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Os sayajins subestimaram e subjugaram várias raças durante milhares de anos, porém um novo império que estar a crescer na longínqua galáxia no quadrante sul do universo tem o interesse de subjugar a raça de maiores guerreiros do universo por interesses do rei desse império. O império Hawari detêm força e inteligência, sua raça é feita totalmente de super humanos que foram aperfeiçoados em laboratórios e os sayajins são a mais nova fonte de interesse para seus poderes se tornarem ilimitados de vez. mas o que acontece quando se coloca duas raças dominadoras são colocadas frente a frente A princesa prodígio Thrajin, viverá um grande conflito interno ao se ver tão próxima do príncipe dos sayajins e tão próximas as raças são. Por outro lado, a briga de orgulho e egos estará mais forte do que nunca entre os generais das raças Chichi e Kakarotto. será que unir tais raças foi a melhor decisão do rei de Thra?


Fanfiction Anime/Manga Interdit aux moins de 18 ans.

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É o fim do planeta sayajin


Planeta sayajin, em algum ponto do tempo.

O alarme de ataque soara ensurdecedor por todo o planeta, as naves que estavam a distância foram todas convocadas. Havia ali uma verdadeira mobilização, uma força tarefa total em contingente. O exército de guerreiros poderosos e impiedosos viviam algo completamente fora do comum: um ataque em seu planeta origem.

Sayajins dominavam e subjugavam raças por todo o universo a muitos e muitos anos. Tendo um DNA completamente voltado as batalhas, o violento ímpeto de destruição e dominação os guiavam. Impiedosos, cruéis, sádicos...

Havia muitas denominações para eles vindo de vários lugares, mas a que mais os agradava sem dúvidas era: monstros!

Diziam-se despidos de sentimentos profundos e emoções que não os guiassem as guerras, mas aqueles seres que tanto causaram pavor e destruição pelo universo agora estavam na inimaginável posição de presas e os predadores eram os mais improváveis possível...

Os olhos negros intensos dele encaravam os turquesas dela enquanto ele analisava tudo calculadamente. A capa vermelha fora desprendida de seu corpo esvoaçando e ele podia ver através dos orbes femininos a ponta de malicia e perspicácia que ela exalava. Era estranho estar frente aquele ser, a pele branca claríssima, os cabelos azuis Chanel, a face de traços delicados e ar angelical e dócil, não parecia nem de perto um grande desafio, ainda mais porque em seu scouter a leitura indicava baixo poder, o que levaria um ser frágil que mal tinha uma musculatura de quem sequer lutava, ter a a audácia de invadir o planeta sayajin? E o pior: se colocar frente ao príncipe da raça guerreira daquela forma tão convicta e debochada?

Ele olhava o estranho traje negro que ela usava, colado ao corpo deixando completamente a vista todas as curvas que o corpo possuía, definitivamente não era um corpo de uma voraz guerreira, pelo contrário. E ele sabia como os sayajins classificavam seres como aquele: exóticos! Do tipo que muito valia no mercado de escravos.

A aparecia era substancialmente parecida com os sayajins, na verdade colocando em lista, poderiam ser até consideradas idênticas.

O jovem guerreiro sayajin, ou melhor, o príncipe dos sayajins tinha um porte arrogante, altivo, agressivo e calculista diante da adversária, os cabelos negros rebelavam-se em formato de chamas diante dos ventos que agitavam ainda mais os fios, então formou-se um sorriso arrogante nos lábios dele, os olhos ônix comtemplaram como um todo a suposta guerreira que estava a sua frente, mas faltava na sua visão o principal para ela ser completamente aprazível ao seu olhar: a cauda. Percebeu o quão inoportuno era estar tendo aqueles pensamentos naquele momento.

Nada o desconcentrava, nada tirava sua atenção em uma batalha, e nada sobrevivia quando ele entrava para lutar, e aquela era uma batalha importante, afinal, quem ousava invadir e afrontar o império sayajin?

Super-humanos? Para ele não era absolutamente nada, ainda mais se comparar aos terráqueos que eram uma raça tão próxima aqueles seres e esse foram massacrados e extintos como vermes que eram justamente por eles, os sayajins.

Exótica ou não, o fim dela já estava traçado diante do pensamento calculista dele. Na verdade toda aquela afrontosa raça estava com apenas um final calculado, pois na mente do príncipe dos sayajins haveria apenas um único desfecho para tal invasão e embate: a aniquilação daquela raça.

Ele não pensava em ceder nada de piedade a ela, no entanto, não podia negar a tentação que despertara em escraviza-la; algo tão exótico como aquele ser de cabelos e olhos azuis poderia distrai-lo facilmente entre suas missões. Diante do perverso e erótico pensamento ele sentiu sua cauda vibrar, mas talvez mais movido pela intensa vontade de subjugá-la e espantando todo e qualquer pensamento que poderia interferir, ele assumiu uma postura completa de combate, a face de guerra dele fizera os olhos dela brilharam e fora a vez dos lábios rosados femininos formarem um sorriso.

Já a garota, entrou naquele planeta completamente ciente de tudo, de quem era seu alvo, qual era seu objetivo, os níveis dele, as táticas e técnicas principais de luta; e talvez por conhecer tão bem os números é que ela ouriçou-se tanto em estar diante dele: o príncipe dos sayajins.

Era um desafio ao seu ego guerreira, era uma prova para si mesma que ela poderia sim herdar todo um legado de sua raça, que a bela e excepcionalmente inteligente e prodígio princesa Hawari, era muito mais que aquilo, era a força impetuosa que poderia estar frente aos exércitos, frente a todo um império, frente a toda uma raça, sua raça: Thrajins.

Embora tivesse toda a ficha técnica dele ao seu dispor, nada a preparou para estar diante dele; a semelhança física sem dúvida alguma era notória, claro. Mas havia a pontada de selvageria animalesca que ele exalava, e isso acentuava-se ainda mais quando ela o vira mover languidamente a cauda antes de envolve-la na própria cintura, ele conseguia ser ainda mais arrogante, mais egocêntrico, mas intragável. E talvez por isso ela sentia a perturbadora onda que a fazia querer subjuga-lo, queria ter o prazer de vê-lo sucumbir de joelhos diante de si, de clamar piedade, de silabar seu nome e saber que ela mandava em tudo; e aquilo? Aquele circo não passaria de mero jogo, onde eles, sayajins, não passavam de ratinhos prestes a serem devorados pelos gatos. E para ela, aquilo, aquela vontade era extrema, calculada, desejada e ansiada. Afinal, eram uma raça que seguindo a linha sayajin era guerreira, forjada e desenvolvida para isso: dominar. Mas havias mais divergências entre eles do que poderiam imaginar, e isso, essas diferenças que fariam a balança pesar.

Mas diferente do ponto de vista sayajin, a intensão da guerreira de Thra não era extermínio. Oh não! Muito pelo contrário... Havia uma boa razão para serem eles os alvos daquela invasão e isso, aquele domínio mudaria absolutamente tudo.

Ambos movido por suas próprias expectativas encararam-se e quando o sayajin assumira a postura ofensiva e de guerra, o sorriso desdenhoso e ansioso se formara nos lábios da princesa Hawari cujo a postura de combate diferenciava-se absurdamente do príncipe sayajin.Talvez fora o sorriso provocativo dela que o fez quebrar a primeira distancia disposto a vê-la sucumbir, mas ele abriu os olhos em total espanto quando o forte golpe desferido por ele fora segurado pela mão dela, apenas uma mão e ele sustentou um golpe como aqueles... Mas a face de perplexidade dele logo dera lugar a uma estranha e excitante euforia, a mente se perguntava: Que força era aquela? Ou melhor, quem femea era aquela?

Um estranho sorriso torto e alucinado brotara nos lábios dele, estaria ela realmente a altura de uma luta com ele? Era inegável o prazer de combater com toda a sua força irradiava em suas veias, era como uma droga que o dominava completamente e ela, aquela femea exótica disparou tal gatilho e isso piorava o desejo de escraviza-la para si. Mas correndo diretamente ao contrario do que ele via, seu scouter acusava ainda um baixo poder de luta e aquilo, aquelas informações contraditórias o fazia ficar confuso e perceber que estava lutando completamente as cegas, mas o seu impulso de domina-la explodiu ao ver os lábios dela curvarem-se ainda mais num sorriso extremamente provocador e arrogante.

A verdade era que para ela, sentir aquele primeiro golpe, aquela força bruta toda que ele tinha para oferecer terminou por incendiá-la completamente. Não estava nada errada ao escolhe-lo, ele valia seu desafio. Os olhos turquesas nunca estiveram tão pertos e centrados nos negros e ela podia enxergar o brilho cruel e selvagem que os dele tinham, um maldito fulgor que ela também sentia e sabia que começava a correr vivo em suas veias. E como impulso ela o provocou ainda mais, porque simplesmente queria absolutamente tudo, até a ultima gota de força e poder dele: do príncipe sayajin.

—Tsc, é só isso sayajin? Realmente achei que eram uma raça guerreira, vim de tão longe para bater com isso é um tanto... Decepcionante.

Os olhos azuis brilhavam em um malicia premeditada e calculada tão habitual daquela raça, e aquilo despertou a fúria do príncipe dos sayajins...como aquele ser ousava subestima-lo daquela forma? Quem ela pensava que era?

Verme!

Ele não iria esquecer tal ofensa, seu orgulho acabara de ser ferido, afinal, Ser chamado de fraco? E ainda por cima por uma femea? Ah... Isso jamais!

Vegeta expandiu suas forças e a atacou com tudo, sem a menor piedade. A guerreira tinha muita dificuldade em desviar dos golpes e os recebia em cheio, cada soco, cada chute...cada um deles deferido com toda força e poder de Vegeta; sem clemencia e sem piedade...mostraria o que uma raça guerreira realmente era capaz de fazer. Seu último golpe a afundou em uma gigantesca cratera e ele finalmente sorria satisfeito com aquilo, fez a fêmea engolir cada uma das suas palavras prepotentes. Ele desceu até a cratera e seu scouter ainda mantinha a mesma maldita leitura quanto ao poder dela, mas ele vira que fez um belo estrago na humana de cabelos azuis.

—Vamos, onde está toda a sua marra? Não é tão boa caída aí agora, não é? – desdenha Vegeta com um sorriso diabólico.

Ele a olha com ar de superioridade, mas vê lentamente os lábios dela sujos de sangue esboçar um sorriso sorrateiro e impregnado de descaso.

—Olha...sua força será muito aproveitada em meio planeta – fala a soldado Hawari.

E aquelas palavras dela o fizeram parar, desmanchar o sorriso e questionar-se, seria ela louca?

-Como é? – Vegeta perguntou surpreso.

Ele olhou a garota com vários hematomas e cuspindo sangue, mantendo os olhos fechados e ainda deitada na mesma posição. Ele odiou de forma intensa aquele deboche dela, talvez justamente por isso sua piedade ante ao ser esvaiu-se, antes seria sua escrava, agora não passaria de pó. Suas mãos se juntaram frente ao seu corpo num abrupto acumulo de energia.

—Final flash – foi gritado por ele. "mais energia do que merece que eu gaste" ele pensou naquele instante.

Mas surpreendendo totalmente Vegeta, a garota em um pulo se colocou de pé e segurou com as suas mãos espalmadas frente ao seu corpo o poderoso golpe do príncipe sayajin. Vegeta podia ver o reflexo do brilho do ki nos olhos azuis, o contraste do azul e do amarelo. Ela continha com muito custo o poder do sayajin, se ela havia o subestimado? Talvez, mas ela não deixaria por menos. Tinha que testar todos os limites do príncipe dos sayajins...

Um brilho em um sensor do traje da humana resplandeceu em ciano e o próprio traje incumbiu-se de absorver e dissipar a energia do sayajin segurada por ela, e antes mesmo que o clarão sumisse, Vegeta sente seu abdômen fortemente golpeado por ela e agora verdadeiramente a luta começou.

O poder dirigido em cada golpe dela sobre ele, feria a sua honra, como poderia um ser, uma fêmea .... Subjugar o príncipe dos sayajins?

Inadmissível!

Os golpes dela tinham a força tal como um general ferrenho sayajin...

"maldito kakarotto!" Pensou Vegeta naquele instante.

Deveria ter treinado mais ao lado de seu rival, talvez seus poderes agora, ou o seu orgulho guerreiro, não estivesse sendo subjugado daquela forma que para ele era tão vergonhosa.

Uma energia foi então disparada em direção aos céus de Bejita, essa saída das mãos do príncipe dos sayajin e para a garota de cabelos azuis, soava apenas como mais energia desperdiçada.

—Cresça e se misture – a voz imponente e rouca ecoou intensa e com a explosão da energia formou-se uma lua artificial de pura energia blutz.

Alguns sayajins a olharam com imenso alivio, a derrota estava quase esmagadora, afinal, quem eram aqueles seres humanoides que os dominavam como caças?

A metamorfose ocorre de forma rápida e bem diante dos olhos dos guerreiros do império Hawari e logo os Oozarus surgiram com toda sua gloria; A guerreira de cabelos azuis viu com imenso espanto e com e admiração. Aquilo era o real, motivo da invasão: a metamorfose...

" sayajins" pensou ela com um sorriso nos lábios.

Com o dorso da mão, limpou o sangue que ainda continha e se preparou para combate-lo com a maldita forma feral dos macacos espaciais. A forma bestial e que dava jus ao termo monstro que eram chamados, pois nessa forma os poderes dos tais sayajins multiplicavam-se por dez.

As luvas dela resplandecem um brilho amarelo e sua a aura é toda cercada por esse mesmo brilho. Os olhos exibiam um ar selvagem e primitivo tal como os sayajins, mas com plena consciência dos seus atos, e na mente dela tudo era números, estatísticas, chances e estratégia real de guerra.

Vegeta gargalhou ao notar que ela havia se espantado com sua forma. E avançou em um veloz ataque, mas a guerreira queria se divertir, embora o príncipe sayajin não fosse tão diferente, afinal, nunca havia encontrado um guerreiro a altura de sua astúcia. Seria ridículo um sayajin poderoso por natureza perder para um ser que sempre considerou fraco.

...

Longe dali, em outra parte da cidade, a general frente aquela invasão tinha um imenso ar de satisfação. A guerreira de longos cabelos negros e orbes ônix poderia se passar por uma guerreira sayajin tão facilmente que era quase diabólico. E talvez isso abriu em sua mente o leque necessário para aquele ataque. Foram meses de planejamento e preparação de seu exército para aquele dia, então sim! Satisfação resumia o que ela sentia. O orgulho de mais uma vez cumprir com seus planos. Para ela? Apenas mais um dia de trabalho, embora ela tivesse que dá o braço a torcer que dominar uma das maiores raças guerreiras do universo até então era um prêmio e tanto para sua prateleira e como ela precisava daquilo, não por ego próprio, mas apenas mais uma prova de sua real capacidade de liderança e comando frente ao império que mais crescia.

Dedicando-se aquilo, ela estava naquele instante batalhando com um grupo de sayajins de elite - se é que poderiam ser chamado assim na concepção da fria general hawari - Ela tinha tanta destreza em sua batalha e os movimentos eram tão precisos que não havia tantas brechas aos guerreiros ali, ela não queria os matar, não, eram uma caça a ser tomada viva. Agora era a vez dos sayajins sucumbirem e se transformarem no que tanto os fariam sofrer: seriam escravos.

O orgulho não os permitiria ser feitos de escravos jamais, mas a general sorriu em desdém a cada novo guerreiro que caia aos seus pés, porque ela via que para eles era tudo ou nada e de certo modo ela prezava a coragem e a força, mas ela nunca deixava de cumprir uma ordem de comando de seu rei, ela marchava em nome de Thra.

Diante dos sayajins completamente subjugados ela os olhou e o olhou esquerdo brilhou no tom verde indicando que a lente dispositivo que usava estava ativa, com ele ela registrou a assinatura enérgica dos sayajins.

—Trave-nos – ordena com uma voz poderosa e autoritária, os soldados não perderam tempo em usar finas pulseiras e coleiras contentoras de energia.

—O que fazemos com os mais fracos? – pedia um dos comandantes de alta patente pelo scouter.

—Irão para as minas, ou trabalho braçal, ainda são mão de obra – determina a mulher caminhando agora graciosamente pelas ruas da capital de Bejita.

Os olhos viam a civilização deles, olhava vitrines, comércios e todo o resto que estava no seu caminho, pensava em coisas que não faziam pleno sentido e ao mesmo tempo pensava apenas em terminar aquilo e ir pra casa, estava irritada com os selvagens sayajins que de desafio não tinham absolutamente nada, eram tediosos até.

—Sortuda – murmurou pensando – Bulma que deve ter pego algo bom! Aposto que tá lá lutando e... Se divertindo de verdade! – rosnou ela ao pensar da companheira de batalha que havia feito questão de estar frente ao príncipe sayajin que ela tinha conhecimento de ser muito forte.

De repente a precipitação do rápido movimento ganhara sua atenção, bem como um guerreiro sayajin pousou em sua frente naquele instante cruzando seus braços e a encarando com tamanha presunção que nem ao menos se igualava aos outros. Ela o olhou de cima a baixo ciente da arrogância que exalavam dele, ela sentia toda a energia que ele tinha a oferece-la e em seus lábios desenhou uma fina curva de o que deveria ser um sorriso. Observava os cabelos rebeldes desgrenhados, a face arredia e bruta, traços bem marcantes, um porte diferente dos outros que ela lutara até agora. Ele carregava uma lustrosa armadura dourada e preta com um símbolo sayajin nela o que fez a guerreira thrajin entender que havia alguma alta patente nele. Vendo de longe ambos, parecia até engraçado, ela ter que erguer a cabeça para olha-lo dado o falto dele ser bem mais alto que ela, fora que ele tinha um corpo bem forte e marcado por muitos e muitos músculos em uma grande massa muscular trabalhada, já ela parecia mais esguia colocada lado a lado a ele. Feminina de forma que se diferenciava até mesmo das femeas sayajins uma vez que havia curvas no corpo.

Ele certamente ficou surpreso ao ficar frente aquela coisinha mínima a sua frente, como era possível comunicarem que ela, logo ela, aquele pedacinho de coisa nenhuma derrubara alguns dos melhores guerreiros de elite de Bejita?

Ela parecia-se muito com uma sayajin, embora ele tivesse que admitir que havia muito mais curvas a serem apreciadas no corpo feminino.

Sorriu bastante arrogante diante dela, era estupido. Um traje estranho preto que havia algumas riscas douradas e um emblema travado ao peito, e assim ele sabia pela posição e sistema de uniforme, ela deveria ter alguma patente bem alta naquele exército. Ele já havia ferido e matado alguns daqueles seres, talvez a escravizasse para si, porque para ele ela não parecia desafio algum.

Diante do sorriso arrogante do sayajin, a garota de cabelos negros gerou um chicote de ki e sorriu diabolicamente, mas o sayajin se manteve firme, ela contra resposta ao não movimento dele arqueou a sobrancelha virando a cabeça de lado.

—Então, mais um dos selvagens macacos espaciais, – comenta mantendo finalmente os passos em direção ao sayajin ali parado. Caminhava com a mesma calma que fazia de alguns minutos atrás.

Mas a pose dele não mudou, ela não o afrontava, na verdade aquela coisinha mais parecia uma piada ridícula ao seu ego, como era possível ser guerreira? Mas a garota parou quando ficaram a menos de dois metros um do outro.

—Quem é você sayajin? – ela perguntou, não tinha a real intensão de o faze-lo, mas quando menos pensou as palavras fugiram de sua boca e se odiou por isso porque no fim Não importava quem ele era, o poder era um dos mais altos que ela vira até então, e logo ele tinha a própria utilidade ao seu império.

Mas ele apenas deu um sorriso tão demoníaco quanto o que ela exibia antes, e sem respostas a atacou. Só restou a general receber o golpe cruzando seus braços frente ao seu rosto enquanto seu corpo era fortemente arrastado para trás deixando uma trilha marcada do seu arrasto no chão.

Ele, por sua vez queria medir o poder daquela raça curiosamente tão parecida com a sua. A olhando agora melhor ao segurar seu golpe, ele sentiu a euforia percorrer sua cauda, viu que ela travando batalha era tão atraente quanto uma sayajin femea, os movimentos em sua visão eram quase como uma dança erótica, só faltou a cauda, e como ele adorava essa parte nas femeas por diversas razões pervertidas num acasalamento entre sayajins.

Espantou os pensamentos devassos ao sentir um forte chute em seu peito. A maldita femea o atingiu com uma força esmagadora o fazendo cuspir sangue ao ser arremessado para o chão. Não, não era apenas uma soldadozinha qualquer, se perguntava onde ela escondia todo aquele poder e força num corpinho tão delicado.

—Rwnnr! Maldita, vou matá-la com um prazer violento – o olhar era tão insano quanto o dono da voz.

A general curvou os lábios em um começo de sorriso. Ela se colocou em pose de ataque e ele veio com toda sua força e ela gostou daquilo, a provocou a nova sensação de desafio que a muito tempo ela não tinha.

—Finalmente um desafio de verdade – ela provocou ainda mais a fúria insana do sayajin.

(...)

A jovem guerreia de cabelos azuis finalmente se deu conta que por mais divertido que aquilo fosse, estava na hora de acabar. Tinham que finalizar aquela invasão. Ela então gerou uma lâmina de ki com as mãos e num rápido movimento decepa a cauda do príncipe dos sayajins. A transformação é desfeita imediatamente, e Vegeta, agora no chão cuspia sangue e o que sobrava de sua dignidade. Ela, a maldita femea, o tomou tudo.

Ele apenas teve tempo de levantar a face para ver o golpe de clemencia da maldita o apagando de vez.

—Princesa, podemos recolhe-lo? – pedi um dos soldados ao ver o final do embate.

—Claro! Pode tirar todos que já estão inconscientes. – Ordena a princesa Hawari.

Ela observa o semblante do guerreiro, do príncipe dos sayajins mais uma vez. Era estranho gostar tanto das feições do inimigo? Porque se sentia tão confusa diante do fato que aquele aspecto grosseiro e animal dele chamou tanto sua atenção. Balançou a cabeça em negativa e voltou-se a invasões. Seu pai tinha um cronograma muito rígido e ela tinha o dever de cumpri-lo à risca.

...

O guerreiro sayajin e a general Hawari estavam igualmente cansados e arfavam violentamente pelo cruel embate que travavam. O guerreiro sayajin ainda se perguntava como aquela femea conseguia saber tão bem seus movimentos mesmo sem um scouter. Era como se ela pudesse senti-lo e antecipar parte dos seus movimentos...

Ele rosou em frustação.

Uma femea não! Seu orgulho chorava por algo assim.

Com um rápido movimento a general Thrajin quebrou a armadura do guerreiro sayajin. E aquilo era tão ofensivo pra ele, ainda mais pelo quanto ele gostava de suas armaduras.

Ele estrala os lábios em raiva, o rosnado maio animalesco oscila e ela podia ver os caninos dele proeminente.

—Tsc, maldita, como ousa? - pergunta o guerreio, mas recebeu apenas um sorriso em troca.

A fêmea Hawari espalma as mãos e em uma rápida concentração de energia o deixa esgotado no chão. O chicote é formado mais uma vez e ela o enrola no pescoço do sayajin o erguendo sufocadamente. Os soldados Hawari colocam finalmente as algemas de contenção em seus pulsos e ao cair no chão derrubado e com o orgulho escorraçado recebe a coleira definitiva.

Os olhos negros dele encaravam em verdadeira fúria a garota de cabelos negros a sua frente. Queria matá-la tanto, mais tanto por ter ferido seu orgulho daquela forma. O sorrisinho dela o irritava.

—Bons sonhos – falou a general antes de desferir um golpe forte o deixando inconsciente. — Levem-no a nave principal. -Ordena autoritária.

(...)

A invasão e rendição continuou até que finalmente os objetivos daquela missão chegaram ao fim.

—Já acabamos tudo princesa podemos partir imediatamente – anuncia a general através de um pequeno aparelho acoplado ao seu traje.

—ótimo! Encontro você na nave, general – falou a princesa se retirando.

Logo a preciosa carga sayajin era fechada, as naves de recolhimento haviam pego milhares de sayajin, e a nave principal carregava os mais fortes guerreiros, esses selecionados a dedo e essa nave frente as demais alcançam voo saindo finalmente de Bejita.

—E o planeta, o que faremos? – a princesa perguntou de repente se dando conta que não havia um plano para aquilo.

Mas a general exibia um sorriso maquiavélico. Ela se dirigiu a porta de despacho e ao abri-la se colocou a voar na alta atmosfera e com uma única rajada de ki destruiu por completo o maldito planeta sayajin.

Os soldados riam e brindavam a vitória sobre a raça mais temida do universo, aquele era o fim do planeta sayajin.

A general caminhou até a ponte de comando, pelo caminho haviam vários soldados parabenizando o sucesso da invasão. A general entrou na sala do comando e sentou-se ao lado da princesa de cabelos chanel azuis como se o corpo precisasse daquele descanso. Ela finalmente aperta um botão próximo ao pescoço em seu traje e o puxa abrindo o por completo e retirando o colante. Ela agora usava uma espécie de segunda pele que ficava por baixo do traje de alta tecnologia. Aquilo parecia sufocante naquele momento e ao olhar seus braços podem ver os estragos que o maldito sayajin causou em todo o seu corpo.

—Tsc, animal inconveniente, vou precisar me reabilitar – falou com notória irritação.

—Calma chichi, não é a única – riu a princesa Hawari

—Malditos macacos espaciais... E o tal príncipe dos sayajins, ao menos valeu uma boa luta, Bulma? – perguntou Chichi vendo a princesa se libertar do traje ficando igualmente com a segunda pele.

—Podemos dizer que sim. Bom, de qualquer forma meu pai faz questão neles, alguma serventia real deve ter. Acredito que algum aperfeiçoamento em nossa raça.

—é bom que realmente vala todo esse trabalho, maldito tempo que ficaremos nessa nave e ainda tenho 2 invasões programadas quando chegar – Chichi falou prendendo os cabelos negros e colocando os pés sobre o console do comando da nave de forma relaxada.

—Bom, acho que vou me retirar. Tenho que falar com o meu pai sobre a missão.

Chichi acenou com a cabeça e fechou os olhos tentando descansar um pouco. Mas a mente é tomada de recordações da batalha que travou com o tal sayajin e aquilo despontava algo completamente novo em seu corpo, uma euforia e uma necessidade de mais, como uma droga viciante. Ela deu um curto sorriso de lado pensando naquilo "foi um bom desafio, afinal, sayajin"

E como se tomada de coragem finalmente se levantou dali e pegando o seu traje saiu em direção a ala médica da nave, precisava realmente curar seu corpo, estava doendo mais do que ela assumiria.

—Gohan, o comando é seu até eu sair da reabilitação – ordena

O coronel prestou continência a sua general e se dirigiu a sala do comando.

Chichi, ao entrar na ala vê a reabilitação, era um tipo de tanque quadrado que lembrava um aquário, ele tinha vários braços robóticos e um liquido incolor dentro dele. Ela acionou o equipamento digitando um código direto no computador central dali.

—Bem-vinda general, chichi. Se posicione para escaneamento.

Chichi revirou os olhos em irritação, ela removeu a segunda pele ficando completamente nua e se colocou nunca zona marcada em verde como um pequeno círculo. Logo um scaner redondo como um bambolê percorre seu corpo fazendo uma varredura de cima a baixo para logo após as leituras aparecerem no sistema médico.

—Danos muscular de grau 0 e 1 identificados, fraturas nas costelas, úmero e clavículas detectados. Chichi abriu a boca em espanto, o maldito havia a causado mais dano do que imaginava, afinal. – Iniciando processo de reabilitação.

Um par de braços robóticos suspendeu a garota e foi gerado uma máscara de pulso enérgico em sua face, logo depois duas substancias foram injetadas em seu corpo e ela finalmente apagou e os braços robóticos a colocaram dentro do tanque e nânos-robôs começam o processo de cura e remodelagem dos tecidos e fraturas.

...

Após algumas horas Bulma também se dirigiu a reabilitação. Ela viu sua grande amiga e general já em um avançado processo de regeneração e deu um longo suspiro. Estava com a mente cheia naquele instante e tinha mais perguntas do que respostas, ficar apagada por um tempo seria bom em fim.

19 Avril 2020 14:51:37 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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