor saia de seus olhos, finalmente assustando Jashin — Se você não trazer Hidan, eu vou matar você aqui e agora, vou descer ao submundo e vou resgatá-lo e destruir tudo o que tiver lá, me entendeu?

Jashin engoliu a seco, sentindo o sangue de seu corpo bombear mais devagar, mesmo sabendo que não morreria, a sensação não era uma das melhores e sabendo o quão poderoso é Kakuzu poderia facilmente morrer de verdade ali, mas nem tudo é um mar de rosas.

— Mesmo que eu trouxesse ele até aqui, não adiantaria nada, ele continuaria sendo meu. — Cuspiu Jashin.

Ao falar isso, seu coração foi apertado mais ainda, parecia que iria explodir — Por que diz isso? — Questionou Konan.

Jashin deu uma risada fraca — Ele comeu o fruto proibido, romã, sendo o meu marido oficialmente.

Os olhos de Kakuzu arregalaram em pavor, mas rapidamente a raiva o consumiu e finalmente amassou o coração de Jashin em suas mãos fazendo o deus cair no chão gritando em dor. A ira de Kakuzu era imensurável, Zeus também não parecia nada feliz com aquilo, agora seu filho estava preso no submundo e não podiam fazer nada.

— Mas ele ainda pode subir ao Olímpio — Comentou Athena, Tsunade — É só ele não passar o ano todo aqui.

Konan pareceu concordar com a deusa — Então assim está decidido, Hidan ficará 10 meses no Olímpio e apenas 3 no submundo.

Jashin tossiu sangue, sujando o chão de mármore — Isso não é justo! — Mas ele não pode terminar sua contestação ao sentir seu rosto ser pisado por Kakuzu.

— Silêncio, irmão. — Mandou Zeus — Assim será feito agora traga o meu menino de volta.

A reunião se encerrou e Kakuzu esperou com Konan e Zeus ao seu lado por Hidan e quando o albino chegou ao Olímpio e viu Kakuzu sorriu como nunca, indo abraçar Kakuzu que correspondeu de imediato.

— Kuzu! — Hidan afundou o rosto no pescoço de Kakuzu.

O moreno o abraçava de forma protetora, finalmente Hidan estava em casa, mesmo que ele não queria que Hidan saísse mais dali, teria que aturar ele com Jashin por 3 meses e seria uma tortura insana. Hidan falou com o pai e depois com Konan e então foi arrastado para voltar ao local onde sempre ficava com Kakuzu, chegando lá, Hidan sentou na cama, sorrindo para Kakuzu enquanto o mesmo lhe olhava preocupado.

— O que aconteceu lá? — Perguntou Kakuzu.

Hidan o olhou confuso — Lá?

Kakuzu estreitou os olhos — No submundo Hidan.

Hidan sorriu fraco, desviando o olhar para outro lugar — Precisamos mesmo falar sobre isso?

A pergunta de Hidan fez Kakuzu entrar em fúria novamente — O que ele fez com você?

— Nada, sério, só não quero falar sobre isso Kuzu.

Kakuzu olhou desconfiado para o marido, ele queria forçar Hidan a falar, mas o albino parecia um pouco abalado ao falar disso, então o moreno parou de questioná-lo sobre isso e voltou com um assunto mais leve, porém, o que ele não sabia era que Hidan começou a ter um sentimento de admiração por Jashin, o deus do submundo era gentil com ele e lhe contou segredos que Hidan nunca imaginou que poderiam existir e lhe ensinou como o submundo funcionava.

“Vou te fazer o meu marido, espere só” Hidan lembrou das palavras de Jashin e mesmo que Hidan não quisesse isso, foi enganado por Jashin que lhe ofereceu uma comida para depois descobriu ser romã, o fruto proibido, e o albino se odiou por completo, agora sendo marido de dois deuses ele sabia o que precisava fazer.

Ele ama Kakuzu e admira Jashin em alguns aspectos, para ele essa era uma opção plausível.

— Kakuzu. — Quando o moreno lhe fitou meio surpreso por Hidan lhe chamar pelo nome, ele continuou — Você não quer ter filhos?

O moreno arregalou os olhos — Claro que quero Hidan, é só que…

O albino sorriu malicioso — Depois de tudo isso eu quero deixar claro que eu amo você e não Jashin.

Kakuzu olhou horrorizado para Hidan — Você quer mesmo fazer isso? Desse jeito?

Hidan sentou-se no colo de Kakuzu, olhando diretamente nos olhos do deus das estações — Sim, eu tenho certeza.

O moreno sorriu segurando o rosto de Hidan e lhe dando um selinho lento — Tudo bem então.

Dessa união nasceu 4 novos deuses, as personificações elementais, chamados Raio, Água, Vento e Fogo, as crianças usavam máscaras de acordo com o elemento e cada um tinha uma função, isso deixou o Olímpio tranquilo, vendo como Kakuzu e Hidan estavam felizes depois de tudo o que aconteceu, mas Jashin não gostou nada disso, o ciúme e a inveja lhe percorreu com amargura.

Quando finalmente chegou o dia de Hidan voltar para o submundo, foi muito sofrido para todos e para ele principalmente, não queria ficar longe de Kakuzu e de seus preciosos filhos, mas teria que fazer isso. Quando chegou no submundo foi recebido com certo carinho por Jashin, que durou pouco, até Jashin prender Hidan sobre si.

— Que porra você tá fazendo!? — Gritou Hidan, irritado, se debatendo para se soltar de Jashin.

— Como você ousa me trair de tal forma, me humilhar de tal jeito tendo filhos com ele! — Jashin gritou enfurecido.

O albino olhou indignado para o deus do submundo — Ele é meu marido legítimo, posso fazer o que eu quiser com ele caralho!

A risada que Jashin soltou fez Hidan se arrepiar de medo — Legítimo? A romã lhe torna tão legítimo a mim do que para ele, Hidan. — Explicou — Então eu posso fazer o que eu quiser com você.

Hidan arregalou os olhos, voltando a se debater, mas fora inútil. Como Hidan passaria apenas 3 meses com Jashin, o mesmo fez um selo para proteger o filho do casal que permanecia em Hidan ainda, no caso de Kakuzu querer matar a criança com a sua fúria interminável e descontrolada. O albino não queria chegar no Olímpio daquele jeito, ele estava muito abalado com aquilo tudo e ver o inchaço de seu útero crescer a cada dia o deixava envergonhado.

— Quando a criança nascer, traga-o. — Avisou Jashin, autoritário.

Depois dos 3 meses, Hidan voltou tremendo para o Olímpio, não por medo, mas por mácula. Quando Kakuzu viu o estado de Hidan, a fúria parecia lhe consumir de tal forma que ele só queria descer ao submundo e matar Jashin por tal coisa, mas se controlou, não era isso que Hidan precisava agora e muito menos os seus quatro filhos legítimos.

Quando o bebê nasceu, Hidan não podia conseguia sentir repulsa da criança e nem Kakuzu, o bebê se parecia mais com Hidan do que Jashin, na verdade não tinha nada de Jashin e isso deixou Kakuzu mais aliviado em relação ao bebê, pois a Jashin, Kakuzu só queria matá-lo mesmo. O albino nomeou o bebê de Ryuki, deus da boa morte, aquele que levava pessoas que morriam dormindo ou com quem estava com paz de espírito.

Enquanto isso os quatro filhos estavam se desenvolvendo bem e pareciam bem receptivos ao novo irmão, bem, Água estava, pois os outros três não gostaram nada daquilo e ao decorrer que iam crescendo mais esse sentimento de revolta crescia neles. Por outro lado, Ryuki pareceu gostar de Kakuzu, vendo-o como um pai mesmo sem conhecer o pai biológico.

E então o dia chegou, o dia que Ryuki conheceria o pai, Jashin, ele estava empolgado e Hidan tentava ficar animado junto ao filho, mas era uma tarefa difícil e Kakuzu tentou ser o mais imparcial possível, querendo que o garoto tivesse sua própria opinião sobre Jashin.

— A gente volta logo. — Disse Hidan, aos outros filhos.

— Claro papai! — Concordou Água, a menina de cabelos castanhos e lisos, com uma vestimenta azul bebê.

Fogo e Vento olhavam para Ryuki de forma repulsiva, no fundo desejando que o garoto não voltasse e Raio apenas analisava tudo cautelosamente — Espero que a viagem seja boa. — Disse Raio.

Hidan sorriu para os filhos e se virou para Kakuzu que tinha um olhar neutro, mas o conhecendo bem, sabia que Kakuzu estava transtornado, afinal, o inverno na Terra estava severo. O albino beijou Kakuzu que foi correspondido com um beijo protetor e se despediu.

Chegando no submundo, Ryuki ficou um pouco receoso com o ambiente hostil dali, mas vendo seu pai que estava completamente indiferente a isso ele tentou fazer o mesmo. Caminhando mais um pouco, de longe avistou Jashin e o corpo de Hidan reagiu negativamente a isso enquanto Ryuki parecia empolgado. Jashin sorriu gentilmente e foi até o filho lhe estendendo a mão e o garoto, receoso, a pegou e vendo o carinho gentil que foi feito logo em seguida deixou a criança mais leve.

— Parece que Kakuzu não matou ele, ainda bem. — Jashin debochou.

Hidan olhou afiado para Jashin — Ele não é igual a você.

— Realmente, ele é pior. — Cuspiu o deus do submundo.

O albino apertou os punhos, mas ao ver Ryuki os observando curiosidade ele relaxou e ficou calado fazendo Jashin feliz por essa reação, agora que tinha um filho legítimo com Hidan, eles estavam completos e isso acalmou o ego de Jashin por enquanto. Ao chegarem na casa, Ryuki começou a explorar a pedido de seu pai que se virou diretamente para Hidan que engoliu a seco ao sentir os dedos ágeis de Jashin sobre seu rosto.

— Finalmente, eu estava com saudades Hidan. — Jashin sussurrou — Aproveitaremos essa vida de família feliz por todo o sempre.

— Por três meses. — Corrigiu o albino, olhando para o nada.

Jashin apertou as bochechas de Hidan, fazendo-o olhar para ele — Repita isso mais uma vez e nunca mais verá Ryuki novamente.

Os olhos do albino arregalaram — Você não…

— Eu farei Hidan, ao menos que você colabore.

Os três meses se passaram arrastando para Hidan, parecia que nunca acabava e Hidan só queria voltar para o Olímpio e ficar com Kakuzu e seus filhos para sempre, mas estava entrelaçado a Jashin a força, ele queria que isso acabasse, no entanto não era forte o suficiente para matar Jashin e deuses do Olímpio não podiam entrar ali sem a permissão do deus do submundo.

Algumas vezes Hidan via que Jashin estava tentando colocar na mente de Ryuki que Kakuzu era mal, um deus ruim e perverso e Hidan sempre desmentia, desafiando Jashin que não gostava nada disso e o pequeno Ryuki parecia confuso nesses momentos, quando acabou os três meses e ele voltou para o Olímpio era visível seu desgaste mental e isso irritou Kakuzu de uma maneira quase psicótica, mas o albino apenas se deitou na cama e pode finalmente dormir bem.

Ele teria que aguentar isso para sempre.

22 de Maio de 2020 às 22:18 0 Denunciar Insira Seguir história
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