donnefarskedar Donnefar Skedar

Um suposto e misterioso vírus é revelado, mas com ele a morte de seu descobridor, o cientista Eglein Bustt. Eglein Bustt há meses estivera trabalhando na descoberta de um suposto vírus, no C.E.P. ou “Centro de Evolução da Pesquisa”, um dos mais famosos centros de pesquisa do país. Ao descobrir o suposto vírus, Eglein é assassinado pelo diretor-geral do C.E.P. Mikke Harper, que discretamente tenta camuflar seu crime, dizendo que a morte de Eglein fora causada pelo vírus. O agente policial, Kelly Mom, se encarrega de achar provas contra o diretor do C.E.P., mas acaba tendo um enorme obstáculo pela frente quando o próprio diretor morre em uma coletiva de imprensa sobre o tal vírus. Em seu diário Mikke Harper assume ter matado Eglein Bustt apenas para possuir o vírus, mas também afirma ter sido infectado pelo mesmo. Quando tudo parece estar resolvido, uma série de crimes, faz com que Kelly Mom vá ate o fim das investigações, pois, pessoas supostamente envolvidas ao vírus estão morrendo. Com varias descobertas e suspeitas, Kelly acaba se deparando com algo macabro. O vírus de fato existe, mas quem esta com ele? Quando Kelly chega ao seu único suspeito, tudo se torna bizarro e confuso.


Suspense/Mistério Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#Donnefar-Skedar #ds #mortal #vírus
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PRÓLOGO

A tela do computador em que o cientista fazia a pesquisa era enorme, suas centenas de polegadas, mostravam o que o cientista Eglein Bustt, há cerca de três meses pesquisava. Com ele na sala estava o diretor-chefe do C.E.P. (Centro Evolução da Pesquisa) o Sr. Mikke Harper. Eglein Bustt estava vestido com uma blusa de lã e calças jeans, calçava botas simples de uso diário, mas era sábado. Eglein ficou perplexo ao levantar a cabeça e olhar para a enorme tela a sua frente.

— Consegui. Oh! Meu Deus! Consegui — disse ele.

— Que bom Eglein, eu disse que você conseguiria — disse Mikke levantando-se de uma enorme poltrona que se encontrava próximo à parede da sala. — E então, qual o seu relatório?

Eglein ficou de pé até que seu folego voltou a trafegar pelos pulmões e então respondeu:

— Segundo minhas pesquisas de três meses, tudo será como… — Eglein deu uma pausa e encontrou os olhos de Harper e continuou. — Tudo será como o senhor Harper deseja; em 2200.

— 2200? — repetiu Mikke.

— Sim senhor, minhas pesquisas dizem que não há como ter erro algum, ao menos que alguém saiba e dê com a língua nos dentes…

— Claro, mas isso não vai acontecer Eglein, e você sabe por quê? — questionou Mikke.

— Não, não sei senhor.

Mikke Harper se aproximou de Eglein Bustt e com a mão direita dentro do palito, disse a Eglein:

— Ninguém saberá por que só eu e você sabemos disso e tenho certeza de que não vou abrir minha boca e colocar por água a baixo, algo que eu planejei minha vida toda. Sendo assim; não falarei com ninguém sobre isso.

— Certo Sr. Harper, pode ter certeza que eu também não falarei, nada a ninguém…

— É Eglein, sei, sei…

Mikke deu dois passos para trás e apontou uma arma semiautomática com silenciador em direção ao peito de Eglein Bustt, e atirou duas vezes. As balas acertaram em cheio o peito de Eglein que caiu com os olhos abertos em direção a Mikke Harper sem tempo de se defender. O sangue começou a se espalhar rapidamente pela sala, enquanto Mikke saia pela sala normalmente.

Não havia movimento algum em nenhum dos andares. Harper saiu da sala, pegou o celular do bolso e fez uma ligação rápida enquanto pegava o elevador.

Foi até a garagem e entrou em sua Lamburguini amarela se dirigindo ao único portão de saída disponível naquele sábado, ele não teve trabalho em sair do prédio, só havia dois guardas uniformizados que ficavam em suas guaritas em frente aos enormes portões do C.E.P.

— Bom dia senhor Harper. — disse um dos guardas que estava ao lado do portão. — Há mais alguém trabalhando hoje?

— Não que eu tenha visto Senhor… — Mikke olhou no crachá do guarda e viu que estava escrito, Bobby Solt. — Senhor Bobby, tenha um bom dia.

— Obrigado senhor.

Harper acelerou sua máquina e saiu em disparada após o portão ser aberto. Bobby virou-se para seu amigo e disse:

— Você viu Jack, ele disse meu nome, o homem disse meu nome…

— É Bobby eu vi. — disse o outro guarda apertando o botão para fechar o portão. — Cuidado Bobby, alguém pode te matar por isso. — Brincou sorrindo para o amigo.

12 de Maio de 2020 às 14:51 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

Conheça o autor

Donnefar Skedar Nascido na cidade de Santo André – São Paulo, Donnefar Skedar ou Jay Olce publica na internet desde 2009, criador do selo Elemental Editoração pelo qual realiza suas publicações. Atualmente o autor possui 11 livros publicados, dos quais 4 são coletâneas, o mesmo ainda possui diversos contos publicados em formato digital dos quais não fazem parte das coletâneas. Seus livros estão disponíveis de forma internacional, alguns títulos receberam traduções para os idiomas.

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