amorakriis Marshsmalt

Nossa, era uma amiga e eu havia acabado de transar com ela. -Está com vergonha de mim? Ouvi sua voz soar baixa no meu ouvido e encolhi os ombros arrepiada. - Não acredito que fizemos isso...


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Capítulo único

Eu estava com a cabeça enterrada entre as pernas roliças e pálidas da mais nova, sim era minha primeira vez tentando ter certeza dos fatos porém eu nunca pensei que a certeza viria tão forte como agora.


O corpo esbelto e delicado da morena três anos mais nova que eu estava tremulando de tempos em tempos e eu nem me preocupava mais em saber como estaria sua sanidade.


Minha concentração em tirar todas as dúvidas, curiosidades sobre a novata bissexualidade era tão intensa que eu me empenhava em testar tudo o que podia.


A morena gemia extasiada enquanto eu sugava com afinco seu clitóris e bebia cada gota de lubrificante natural com dedicação.


Era maravilhosamente gostoso sentir a maciez e quentura de seu nervo pulsante em contato com a minha língua.


A posição que estava não era as da mais agradáveis para a quantidade de tesão acumulada em mim.

Eu estava praticamente de quatro com a cabeça enterrada nas coxas quentes, meus seios estavam apoiados na cama e minha bunda arrebitada para cima.

Minha lubrificação corria por entre as minhas coxas, cada corrente de ar fresco na vagina me fazia tremular e quase desabar na cama.


Baixei mais a cabeça e foquei em extrair o líquido agridoce da própria fonte, sugando a entrada vaginal com afinco.

Minhas bochechas formaram um vácuo e eu vi o corpo magro disposto nos lençóis tremer.


A mão que apertava furiosamente as cobertas voou para um par de mechas em minha cabeça e puxou me fazendo olhar em seus olhos negrumes de desejo.


- Não vou deixar me fazer gozar assim...


Sua voz soou rouca e quebradiça.

Seus lábios estavam avermelhados e úmidos, a testa brilhava em gotículas de suor.


-Você disse que só queria experimentar, por que essa fome?


Lambi lentamente os lábios, colhendo quaisquer resquícios de lubrificação alheia de forma lenta apreciando o sabor.

A mão delicada porém pesada voou no meu rosto e eu gemi contido com o tapa.


-Presta atenção, não seja uma cadelinha sedenta.


-E-eu nunca pensei que... Ah me deixe terminar por favor, eu gostei tanto.


Murmurei baixando os olhos para buceta molhada exposta a alguns centímetros de distância já baixando os lábios novamente.


-NÃO


Gemi frustrada e dolorida pelo aperto firme em meus cabelos.


-Vai fazer oque eu mandar. Você disse que queria experimentar e eu decido oque vai experimentar...


Acenei obediente correndo meus dedos pelas coxas molhadas de suor, saliva e lubrificação.


-Enfiei um dedo lentamente em mim quero que sinta minha pulsação interna, minha umidade, como sua boquinha me deixou.


Suguei um dedo lentamente babando bastante antes de posicionar na vagina alheia, levantei a cabeça para olhar nos olhos intensos da morena e escorreguei o dedo bem devagar enquanto assistia sua reação.


Seus olhos piscaram lentamente e sua boca se abriu em câmera lenta, mordi os lábios fortemente para controlar minha vontade de expressar audivelmente oque aquela visão me causava.

Minhas pernas tremeram e meu corpo escorregou fraco até ficar totalmente de bruços.


Inclinei a ponta do dedo dentro do canal apertado e esfreguei lentamente soprando um gemido falho em cima da buceta pulsante.

A morena espasmou e levou a outra mão para minhas mechas soltas, ela formou um rabo de cavalo improvisado tendo assim o controle total dos meus movimentos.


Meu rosto foi prensado contra sua vagina novamente e a morena começou a movimentar a pélvis contra meus lábios.


-Ponha a língua para fora... Isso... shh


Eu obedeci tudo atentamente quase sorrindo pela insanidade da mais nova.

O clitóris quente se esfregava de cima para baixo na minha língua estendida enquanto meu dedo ainda trabalhava lentamente dentro de si.


-Filha da p-puta. Se depois disso você quiser voltar a heterossexualidade eu te amarro na minha cama.


Suas palavras saíram ofegadas, algumas gemidas e outras rosnadas.


De surpresa soquei mais um dedo porém mantive o movimento gostosamente lento enquanto a morena acelerava a velocidade de sua pélvis


Eu estava a ponto de cometer a loucura que passava a todo momento em minha mente, eu iria passar os dentes, iria sim.

Eu poderia ser afastada bruscamente ou levaria mais um tapa gostoso na cara, nada seria tão ruim então.


Passei a pontinha do dente no clitóris lentamente só arranhando.


-Urrhg... awwwn


O corpo magro tremelicou e como previsto meu rosto foi afastado bruscamente mas a morena não estava furiosa e sim gozando.

A mão de dedos finos seguraram meu queixo distante enquanto o orgasmo a tomava.

Me dediquei a assistir a cena notando todos os detalhes gostosamente eróticos, o corpo envergando, os pelos se arrepiando, os gemidos arrastados e melodiosos...


Quando o corpo da mais nova relaxou e ela abriu os olhos para me fitar, eu decidi tirar os dedos de dentro de si e não consegui deixar de fazer, eu queria tanto...


Levei os dedos melecados com a lubrificação quente até os lábios e suguei lentamente sem desviar meus olhos dos dela.


- Porra, sua puta... Vira e abre as pernas


Virei lentamente, grogue de tesão enquanto assistia a morena levantar com as pernas trêmulas atrás das gavetas.

Ergui uma perna e levei os dedos até minha própria intimidade para sentir o caos de lubrificação.


Tentei colocar a pontinha do dedo mas minha mão foi puxada bruscamente e o gemido alto foi tanto pelo susto tanto pela língua bruta e quente sendo socada dentro de mim com força.

Os braços finos puxaram minhas coxas grossas, seus dedos mal se fechavam em volta delas.

A cabeça de fios morenos movia de frente para trás enquanto sua língua era socada em estocadas curtas porém gostosas demais.


Gemi longamente num miado rouco e extasiado.


Sua boca subiu numa linguada longa colhendo toda a úmidade para si.

Os lábios fartos se fecharam em torno do meu clitóris e a mais nova inciou uma sucção como chupeta.

Sua bochecha formava vincos e desformava com os movimentos da sucção.


-E-eu vou gozar, c-calma...


Pedi tentando segurar em seus fios mas a mão de dedos finos como os meus me impediu segurando meu pulso e me prendendo.

Meus olhos viraram nas órbitas fazendo 360 graus quando a língua voltou com tudo estocando o quão fundo podia.


-Awwn porra


A morena ergueu o rosto e mordeu forte a carne da minha coxa puxando até que escapassem de sua boca.


-Abra as pernas


Ordenou se inclinando e pegando o strappom que estava ao seu lado esse tempo todo, abri as pernas e fitei a morena vestir cada cinto plugado o pênis siliconado em si.


-Este tem vibrador nele...


A mais nova anunciou e eu senti meus pelos se arrepiaram só em pensar naquele maldito vibrador com cinco volumes.

Que a mesma havia me presenteado a um tempo como presente comum que amigas trocam.


Os dedos finos seguiram caminho até minha vagina massageando meu clitóris antes de escorregar lentamente acariciando minhas paredes internas suavemente.

Suspirei extasiada fechando os olhos e com um leve sorriso disfarçado nos lábios.

Dedos alcançaram minha boca e eu abri vendo a morena acima de mim me analisando enquanto metia dois dedos suavemente em mim e cutucava outros dois em meus lábios pedindo passagem.


-Chupe


-O-onde vai us-


Fui interrompida com a entrada repentina dos dedos na minha boca e comecei a chupar passando minha língua entre eles e em volta.


-Calma, não terá nada anal... ainda.


Suspirei quando os dedos abandonaram ambas as entradas...

Antes de posicionar o pênis em mim a morena ainda sugou ambos os dedos provando da saliva e da lubrificação.

O pênis não era tão extenso, nem tão largo era definitivamente comun porém eu já carregava um medo das dores em que os últimos reais haviam me causado.

Apoiei a mão na cintura alheia pedindo calma para me preparar psicólogicamente.


A mais nova debruçou sobre meu corpo e alcançou meus lábios.

Uma série de selinhos foram deixados no meu rosto, ...


-Por que tão linda?


-P-para.


-Eu gosto quando você fica sem graça


Sua risada soprou na minha bochecha e eu virei o rosto encarando seus olhos, a boca carnuda alcançou meus lábios selando lentamente sem desviar o olhar, os selos foram se repetindo até virar colantes safados.


-Sua boca é uma delícia


Sussurrou antes de lamber meus lábios eroticamente.


-Para...


Sussurrei também levando meus dedos para suas bochechas e acariciando.

Sua boca se fechou contra a minha continuando na velocidade lenta mas dessa vez envolvendo a língua.

Nossas bocas se acariciavam gostosamente e aquele fogo já se reacendia mesmo com a velocidade diminuta.

A mão esquerda correu lentamente pelo meu corpo me causando arrepios enquanto os estalidos soava pelo cômodo me aquecendo ainda mais.

Meus arfares foram todos abafados pelos lábios grossos e rubros.


No ápice do desejo senti a ponta do brinquedo entrar suavemente e mim, pulei desconectando nossas bocas.


-shh, só sente...


Respirei fundo deixando seus lábios tomarem meu pescoço em sugadas e mordidas.

O pênis emborrachado escorregava com pouca dificuldade por causa do aperto mas não parava de entrar por um segundo.

Enrolei as pernas em volta de si e esse movimento fez o cacete socar todo dentro.


-Ai


Gemi dolorido com a ardência.


-Você é muito apressada.


-F-foi sem querer...


O corpo magro ondulou sobre o meu e senti o pênis rebolar gostosamente nas minhas paredes internas.

Revirei os olhos segurando em seus braços numa forma de me conter.


-Calma...

A morena levou a mão para o strappom e logo se iniciou uma vibração assustadoramente gostosa.

-...Agora sim


-Oh my


-É... Agora eu vou foder você direito.


O consolo foi movido lentamente escorregando nas minhas paredes vaginais gostosamente enquanto o vibrador que estava na parte superior do brinquedo encostava no meu clitóris de tempo em tempo conforme as estocadas.


Eu não iria aguentar tanto pois estava bastante excitada desde quando ainda nem estava sendo tocada pela morena.


Ela poderia ter me mostrado muito mais do sexo em si lésbico do que ter usado uma réplica de um pênis.

Mas a morena estava tão determinada em me fazer gozar da mesma forma que um homem faria porém nunca conseguiu.

Ela usaria praticamente das mesmas armas pra provar que o erro não estava em mim e sim nos homens que me fuderam errado e quase me traumatizaram.


E só essa atitude demonstrada de jeito totalmente ousado e debochado da mais nova já me deixava completamente úmida.

E sentir tudo isso se cumprindo deliciosamente não me deixaria durar tanto.


-Se concentra, se gozar agora... Eu vou punir você.


Resfoleguei eufórica cravando as unhas nas costas alheia.

A morena parou de se movimentar e afastou um pouco para o vibrador não me estimular mais.


-Princesa... Eu nem comecei ainda.


Tanto a frase e a gargalhada rouca me fizeram tremer e fechar os olhos com força.

Eu não podia gozar assim, que droga!!


-D-desliga o v-vibrador...


Pedi quase sem voz


-Não! Eu que mando aqui, esqueceu?


Como para provar seu ponto a mais nova estocou profundamente uma única vez e travou assim o vibrador apertando meu clitóris.


-OH... Céus


Sua risada soprou na minha boca e eu que nem notei que tinha fechado os olhos procurei seus lábios.

Me concentrei em beijar eroticamente a boca alheia enquanto a morena aumentava a velocidade das estocadas ritmadamente.

O silicone aquecido com minha própria temperatura interna fazia o trabalho de acariciar tudo em volta gostosamente, enquanto as mãos alheias beslicavam meus mamilos e os lábios fartos como os meus sugava minha língua.


Com a concentração certa meu corpo foi montando indícios de orgasmos e pelo olhar penetrante alheio eu já sabia que estava sendo lida direitinho.

Um sorriso ladino se formou no rosto alheio e a velocidade foi mantida no mesmo ritmo na intenção de me fazer chegar ao ápice.


Uma, duas, três, quatro no ângulo certo, no local certeiro onde fazia meu corpo formigar de prazer foi o suficiente para me fazer chegar.


Praticamente ronronei um gemido, curvando os dedos dos pés, arquejando o corpo sobre a cama enquanto espasmava sobre os lençóis.


O vibrador ainda estava prensado no meu clitóris oque me fez tentar rastejar para trás fugindo da sensação.


A morena tirou o strappom de mim rapidamente e eu suspirei aliviada.

Ainda tentando controlar os espasmos.


A boca aveludada chocou novamente na minha vagina e eu abri a boca num grito mudo tentando alcançar o rosto alheio e tira-lo dali.


-C-chega, pela di-divindade.


A morena abriu os meus lábios vaginas e focou em sugar lentamente apenas meu clitóris.

Usando os dedos para abrir caminho e sua boca, junto da língua quente trabalhar sem pressa alguma.


- Ai n-não... oh my... OH


Sentia meu corpo tremer inteiro e meus olhos lacrimejaram com os indícios do segundo orgasmo vindo.


Agarrei nos fios lisos e tentei empurrar a cabeça alheia mas não tinha força alguma.


A morena afastou a boca por meio segundo antes de bater a língua velozmente na ponta do meu clitóris oque me fez arquejar com a mudança brusca de velocidade.

Praticamente miei alto e dessa vez algum vizinho com certeza ouviu.


- oh oh... p-por favor


O orgasmo chegou mais avassalador que o primeiro, consegui afasta-la e na tentativa de focar seu rosto acabei vendo seu sorriso malvado antes dos meus olhos desfocarem nas lágrimas de prazer.


Meu corpo tremia duas vezes mais e meu clitóris pulsava tão fortemente que talvez explodisse se ela tentasse algo mais.

Os dedos gelidos encostaram em minha coxa e eu dei um salto por estar sensível de mais.


-Shh


A morena acariciou meu rosto enquanto distribuía alguns selinhos doces em meus lábios.


...


Depois de alguns minutos eu ainda estava deitada, um pouco mole porém sã...

A mais nova tinha usado uma toalha úmida para limpar um pouco a bagunça pois eu não iria aguentar levantar para um banho.

Um lençol limpo estava estendido sobre mim e eu estava deitada de lado fitando o rosto alheio.


Ela ainda estava completamente nua também deitada de lado retribuindo meu olhar.

Desviei os olhos socando o rosto no travesseiro com bastante vergonha para continuar encarando.


Nossa, era uma amiga e eu havia acabado de transar com ela.


-Está com vergonha de mim?


Ouvi sua voz soar baixa no meu ouvido e encolhi os ombros arrepiada.


- Não acredito que fizemos isso...


Murmurei abafado por conta do travesseiro.


-Pode acreditar e foi incrível... Nunca vi alguém tão entregue e sensível a mim.


- Ai para...


Sorri sem graça quando meu rosto foi virado novamente para si.


-Mais importante... tirou suas dúvidas?


-uhum


Murmurei olhando para outro canto.


-Olha para mim.


Olhei obediente


-Certeza?


- Sim.


Falei firme.


-Ainda posso te beijar ou foi só aquilo?


-P-pode


Nossas bocas se uniram mais uma vez só que agora delicadamente com muito carinho.


- Eu tava com medo disso, droga!!


-O que houve?


Sussurrei em voz baixa erguendo a cabeça do travesseiro para enxergar melhor a mais nova.


-Não sei se vou ter psicólogico para ver você se envolver com caras que não vão saber cuidar de você.


-Como assim?


Sentei puxando o lençol para cobrir meus seios.

A morena deitou reta jogando um braço atrás da cabeça e começou a fitar o teto.


- Eu sempre tive muito carinho por você. Eu tive medo de te ajudar e acabar tendo confirmações para mim mesma sobre algumas coisas.


Fiquei em silêncio tentando assimilar as palavras alheias.


-Você acha que estragou nossa amizade... Não quer mais?


Perguntei baixo tentando saber se tinha chego na conclusão certa.


- Eu quero muito mais que isso!



4 Mars 2020 18:19:59 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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La fin

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Marshsmalt Toda errada porém firme

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