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Será que depois do Bruce negar o amor da Diana tantas vezes, aceitará de uma vez por todas ser feliz junto dela?


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#Liga-da-Justiça #Bruce-Wayne #Diana-Prince #Mulher-Maravilha #Wonder-Woman #batman #BatWonder
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Let me be your light

P.O.V. - Diana

-Porquê que é tão complicado assumires o que sentes, Bruce? - perguntei eu, encarando os olhos cinza que tanto amo.

-Simplesmente não podemos, Diana! E tu sabes disso! - respondeu-me ele, desviando o olhar.

-Não, Bruce! Não sei! Nunca me deste um motivo realmente válida para não termos uma relação.

-Sim, eu dei! Mais do que uma vez, inclusive.

-O quê? Que tens inimigos que me podem utilizar para te atingir de alguma forma? Que namoros na Liga não funcionam? E que és apenas um mortal com problemas e eu uma princesa de uma ilha de mulheres guerreiras e imortais?

-Ótimo, afinal sabes quais são motivos. Não tenho de me repetir.

E estamos mais uma vez nesta conversa, no meu apartamento, e, pelo rumo que a mesma leva, parece me que não vai chegar, novamente, ao que eu pretendia… ficarmos finalmente juntos e ele admitir o amor, que está mais do que claro, que sente por mim.

-Poupa-me, Bruce! Se tu me permitisses, eu poderia ajudar-te a derrotar qualquer um dos teus inimigos e eles deixariam de ser um problema. Depois, podes ver pelo Oliver e a Dinah, que vão casar este mês, que namoros na Liga podem realmente funcionar, se tentarmos. E por fim, não és apenas um mortal com problemas, és o homem por quem me apaixonei. E uma pessoa não escolhe por quem se apaixona.

-Não te mereço, Diana! Nem seria capaz de saber como poderia te deixar feliz. Só te arrastaria comigo para as trevas e para os meus problemas. Não te posso oferecer nada de bom. Nem te posso dar o amor que mereces.

-Pareces um disco riscado. Problemas, Bruce? Achas que és o único que tem problemas? Eu fui exilada da minha ilha… da minha casa… pela minha própria mãe. E achas que não te ajudaria a resolver esses problemas se me desses uma chance para tal?

-Diana… eu… tenho coisas a fazer – murmurou ele, virando-se para sair do meu apartamento.

-A sério, Bruce? Tipo o quê? Colocares a tua máscara de playboy bilionário e continuares com o teu teatro?

-Diana…

-Talvez, Bruce, eu seja a luz que precisas. Talvez eu posso curar esse coração partido. Talvez eu consiga trazer o verdadeiro Bruce Wayne à tona… só preciso que me deixes tentar…

Coloquei lentamente a minha mão no seu peito, junto do seu coração e mantive o olhar fixo nos seus olhos.

-Deixa-me tentar… por favor, Bruce…

-Princesa… não te posso amar como acho que mereces.

-Bem… então porquê que espias os homens que conheço? Desta forma não posso ficar contigo, nem com ninguém. Não serão isso ciúmes?

-Não são ciúmes, Diana! São… é… eu só estou… eu certifico-me que não te querem fazer mal.

-És demasiado protetor para com uma pessoa da qual dizes não nutrir qualquer tipo de afeição.

-Nunca disse que não tenho afeição por ti! És uma ótima amiga e eu não quero que este mundo repleto de pessoas péssimas te magoe.

-Ao pores-me de lado e negares o que existe entre nós, magoas-me mais do que qualquer uma dessas pessoas poderia magoar.

-Eu…

-Admite que me amas, Bruce! Vamos tentar e…

Ele afastou-se de mim e olhou pela janela da minha sala. Chovia lá fora.

-O que aconteceria se, depois de tentarmos, não desse em nada? Descobríssemos que afinal esse amor de que falas é apenas uma ilusão tua? Que clima achas que ficaria entre nós durante as missões?

Ilusão minha?

-Bruce… eu…

-Não tens resposta, pois não? – disse ele, esboçando o seu típico sorriso de convencido, o que me irritou profundamente.

Aproximei-me dele e dei-lhe uma estalada, não com muita força, pois sei perfeitamente que se usasse toda a minha força ele estaria, pelo menos, do outro lado da cidade, em vez de estar estatelado no chão da minha sala, com a mão na marca que lhe deixei no rosto, tentando de alguma forma amenizar a dor. Mas que merecia estar do outro lado da cidade, isso merecia.

-Porquê que não admites de uma vez por todas que me amas? – perguntei eu, começando a derramar as lágrimas que tanto evitei que rolassem, pelo menos à frente dele - Vais-me dizer que não sentiste nada quando nos beijamos na invasão thanagariana? Ou quando dançamos em Paris? Vais-me dizer que aceitaste a proposta que a Circe te fez para quebrar o feitiço que me lançou, só porque somos bons amigos? Bruce, eu estou a quebrar ainda mais regras ao apaixonar-me por ti e tu nem se quer fazes com que isso valha a pena!

Ajoelhei-me ao seu lado e coloquei a mão de cada lado do seu rosto.

-Vais-me dizer que não sentes nada quando nos tocamos, Bruce? Vais negar a sensação incrivelmente mágica que se dá assim que os nossos corpos se encontram?

-Não vou mentir… - respondeu ele, secando com os polegares as lágrimas que ainda insistiam em ser derramadas - Mas…

O Bruce ficou a olhar-me nos olhos durante um bom tempo.

-Bom… não posso realmente negar que esses olhos azuis me encantaram desde a primeira vez que nos cruzamos. Nem vou negar que me apaixonei pela tua personalidade maravilhosa. Mas Diana, estou demasiado ferido interiormente para que qualquer tipo de amor que me possas dar me consiga curar.

-Diz apenas que me amas… e que queres tentar… - murmurei eu.

-Não te posso prometer que a nossa vida juntos será um mar de rosas.

-Não quero rosas, Bruce, quero-te a ti, só a ti… viver contigo… estarmos juntos…

Ele sorriu.

-Vou acabar por te magoar, Diana! E não posso prometer que estarei ao teu lado todas as noites… Tenho uma cidade para proteger!

-Eu sei… Gotham em primeiro lugar…

-Mas posso deixar os rapazes de vigia durante uma noite ou outra para poder estar contigo. Eles ficam felizes com a oportunidade de o fazerem sozinhos e de certeza que nós também.

-Então…?

-Vamos tentar!

Abracei-o, se calhar com demasiada força e ouvi-o gargalhar. Uma risada verdadeira, ao contrário das que mostra ao mundo. Quebrei o abraço e olhei-o nos olhos, vi o seu rosto aproximar-se lentamente do meu, até que os nossos lábios ficaram a alguns milímetros de distância. Consegui sentir a sua respiração no meu rosto, para além do cheiro típico do seu perfume amadeirado.

-Amo-te! - sussurrou ele, colando os nossos lábios, num beijo calmo e apaixonado.

Um beijo verdadeiro, repleto de amor, um beijo que eu esperava há já muito tempo.

-Também te amo, Bruce! - murmurei eu, quando o beijo terminou.

-Vens comigo para Gotham?

-É tudo o que eu mais quero.

O Bruce sorriu, ajudou-me a levantar, pegou na minha mão, saímos do meu apartamento e entramos no seu carro, a caminho da sua mansão e de uma nova vida… juntos.

Fim!


16 Février 2020 17:54:32 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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La fin

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