2minpjct 2Min Pjct

Após um novo morador chegar à sua rua, Yoongi desenvolveu um crush pelo rapaz bonito e charmoso, Park Jimin. O que ele não sabia era que o seu novo vizinho era um vampiro em busca de algo muito maior do que apenas um novo lar.


Fanfiction Groupes/Chanteurs Déconseillé aux moins de 13 ans.

#vizinhos #2minpjct #btsfic #sujim #minmin #amigooculto #btsfanfic #2min #romancegay #suji #minimini #sugamin #yoonmin #boyslove #boyxboy #jimin #yoongi #bts #vampiros #bl #yaoi #halloween #gay
9
236 VUES
Terminé
temps de lecture
AA Partager

Quando a vingança é fria

Escrito por: @girl_daegu | @girldaegu

Notas Iniciais: Primeira vez que participo de um amigo oculto no 2min e confesso que fiquei um pouquinho surpresa quando descobri a pessoa os temas que eu possivelmente iria abordar. MAAAASSS eu adorei trabalhar nessa fic, pois que tenha sido curtinha. Espero que vocês gostem, principalmente a pessoa que tirei no amigo oculto 🤭


~~~~

"Em minha língua, um delicioso doce de morango. Esta é minha última refeição, uma dolorosamente doce."

Villain Dies — (G)I-DLE


Sem dúvidas, a sensação de terminar de colocar os móveis na casa nova é curiosa e empolgante. Nós nos perguntamos quais memórias novas vamos criar naquele novo ambiente. A ansiedade é algo inevitável em uma situação dessas, principalmente quando ainda temos alguns objetos, quadros e roupas dentro de caixas.

Porém, o Park não se sentia nada ansioso. Sentia como se tivesse acabado de escovar os dentes: tudo era monótono e costumeiro.

Era aquela a sua rotina desde longas décadas.

Contudo, daquela vez estava morando sozinho e tinha uma missão a ser cumprida.

Suspirando, Jimin se levantou do grande sofá de couro em que estava deitado enquanto observava o pequeno porta-retratos que tinha colocado sobre a escrivaninha da sala. Na foto estavam ele, seu pai, sua mãe e, nos braços dela, sua irmãzinha.

Naquele instante, de pé, ele olhava em direção à janela que tinha vista para a casa vizinha. Ele sabia muito bem que aquela era a casa dos Mins.

Ele sabia muito bem que aquela casa era a dos Mins, soube antes mesmo de descobrir o valor do aluguel de sua casa nova. Não se preocupava com o preço, pois dinheiro não lhe faltava. O que importava realmente era estar próximo do homem que ali morava.

Enquanto observava calmamente o jardim do vizinho, viu dois jovens adultos adentrando o terreno. Um deles ele já conhecia.

— Você é um babaca. Por que não quis fazer parceria comigo no roteiro cinematográfico? É muito cruel da sua parte! — um garoto de cabelos pretos e com um dos braços repleto de tatuagens reclamou. Jimin ouviu a conversa dos dois graças à sua ótima audição.

— Olha bem pra minha cara de quem quer escrever um romance, Jungkook. — O loiro parou no meio do caminho e olhou, sério, para o outro garoto, que bufou decepcionado.

— Não sei como o pessoal da empresa quis aderir à sua ideia brega de escrever um musical de fantasia. Romances estão muito mais em alta!

— Cale sua boca, antes que eu não deixe você entrar naquela casa para provar o novo biscoito que meu pai criou.

— Você teria essa coragem? Os biscoitos que seu pai faz são os melhores!

— Você tem sorte que faz um belo marketing dos doces dele no seu bairro, senão o meu pai não deixaria você provar todos eles.

Um arrepio passou pelo corpo do Park quando ele ouviu o Min se referir ao pai. Ouvir aquilo saindo da boca do filho do próprio lhe fazia sentir que realmente estava prestes a executar o plano.

Estava perto.

[...]

Vampiros sempre tiveram facilidade em pegar suas presas. Por mais que parecesse um pouco cômica a forma como eles abordavam as pessoas em becos para sugar seu sangue, era realmente daquela forma que funcionava, só que um pouco mais sutil. Naquela época, a lenda dos vampiros — que não era tão lenda assim — felizmente, para os humanos, não passava de baboseira. Contudo, com a segurança e tecnologia do século XXI, não era tão simples assim. Principalmente na Coreia, um país repleto de câmeras de segurança e, naqueles tempos, com um ótimo sistema de investigação.

Seu plano era passar ao menos uma semana sem nenhuma atitude consideravelmente brusca. Sabia que os Mins tinham um grande detetive na família, então precisava ter sutileza, sem grandes interações.

Bem, se não tivesse sido abordado pelo próprio filho de Yoonju em seu terceiro dia...

— O-Oh! Boa tarde! — O loiro tinha um sorriso amarelo no rosto, ao contrário do amigo logo atrás dele, que portava um grande sorriso arteiro depois de ter praticamente empurrado o Min na direção do moreno.

— Boa tarde — Jimin cumprimentou, um pouco assustado, enquanto fechava o registro de água da mangueira. Lavava seu carro todas as quartas-feiras, era um hábito que mantinha mesmo que mudasse de casa.

O Min ficou um tempo parado, alternando o seu olhar entre o rosto do Park e a sua vestimenta toda preta, focando principalmente na sua regata que deixava à mostra a tatuagem que tinha em suas costelas: nevermind.

— O senhor se mudou faz pouco tempo, não é? Ainda não viemos lhe dar as boas-vindas. Desculpe se não fomos tão receptivos.

O Min parecia nervoso, o Park ouvia o coração do outro bater um pouco mais rápido do que o normal. Também conseguia ouvir Jungkook, melhor amigo do Min, rindo de longe.

Não entendia muito bem a situação, porém o Min parecia muito envergonhado.

— Senhor? Pareço tão velho assim? — brincou, tentando relaxar o outro, que ficou calado, um pouco sem reação. — Sou Park Jimin. — Estendeu sua mão.

O Min levantou sua mão, apertando a do outro, um pouco incerto.

— Min Yoongi — proferiu, ainda segurando a mão do outro. — Sua mão é um pouco fria. — Riu brevemente quando desfizeram o aperto. O Min tentou ignorar o arrepio que passou por sua espinha.

Merda. O Park pensou. Tudo o que não queria naquele instante era levantar suspeitas.

— É… Lavando o carro, sabe como é. — Soltou uma pequena risada, mais nervosa do que pensou que sairia.

O Jeon, mesmo de longe, pareceu perceber o nervosismo dos dois, mesmo que por motivos diferentes, e resolveu tirar o Min daquela situação.

— Vamos entrar, Yoongi? Seu pai deve estar nos esperando pra me mostrar a nova torta de amora! — Puxou o amigo, que ainda parecia um pouco desconcertado, pelo braço.

— Até mais, Park!

O moreno não teve tempo de responder antes de os dois saírem correndo em direção à casa vizinha.

— O cara é gatinho e você chama ele de senhor?! — Jimin se esforçou para ouvir a conversa dos dois depois que eles fecharam a porta da frente.

— O que você tem na cabeça? Acha que estamos no Ensino Médio?!

— Você tá falando desse seu vizinho novo desde que ele chegou. Vai ficar pra titio se continuar assim.

Naquele momento, o Park não precisou ouvir nem mais um "a" da conversa. Entendeu tudo.

Qual a probabilidade do filho do homem que você quer matar ter uma quedinha por você? Como seria provar o sabor da vingança da forma mais lenta e doce possível? Seria a chance de seu filho sentir o que ele mesmo sentiu quando viu seu pai ser morto.

E melhor.

Pelo homem por quem nutria sentimentos.

Naquela tarde, Jimin terminou de lavar o carro mais rápido do que o normal e, assim, teve mais tempo naquele dia para reformular o seu plano.

[...]

Não sabia muito bem como se aproximar de Yoongi. Depois de visitar as redes sociais do vizinho, descobriu que ele tinha acabado de concluir o último ano de Cinema e Audiovisual, assim como seu amigo Jungkook. Sabia que sua fruta favorita era morango, que gostava de pesquisar sobre golfinhos e que era fã de AC/DC.

Ou seja: superficial. Nem mesmo tinha como puxar assunto. "Opa, Yoongi, tudo bem? Viu a reportagem que passou no jornal ontem sobre golfinhos? Eu achei um máximo." Não, isso não.

O Park sabia que era preciso ter paciência, além de que conquistar alguém não era algo relativamente fácil. Contudo, ele iria aos poucos, nem que fosse a passos de tartaruga, começando com um simples “bom-dia”.

Nisso, foi para o lado de fora de casa, dessa vez não lavando o carro, mas aparando a grama do jardim.

O Park parecia estar dentro de um filme americano. Aquele bairro sul-coreano tinha um típico aesthetic daqueles tipos de filme, com um grande quintal na frente das casas e cerquinhas com flores dividindo os terrenos da vizinhança, e Jimin tinha que interpretar alguém que teria que conquistar o Min, que chegava a casa quase 4h horas da tarde.

— Está sozinho hoje? — disse repentinamente, desligando o barulhento cortador de grama e assustando Yoongi, que adentrava o jardim da própria casa.

— Oh! Boa tarde, Park Jimin! — Yoongi parecia estar um pouco cansado, mas ainda assim tinha um pequeno sorriso no rosto. — Está se referindo a Jungkook? Aquele folgado vem só de vez em quando, quando meu pai prepara algo de diferente. — Jimin ousou dar uma curta risada, entrando no personagem.

— Entendi. — Assentiu, continuando o seu trabalho. Notava que o Min ainda o encarava, curioso, durante um tempo, mais especificamente olhava para seu pescoço, por conta do colar que usava, que tinha um pingente de margarida. — Tudo bem? — Deu um pequeno sorriso ladino, imaginando que aquilo faria Yoongi ficar vermelho e seu coração acelerar, assim como no dia anterior. Dito e feito.

— Oh! Claro. — O Min riu, assentindo, um pouco envergonhado. — Vou indo. Até mais, senhor Park. — Ele ia se retirar, mas o Park interrompeu sua fala.

— Por favor, me chame apenas de Jimin, não devemos ter nem dois anos de diferença.

— Jimin — Yoongi repetiu, testando como somente “Jimin” soava ao sair de sua boca. Ele tinha gostado daquilo; Jimin também, ele só não iria admitir. — Só se me chamar de Yoongi também! — apontou, um pouco animado, fazendo o Park rir baixo.

— Tudo bem. Até mais, Yoongi. — Gostou da forma como “Yoongi” saiu de seus lábios.

Aquilo parecia se tornar algo fácil de qualquer forma. Jimin terminou seu trabalho no jardim. Era o máximo que podia fazer por hoje, tinha que ser sutil.

Isso também ocorreu no resto da semana. Todos os dias Jimin arranjava alguma desculpa para estar do lado de fora da casa, fosse para fazer a manutenção do jardim, lustrar o carro, lavar a calçada ou até mesmo para sair de casa no exato momento em que o Min chegava.

Duas semanas se passaram.

Por mais que qualquer um preferisse ir direto ao ponto, fosse matando o Min mais novo ou convidando o homem para um encontro, o Park não tinha desespero. Tinha um pouco mais de 100 anos, mais especificamente 126. Depois de tanto tempo, tinha entendido que não precisava ter pressa, pois pelo menos ele teria todo o tempo do mundo. Gostava da forma como os dois trocavam curtos sorrisos, era lento e dolorosamente bom saber que a cada novo sorriso parecia ter um pouco mais de intimidade com o Min. Mesmo que não trocassem palavras tão íntimas.

Yoongi parecia entender parte das intenções de Jimin, já que sempre dava corda para todos os assuntos do Park com um belo sorriso no rosto.

Contudo, não parecia tão satisfeito com a calma com a qual se aproximavam. Queria ao menos conversar com ele sem estarem separados por uma cerca branca. Queria saber de fato quem era Park Jimin.

— Lavando o carro de novo? — perguntou, assim que se aproximou de casa.

— Fui visitar minha mãe nesse final de semana, achei que ele precisava de uma limpeza geral. — Largou a mangueira e secou as mãos na calça jeans. Aproximou-se um pouco do Min somente para ter a mesma visão do outro, para observar o carro.

— Nunca vi você trabalhando e ainda assim tem um carro mais caro do que tudo o que já tive de dinheiro em toda minha vida. Isso é estranho — disse com um biquinho no rosto. Jimin achou aquilo de certa forma adorável, rindo do comentário.

— Você deve me achar estranho. — Riu, encarando o carro. Não podia dizer que tinha muito dinheiro e nem que ele vinha de um investimento que fizera anos atrás em Busan, muito menos que havia conseguido o suficiente para se manter por mais de 30 anos.

— Eu acho você atraente — Yoongi pensou alto, chamando a atenção do Park e engasgando na mesma hora. — Atraente n-não. Curioso! Acho você uma pessoa curiosa, não curiosa, mas… mas… que desperta curiosidade nos outros. Sacou?

— É? — O Park virou totalmente o seu corpo em direção ao outro, olhando diretamente em seus olhos, de repente sério.

— Sim… — Assentiu, com a respiração um pouco instável.

— Especifique melhor esse curioso — disse um pouco mais próximo do que antes, dentro de seu espaço pessoal, não mais separado por uma cerca. Jimin podia sentir o calor do corpo de Yoongi mesmo sem o tocar. O Min, por mais que estivesse nervoso, não desviava os olhos do moreno por um segundo sequer.

— Uma pessoa que, mesmo quieta no seu canto, me faz ter vontade de me aproximar. Eu não sei explicar… Algo em você me faz querer ficar perto.

Era a primeira vez que entravam naquele assunto. Jimin deu um passo à frente, chegou tão perto que seu rosto estava próximo ao ouvido do outro, sendo necessário somente sussurrar.

— Também acho você atraente — sussurrou, antes de se afastar para poder olhar diretamente nos olhos do outro e ver que ele tinha as pupilas dilatadas. Jimin não imaginava que as dele mesmo também estivessem.

Bastava menos de dez centímetros para que seus corpos se encostassem, assim como seus lábios. Até serem interrompidos por nada mais nada menos do que AC/DC tocando no celular de Yoongi, que se afastou de supetão para atender à chamada.

Jimin permaneceu na mesma posição, com um sorriso no rosto. Fácil.

— Porra, Jungkook, isso é hora pra ligar? — Yoongi disse, um pouco estressado, ao telefone.

— E agora tem que marcar hora pra te ligar, margarida? Achei que depois do estágio você só ficasse à toa em casa. — Mesmo sem estar no viva-voz, Jimin ainda conseguiu ouvir a conversa com sua audição aguçada.

— Espera aí. — Tampou o microfone do celular com a outra mão, dessa vez se dirigindo a Jimin. — Jimin, estão me ligando, se você não se importa…

— Claro, pode ir — Deu um sorriso sem dentes, mas ainda doce. Depois disso, viu o Min correndo em direção à casa, mas ainda ouviu uma última frase de Jungkook.

— Estava com Jimin? Por que você tá falando comigo, caralho?! Volta lá!

[...]

Aos sábados, Jimin não tinha o “compromisso” de sempre estar do lado de fora.

Esse, em específico, era um dia nublado e parecia que poderia chover a qualquer momento. Jimin decidiu vestir o seu avental cinza, que ainda estava um pouco manchado de tinta, e separar uma grande tela quadrada de tamanho médio.

A grande sala de estar, em questão de segundos, tornou-se um ateliê de pintura em tela com jornais forrando o chão de madeira e alguns banquinhos com tintas, pincéis e outros materiais.

Fazia um bom tempo que Jimin não pintava. Comprara a tela alguns dias antes da mudança, mas ainda não tinha planos para ela, muito menos sabia o porquê de ter decidido pintar durante aquela tarde.

Fez dois pequenos traços na tela, tentando ver se aquilo lhe retirava do bloqueio criativo.

Nada.

Encarou o quadro em branco por mais longos minutos.

Nada.

Estava prestes a desistir.

Toc toc toc.

O Park tinha que assumir, havia se assustado um pouco com as batidas na sua porta. Não pelo barulho, mas sim pelo fato de ele nunca receber visitas repentinas. Não estava esperando ninguém.

Ainda um pouco confuso, foi em direção à porta e se assustou mais ainda com a visão que tinha à frente.

Min Yoongi em pessoa, segurando um pote com alguns cupcakes. Quatro especificamente, com pequenos morangos em cima.

O loiro parecia um pouco surpreso com a aparência do moreno, que tinha a roupa um pouco suja de tinta e o cabelo levemente bagunçado. Tenha piedade de mim, o Min pensou.

— Minha nossa, se eu soubesse que estava ocupado, teria vindo em outra hora — disse, tímido e com um sorriso ansioso, enquanto via por cima do ombro do Park a bagunça de tinta que estava na sala.

— Ocupado? Oh, não! — Riu com a reação do outro, que não deixava de o olhar de forma curiosa. — Quer entrar? — convidou sugestivamente.

Seu plano não era "encantar" o Min naquele dia, mas não perderia oportunidades se lhe fossem dadas. Naquele momento, Yoongi pareceu lembrar do que tinha ido fazer na porta do vizinho.

— Eu e meu pai estávamos à toa hoje, então decidimos fazer uns cupcakes. — O Park não pôde deixar de sentir raiva, somente por se lembrar dele. — Fizemos muitos, aí eu… Sei lá… Lembrei de você e me perguntei se seria legal da minha parte lhe trazer alguns. — Deu de ombros como se fosse pouca coisa, mas, quando terminou de falar, não conseguiu olhar nos olhos do Park. O moreno achou aquilo… fofo.

— Lembrou de mim? — Não conseguiu conter um sorriso pequeno no canto dos lábios ao pegar o pote que o Min estendia em sua direção.

— É. Mais ou menos isso… — Yoongi olhou por cima dos ombros do Park mais uma vez, curioso com todas as tintas espalhadas pela sala. Ao notar o olhar questionador do Park sobre si, ele despertou. — Espero que goste dos doces — disse com um sorriso leve, desconcertado, enquanto dava um passo para trás, indicando que já ia embora.

Não tiveram muito tempo para se despedir, o Min parecia apressado, ou talvez desconcertado… Qualquer coisa assim.

O Park fechou a porta, ainda assimilando a pequena visita que recebera.

Largou os cupcakes em qualquer canto da geladeira. Não iria comer tão cedo algo que Yeonju havia preparado.

O estranho era que, depois daquela visita e do presente que recebeu, Jimin tinha algo em sua mente para o quadro. Ainda eram simples borrões, não sabia ao certo o que eles viriam a se tornar, mas visualizava tons de vermelho e de bege. Colocou a mão na massa — ou melhor, na tinta — e iniciou a base de seu quadro ainda sem saber onde chegaria com aquilo.

~~~~


Notas Finais: Agradecimentos pra @gukxcviie que fez essa capa e banner perfeitosssss e à @tsukinojojo pela betagem linda linda. Também à @minie_swag e a @YinLua pela revisão.


Também agradecimento ao meu amigo oculto e aos leitoreesss. Nos vemos no próximo capítulo 💜

29 Octobre 2022 04:45:38 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
1
Lire le chapitre suivant Mas o amor a aquece

Commentez quelque chose

Publier!
Il n’y a aucun commentaire pour le moment. Soyez le premier à donner votre avis!
~

Comment se passe votre lecture?

Il reste encore 1 chapitres restants de cette histoire.
Pour continuer votre lecture, veuillez vous connecter ou créer un compte. Gratuit!