ana-santos1530108088 Ana Santos

Shin Hoseok era um professor de Educação fisica, mas justamente naquela manha ele não daria aula de educação fisica...


Fanfiction Groupes/Chanteurs Interdit aux moins de 21 ans.

#changHo #monstax
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Fodi o meu aluni




Lembro-me bem do daquele dia...


Era 4:40 da manhã quando fui acordado pelo estalo de mais um relâmpago que cai incrivelmente perto da minha casa. Com certeza essa tempestade é de longe a pior que presenciei desde que me mudei para Busan, não vou me surpreender se ver no noticiário mais tarde diversos acidentes causado por esse fenômeno. 


Em pouco tempo teria que ir para a escola, era uma quinta-feira, e eu tenho aulas durante toda a parte da manhã, esperei durante a noite algum comunicado da direção para caso do interrompimento das aulas daquele dia, mas não houve nenhum contato, por isso me levantei e fui fazer café escutando os pingos que caíam insistentes no telhado da casa onde eu morava. Me formei em educação física a pouco tempo, e esta é a primeira vez que sou professor em uma escola, confesso ser uma rotina cansativa.


Fui ao banheiro para tomar um banho. Uma coisa que realmente me atraiu naquela casa quando a aluguei, era o fato de ela ter um espelho dentro do box, isso é bastante útil para alguém vaidoso como eu. Eu me observava enquanto a água quente escorria pela minha pele, por causa da minha profissão acabei ganhando um físico muito bom, lógico também por causa da academia, mas a profissão exige bastante do corpo, assim esculpindo-o com o tempo, meu cabelos pretos escorriam pela minha testa, encharcados, e minha barba era uma barreira para a água que escorria veloz pelo meu rosto. Não é porque sou eu, mas eu sou muito gostoso cara, hahaha.

Sai de casa no meu carro, e exatamente às 6:50 eu estacionava na garagem da escola, finalmente dando descanso ao parabrisa do carro. Como esperava, nem sinal de nenhum aluno, acho que nem o mais nerd se arriscaria nesse temporal, eu devia ter imaginado que também muito dos meus colegas de trabalho faltariam.


- Graças a Deus, pelo menos um professor veio. - Disse a diretora vindo até mim e me abraçando, por mais tempo do que apenas um simples abraço, ela queria mesmo era me tocar.


                     "Velha safada"


- Temos apenas um aluno. - Continuou ela gesticulando com os braços flácidos.


- Isso quer dizer que não haverá aula? Posso voltar para casa?


- Claro que não, a partir do momento em que ele pisou aqui ele passou a ser de nossa responsabilidade, não podemos simplesmente manda-lo ir no meio deste temporal, só temos esse direito a partir do momento que as aulas se encerrarem, e como não há mais nenhum professor você dará aula a ele até que dê a hora. - Eu não estava acreditando que passaria a manhã inteira "dando aula" para UM aluno.


- Vou chamá-lo. - Disse a diretora. Um garoto do segundo ano saiu de dentro da diretoria acompanhado da diretora.


Era um rapaz bonito, não tive como não admirar.


- Vamos. - Eu disse a ele assim que chegaram perto de mim.


Entramos na sala e eu fechei a porta, ali dentro estava mais aquecido e não era necessário eu usar aquela blusa grossa de moletom.


- Então é o seguinte, ou eu fico aqui te explicando coisas sobre o corpo humano, ou, a gente pode bater um papo de colegas, claro, se a diretora não saber de nada. - Eu falei autoritário, me assustando com o eco que a sala vazia produziu. E pelo jeito o garoto loiro sentado um pouco adiante também, pois era possível ver seus olhos verdes esbugalhados atrás das lentes redondas de seus óculos.


- P-prefiro apenas conversar professor.


- Me chame de Wonho, garoto. - Falei


- Sim, claro. - Disse ele com a voz trêmula.


- E aí como se chama? - Eu perguntei colocando meus pés em cima da mesa relaxando.


- ChangKyun, mas pode chamar de Chang.


- Sente-se mais próximo Chang. - Ele colocou a mochila na carteira a frente da minha mesa.


Ficamos conversando durante um longo período de tempo falando das nossas vidas até que.


- Me desculpe a sinceridade Chang. Mas, acho falta de responsabilidade dos seus pais lhe mandarem para a escola em um temporal destes, nem mesmo os professores vieram.


- Eu sei, ainda tentei convencer minha Omma a não vir, mas ela é muito rígida quanto a faltas.


- Entendo. Não tem namorada Chang? - Perguntei para mudar de assunto.


- Não, na verdade eu sou gay, então seria namorado.


- Sério? Fiquei surpreso. - Ele respondeu apenas com um sorriso sem graça, com certeza era um garoto muito tímido e também muito bonito.


Após um tempo em silêncio resolvi ser sincero.


- Olha o que eu te falar aqui, morre aqui, tudo bem?


- Sim.


- Eu também sou gay. - Dessa vez foi ele quem ficou impressionado.


- Nunca imaginaria, senhor.


- Espero que não se importe de eu dizer isso, mas me excita você me chamando de senhor.


- Você também me excita. - Ele disse olhando para os pés enquanto suas bochechas se coloriram de vermelho.


- Bom saber. - Pensei em um plano para poder me aproximar do garoto.


A Partir dali íamos ter uma aula interessante... Fui até a porta e a tranquei.


- Chang... Já conversamos o bastante, e a hora de estudar. Venha até aqui na frente por favor. - Ele se levantou da cadeira e veio até mim receoso.


- Bom, como eu disse havia programado aula sobre o corpo humano. Vamos fazer uma dinâmica, eu te pergunto você responde, cada acerto um ponto pra você, e cada erro um para mim. Vamos marcar no quadro os pontos. Alguma dúvida?


- Não senhor. - "Eu quero comer este garoto".


- Vamos começar.


- Sim.


- Você sabe me dizer o nome do osso que há em nossa coxa? Eu perguntei.


- Fêmur, senhor.


- Vejo que estudou bem a matéria que pedi. Eu disse impressionado pela rapidez com que ele respondeu.


- Eu tentei entender a matéria mas tem algumas coisas que não lembro. - Marquei no quadro um risco, significando um ponto para ele.


- Pois bem. Qual o nome dos ossos presentes em seu antebraço? - Eu disse pegando em seu antebraço e olhando seus olhos através das lentes de seu óculos.


- Rádio e ulna.


- Exato. - Mais um risco a seu favor no quadro.


- E este? Como se chama - Eu disse pegando em seu braço. Ele me encarava e eu sustentava o olhar em resposta.


- Este eu não sei senhor. - O primeiro risco para mim foi marcado no quadro.


Me abaixei a sua frente e perguntei apontando para a canela dele.


- Qual o nome destes ossos?


- Tíbia e fíbula senhor. - Disse ele me encarando do alto um pouco envergonhado.


- Muito bem Chang. - Me levantei ficando muito próximo dele, olhei pra sua boca carnuda e me virei para marcar seu ponto no quadro.


Ele estava de costas para mim quando eu disse:


- Agora uma pergunta fácil Chang, como se chama esse? Eu disse descendo com o dedo indicador pela suas costas até o seu quadril.


- C-coluna vertebral, S-senhor. - Disse ele gaguejando nervoso enquanto propositalmente deixei minha mão escorregar para sua bunda e dei um leve aperto.


Mais um ponto para ele. Ele ainda estava de costas para mim e minha mão ainda estava repousada em sua bunda quando eu disse:


- Última pergunta Chang. - Falei com a boca colada em seu ouvido e meu peito quase encostando em suas costas.

- Sim, senhor.


- Preste atenção… Qual o nome deste osso? - Falei colocando a mão no osso que se localiza entre o ânus e o pênis.

Ele prendeu a respiração e abriu a boca surpreso.


- Chang? - Perguntei com a boca colada em seu ouvido, quase sussurrando.


- N-não sei, senhor. - Disse ele em choque. Mais um ponto foi marcado a meu favor.


Fiquei de frente para ele e disse.


- Muito bem Chang, está foi a primeira parte da dinâmica, agora vamos para a segunda, como você pode perceber o placar ficou em 4x2, a segunda parte da dinâmica consiste em: o número de pontos que você tem, é o número de desejos que você pode me mandar realizar, entendeu Chang?


- Sim, senhor.


- E você concorda com isso?


- Sim senhor. - Não consegui segurar um sorrisinho maroto.


- Podemos começar pelos meus desejos Chang? Já que são menos?


- Claro, não há problemas. - Fui andando até minha bolsa e no caminho disse:


- Bom Chang, meu primeiro desejo é foder você, e o segundo é que você fique pelado para que eu possa fazer isso. - Mesmo de costas pude perceber seu espanto e ouvir sua respiração descompassada ecoar levemente pela sala de aula vazia.


- M-mas Senh...


- Você concordou com isso Chang.


- Mas...


- Vamos Chang! Isso é algo que nós dois queremos, isso é perceptível. - Eu fuçava minha bolsa a procura de algo e ouvia atrás de mim ele retirando a roupa.


Finalmente achei a camisinha que havia deixado na bolsa por segurança, sem ela com certeza não haveria transa alguma, me virei e me deparei com um Chang já totalmente nu, sua pele branca e com poucos pelos me parecia macia e quente. Senti meu pênis aos poucos crescer dentro da minha cueca. O encarei como um leão faminto e ele provavelmente percebeu a malícia em meu olhar, pois corou muito. Deixando suas bochechas vermelhas como um tomate maduro. Fui retirando toda minha roupa sob seu olhar atento, ele parecia encantado com o meu corpo, já nu, fui até ele e o abracei por trás.


- Sinta Chang, logo isso estará dentro de você. - Percebi sua pele se arrepiar e seu membro enrijecer.


Depositei meu nariz em seu pescoço, sentindo o cheiro maravilhoso que aquele garoto tinha. O coloquei deitado em minha mesa, em seguida me deitei em cima dele, o fazendo sentir meu peso e envolvendo meus lábios aos seus em um beijo lento e preciso. Nossas peles se aqueciam uma a outra cada vez mais, me levantei e o levantei junto a mim, foi minha vez de me deitar e o coloquei sentado em cima do meu quadril sentia sua bunda pressionando meu pau enquanto novamente nossas boca se uniam, agora de forma frenética.


Depois de minutos a fio sentindo seu peso pressionando meu pau e seus lábios grudados aos meus, eu já não resistia, estava ficando louco, eu não aguentava mais, tinha que senti-lo logo. Nos levantamos mais uma vez e dessa vez o chupei, deslizava minha boca pelo seu membro com destreza, o fazendo revirar os olhos de tesão. Depois de um boquete bem dado nele foi a vez de sentir sua boca envolveu meu membro, o abaixei cuidadosamente indicando o caminho que devia seguir e ele o fez maravilhosamente, sua boca envolvia mais ou menos metade do meu órgão, que era muito grande para sua boquinha pequena.


O virei de costas para mim e vislumbrei sua bunda branca, lisinha e redonda, praticamente gritando meu nome. Passei minha língua no seu buraquinho às vezes forçando um pouco como se quisesse penetrar ele, após deixar ele relaxado e lubrificado era hora de entrar. O debrucei sobre a mesa e pedi para que ele empinava a bunda para mim, eu já estava posicionado atrás dele, de onde eu tinha uma ótima visão de sua bunda aberta para mim, pincelei a sua entrada, indicando a ele que iria começar, e logo após comecei a forçar meu pau para dentro. Era possível perceber a respiração,completamente descontrolado dele e seu buraquinho também piscava freneticamente, dificultando ainda mais a penetração.


- Relaxa Chang. - Eu disse após mais uma tentativa falha de deslizar para dentro dele.


- N-não consigo senhor.


- Por que não?


-... É a minha primeira vez.


- Por que não me falou?!


- P-porque o senhor n-não deixou… - Suspirei em saber que deveria ter perguntando antes, droga!.


- Ok, me desculpe… Isso é algo muito especial Chang, quer mesmo que seja comigo? - Mesmo que meu desejo fosse transar com Chang eu respeitará a sua decisão.


- Quero senhor. - Oh! Que maravilha... Agora farei de tudo pra ser perfeito ora ele.


- Tá, vou ser o melhor possível. - Novamente comecei a forçar sua entrada desta vez imprimi um pouco mais de carinho no ato, fui aos poucos forçando meu membro para dentro dele que gemia baixinho tentando suportar a dor.


- Para um pouco, por favor. - Ele pediu ofegante. E eu me controlava, pois o seu aperto estava me deixando louco.


- Tá bom. - Realmente ele tinha motivos para aquele tempinho, estava na parte mais grossa do meu pênis, após alguns poucos minutos voltei novamente a adentrá-lo.


Poucos segundos depois eu estava totalmente dentro dele, era tão quente e apertado, isso me fazia pulsar de tesão. Comecei a fazer movimentos leves, mas que mesmo assim lhe arrancava suspiros. Pouco tempo depois estávamos em uma transa quase selvagem, urrava-mos de tesão e não demorou muito para chegarmos ao ápice.


Nos deitamos ofegantes em cima da minha mesa após uma intensa transa, tentando recuperar a respiração descompassado, que bom que não avisaram sobre não ter aula, pois esse foi o melhor dia de aula que já tive.

31 Août 2018 01:16:12 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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La fin

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Ana Santos Amo ler coisas er�ticas e excitantes

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