Uma Súbita Paixão Suivre l’histoire

eu_alexander Alexander Costa

De repente eu me encontro acordando em uma cama, num quarto pequeno e um peso no meu peito. A questão agora é: Como prosseguir? Esse é o meu trabalho a partir de agora...


Érotique Interdit aux moins de 18 ans. © Alexander Costa

#relationship #love #romance
Histoire courte
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Uma Súbita Paixão

Eu me lembro que de repente, eu me encontrei acordando numa cama em um quarto de hotel que ficara a beira da praia. A luz do sol da manhã passava pela janela da porta que levava a sacada do quarto no terceiro andar com vista para o mar. Eu tentei me levantar, quando percebi que havia um peso sobre meu peito, havia alguém deitado ali ao meu lado repousando sua cabeça em meu peito. Não conseguia ver muitos detalhes, o que eu conseguia ver era que se tratava de uma mulher branca, com cabelos lisos que se estendiam até a altura de seus ombros. No momento eu não conseguia reconhecer quem era pois seu rosto estava sendo coberto pelo cabelo. Eu não queria acorda-la, então decidi tornar a dormir.

Assim que acordei novamente, eu havia percebido que a intensidade do sol que passava pela janela continuava a mesma, como se não houvesse passado nem sequer 10 minutos, e também havia percebido que a mulher que antes repousava sua cabeça em meu peito, agora se encontrava deitada ao meu lado de costas para mim. Ao invés de tentar olhar para o rosto dela e tentar reconhecer de quem se tratava, eu resolvi simplesmente me sentar a beira da cama e me espreguiçar, quando eu senti que a cama havia se mexido e logo em seguida uma voz feminina atrás de mim dizendo com um tom cansado:

-Oi, bom dia meu bem, dormiu bem? - Enquanto vinha em minha direção e me abraçava por trás.

Naquele momento me vieram inúmeras perguntas em minha cabeça como: 'Quem é essa garota?'; 'De onde eu conheço essa voz?'; 'Por que ela me chamou de meu bem?'; 'Temos intimidade dessa maneira?'; 'O que eu faço?.

Foi então que eu decidi tentar agir com naturalidade de acordo com o que estava acontecendo, me virei para ela para dizer que eu havia dormido bem, mas quando finalmente olhei para o rosto dela, foi quando eu reconheci seu rosto e sem querer pensei em voz alta:

-Thifani? - Disse num tom confuso.

Ela também me olhou com um olhar confuso, parecia não entender o por que eu chamei pelo nome dela como se não a conhecesse. Ela então me respondeu:

-Não, esperava quem? O Batman? - Disse ela num tom de ironia.

Naquele momento eu fiquei surpreso mas feliz ao mesmo tempo, mas continuava confuso. Ela então simplesmente sorriu para mim e me deu um beijo e em seguida ela disse:

-Bom dia! - E deu outro sorriso.

Eu então feliz, retribui o beijo e respondi:

-Bom dia! - Enquanto me escapava um sorriso bobo.

Então ela se levantou, me segurou na mão e disse com um sorriso no rosto:

-Vem, vamos escovar os dentes e ir tomar café da manhã. Quero ir para a praia logo.

Naquele momento eu deixei cair uma lágrima, mas não de tristeza, mas sim de felicidade. Ela havia percebido e me perguntou preocupada:

-O que houve amor? Aconteceu alguma coisa?

Eu então respondi enquanto enxugava a lágrima:

-Não. É que eu acabei de acordar e a luminosidade machucou meu olho. Você sabe que meu olhos são sensíveis a luminosidade! - Eu disse de maneira a disfarçar.

E como de costume, fiz uma cantada, para despreocupá-la e também para cortar o assunto:

-O único brilho tão forte quanto o sol que eu consigo suportar, é o brilho do seu sorriso!

Ela então sorriu, me abraçou e em seguida respondeu:

-Ah, para de ser bobo. Vem cá! - Disse enquanto me puxava para me beijar e abraçar novamente.

Naquele momento eu tive que me segurar para que não deixasse escapar outra lágrima, pois aquilo, era uma cena que eu muitas vezes me pegava imaginando ou sonhando que iria vivenciar algum dia, com alguém, e eu estava ali, naquele momento vivenciando, com ela.


Então nos levantamos e fomos escovar os dentes. Como o banheiro era um tanto quanto apertado, não caberia os dois juntos com a porta aberta, mas ela queria que nós escovássemos juntos e eu sinceramente também queria, então entramos e eu fechei a porta. Por ser alto, eu pude escovar os dentes e me olhar no espelho estando atrás dela. Ela então através do espelho me olhou e sorriu, eu fiquei confuso pois não entendi do que se tratava mas logo em seguida eu entendi, ela chegou para trás e se encostou em mim, era fofo e eu gostava, mas eu tenho um certo problema: Eu me excito com muita facilidade.

Ela parecia estar ciente desse problema, na verdade ela parecia estar fazendo aquilo exatamente por causa deste problema. Eu tentava me acalmar, o que era complicado naquela situação mas eu havia conseguido, fingi que estava tudo bem. Terminamos de escovar os dentes e descemos até a área do café da manhã exatamente para nos servir.


Naquele dia, o café da manhã consistia de: Pães, frutas, sucos, água quente - Caso a pessoa queira tomar chá; café, alguns laticínios e um bolo de cenoura com cobertura de chocolate.

Eu queria agradar ela então pedi para que ela fosse se sentar em uma mesa a beira da piscina de frente para a praia com visão para o mar, que eu logo iria levar para ela o café da manhã. Ela então sorriu, me deu um beijo na bochecha e um tapinha na bunda enquanto soltava uma sorriso e ia em direção a uma das mesas. Então comecei a arrumar o prato dela com o básico e o que ela gostava. Num prato eu coloquei: Pão com presunto e queijo, uma fatia de melão e uma fatia de melancia. O prato não era grande o suficiente para que coubesse algo mais. No outro prato eu coloquei somente duas fatias de bolo de cenoura. Também levei dois copos de água e dois copos de suco de maracujá, um dos sucos que eu e ela mais gostamos. O problema começava agora, eu tinha dois pratos e quatro copos para levar mas somente dois braços, eu não queria fazer duas viagens mas também não queria ter que chamar ela, então optei por uma medida mais arriscada. Segurei dois copos em cada mão, equilibrei um prato em cada braço e levei quatro folhas de papel toalha na boca caso sujemos as mãos. Fui em direção a qual ela estava sentada na mesa, evitando fazer qualquer barulho para que ela não perceba que eu já estava chegando, mas foi em vão, de alguma forma ela sentiu que eu estava chegando e olhou na minha direção, nesse momento ela abriu os olhos em espanto com uma feição aborrecida e disse:

-Meu bem você tá doido? Imagina se você derruba isso tudo? - Disse ela num tom aborrecido.

Eu então, achando que ela se referia ao fato de ter que pagar o preço dos pratos e copos eu respondi:

-Ah, qualquer coisa eu conversaria com eles e pagaria o preço. Nada de mais.

Então ela respirou fundo, revirou os olhos e disse:

-Não é isso. Você poderia ter pisado num pedaço de vidro ou cerâmica e se machucado. Não faz mais isso está bem? - Disse ela num tom como se estivesse chateada.

Por ter visto que na verdade ela disse aquilo pois estava preocupada comigo e que não quisera que eu me machucasse, me deixou tão feliz que novamente eu tive de me segurar para evitar que caísse outra lágrima.

-Tá bom, desculpa. - Eu disse com um sorriso sem graça estampado no rosto.


Assim que terminamos de tomar nosso café da manhã, ela me perguntou:

-Precisa de ajuda pra levar os pratos e copos para a cozinha?

Eu sabia que ela queria ir logo para a praia então disse:

-Não precisa, levo num pé e volto no outro, pra gente poder ir pra praia logo pode ser?

Formou-se um sorriso no seu rosto e ela me respondeu:

-Tá bom, obrigado. Volta logo pra gente poder ir.

Então levei a louça para a cozinha e na volta fomos direto para a praia caminhar um pouco, algo que ela esperou esse tempo todo para fazer, isso era em torno das oito da manhã, então o sol não estava forte o suficiente para incomodar, estava agradável. Durante a caminhada ela me disse:

-Me dá sua mão rapidinho?!

-Tá mas pra que? - Respondi confuso enquanto entregava minha mão a ela.

-Anda logo, só me dá sua mão. - Disse ela enquanto pegava minha mão e entrelaçava os dedos dela nos meus.

Então entendi que ela só queria andar de mãos dadas mas não queria falar nada, eu fiquei feliz mas um pouco sem graça, tenho que admitir.


Depois de algum tempo, enquanto caminhávamos e molhávamos os pés na água do mar, eu avistei o que parecia ser uma árvore, no meio da areia da praia, com folhagem suficiente a ponto de prover uma grande quantidade de sombra logo a baixo dela. Então tive uma ideia, eu segurei bem a mão dela e comecei a andar em direção a árvore, ela estava meio confusa pois queria ficar mais tempo na praia e achou que eu estava nos levando para fora da praia, mas não falou nada, se manteve calada enquanto olhava para o horizonte. Quando finalmente chegamos na árvore, eu me sentei na areia ao pé da árvore e encostei. Eu ainda estava com vergonha pois não sabia ainda o que tínhamos para ela me dar tanta liberdade e confiança, então tomei um segundo de coragem e disse:

-Senta aqui! - Disse enquanto dava duas palmadas na minha coxa indicando que ela se sentasse no meu colo.

Ela simplesmente sorriu enquanto ajeitava seu cabelo para trás da orelha e se sentava no meu colo. Ela se encostou no meu peito e apoiou sua cabeça em meu ombro e seu rosto no meu, e ali ficamos durante algumas horas, sentados, olhando para o mar, para a areia da praia, para o horizonte e os barcos e passavam por lá, para as pessoas que passavam por ali. As vezes ficávamos em silêncio somente aproveitando o momento e a presença um do outro, as vezes conversávamos baixinho só entre a gente. Quando de repente eu senti um cheiro de comida e deduzi que seria a hora do almoço.

-Já deve estar na hora de almoçar. Vamos comer! - Disse enquanto segurava na cintura dela para ajudar a levantar.

Ela então segurou firme nas minhas mãos e levou para frente de uma forma que eu a abraçasse e disse:

-Não, vamos ficar mais um pouco. Eu não estou com fome. - Disse ela num tom tranquilo.

Então eu sorri, abracei ela com força e disse:

-É, também não estou com fome. Vamos só ficar aqui!


Depois de mais algumas horas, eu então convidei ela para tomar banho na água do mar, ela então com um sorriso no rosto consentiu com a cabeça e voltamos para o quarto do hotel. Chegando lá, passamos protetor solar um nas costas do outro, eu a ajudei a amarrar o biquíni e então finalmente fomos para a praia. A água estava morna, calma e não havia muitas ondas ou correnteza, também não haviam muitas pessoas naquele local, a grande maioria estavam na areia sentadas em cadeiras de plásticos ou em bares, os banhistas que haviam estava distantes, quase não davam para ver, então tínhamos aquele pedacinho da praia em frente ao hotel somente para a gente. Depois de tudo que havia acontecido no decorrer do dia, eu deduzi que de alguma forma, eu era íntimo dela, como se fossemos namorados ou algo do tipo, dentro da água ainda, peguei ela no colo com ela virada de frente para mim, olhei nos olhos dela, eu cheio de vergonha, tomei coragem e com as duas mãos rapidamente envolvi ela num abraço e comecei a beijá-la com vontade, ainda com medo dela recusar, me afastar ou negar de alguma forma, mas na verdade, muito pelo contrário, ela me abraçou e continuamos com o beijo, depois de uma pausa rápida para respirar, ela então disse:

-Finalmente fez alguma coisa hein, eu já estava achando estranho. -Disse ela baixinho com um tom suave.

Foi então que eu tive certeza de que não éramos somente amigos, existia alguma coisa entre nós que eu ainda não havia descoberto, então comecei a tratar ela como tal. A gente alternava entre ficar uma hora no mar, 5 minutos na piscina, 5 minutos sentados na beira da piscina e voltávamos para o mar. Até que reparei que já estava escurecendo, o que pareciam ser alguns minutos, na verdade se passaram horas, eram em torno de cinco e vinte da tarde, o céu não estava mais alaranjado, já estava realmente anoitecendo. Os postes de luz que ficavam a beira da praia se acenderam, iluminando toda a costa, o que me fez perceber que já não havia mais ninguém além de nós na praia, estávamos completamente sozinhos naquele momento. Ela então pulou nas minhas costas e me abraçou. Eu peguei ela, segurei ela na minha frente com um braço de apoio para mantê-la suspendida e com o outro braço eu a abracei e beijei novamente. Depois de todos aqueles abraços e beijos, sem contar o céu noturno estrelado e a lua brilhando intensa sobre a gente, eu acabei perdendo um pouco o controle e ficando excitado, mas naquele momento eu já não queria mais me segurar, eu já não via mais motivos para me segurar, com a mão direita eu segurei de leve na nuca dela, passando meus dedos por dentro do cabelo dela, olhei nos olhos dela, olhei para a boca dela e beijei, com a mão esquerda nas costas dela, eu descia em direção a coxa, passando pela bunda, eu apertei de leve, continuando, com a mão na coxa eu levantei a perna dela e então voltei a apertar a bunda dela mas dessa vez com mais força e mais vontade. Ela então alisou meu peito com uma mão e com a outra alisou minhas costas e apertou minha cintura de forma a me puxar na direção dela, eu naquele momento estava com uma ereção e ela havia percebido pois naquele momento não tinha mais nem como esconder o volume, ela então olhou para mim, sorriu, mordeu a boca e com a mão que alisava meu peito, desceu para a barriga, desceu para o short, até que então chegasse em meu membro que já se encontrava ereto dentro da bermuda, assim que o pegou, ela começou a alisar e a apertar enquanto me beijava, e então para me vingar, com a mão que eu estava alisando as costas dela, desci e puxei a outra outra perna dela deixando ela completamente suspensa, passei a mão por fora da coxa, apertei a bunda dela com as duas mãos com vontade, ela respirou fundo e eu continuei, com a mão direita eu desci um pouco mais até que eu cheguei na parte mais sensível do corpo dela, quando cheguei, ela soltou o que parecia um gemido leve, o que mexeu comigo me deixando ainda mais excitado, comecei a alisá-la com uma mão enquanto com a outra eu apertava a bunda dela, então eu senti que ela estava indo colocar a mão por dentro do short mas antes que o fizesse, eu queria deixar ela ainda mais excitada, peguei ela pela cintura e virei ela na minha frente de forma a ficar de costas para mim. Com as duas mãos, eu apertei sua bunda e então passei pela coxa, subindo suavemente pela barriga até chegar em seus seios, eu os massageei por cima do biquíni, então com a mão esquerda, continuei a subir até que chegasse ao seu pescoço, agarrei e puxei para trás para beijá-la, com a mão direita comecei a descer suavemente pela barriga, continuando a descer até que chegasse na virilha e continuei a descer até que cheguei na parte mais quente do corpo dela, mas o que difere dessa vez, é que dessa vez eu passei por dentro do biquíni, de forma a tocar nela diretamente, e ela novamente soltou um suspiro seguido de um gemido mais intenso e uma mordida de lábios, alisando ela diretamente ela respirava cada vez mais fundo, o que também me excitava cada vez mais, puxei ela na minha direção de forma a colar o corpo dela no meu e nisso, a bunda dela encontrou meu membro ereto pulsando por dentro do short, ela percebeu e começou a rebolar sua bunda contra ele, com a mão esquerda ela colocava a mão na minha coxa bem próximo da polpa da minha bunda,, e com a mão direita ela pegou na minha barriga e começou a descer, até que chegasse na minha virilha, de encontro com o short, eu esperava que ela passasse a mão por cima, mas dessa vez ela me surpreendeu e passou com a mão por dentro da bermuda e da cueca, assim, pegando diretamente no meu membro, naquele momento eu me surpreendi e fiquei ainda mais excitado, com a boca eu mordi levemente o pescoço dela e com a mão que estava em seu pescoço, eu começava a descer até seus seios, dessa vez, passei meus dedos por dentro do biquíni, de forma a tocá-los diretamente, com a mão direita, eu continuava á brincar com a parte mais sensível de seu corpo, em movimentos circulares constantes enquanto aplicava uma pressão de leve, até chegar ao ponto em que ela virou para mim e disse:

-Que tal a gente levar isso para dentro do quarto? -Num tom suave e ofegante.

Eu nem precisei responder, peguei na mão dela e fomos em direção ao hotel, passamos pela ducha para retirar a areia da praia de nossos pés, e então subimos diretamente para o nosso quarto, de lá, simplesmente fechei a porta atrás de mim, não me preocupei com a cortina pois afinal estávamos no terceiro andar e não havia nada a frente de nosso quarto além do mar. Enquanto isso, ela estava a desamarrar o biquíni, eu estava meio sem graça de tirar a cueca então comecei a ir em direção ao chuveiro de cueca mesmo.

-Não vai tomar banho de cueca né? -Disse ela num tom confuso e irônico.

-Ah, acabei esquecendo com a pressa. -Respondi enquanto ria sem graça.

Lentamente comecei a me despir por completo.

-Anda logo, tira isso e vamos continuar no chuveiro. -Disse ela.

Naquele momento eu havia percebido que ela estava nua na minha frente como se fosse a coisa mais normal entre a gente, então naquele momento eu achei que seria normal para ela também, ganhei um pouco mais de confiança e removi a roupa por completo. Então ela olhou diretamente para minha virilha e disse:

-Você é um caso complicado. Só com aquela brincadeira você já ficou desse jeito. -Disse ela enquanto me lançava um olhar de safada. -Vamos ver o que acontece se continuarmos.

Naquela hora o tesão se elevou ainda mais, eu dei um tapa na bunda dela e disse:

-Anda, entra no chuveiro, não queria continuar? Então vamos!

Entrando no chuveiro, por ser apertado, não tinha muito espaço mas conseguimos entrar os dois, ela ligou o chuveiro com água morna e começou a se lavar, começando pelo cabelo, enquanto isso eu estava contra a parede, parado, sem graça, ela então empinou a bunda, olhou para mim de canto de olho, deu um sorriso e disse com um tom irônico:

-Eu estou assim assim na sua frente e você vai ficar parado aí sem fazer nada?

Foi então que eu parei de me segurar, cheguei por trás dela, abracei ela, com a mão esquerda eu segurava no pescoço dela levantando de forma a encostar no meu rosto, com a mão direita eu coloquei meu membro entre as pernas dela em contato direto com a parte mais sensível mas sem penetrar, e com a mão direita voltei a subir suavemente pela virilha, então barriga, até que chegasse aos seios delas e comecei a massageá-los novamente. Naquele momento, minha intenção era provocar ela até que ela não aguentasse mais. Então ela decidiu fazer alguma coisa também, com a mão direita ela massageava a ponta do meu membro, a vontade naquele momento era dar início a penetração, mas eu me segurei, minha intenção era ainda, provocá-la até que não aguentasse. Em seguida, peguei ela pela cintura e coloquei ela de frente para para mim, com a mão esquerda eu continuava no pescoço dela e com a direita eu levantei a perna dela, ainda sem penetrar, eu alisava sua área sensível com meu membro. Naquele momento eu havia percebido que ela já estava bastante excitada.

-Vamos terminar de tomar banho e ir dormir. -Disse.

Ela me olhava chateada mas não disse nada, percebi que ela havia ficado um tanto emburrada mas não disse nada, minha intenção na verdade era outra.

Depois de nos enxugarmos e sairmos do banho, ela ia em direção as roupas para se vestir, eu peguei ela na mão, puxei na minha direção, agarrei ela e disse:

-Quem falou pra você colocar a roupa? -Com um sorriso safado no rosto.

Levantei ela pela cintura, abracei e deitei ela lentamente na cama, fiquei por cima beijando a boca dela, com a mão esquerda eu me apoiava na cama e com a direita eu massageava os seus seios, então decidi elevar o nível de provocação. Parei de beijar, olhei nos olhos dela e sorri, beijei o pescoço dela, então beijei entre os seios dela, um beijo em cada seio, beijei a barriga, então a cintura, até que cheguei na virilha, parei, olhei para ele e sorri novamente, comecei a deslizar a língua pela virilha até a região mais quente, em movimentos suaves eu dançava com minha língua sobre ela, chupando e lambendo, enquanto com a mão esquerda eu segurava a parte interna da coxa dela e com a mão direita eu alisava a barriga e subia para os seios dela, alternando entre massagear seus seios e massagear a parte sensível junto com a língua, tentando provocar ainda mais e deixar ainda mais excitada.

Depois de alguns minutos daquele jeito, eu mal conseguia me aguentar, meu membro já se encontrava totalmente ereto, firme e pulsando. Até que ela finalmente disse:

-Eu não aguento mais, faz alguma coisa! -Disse ela ofegante.

Eu como queria provocar ela, perguntei:

-O que exatamente você quer?

Ela então respirou fundo e respondeu:

-Você, eu quero você, dentro de mim, por favor!

O jeito que ela falava me deixava ainda mais excitado, então eu mesmo não aguentei mais. Lentamente, comecei a deslizar meu membro para dentro da região mais quente no corpo dela, a cada centímetro que eu penetrava, eu sentia algo quente e úmido me envolvendo, era como se eu estivesse sendo abraçado por um calor gostoso que envolvia todo o meu membro até que eu havia penetrado por completo e o sentimento era inacreditável. Aquilo foi simplesmente incrível, não tenho palavras para descrever o sentimento. Ela então me puxou para cima dela, me abraçando com força enquanto soltava um gemido no meu ouvido com uma respiração ofegante.

Depois de alguns minutos ali, deitado em cima dela, enquanto ela me abraçava, eu sentia cada centímetro do corpo dela, meu corpo quente e ofegante, ela então disse em meu ouvido:

-Deixa eu ficar por cima!

Eu sem nenhuma objeção, abracei ela, me sentei e deitei, deixando ela por cima de mim, naquele momento, a visão era simplesmente perfeita, ela completamente nua, sentando em cima de mim, a lua que lançava seu brilho pela janela da porta, um silêncio ao redor, só podíamos ouvir a respiração ofegante um do outro, aquilo era simplesmente indescritível, não consigo achar palavras para descrever a sensação e a beleza. Naquele momento, não havia somente tesão dentro de mim, naquele momento surgiu um amor, um amor por ela, um amor por aquele momento, um amor por aquela visão. Sentei e abracei ela mas em tirar de dentro, ela então simplesmente me abraçou com força também. Depois disso, mudamos de posição, uma posição que eu sempre quis tentar, de quatro, ela ficou de quatro na minha frente e só de ver já era bom, devagar deslizei pra dentro, e cada centímetro que entrava ela respirava mais fundo, e a cada respiração profunda que ela dava, maior era minha vontade de penetrar com mais força, até que eu comecei a penetrar com um pouco mais de velocidade, já não aguenta mais me segurar, as vezes eu dava um tapa na bunda, pois aquilo não era só uma bunda, era uma obra de arte que merecia carinho. Chegou um ponto, onde eu comecei a acelerar mais, culpa dos gemidos que ela dava, eles me excitavam ainda mais, segurei ela na cintura e levantei ela, colando seu bumbum na minha virilha e suas costas no meu peito, segurei os seios dela com a mão esquerda e com a direita comecei a mover minha mão em direção a virilha dela, chegando lá, comecei a dançar meus dedos em movimentos circulares na parte mais sensível, para assim poder excitar ainda e causar ainda mais tesão. Então eu quis tentar outra posição, ela sentada em cima de mim mas dessa vez de costas para mim, outra visão linda, ver o bumbum dela subindo e descendo, vendo meu membro entrando e saindo de dentro dela, ouvindo o brulho das batidas de seu bumbum na minha virilha, era tudo de bom. Depois de mais alguns longos minutos, ela me disse para colocar com mais força, naquele momento eu entendi o que ela queria dizer, eu sabia o que aquilo significava, então eu peguei ela pela cintura, deitei ela na cama de barriga para cima com as pernas para cima, separei as pernas dela, possibilitando novamente uma visão excepcional, e torno a penetrar, deslizando dessa vez com mais velocidade e intensidade, me apoiei com os braços na cama de uma forma a me inclinar um pouco sobre ela, naquela posição eu pude ver ela me olhando com aquele sorriso, com as mordidas de lábios, e também possibilitava que eu a visse revirando os olhos com prazer, a cada segundo que passava, a cada gemido que ela soltava, eu penetrava com mais velocidade e intensidade, eu vi suas mãos puxando o lençol da cama, até chegar um ponto que eu estava quase no auge, de alguma forma ela havia percebido, olhou para mim com um sorriso safado, entrelaçou suas pernas na minha cintura e me abraçou com força, e eu soube naquele momento que ela não iria me soltar, então decidi simplesmente arcar com as consequências que viriam e aproveitar aquele momento juntos o máximo possível, então eu me despreocupei e comecei a penetrar o mais rápido e intenso que eu podia.

-Eu... Eu vou... -Ela disse ofegante.

Eu entendi o que ela estava querendo dizer.

-Eu também. -Respondi.

Até que nós finalmente chegamos ao auge daquela relação, juntos, foi incrível. Depois daquilo, fomos para o chuveiro novamente, enquanto ela ia para o chuveiro eu arrumei a cama para que pudéssemos dormir, logo em seguida eu me juntei a ela no banho, ajudando ela a se lavar, ensaboando e enxaguando cada centímetro do corpo dela, cada curva, cada volume, mas com carinho. Em seguida ela fez o mesmo por mim, me ajudando a tomar banho, ainda mais com minhas costas que eu sempre tive dificuldade para lavar. Logo em seguida nos enxugamos, também ajudamos um ao outro a se enxugar, saímos do banheiro, eu vesti somente uma cueca e ela vestiu somente uma calcinha e uma blusa minha, mais nada, então me deitei e liguei a televisão para nós, então ela veio para cama, se deitou ao meu lado, eu passei o braço por trás da cabeça dela e puxei para colar em mim, ela me abraçou, deitou a cabeça no meu peito, e nos cobrimos, e desse jeito, assistimos filme até pegarmos no sono.

25 Mai 2019 14:07:37 0 Rapport Incorporer 120
La fin

A propos de l’auteur

Alexander Costa Oi, meu nome é Alexander, tenho 20 anos de idade e muito tempo livre. Eu tenho o costume de transformas algumas fantasias, sonhos e vontades em histórias. Pretendo por meio desse site salvar e de certa forma também ao mesmo tempo divulgar algumas de minhas histórias.

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