alexisrodrigues Alexis Rodrigues

[sequência de Winds of Fortune] Quase duas décadas após o fim do Apocalipse e a vitória das hostes celestes contra os aliados de Lúcifer, a família Winchester está reunida para mais um de seus natais. Dean, o mestre-cuca da família, está com a mão na massa para preparar a ceia, quando começa a pensar em sua vida até ali.


Fanfiction Série/ Doramas/Opéras de savon Déconseillé aux moins de 13 ans.

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Um Natal Com Os Winchesters

Avisos: Spoilers do crossover inteiro, obviamente, mas principalmente de Don’t Stop The Devil, o spinoff do Crowley. Se não leu Wayward, Winds of Fortune e Don’t Stop The Devil você pode ler essa one-shot de boas porque dá pra entender, mas você vai tomar um monte de spoilers que podem ou não estragar sua experiência se decidir ler o crossover Sobrenatural/Crepúsculo. Ponto de vista do Dean, porque Wayward e Winds of Fortune foram POV’s da Bella Swan, e Don’t Stop The Devil era em terceira pessoa, acompanhando Deus e Crowley, então eu quis variar aqui. Estão prontos pra ler um Dean nostálgico e feliz? Espero que gostem!
Esse capítulo se passa um ano antes do natal do capítulo 13 de Don’t Stop The Devil, pra ser precisa. Lembrando que: tem o Charlie Swan pai da Bella e tem a Charlie Winchester. Tem o John Winchester pai do Dean e o John Winchester filho do Dean, só pra vocês não ficarem confusos.

– Tem certeza de que não quer ajuda?

– Tenho, benzinho, esquenta não.

Bella estava com as mãos na cintura enquanto me observava terminando de temperar o peru de natal. Cass, ao lado dela, também não estava plenamente convencido de que era uma boa ideia me deixar fazendo tudo sozinho.

– Já tá tudo no jeito – tentei convencer os dois. – Só preciso colocar o peru pra assar, vou ficar de olho nas tortas, não precisam se preocupar. Basta comprar o que falta pra hoje à noite e só, juro.

– Tá bom, então – Bella suspirou. – Vem comigo? – perguntou a Cass.

– Sim, claro.

– Não esqueçam de ligar pros meninos – pedi a eles conforme se afastavam. – Quero eles em casa antes das 19h.

– Relaxa, amor, eles sabem – Bella respondeu à distância. – Voltamos depois!

Eu estava sozinho em casa de novo, e o silêncio era estranho.

Enquanto eu terminava de preparar os pratos para a ceia, me pegava pensando em todos os natais que tivemos desde que tudo acabou.

O primeiro natal de verdade, quando nossos pais voltaram dos mortos, assim como os Cullens. Charlie tinha apenas alguns meses de vida e ter seus avós por perto, vivos e bem, foi um presente. De alguma forma que eu não entendia, meu pai conseguia ser para Charlie um avô mais presente do que ele foi como pai para nós, e quando John nasceu, ele praticamente estava irreconhecível, nada se parecia com o homem que havia nos criado como soldados.

Charlie, o pai de Bells, que já era um cara legal, parecia mais feliz depois de ser avô, também. Sempre que podia levava Charlie e John para pescar com ele, e às vezes os dois Charlies e os dois Johns se reuniam e acampavam, levando com eles os amigos da escola, Alastair e Jack.

Eu não podia esperar por uma vida melhor ou mais feliz que aquela. Estávamos todos seguros, felizes, nada nunca nos faltava e trabalhávamos com o que queríamos. Sammy havia se graduado e finalmente se tornado um advogado, com planos de se tornar juiz algum dia, e estava casado com Gabriel, que, mesmo se mantendo um arcanjo, estava mais tempo na Terra do que no Céu.

Estava tudo bem, estávamos todos bem...

Mas ultimamente eu me pegava pensando em como tudo aquilo podia acabar com um estalar de dedos e sentia um peso no peito.

Eu não tinha mais idade pra lutar, pra caçar, e nem queria. Havia uma nova geração de caçadores no mundo, mais fortes e mais preparados que a nossa geração, mas havia menos monstros para combater, menos demônios para mandar de volta ao Inferno. As coisas aparentemente estavam como deveriam, ou ao menos era o que Deus tentava me fazer crer.

Então por que eu me sentia tão...?

Depois de colocar o peru para assar, me sentei em uma banqueta da cozinha, me sentindo cansado. Não fisicamente, mas mentalmente, e eu não conseguia entender o motivo.

Talvez fosse hora...

Talvez...

Talvez eu devesse...

Eu não sabia bem como fazer aquilo. Há anos eu não rezava, já que não havia necessidade. Se o antigo Deus não respondia, o novo, pra compensar, nem precisava ser chamado, então eu não sabia bem como começar.

Respirei fundo e fechei os olhos.

– Ammm... Não sei se vai ouvir isso, provavelmente não vai, mas... – pigarreei. – Se por acaso tivesse um tempinho pra me ouvir, eu agradeceria... Deus. Ou seja lá como prefere ser chamada esses tempos.

– Tô aqui.

Arregalei os olhos ao ouvir a voz dela na cozinha, sentindo o coração disparar. Engoli a seco.

– É bom te ver de novo – ela sorriu.

– É bom te ver também, Alexis.

Fazia anos desde a última vez que aquilo aconteceu.

Ela continuava gordinha e baixinha como antes, mas não tinha mais os cabelos cor de cereja. Agora estavam castanhos, um castanho mais escuro que os de Bella, além de longos e ondulados, caindo em cascatas sobre seu colo. Os óculos quadrados eram os mesmos, mas as roupas agora pareciam mais formais em vez de casuais. A julgar pelo vestido preto e os saltos altos, provavelmente estava se preparando para uma festa também.

Deus indo numa festa. Tentei não rir com a estranheza da coisa. Ela também era rainha do inferno, então não deveria ser tão absurdo, mas eu não conseguia me acostumar com o conceito de uma divindade acessível.

– Quer conversar sobre o que tá te incomodando? – ela se aproximou, puxando uma banqueta e se sentando à minha frente, cruzando os braços sobre a bancada.

– Eu não sei por onde começar – baixei a cabeça por um momento. – É só que... Não sei explicar... Esses anos todos têm sido incríveis, e eu não tô reclamando de nada, eu não tenho motivo pra isso, mas... Eu não consigo me livrar da sensação de que algo ruim vai acontecer, sabe?

– Tipo o que?

– Eu não sei, é só... Como se os meus instintos tivessem gritando na minha cabeça, como se a qualquer momento toda essa paz fosse acabar.

– Dean – chamou minha atenção, e eu me obriguei a levantar a cabeça e encará-la. – Sabe que esse medo não tem fundamento, né?

– Eu sei – suspirei.

– Tudo o que eu fiz foi pra assegurar que vocês estariam todos vivos, seguros e felizes, até mudei algumas regras por vocês. Eu tô aqui, nada vai acontecer, entendeu? – me encarou, e eu assenti, tentando me fazer crer no que ela dizia. – E mesmo que algo aconteça comigo...

Franzi o cenho, engolindo a seco.

– Como assim, ‘‘se algo acontecer’’? Você é Deus.

– Eu te disse anos atrás que não é assim tão simples. Eu tô com o cargo dele, eu não sou ele e nem quero ser. Eu preciso que você entenda que algumas coisas nunca vão mudar, Dean.

– O que quer dizer com isso?

– Quero dizer que com ou sem Deus, o mundo continua girando – ela deu de ombros. – Então, na eventualidade de alguma coisa acontecer comigo, vocês ainda assim vão estar numa boa. Não tem nada com o que se preocupar, entendeu? – estendeu as mãos para segurar as minhas. – Absolutamente nada.

– Quer dizer além da possibilidade de alguma coisa acontecer contigo? – me irritei um pouco.

– Dean – ela desviou o olhar, parecendo se esforçar para manter uma faceta calma que eu sabia que não era do feitio dela manter. – Tudo acaba um dia. Eu não vou ser hipócrita e tentar te fazer aceitar isso numa boa porque eu mesma tenho problemas pra lidar com o fim das coisas e das pessoas, mas não há nada, absolutamente nada que possa ser feito pra evitar o fim. Ciclos começam e terminam e a roda da vida continua girando. Todo mundo morre um dia, né? – crispou os lábios e tentou sorrir.

Engoli a seco, sentindo meu estômago afundar.

– Ei – segurou minhas mãos com mais firmeza, no que eu a fitei. – Não se preocupe com nada. Tá tudo bem, eu juro. Continue vivendo a sua vida como tem vivido esses anos todos. Vocês têm uma família linda, Charlie e John têm um futuro brilhante pela frente. A vida é bela, Dean! Sorria! – tentou me encorajar. – Vocês tinham uma vida antes de eu aparecer e continuarão tendo vidas quando meu tempo aqui acabar. Tudo o que importa é que vocês sejam felizes, tá?

Eu assenti em silêncio, tentando processar aquelas coisas. Talvez eu devesse voltar a fazer terapia, no fim das contas.

Alexis se levantou, circundando a bancada até parar à minha frente, segurando meu rosto em suas mãos.

– Não importa o que aconteça, a vida continua.

Assenti novamente.

– Pode me prometer umas coisas?

– O que quiser.

– Continue vivendo sua vida como sempre quis. Continue sendo o marido e pai exemplar que é, cuide da sua família como sempre cuidou, e cuide de si mesmo, entendeu? Não volte a caçar nunca mais. Me prometa.

– Eu prometo – franzi o cenho, um pouco alarmado com aquele tom.

Alexis sorriu, afagando meu rosto como Bella costumava fazer com Charlie e John sempre que ela precisava viajar por algum motivo, o olhar de uma mãe que não queria se separar dos filhos, e por um momento eu tive a impressão de que estava tentando não chorar, como se algo estivesse a incomodando tanto quanto a mim.

Como se os meus medos e os dela estivessem conectados de alguma forma.

Ela se aproximou mais, beijando minha testa, como uma bênção.

– Feliz natal, Dean.

E em um piscar de olhos, desapareceu, me deixando mais ansioso e com muito mais dúvidas que eu tinha antes de ela aparecer.

Depois que ela se foi, me concentrei em terminar de preparar a ceia. Os presentes de todos estavam sob a grande árvore de natal, a casa estava limpa e organizada, a comida pronta para ser servida.

Charlie e John apareceram em casa meia hora antes do estipulado, tentando passar de fininho por mim.

Pigarrei, chamando a atenção dos dois enquanto eles pisavam na ponta dos pés na direção de seus quartos. Cruzei os braços.

– Desculpa, pai – Charlie sorriu amarelo, se aproximando e me dando um beijo na bochecha. – A gente se distraiu jogando com o Alastair.

– Como ele tá? – perguntei enquanto John se aproximava para fazer o mesmo que a irmã mais velha.

– Ele tá de boa – John deu de ombros. – Acho que Jack vai ficar na casa dele esse natal.

– Eu não aguento mais esse chove não molha deles – Charlie bufou.

– Como assim? – franzi o cenho.

– Brincamos de verdade ou desafio pra ver se os dois admitiam logo que se gostavam, mas não deu em nada – John deu de ombros, no que Charlie lhe deu uma cotovelada.

– Espero que a parte dos desafios não tivesse incluído nada relacionado a carros e velocidade – estreitei o olhar para Charlie.

– Não, pai, claro que não – ela riu de nervoso, tentando disfarçar. – Tá nevando, não é seguro apostar corrida por aí.

– Exatamente, mocinha. Enfim, vão se arrumar, seus avós vão chegar em meia hora.

– Sim, senhor! – os dois responderam, cada um correndo na direção de seus respectivos quartos.

– Ela definitivamente estava correndo com o Chevelle – ouvi Bella falar atrás de mim. Quando me virei, percebi que ela também estava de braços cruzados. – Precisamos conversar com ela sobre essas corridinhas que ela vem apostando com os amigos antes que alguém se machuque.

– Concordo – disse Cass, entrando na cozinha. – Desde que ela tirou a carteira tem estado muito afoita pra andar de carro – comentou preocupado. – Felizmente John parece não ter o mesmo interesse.

– Mas os dois podem acabar se ferindo – suspirei, fechando os olhos por um momento, apertando a ponte do nariz. Contei até dez mentalmente antes de abrir os olhos de novo. – Vamos deixar isso pra depois.

– Você está bem? – Cass se aproximou, o cenho franzido.

– Sim, por quê?

A julgar pelos olhares dele e de Bella, eu não os convenci.

– Vou me arrumar – ela disse por fim. – Acho melhor vocês virem também.

Eu não tinha como argumentar. Tudo estava no lugar, então não tinha motivo para eu não acompanhá-los.

Nós três tomamos banho juntos, para não perdermos tempo, e de um por um fomos nos vestindo, eu, como sempre, ajudando Cass com seus botões e Bella com seu penteado.

Cass agora mantinha uma barba, que aparava religiosamente toda semana, e mantinha os cabelos curtos como na época em que nos conhecemos. Trabalhando como professor, havia se acostumado a se vestir formalmente, como Jimmy costumava fazer, então, em ocasiões especiais, ele fazia questão de se vestir elegantemente, e com isso vinha a bendita gravata.

Já Bella gostava de se vestir de forma um pouco mais casual, mais confortável. Naquele ano os cabelos castanhos dela estavam consideravelmente longos – ela não os cortava fazia um tempo – e ela ainda estava deliberando se deveria ou não cortá-los um pouco. A ajudei a prendê-los em um coque de tranças altas, terminando de adorná-los com uma presilha de flor vermelha na lateral.

Com um vestido vermelho longo de veludo, na altura dos joelhos, de mangas longas e decote V, Bella continuava arrancando suspiros meus e de Cass.

Eu, assim como Bells, estava vestido de forma mais casual. Camisa xadrez era um costume meu, de Charlie e de John. Eu usava uma camisa xadrez vermelha, Charlie xadrez verde e John xadrez azul. Sammy sempre tirava fotos nossas, dizendo que éramos as Meninas Superpoderosas da família.

Logo nossos pais apareceram, cheios de sacolas com presentes de natal, para a alegria dos netos. Sammy apareceu depois, acompanhado de Gabriel, e parecia que ele finalmente havia aparado boa parte da enorme juba que chamava de cabelo. Gabriel, extravagante como sempre, trouxera mais comida – sobremesas de diferentes partes do mundo, assim como os presentes.

Naquele ano seria só a gente. Bobby e Ellen estavam curtindo outra lua-de-mel – e ao que constava, estavam em Paris – e Jo estava na Itália com um grupo de amigos, para conhecer a cultura local e dar uma passadinha no Vaticano.

Os Cullens haviam se separado, ao que parecia, mas continuavam como uma família. Carlisle e Esme estavam morando em Londres, Alice e Jasper estavam no Japão, onde minha ex-sanguessuga favorita estava vivendo a melhor fase criativa de seu trabalho como estilista, segundo a própria. Emmett e Rose eram os únicos ainda morando nos Estados Unidos, aproveitando a vida com seus trigêmeos, e Edward parecia ter encontrado a si mesmo no Brasil. Segundo Alice, agora ele estava com namorada nova, uma professora brasileira que o estava ajudando a melhorar seu sotaque.

Enquanto jantávamos todos reunidos à mesa, não conseguia deixar de pensar em tudo o que tínhamos vivido até ali. Bella de um lado, Cass do outro, nossos filhos, nossos pais de cabelos grisalhos, aproveitando a tranquilidade de uma vida sem caçadas, meu irmão com a vida dos sonhos e seu marido imortal que o apoiava em tudo.

E pensar que uma parte de mim nunca pensou que envelheceria...

Logo eu chegaria nos cinquenta, abraçaria o prata nos meus cabelos com orgulho. Em algum momento, talvez, ou Charlie ou John me dariam netos, talvez os dois, talvez nenhum. Eu possivelmente viveria para me tornar avô de alguém. Não consegui evitar sorrir com aquele conceito.

Alexis estava certa. A roda da vida continuaria girando.

Depois de trocarem presentes, Sam e Gabriel se despediram de nós, John e Mary foram se recolher, e não muito tempo depois, Charlie Swan também. Aumentar a quantidade de cômodos da casa realmente foi bom investimento.

Sentados no sofá da sala de estar, eu, Bella, Cass, Charlie e John comíamos pipoca enquanto assistíamos Liga da Justiça. Vendo todos distraídos e felizes, comecei a pensar que talvez eu estivesse mesmo me preocupando à toa.

Estávamos bem, estávamos seguros. Felizes, realizados, cheios de planos.

Estava tudo absolutamente bem e continuaria assim.

~

Spoiler: quem leu Don't Stop The Devil tá ligado no que rolou.
Eu tava cheia de planos pra esse especial ser todo feliz e tal, mas conforme comecei a escrever, não pude deixar de pensar que o Dean nessa fase de meia-idade teria alguma coisa em comum com o Naruto no decorrer de Boruto. Sei lá, era pra ser um negócio feliz e do nada me veio essa bad na hora de escrever. Ano passado quando participei do desafio natalino do Inkspired eu tentei escrever algo feliz e acabei fazendo uma one-shot mega angst focando no Constantine (John Constantine) e Olivia Teller (minha OC de Redamancy). Aí agora esse ano, quando eu decido que vou fazer algo feliz... Enfim. Meu aniversário é agora dia 26/12, será que eu mereço uns comentários de presente? ;-;
23 Décembre 2021 15:54:15 2 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
4
La fin

A propos de l’auteur

Alexis Rodrigues no fim do dia, eu só tô tentando sobreviver.

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Karimy Lubarino Karimy Lubarino
Oiê! Você sabe que eu não conheci a história da série, apenas dos filmes e livros de Crepúsculo, então estou pensando nos personagem de Sobrenatural como originais, por assim dizer hahaha. Eu confesso que uma das coisas que mais amei nesse conto foi correlacionar ele a outro conto seu que eu já li, onde a criadora aparece ahhaha. Foi muito gostoso ler esta e me lembrar de outra obra sua, escrita em um outro momento e para uma outra ocasião. Você como sempre fez um trabalho impecável com a construção da atmosfera da história, que nos envolve de tal forma, que realmente é impossível não nós imaginarmos dialogando com o personagem-narrador. Além disso, os personagens se fizeram presentes com muita ferocidade enquanto conversavam e interagiam uns com os outros. Você me transportou para a vida deles com um piscar de olhos. Uma delícia!
January 02, 2022, 20:19
Isís Marchetti Isís Marchetti
Olá, Alexis! Quem conhece o Dean, sabe que provavelmente viver um desses momentos com sua família é o mesmo que fechar mais um portão do inferno ou seja, realizar um sonho. Apesar da pinta de todo fodão que ele passa, todo mundo sabe que a coisa que ele mais ama e da valor, fora o seu Impala, é a família acima de tudo, e claro, o Cass. Eu não sei até em que ponto esse Dean seu bate com o verdadeiro Dean das telonas, mas sei que eu amei ele assim como eu amo o outro, haha, que confuso! Eu adorei que você usou de uma historia já existente, para dar mais "vida" com um conto em separado. Obrigada por ter participado do desafio relâmpago. Abraços.
January 02, 2022, 19:43
~
Terra Winchester: Crossover de Saga Crepúsculo e Sobrenatural
Terra Winchester: Crossover de Saga Crepúsculo e Sobrenatural

Crossover: se passa no universo alternativo onde Bella Swan se torna caçadora ao lado dos irmãos Dean e Sam Winchester. Em ordem de leitura: Wayward, Winds of Fortune, Love Me Again (uma one-shot side story, focada no ship Sam e Gabriel), Don't Stop The Devil, Um Natal Nada Sobrenatural (especial de natal focado na família Winchester, ponto de vista do Dean), e I'll Never Love Again (especial de natal, ponto de vista do Crowley, sequência de Don't Stop The Devil). En savoir plus Terra Winchester: Crossover de Saga Crepúsculo e Sobrenatural.