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Depois de Jared dizer que não vai mais fazer o papel de Joker, Margot, a todo o custo, tenta fazê-lo mudar de ideias e voltar a interpretar o personagem.


Fanfiction Célébrités Interdit aux moins de 18 ans.

#harley-quinn #Jared-Leto #Margot-Robbie #Joker #Esquadrão-Suicida #Suicide-Squad
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Come Back, Leto!

P.O.V. - Margot

Ele não pode fazer isto! Quer dizer, poder até pode, ele é livre de fazer o que bem entender, mas não acho correto. Bem, eu sei que lhe cortaram parte das cenas que fez (que na minha opinião estavam incríveis), cenas que ele fez com tanta dedicação, entregando-se de corpo e alma ao seu trabalho, mas eu não quero outro Joker. Já não consigo imaginar outra pessoa a fazer de Joker. E de certeza que os fãs (é mais as fãs) também não conseguem. Ele foi o Joker mais lindo da história e aqueles abdominais deram um ar tão sensual ao personagem. De certeza que várias raparigas fariam tal como a Harley e virariam para o lado dos vilões só para namorarem com um homem lindo como o Joker (quando interpretado pelo Jared). E é precisamente para lhe explicar isso que estou agora à porta da sua casa.

Toquei à campainha e um Jared apenas de calças veio-me abrir a porta.

-Ah, és tu! - disse ele, fechando a porta na minha cara.

Mas que raio é que lhe está a dar!? Ele não era assim comigo, nunca foi!

Voltei a tocar à campainha, mas desta vez ele não abriu, apesar de eu insistir bastante.

-Jared Joseph Leto, se não me abres a porta agora, eu entro pela janela! - ameacei eu, voltando a tocar à campainha - Podes ser teimoso, mas eu sou mais!

Afastei-me da porta e dei a volta à casa, acabando por encontrar uma janela aberta. Com alguma ginástica consegui entrar na casa dele pela tal janela. A divisão onde entrei é, provavelmente, o seu quarto, caminhei silenciosamente pela casa até o encontrar, está sentado no sofá da sala a ver televisão. Aproximei-me dele e coloquei-lhe as mãos nos ombros, assustando-o um pouco.

-Se eu te quisesse matar, já o poderia ter feito! - sussurrei-lhe ao ouvido, dando-lhe em seguida um beijo na bochecha.

-O que fazes aqui? - perguntou ele, desligando a televisão e levantando-se para me encarar.

-Olá para ti também! E já agora, obrigada por me fechares a porta na cara, muito educado da tua parte, deixa-me que te diga.

-Desculpa Margot, mas de certeza que eu já sei o motivo de estares aqui e não quero ter esta conversa contigo. Para além de já saber como vai acabar.

-E com vai acabar?

-Provavelmente contigo a sair de minha casa extremamente furiosa, para além de, certamente, com a nossa amizade arruinada.

-Vou sair de qualquer maneira, por isso, podemos falar.

-E quanto à nossa amizade?

-Nada que possas dizer neste momento pode estragá-la. E como podes ter tanta certeza do assunto que quero falar contigo?

-É sobre eu não querer interpretar mais o Joker, não é?

-Exato!

-Então podes ir embora, eu não vou mudar de ideias, digam o que dizerem, façam o que fizerem.

-Jared, não digas isso. Queremos-te de volta…todos nós.

-Quem te enviou?

-Como!? Ninguém! Como podes dizer isso? Vim sozinha e pela minha própria vontade.

-Não vale a pena dizeres nada! Menosprezaram o meu trabalho, não vou cometer o mesmo erro outra vez.

-Jared!

-Vai-te embora, Margot!

-Então tu estás a ver as coisas pela quantidade e não pela qualidade…

-Sinceramente, e eu estou a tentar, não entendi nada do que disseste!

-Estás a contar os minutos em que apareceste e não o impacto que esses minutos tiveram nos fãs.

-Não quero saber de mais nada, vai-te embora!

-Custa ouvir a verdade, não é?

-Margot!

-Vais acabar de me ouvir, ou não?

-Não! Vais-me tu ouvir! Eles ignoraram todo o trabalho e dedicação que tive quando interpretei o papel, mas para eles essa dedicação não valeu de nada e…

Aproximei-me dele e tapei-lhe a boca com uma das minhas mãos.

-Vais-me ouvir agora? - perguntei eu, destapando-lhe a boca.

-Tenho outra alternativa? - perguntou ele, voltando a sentar-se no sofá.

-Não, não tens! - disse eu, sentando-me num noutro sofá.

-Então fala, mas não prometo estar a ouvir.

-Ok! Diz-me, imaginas outra pessoa a fazer de Joker depois de te veres nesse papel?

-Bem…agora não faz sentido ser outro…

-Pois…

-Mas conseguem muito bem arranjar outro para fazer o meu papel, nem que seja parecido, ou então que usem as cenas que cortaram. E sendo filme de heróis, sempre podem fazer outras versões do personagem, matar e criar outro…

-Jared! Sabes, parecido nunca é igual.

Em resposta ao que eu lhe disse, o Jared bufou.

-Eu não consigo imaginar outra pessoa! Tu conseguiste interpretá-lo de uma maneira única e muito cativante e de certeza que vais perder muitos dos teus fãs ao desistir.

-Mas Margot…

-Deixa-me acabar! Eu não quero outro Joker para mim, quero que sejas tu!

-Eu já disse que não!

Levantei-me e fui-me aproximando dele, sentei-me no seu colo, virada para o mesmo.

-Achas que existe um Joker mais lindo do que tu? - disse eu, passando as mãos pelos seus abdominais - Tens noção de como algumas das fãs ficaram ao ver uns abdominais destes nas telas grandes? De certeza que deve haver por aí, depois de te verem como Joker, um monte de raparigas que querem ser a tua Harley. Eu mesma quero ser a tua Harley.

Aproximei o meu rosto do dele e beijei-o. Ao início ele pareceu surpreso, mas, rapidamente, recompôs-se e correspondeu ao beijo.

-Margot… - murmurou ele quando as nossas bocas se separaram.

-Queres mesmo que seja outro a beijar a tua Harley?

-Margot, por favor…pára…nós somos só amigos.

-Responde! - disse eu, beijando-o mais uma vez, sendo correspondida.

-Isto é uma loucura! Vai-te embora!

-O teu corpo não me está a dizer o mesmo! - disse eu mordendo-lhe de leve o lóbulo da orelha, enquanto sentia a sua ereção formar-se bem debaixo de mim - E para além de tudo, eu adoro este tipo de loucuras - disse eu, passando agora os lábios pela sua mandíbula.

As suas mãos foram para a minha cintura e pressionaram-me contra o seu corpo.

-Bem, acho que não vai fazer mal fazer esta loucura contigo - disse ele, beijando-me em seguida.

Eu coloquei as mãos na sua nuca e pedi passagem com a língua, ele cedeu e, enquanto as nossas línguas dançavam, o Jared deitou-me no sofá, ficando por cima de mim.

-Queres mesmo fazer isto? - perguntou ele, passando a mão pelo meu rosto.

-Estás a perguntar-me isso como se fosse virgem.

-Eu estava…

-Eu sei! Fazer sexo contigo, certo? Não te preocupes, gosto de ti, gosto muito.

-Ok! Mas depois não me digas que te arrependeste!

-De fazer sexo com o meu Puddin? Nunca me arrependeria de tal.

Ele tirou-me a T-shirt, os calções, descalçou-me e ficou, depois, a observar o meu corpo, apenas coberto por duas peças.

-Bem…sendo que, neste momento, és a minha doce Quinn, acho que seria mais apropriado, apesar de tudo, chamar a isto amor.

-Tão querido Jared!

-Jared? Quem é o Jared? Eu sou o Joker e tu, a minha Harley Quinn - brincou ele.

O Jared pegou-me ao colo, enquanto me segurava com uma das mãos, a outra tirava-me o sutiã. Ele largou a peça e colocou o rosto no meio dos meus seios, a sua respiração nos mesmos está-me a deixar completamente arrepiada.

Ele desviou a cara para um dos lados e abocanhou um dos seios. Com a mão que não me estava a segurar, ele tocou o outro seio, misturando caricias com leves apalpadelas. Por estar completamente distraída com o prazer que o Jared me está a proporcionar, nem dei conta de quando chegamos ao quarto dele, só notei quando ele me pousou na cama e se afastou um pouco, para tirar a única peça que ainda me cobria.

Sem aviso prévio, o Jared meteu a língua dentro da minha intimidade e começou a fazer movimentos com a língua, aumentando cada vez mais o fogo que se acendia dentro de mim. Com o passar do tempo e à medida que o Jared continuava a estimular-me, eu senti a minha respiração começar a falhar e o meu orgasmo aproximar-se. Como ele continuou com os movimentos com a língua, foi-me inevitável, acabando por alcançar o meu clímax.

-Acho que agora é a minha vez! - disse eu, enquanto recuperava o fôlego.

Ele sentou-se, encostado à cabeceira da cama e eu tirei-lhe as calças, juntamente com os boxers, ficando a observar por alguns segundos o pénis latejante dele, que estava a implorar por atenção. E foi exatamente isso que lhe dei, meti o máximo que consegui na boca, e comecei com os movimentos. Quando senti que ele estava quase a atingir o orgasmo tirei o pénis dele da minha boca, o que resultou num resmungo da parte do Jared.

Deitei-me na cama dele e fiquei a olhar para o Jared, que me olhava com desejo.

P.O.V. - Jared

Olhei para a Margot, que está deitada na minha cama de uma forma tão sensual, que me está a deixar ainda mais louco por a ter para mim.

-Quando quiseres! - disse ela, apercebendo-se de que eu mantinha o olhar sobre o corpo dela.

-Eu só…tu tens noção do quão sexy és?

-Sim, e aproveita que sou toda tua!

-Oh, querida, tu assim deixas-me louco.

-Podes trazer essa loucura toda para aqui, ou ainda vais demorar?

Tirei, rapidamente, um preservativo da mesinha de cabeceira do meu quarto, abri a embalagem e coloquei-o. Pus-me em cima da Margot, segurando o peso do meu corpo com os braços apoiados no colchão, de cada lado do seu corpo.

A Margot entrelaçou as pernas no meu tronco e eu comecei a penetração. Senti uma corrente elétrica passar por mim, quando o meu pénis encostou na entrada dela. A Margot colocou as mãos na minha nuca e beijou-me. Quando finalmente fiquei completamente dentro dela, deixei que a mesma se habituasse ao meu tamanho, quando a Margot começou a dar sinais de que eu podia continuar, comecei os movimentos, aumentando gradualmente a intensidade dos mesmos. Ela voltou a beijar-me e as nossas línguas dançavam tão freneticamente como os nossos corpos, que pareciam se encaixar na perfeição, como duas almas gêmeas que se reencontraram passados vários anos.

-Preciso de mais, Jared! - pediu ela entre gemidos.

Aumentei ainda mais a rapidez e intensidade dos movimentos, ela, depois disso, chegou rapidamente ao orgasmo, pouco depois, cheguei eu, saí de dentro dela, coloquei o preservativo no lixo e deitei a Margot no meu peito, onde ela se aconchegou.

-Podes responder à minha pergunta? - perguntou ela, depois das nossas respirações acalmarem.

-É complicado, Margot…

-Depois disto ainda queres que eu fique com outro?

-Não! Quero que sejas minha, mas…

-Já sou toda tua!

-Margot…

-Vais voltar ou não?

-Prometes que vais ser sempre a minha Harley Quinn?

-Se tu fores o meu Joker…

-Então eu volto. E se algum dia voltar a ficar estúpido, sempre podes invadir a minha casa, entrando pela janela, que vai estar sempre aberta para ti.

Ela olhou para mim e sorriu, dando-me depois, um beijo na bochecha.

-Agora descansa! Adorei passar este tempo contigo - disse eu.

-Também gostei… gostei mesmo muito.

Beijei-lhe a testa, ela pousou a cabeça no meu peito e fechou os olhos.

-Amo-te Margot! - disse eu, quando pensei que ela estava a dormir.

Ouvi um “Também te amo” baixinho da parte dela e depois decidi também descansar.

Fim!

5 Mars 2020 12:16:08 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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La fin

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