Beneath the Surface Suivre l’histoire

anneliberton Anne Liberton

Thor, Loki, e os lençóis amassados que frequentemente abrigavam os dois. Seria uma relação perfeita se Thor, agora rei de Asgard, não tivesse Sif como sua rainha. Ou se não precisasse necessariamente gerar um herdeiro para ocupar o trono num futuro distante. Ou se Loki, em meio a tudo isso, não tivesse deixado seu ódio ensandecido pelo irmão aflorar mais uma vez.


Fanfiction Films Interdit aux moins de 21 ans.

#boyslove #thor #loki #thorki #yaoi #lemon #mitologia-nórdica
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Capítulo 1



“Is there ever really a right time?”



A vida na Cidade Dourada seguia a todo vapor à luz do crepúsculo. Tanto a se fazer, tanto a se ver, tanto a planejar que quase ninguém se lembrava dos visitantes que haviam atravessado as ruas de Asgard mais cedo, quando o sol ainda estava a pino.


Passadas as portas enormes do castelo, a agitação se tornava ainda mais intensa: cozinheiros preparando um banquete, líderes do exército discutindo sobre as consequências de possíveis alianças e uma anfitriã aflita fazendo sala para os recém-chegados, desejando por Odin que seu marido aparecesse logo.


Sif mordia o lábio, pensativa, divagando sobre o que mais falar para entreter aquele grupo de anões que viera procurar o rei de Asgard para estreitar relações. Eram um povo esquisito, os anões, embora agradável, e seus costumes a confundiam, deixando-a em dúvida, a cada palavra trocada, se estavam sendo gentis ou simplesmente fazendo pouco dela. Enrolava-se mais e mais na história já antiga de uma batalha travada ao lado do deus do trovão, de um passado em que ela era mais uma guerreira e menos um símbolo político de liderança. Os olhos fixos em si, atentos a cada detalhe, os anões a inibiam, levando-a a checar as portas por algum movimento de segundo em segundo, à procura de Thor.


Enrolado à sua própria maneira, o atual rei de Asgard se encontrava em uma parte distante do castelo, relaxado e rindo, enquanto sua companhia dizia obscenidades em seu ouvido, deitando-se em suas costas para beijar-lhe a nuca.


— Eu absolutamente desconhecia esse seu lado, Loki — Thor comentou quando veio o silêncio, sentindo os lábios do outro roçarem em sua pele, causando-lhe arrepios. — O que não quer dizer que não o apreciei — acrescentou rápido.


— Sei bem o que você apreciou — Loki disse em tom de zombaria, mas carregando um sorriso nos lábios. — Ouvi um por um os gemidos que deixaram sua garganta.


Isso fez Thor rir, balançando a cabeleira loura já desgrenhada. Os dois estavam nus entre os lençóis da cama de Loki, desfrutando de uma conversa pós-sexo que poucas vezes tinham a oportunidade de ter. O suor cobria seus corpos como uma camada fina, de onde se desprendia o calor que abafava o cômodo fresco. Permaneciam embalados pela lembrança do orgasmo de minutos antes, e a possibilidade de repetir a dose pairava no ar, aguardando apenas que alguém a agarrasse e a tornasse realidade.


— Não posso me demorar — Thor a fez se dissipar, como um feitiço malfeito.


— Nunca pode. Abandona-me todas as vezes, como faria a uma concubina, depois de usada. — Havia certo azedume nas palavras dele, embora portassem uma aura de desprezo.


— Concubina alguma me tocaria, compartilharia desse tipo de intimidade comigo.


— Oh, então, sou especial? — Ele adquiriu uma exagerada expressão de choque.


— Depende de como define a palavra... — Thor provocou. Sabia que ele não se ofenderia. Assim era a relação que mantinham.


Em outros tempos, o mais puro ódio separava os dois, colocava-os em cantos opostos, esperando a primeira chance de se enfrentarem. E ele apenas se inflamou uma vez que Loki descobriu não ser nem ao menos asgardiano, mas um jotun, membro de um povo inimigo que Asgard inteira desprezava. Thor irremediavelmente herdaria o posto de rei do pai deles — aliás, pai do deus do trovão —, o que ele achava mais do que apropriado, e jogaria Loki no limbo para todo o sempre. Disposto a impedir que isso acontecesse, o feiticeiro dedicou todos os seus esforços para derrubar Thor, apagar a mera lembrança de sua existência da sombra do universo.


Mas tudo acabou sendo em vão quando Odin, o Pai de Todos, perdeu a vida em uma batalha épica da Grande Guerra em Muspelheim, quando lutavam contra o gigante de fogo Surtur e seus exércitos. Muitos grandes deuses reviviam, independentemente do tempo que levasse, porém, anos haviam se passado e ainda nem sinal do Pai de Todos.


Dominados pelo luto, os príncipes acabaram por encontrar um no outro uma maneira de superar a perda de Odin. Com o histórico que tinham, naturalmente, essa superação se deu através de muita violência e provocações constantes.


Por sorte, tanto Thor quanto Loki apreciavam uma quantidade razoável de selvageria na cama.


Naquela posição, os músculos das costas de Thor ficavam muito bem marcados, e, analisando-os atentamente, Loki sentia uma excitação subir-lhe o peito — para não mencionar outros lugares —, que tornava difícil aceitar que seu rei logo abandonaria seu leito para voltar à sua rainha.


— Que está fazendo? — Thor perguntou, a voz pastosa. Sentia os lábios dele contra sua pele, a língua os acompanhando. — Já estou atrasado...


— Pode se levantar se quiser... — Loki provocou, descendo pelo contorno da espinha dele e notando que ele se arrepiava, embora aquela fosse uma atitude frequente. — Se puder.


Acabou escorregando pelas costas dele quando Thor ergueu o tronco. Puxando Loki pelos braços, ele inverteu suas posições, atirando-o contra o colchão macio. O beijo que se seguiu foi inevitável. Eles se abraçaram, um depois do outro, e Thor deixou a mão deslizar pela lateral do corpo de Loki. As pernas dele se separaram em seguida. Ele suspirou quando aquela barba loira arranhou seu pescoço e a língua quente seguiu para a clavícula e, então, o peito.


Thor sugava um mamilo devagar, o corpo esquentando à medida que a respiração que ouvia mais em cima encurtava e ficava mais alta. Haviam passado pelas preliminares horas antes, não tinha sentido perder tempo naquilo de novo. Ele levantou a cabeça, viu o rosto de Loki, os olhos embaçados pelo prazer, e passou a umedecer os próprios dedos. A saliva escorria por eles enquanto o par de joelhos à sua frente se afastava ainda um pouco mais, aguardando. Thor inseriu dois dedos de uma vez, espalhando o fluido pelas paredes já molhadas dele. Ajudou a espalhar a mistura de sêmen e saliva e, optando por deixar o último dedo para outro lugar, retirou-se dali, indo agarrar seu membro meio adormecido.


Loki não esperou, ajoelhou-se sobre a cama, praticamente na altura de Thor, e segurou a mão dele, esfregando seu falo de modo que o atrito maior o endurecesse mais depressa. Conduziu-o, então, até o local adequado. Ele atingiu sua entrada com certo esforço, penetrando-o devagar, mas continuamente, até que não fosse mais possível avançar. A mão de Loki, da base do membro de Thor, voou para seus ombros, que ele abraçou, procurando ficar mais confortável. Foi agarrado pelas nádegas, erguidas para que Thor afundasse em si ainda mais, e beijado com ferocidade. Desceram juntos até o colchão, o beijo se partindo para buscarem ar e permitir algumas mordidas, mas sempre voltando a acontecer.


A primeira estocada foi forte. Os dois grunhiram. A segunda foi mais ainda. Loki mantinha as pernas na altura do tronco dele, e sentia cada vez que suas paredes se contraíam ao redor daquele falo, deslizando úmido dentro de si. Sua ereção despontava, pois era impossível seu corpo deixar de reagir naquela situação, e ela latejava. Quase seguia o ritmo das ondas de prazer que surgiam da união entre eles, perpassando toda e cada célula que o formava e explodindo ali. Ele deu a Thor ainda mais algumas chances de demonstrar sua virilidade, movendo-se continuamente sobre si, como sabia que ele apreciava. Mas havia outras posições que lhe promoviam tanta — se não mais — satisfação quanto aquela. Curiosamente, todas envolviam Loki no controle.


Foi fácil fazer Thor se deitar, colando as costas nos lençóis. Ele ficava um bocado maleável naquelas condições. O custo, porém, consistiu em ele sair de dentro de Loki. Pronto para resolver isso, o feiticeiro sentou-se em seu colo, num lugar mais que específico, e aproveitou enquanto Thor o penetrava devagar mais uma vez. Mexeu os quadris, quase rebolando sobre ele. Subia e descia, manipulando as direções percorridas pelo membro duro que voltava a estocá-lo. Cada investida trazia consigo aquela sensação arrebatadora e um gemido. As mãos de Loki se apoiavam na virilha, então na barriga delineada de Thor; as dele, pousadas em suas coxas, massageavam a pele, apertando-a para indicar com quanta força Loki deveria descer daquela vez.


Os corpos colidindo geravam ainda mais calor do que já fazia no quarto, com a mera presença de ambos. Inclinando-se, Loki procurou a própria ereção de olhos fechados, acariciando o órgão com cuidado, como se o menor movimento fosse trazê-lo ao orgasmo. Ansiava pelo que o fim daquilo traria, mas não queria que terminasse logo. Agradava-lhe tanto ter Thor dentro de si... Ele se sentia poderoso, sabendo que era atualmente o único ser em toda Asgard a quem o rei procurava, para quem Thor sempre ia e a quem sempre voltaria. Sif não passava de um disfarce. Um grosseiro.


Os dedos começaram a percorrer suas nádegas, tateando cada centímetro até chegar à coluna. Thor obrigou Loki a se abaixar e nivelar seu rosto com o seu. Um beijo. Os lábios se encontravam calmamente, diminuindo então o ritmo das investidas. Havia um espaço mínimo entre eles impedindo o contato total, pele contra pele, o suor se misturando: Loki achava muito desconfortável ter seu membro pressionado contra a barriga de Thor. E, concentrado na doce troca de carícias que se desenrolava naquele momento, ele já não o estimulava mais.


A delicadeza era agradável, mas a fricção fazia falta para Thor. Ele dirigiu parte da atenção a seu baixo-ventre e, segurando o outro pela cintura, elevou o quadril num movimento súbito, voltando a descê-lo apenas quando atingiu a próstata. Loki separou os lábios dos dele inconscientemente, tamanha a intensidade do choque elétrico atravessando sua espinha. Uma cortina de cabelos pretos se fundia aos fios loiros bagunçados na cabeça de Thor, e acabava por cobrir os rostos dos dois. Não havia problema: ainda podiam ver as reações um do outro, e tão de perto que até um mero estreitar de olhos se tornava absolutamente excitante. Thor voltou a erguer o quadril, ele voltou a rebolar. Loki suspirava, o ar morno rente à orelha do outro, ouvia quando ele chamava seu nome, a voz entrecortada por um gemido.


Thor o agarrou firme pela cintura, aumentando a velocidade. Sentiu-o agarrar seus ombros. Penetrava-o sem parar, sem dar tempo para que ele respirasse fundo e conseguisse focar os pensamentos em alguma coisa, qualquer que fosse. Trêmulo, Loki trincou os dentes por um instante, fechando os olhos com força e ofegando alto, mas com um som abafado. Thor tocou seu membro com as pontas dos dedos e bastou apenas acariciá-lo um pouco e ele gozou. Há muito atingira o limite, não podia mais se segurar. A mão molhada manteve o movimento enquanto ele gemia, por pouco não gritando. O vaivém com os quadris dos dois também continuava, até que Loki deixou o corpo cair sobre o peito dele, apoiando-se com os cotovelos. Nem mesmo Thor via seu rosto agora; estava por demais ocupado aproveitando as cada vez mais ardentes ondas de prazer que o dominavam e enlouqueciam, à medida que os segundos avançavam, até culminarem num orgasmo intenso.


Ele tremia de leve, assim como Loki, quando tudo acabou. A cabeça pendia, mole, num travesseiro torto, e suas pernas se separavam num ângulo estranho por trás das coxas do deus da trapaça. Assim que achou prudente, Loki ergueu o tronco para tirá-lo de dentro de si, antes que o membro de Thor amolecesse por completo. Sentou-se novamente sobre ele e, em seguida, deitou, aninhando-se em seu peito, o nariz colado a seu pescoço.


Haveria um breve silêncio caso ele não resolvesse descolar os lábios, ainda arfando, para indagar:


— O que quer com aqueles anões idiotas, afinal? — Loki procurou não se mexer demais. Seu membro quase adormecido não suportaria muita agitação.


— Um acordo... — Thor murmurou entre respirações curtas. — Garantia... de que, na próxima guerra entre os Nove Mundos, eles ficarão do nosso lado.


Loki riu.


— Grande vantagem ter como aliados um bando de seres diminutos... — zombou.


— Não é o tamanho dos soldados que define uma guerra — Thor proferiu com os olhos nele. Via somente a bochecha corada por trás dos cabelos negros.


— Os inimigos tremerão ao ver guerreiros tão imponentes quanto crianças... — Ele riu novamente. Ergueu a cabeça e se encaram, íris verdes presas nas azuis. — Mas o que eu sei? Não sou o rei...


— Não. — Thor fez questão de concordar. — Eu lhe roubei o cargo anos atrás. — Ele sorriu largo. Esticou o pescoço para beijar o nariz dele.


Loki estreitou os olhos, irritado, mas então arqueou os lábios.


— Hum... Há certas vantagens em não carregar a coroa. Por exemplo, não fui obrigado a desposar a asgardiana mais insípida que já botou os pés neste castelo.


— Não fale de Sif desse jeito. — Ele quem se aborreceu dessa vez. Levantou o tronco minimamente, para ficar com o rosto mais no alto que o dele. — Sabe também que nossa união tem um motivo. Além de um objetivo importante: gerar um herdeiro para carregar a coroa depois de mim.


— Como eu poderia esquecer... — Seu sorriso se deformou. Ele, com cuidado, descolou a pele da de Thor, ocupando o lugar ao lado dele na cama.


Thor percebeu que Loki se incomodou de verdade, mas não disse nada. Não sabia o que dizer. Durante o sexo — fato provado em todas as vezes que haviam feito naquele dia —, dispensavam palavras; o entendimento mútuo se dava pelo toque, pelo som que escapava dos lábios de cada um. Ele desconhecia outra forma de consolá-lo.


No lugar disso, dada a falta de tempo, Thor sentou-se no colchão, para depois se levantar, buscando as roupas com os olhos.


— Volto ainda hoje — avisou, começando a se vestir.


— Não enrole — Loki murmurou com a voz baixa. — Não ficarei a noite toda aqui esperando.


— Não precisará ficar. — E abriu um sorriso lateral.


Loki o retribuiu, e eles selaram o acordo em silêncio. Poucos minutos se passaram até que Thor enfim deixasse seus aposentos, e ele se deixou esparramar na cama, afundando-se nos lençóis. Pensando nele... Suspirou. Se, em outros tempos, sua magia lhe tivesse permitido um vislumbre desse futuro, ele jamais acreditaria. Riria de si mesmo e seguiria em frente, tendo todo o seu ódio para lhe guiar.


O quão agradável não era transformar aquele sentimento nas noites ardentes que dividiam ali. Aliás, agora também dividiam dias. O tempo todo.


Ele riu, imaginando a expressão que povoava o belo rosto de Sif, abandonada à própria sorte com o cortejo de anões.




O alívio da rainha foi tão grande que, por pouco, lágrimas não escorreram de seus olhos.


— Meu marido! Enfim está aqui! — Correu para cumprimentá-lo. Thor lhe beijou a mão.


— Lamento o atraso. — Virou-se para os convidados, fazendo uma breve reverência para o homem de pé em frente à lareira, que sabia se tratar de Ivaldi, o rei dos anões. — Minhas mais sinceras desculpas por deixá-los esperando.


— Não se preocupe — Ivaldi respondeu. — Sua adorável Lady Sif nos fez companhia. — E sorriu ternamente para ela, que o imitou.


— Adorável, sim — Thor concordou, mirando a esposa.


— E com os mais belos cabelos dourados que eu já vi. — O comentário surpreendeu o deus do trovão. — Em nosso mundo há apenas morenas, e até os homens possuem madeixas de coloração estritamente escura. Minha Edda também ficou impressionada. — A rainha dos anões deu uma risada constrangida, as atenções em si.


— Vir a Asgard então me parece uma boa mudança de cenário — ele comentou, e abriu um sorriso. Ivaldi confirmou com a cabeça, animado. — E, quanto a Sif, há quem diga ainda que seus cabelos são encantados.


Os olhos do rei dos anões brilharam.


— Gostaria de me acompanhar, caro Ivaldi? — Thor retomou a palavra. — Receio que sua Edda terá de ficar, no entanto. É uma conversa entre homens.


— Eu a levarei a Vingolf — Sif interveio, indicando a sala de reunião das deusas.


— Pois bem — Ivaldi aceitou a proposta, chamando seu cortejo, formado por guerreiros e conselheiros, e eles se separaram.


— É um agrado para os olhos o seu rei, Lady Sif. Eu ainda não o conhecia — Edda murmurou uma vez que elas se encontravam sozinhas. Deu uma risada.


— Oh, devo concordar — ela a imitou. Não sabia por que lados ele havia andado, mas, onde quer que fosse, tinha lhe feito muito bem. Thor detinha um brilho, uma aura incandescente que parecia acentuar sua já evidente beleza. Ele estufava o peito, caminhava com propriedade e exalava confiança, atraindo até mesmo o olhar da esposa, que conhecia suas nuances físicas como a palma da mão.


— É uma mulher de sorte. Deve ser muito feliz.


Com isso, o humor de Sif murchou. Não que discordasse da anã ou fosse, na verdade, completamente infeliz, mas chegara a um ponto em que não podia mais negar que existia alguma coisa entre eles. Não um fogo, um desejo ou mesmo um amor intenso, mas uma parede; grossa, alta e longa em comprimento.


Ela disfarçou a inquietação com um sorriso.


— Mas o rei Ivaldi também tem suas qualidades, Edda... — cumprimentou a recém-feita amiga, que abaixou o rosto, envergonhada.


— Sim, ele tem.

6 Avril 2018 01:27:13 1 Rapport Incorporer 17
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Camy <3 Camy <3
Não adianta, o tempo passa e eu continuo apaixonada por esta história. Inclusive, reli o primeiro capítulo inteiro, mesmo sabendo que já tinha lido ela, antes de dar os likes nos outros, AOSKPASKASO. Eu amo como tu conseguiu manter essa aura mística neles, sabe? E o Loki tá muito parecido com o Loki da mitologia nesta história, sério. Além disso, é engraçado ver o quanto a tua escrita já mudou <3
6 Juin 2019 21:06:23
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