dani7r7n Daniela R. N.

Dante um medico cirurgião, extremamente famoso por ser um dos melhores em sua área, ele é empregado em um hospital renomado de toda a região, por ser em uma cidade razoavelmente, pequena, por ser tao conhecido ele era constante mente criticado por seus companheiros, principalmente quando cometia pequenos erros, fora seus pais que sempre o pressionavam, mesmo com as dificuldades ele se não se deixava abalar, continuava sendo gentil e justo. Mesmo estando cansado e em sua folga ele e enviado para uma cidade vizinha, onde vai contragosto, ao chegar la ele presencia o caos haviam muitos paciente doentes ele rapidamente começa a tratá-los mas ele e os outros estavam em um labirinto sem saída pois nunca viram aquele tipo de doença, suas habilidades estavam sendo testas pessoas estavam morrendo em sua frente sem poder fazer nada. Obs: Não só da área medica, em tão não tenho nem um conhecimento na área, tudo e tirado de filmes e series que já assisti na vida.


Post-apocalyptique Tout public.

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Aqueles que não foram

Era cinco da manhã quando meu telefone toca, ainda dava para ouvir os grilos contando, o céu estava começando a ficar acinzentado, me viro para pegar o aparelho que não parava de tocar freneticamente no criado mudo, abro os olhos com dificuldade, olho com desgosto para o nome do meu chefe brilhando na tela, me deito para trás com o aparelho em mãos e atendo dizendo:

— Alo? — Falo com a voz rouca minha garganta estava seca.

— Dante! — Fala uma voz grossa, autoritária do outro lado. — Preciso que venha para o hospital imediatamente.

— Mas... Senhor Marcelo, eu já sai do meu plantão de hoje. — Retruco agora um pouco mais acordado que antes.

— Isso não me importa, quero você aqui já! — Grita irritado do outro lado, sua voz ecoa pelo meu cérebro.

Jogo o celular sobre a cama, esfrego meu rosto com as mãos, me levanto na base do ódio e vou para o banheiro, acendo a luz, fecho um pouco os olhos até me acostumar, com a claridade, me olho no espelho, era nítido o meu cansaço, as grandes olheiras eram evidentes, a barba mal feita, meus olhos castanhos estavam avermelhados, meu cabelo longo estava bagunçado, se me encontraram na rua sem meu jaleco pensariam que sou um drogado, lavo o rosto faço minhas higienes matinais, tiro o pijama coloco uma roupa qualquer, amaro o cabelo, pego minha maleta e o jaleco, vou até a cozinha, pego uma maçã, sinto algo se esfregando entre minhas pernas, vejo Misty parada me olhando me agacho faço um carinho nela, encho seu pote de ração e agua, me despeço e saio, mas volto para pegar a chave da moto.

Estaciono o a moto em frente ao hospital, entro e vou direto parara a sala do meu chefe, comprimento algumas enfermeiras que estavam no corredor, paro de frente a sala, pato na porta duas vezes, escuto abafado:

— Entre! — Respiro fundo e abro a porta. — Ah você finalmente chegou. — Diz se levantando com algumas folhas em mão.

— Vim o mais rápido que pude. — Digo, claramente mentindo eu vim o mais devagar que pude, esse traste gosta de abusar, do seu poder.

— Quieto, você vai para a cidade vizinha, agora. — Fala simplista se sentando novamente.

— O que? Mas porquê? — Pergunto eufórico adentrando a sala por completo.

— Porque eu estou mandando, não se esqueça que seu trabalho depende de mim pirralho. — Fala arrogante. — Agora some.

Respiro fundo, saio da sala com a maior calma que conseguia, mas era nítida na minha feição a raiva, caminho até a recepção, informo a uma das enfermeiras sobre minha ida a cidade vizinha, mas antes de ir vou verificar um paciente, que estava sobre minha supervisão, caminho até seu quarto, ele ainda permanecia dormindo, ele havia passado por uma cirurgia, agora era questão de tempo ele acordar, seus pais adotivos haviam sido mortos aparentemente por um assaltante, a quem diga que foram as crianças que fizeram isso, bobagem, faço a checagem, saio do quarto e vou para o dar irmã, ela ainda estava acordada, deitada olhando para o teto seu olhar era sem vida, ela nem pisca com minha presença, faço a checagem e a olho, agora não era um boa hora para falar sobre o irmão dela, toda vez que ele era citado ela entrava em pânico começava a se debater a gritar repetidamente "Monstro, monstro", o ocorrido a deixou com trauma.

Saio do quarto dela e falo com algumas enfermeiras dando instruções sobre o caso dos dois, vou para sala de descanso, depois tomo um café, saio para ir para a cidade vizinha que ficava meia hora dali.

A viajem foi rápida, porem foi extremamente frio, a neblina na estrada estava começando a desaparecer, o céu estava começando a clarear, como não fui muito rápido chequei as seis horas, na rua algumas pessoas já estavam em pé prontas para começar seu dia novamente, estaciono em frente ao hospital, pego minhas coisas e caminho lentamente até o balcão, converso com enfermeira do balcão, ela me olha aliviada logo dizendo:

— Doutor Dante! Que bom que o senhor chegou, temos muitos pacientes, não sabemos mais o que fazer, por favor venha comigo. — Explica se levantando rapidamente fazendo sinal com a mão para segui-la, havia vários enfermeiros e médicos andando pelo o hospital.

— Era uma emergência? — Questiono intrigado. — Não fui enformado disso.

— Sim... temos pacientes em caso critico, nada que fizemos da certo, então pedimos auxilio do seu hospital — Explica calmamente.

— Não acredito. — Digo frustrado.

— Bem o importante e que o senhor está aqui agora! — A enfermeira se vira para min. — Temos dois pacientes que estão em casos mais críticos que os outros, foram os primeiros que chegaram, aqui está a ficha do primeiro, ele está nesse quarto, e o outro está nesse ao lado. — Fala mostrando uma ficha por vez, leio atentamente cada uma delas.

— Muito bem como a criança chegou primeiro vamos começar com ela, você disse que já fizeram tudo que estava ao seu alcance certo? Bem vou dar mais uma olha-

— Doutor?! — Um homem fardado do exército segura em meu ombro, ele estava acabado, olheiras, sangue, braço enfaixado. — O senhor é o doutor Dante?

— Sim? Em que posso ajudar? — Me viro para ele e olho de canto de olho para a enfermeira que sorri amarelo e faz sinal com a cabeça para a outra porta do segundo paciente.

— Por favor, eu te imploro, salva meu marido. — Fala entre soluços. — Por favor! Por favor!

— Se acalme por favor, eu irei averiguar a situação, do seu marido e farei o possível para salva-lo, tente se acalmar, fique na sala de espera. — Peço me afastando um pouco para ir até o paciente.

— Eu faço qualquer coisa, mas salva ele! — Suplica soluçando.

Peço para uma das enfermeiras para acompanha-lo, vou até o primeiro paciente que era uma criança de cinco anos, os batimentos estavam fraco, havia várias feridas pelo corpo, tiro as ataduras, um dos machucados se destacava era uma que ficava no tornozelo, me viro para a enfermeira que ainda estava me acompanhando, é pergunto:

— Quanto tempo que ele está aqui? — Questiono colocando uma luva.

— Em torno de uma hora. — Responde olhando para a ficha. — Ele teve uma parada cardíaca, mas conseguimos recupera-lo.

— Eu... nunca vi esse tipo de infecção antes. — Falo analisando as feridas. — Só tem uma, os outros ferimentos foram por causa da batida os cacos de vidro o cortaram, mas e essa... não parece ser... uma mordida? Mas que tipo de bichos deixa esse tipo de marca?

— Alguns exames foram feitos, estamos aguardando ficaram protos... É há maioria dos pacientes tem uma marca semelhante a essa, estão nessa situação ou estão loucos, não tivemos nem óbito ainda. — Explica calmamente olhando a ficha.

— Não tenho o que fazer, sem os exames, quero ele sobre vigia, vamos ver os outros pacientes. — Retiro as luvas e caminho para fora.

— Sim senhor, Marilia! Mande alguém ficar de vigia no quarto 04!? — A enfermeira para uma outra que passava rapidamente com algumas toalhas de sangue.

— Tudo bem pode deixar — Responde ainda andando.

— Faz quanto temo que esse paciente está aqui? — Questiono parando de frente para o quarto.

— Mais ou menos meia hora. — Diz rapidamente.

Entro no quarto, que pertencia ao esposo do soldado, ele não tinha em um machucado aparente, vou até onde na ficha dizia que estava, é era o mesmo tipo de ferimento do da criança, só que o dele era no torço era bem maior, parte da pele havia sido arrancada juntamente de uma parte de seu corpo, termino de olhar quando escuto baixinho:

— L-luiz! — Sussurra, olho para a enfermeira.

— Chama o marido dele, deixe-os conversa — Digo me virando para o paciente. — Ele já vai estar aqui! — Ele entra eufórico, faço um sinal positivo com a cabeça para ele se aproximar digo para ele não se demorar e saio, uma enfermeira vem correndo até min quase sai deslizando, pelo chão, eu a seguro pelo braço para ela não cair.

— M-m-me desculpe Doutor, mas é urgente, os exames saíram! Os outros pediram para vir te chamar. — Ela diz afoita recompondo a respiração faço sinal com a cabeça afirmando logo a seguindo, falo para a outra enfermeira mandar ficar de olho no outro paciente.

Caminho rapidamente ao lado da enfermeira indo até a sala de reuniões ao entrar vejo quatro dos médicos olhando sem entender para algumas folhas me aproximo deles perguntando:

— Então quais são os resultados? — Pergunto ao ficar do lado de Douglas um novo funcionário recém formado.

— N-nós, não sabemos eu nunca vi isso antes! — Douglas responde intrigado olhando para os exames é alguns vídeos que filmaram das amostras.

Pego os papeis e começo a lê-los, vejo os vídeos das amostras, leio novamente e digo:

— Como é possível? Ele devora os anticorpos. ele devora tudo co-

— "Doutor Dante comparecer urgentemente no quarto 04, doutor Dante quarto 04." — Soa no autofalante, me viro para sair correndo quando trombo em um enfermeiro.

— Doutor Dante? Eu tenho mais informações do novo vírus. — Fala levantando algumas pastas.

— Vá mostrando aos outros assim que der eu volto! — Digo saindo apressado pelos corredores, ouço outros médicos também sendo chamados, quando chego vejo, a enfermeira da recepção juntamente a outra do lado de fora com o soldado, me aproximo rapidamente deles e digo: — O que aconteceu?

— Doutor! O garotinho está tendo uma parada cardíaca! — Diz rápido me levando para dentro. — As coisas já estão chegando.

— Me ajude com a reanimação! — Vou até o lado do garoto, a enfermeira retira sua roupa hospitalar e começo a fazer a reanimação. — Vai ficar tudo bem! — Sussurro para ele.

— A pulsação está caindo muito rápido doutor. — A enfermeira fala aflita, o desfibrilador chega, os enfermeiros passam o gel no peito do garoto e me entregam o desfibrilador começo o processo de reanima-lo.

— Está em 50 bpm e caindo. — A enfermeira vai informando, esfrego os desfibriladores novamente e coloco no garoto, olho para o garoto que estava com a feição serena, balanço a cabeça em negação. — 55 bpm e caindo rapidamente.

— Vamos lá agaroto você consegue! — Digo colocando mais força, nos desfibriladores, a enfermeira continua falando. — Vamos Não desista.

— 30 bpm, 28 bpm, 20 bpm, 10... 0! — Subitamente os batimentos despencaram de uma vez, mesmo assim continuava tentando reanima-lo, eu me recusava a acreditar que deixei uma criancinha morrer em minhas mãos, o som dos aparelhos parando, zumbiram em meus ouvidos, tudo em minha volta tinha ficado em câmera lenta, minha audição dá um estalo ao ouvir uma batida forte na porta. Um homem fardado do exército entra gritando algo que não estava entendendo, eu ainda estava em um transe infinito em minha mente, esse era o primeiro paciente em que eu perdia, eu não consegui salva-lo esse e o meu único trabalho e nem isso eu consigo fazer direito, sou tirado do meu transe quando um dos enfermeiros me chacoalha pelo ombro. Meus sentidos voltam à normal e vejo o soldado desesperado, gritando para salvar seu marido, olho para o garotinho com pesar e começo a andar sem falar nada só fazendo um sinal para a equipe do desfibrilador para segui-lo, vou para o outro quarto, mas já era tarde demais só ouvia o zunido do aparelho de batimentos parando e a enfermeira tentando fazer massagem cardíaca, respiro fundo e vou até ela a segurando e dizendo:

— Ele já se foi, você fez o possível, desculpa era para eu estar aqui! — Digo olhando para o paciente. — Não vai ser fácil.

— Não foi sua culpa doutor... você não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo, o garoto? — Fala segurando o choro, olho para ela e só nego com a cabeça. — Agora temos de informar aos familiares! — Saímos da sala e demos de cara com o marido do paciente.

— Senhor Luiz? — Pergunto já sabendo a resposta.

— Sim, como ele está? você o salvou, não é? — Pergunta desesperado sua voz estava até falhando, respiro fundo olho em seus olhos vermelhos, provável de tento chorar, crio coragem.

— Sinto muito, não conseguimos salva-lo. — Digo com pesar.

— O-oque? N-não? Não é possível, não, cadê ele? Quero velo, ele está bem tem de estar! Ele tem de estar bem e sua obrigação salvar vidas, certo? Por sua cup- — Fala soluçando seu rosto negro banhando pelas lagrimas, sai empurrando eu e a enfermeira para entra no quarto, ele entra e corre para seu amado gritando em desespero, abraçando o corpo já desfalecido.

Olho par a enfermeira que olhava com compaixão para os dois, quando nós ouvimos em uníssono diversos barulhos de algo caindo olhamos em volta e todos que passavam também pararam inesperadamente, próximo de nós ouvimos batidas e ruídos vindo do quarto 04 olho para a enfermeira e o grupo que trousse o desfibrilador que estavam do lado de fora, olho intrigado para o quarto, quando fiz menção de me mover ouvimos gritos vindo de um dos quartos mais para frente, em outro quarto sai um médico gritando cheio de sangue e logo um paciente se joga em cima dele começando a come-lo, outros barulhos foram ouvidos de outros quartos, me viro para enfermeira e questiono:

— Todos os pacientes daqui estavam com a mesma infecção? — Questiono eufórico.

— O-o que está acontecendo? — A enfermeira questiona apavorada olhando a cena — S-s-sim! Quase todos. — Outras portas foram abertas subitamente e pessoas saem correndo apavoradas gritando.

— O que está acontecendo? — Luiz aparece saindo um pouco do quarto para ver o que era aquela gritaria, ele olha o que estava acontecendo em choque e sussurra para si, mas era possível ouvi-lo. — Não e possível isso já se espalhou aqui?

— Você sabe o que é isso? — Um enfermeiro que estava próximo questiona.

— Não sei muito mas o exército está sendo enviado para lidar com esse infectados. — Responde rouco, soluçando levemente,

— Como assim? — A enfermeira vira para encara o homem que era duas vesse sua altura.

— Um vírus que se espalhou e está criando essas coisas. — Ao terminar de falar ouve um barulho atrás dele ele se vira e encontra seu amado de pé, um sorriso gigantesco surge em seus lábios carnudos, ele olha para seu amado e o sorriso vai desaparecendo aos poucos, seu amado agora com a pele negra agora levemente acinzentada, olhos amarelos com veias vermelhas. — Não? Você não? — Começa a se afastar para trás apavorado.

— O que ouve? — Pergunto me pronunciando pela primeira vez, ao ver me apavoro, o paciente do 05 estava em pé, arregalo os olhos não acreditando naquilo eu acebei de constata-lo como morto a poucos minutos e agora ele estava em pé. — C-como isso é possível? Ele estava morto, isso e cientificamente impossível.

— Fujam! — Luiz diz ao fechar a porta assim que o outro deu um passo, ele passa por nós correndo os outros enfermeiros saem logo atrás dele a enfermeira fica ali parada olhando seus companheiros correm, gritarem vou até ela.

— Como se chama? — Pergunto o mais calmo possível.

— Marcia! — Fala baixinho.

— Vamos em bora. — Coloco minha mão em seu ombro.

Quando escutamos um estrondo de algo quebrando nós viramos, Marcia solta um grito quando a criança do 04 sai pela porta na parte de vidro , ele cai e vem correndo em direção de Marcia que gritava , ele me ignora e pula na cintura dela a mordendo logo jorrando sangue, ela grita agoniada pedindo ajuda, olho apavorado para aquela cena, dando leves passos para trás , alguém tromba em min me fazendo acordar para a realidade, olho em volta o corredor antes branco agora estava cheio de possas de sangue, esguichos de sangue na parede até mesmo pedaços de carne humana, pessoas correndo desesperadas de pessoas que antes eram suas amigas ou parentes, levo mas um empurram e começo a correr até a sala de reunião eu precisava de mais informação, eu tinha de achar uma solução, começo a correr com toda aminha força, meus pulmões gritavam por descanso quando chego a sala, ela estava vazia pego todos os documentos rapidamente e volto a corre desesperado para a sala de descanso, entro rapidamente me assustando com Douglas agachando em um canto, vou até meu armário pego minha maleta coloco todos os documentos lá e vou até Douglas e digo:

— Levanta daí já e some daqui. — Grito para ele e o levanto pelo o braço.

— Mas... E-e-e-eu... — Ele começa a soluçar.

— Sem mas, você pensa nisso depois que ficar seguro. — Grito soltando seu braço e saindo dali.

Corro trombando em algumas pessoas, vou para a saída de emergência lá espero não ter muita gente, quando viro o corredor consigo avista em luz verde, bem grande, escrito "Saída", entretanto meu corpo treme quando vejo um infectado, comento o zelador, iria dar meia volta quando Douglas passa por mim correndo, ele tenta para mas cai escorregando pelo chão, chamando a atenção do infectado para nós, vou correndo até ele o levando rapidamente, corremos para outra direção.

Mas de onde havíamos vindo, haviam muito mais infectados, nós nos entreolhamos e olhamos para um único infectado, este que estava começando a corre até nós, ele corre poucos metros e salta em minha direção, porem Douglas me puxa no último segundo para o lado, fazendo assim ele cair de cara no chão, logo saímos desesperados para a saída, saímos correndo até a entrada, seguro em sua mão e puxo para me seguir, fomos para a frente do hospital onde agora havia viaturas da polícia, alguns médicos saiam desesperados de lá de dentro, continuo puxando Douglas até minha moto, como não havia infectados lado de fora, chegamos facilmente até minha moto, então começamos ouvir rajadas de tiros vindo de dentro do hospital, Douglas sobe rapidamente na moto, procuro a chave dentro da maleta, meu coração gela por um segundo quando não acho a chave onde geralmente a deixo, mas logo a encontro dentro de uma pasta, logo ligo a moto saindo dali.

Andamos de moto até o centro, as ruas estavam agitadas, viaturas passavam apressados rumo ao hospital, decido para perto de uma padaria, onde haviam um grupinho de senhoras conversando, me viro para Douglas que estava agarrado em mim e pergunto:

— Onde você quer ficar? — Questiono, olhando de canto de olho para ele.

— Eu... Em casa. — Responde baixo quase não escuto.

— Ok! Mas onde você mora? — Pergunto olhando para as senhoras que estavam chocadas com alguma coisa que foi dito.

— E perto daqui e só seguir reto por ali e virar à direita é um prédio de três andares. — Explica me soltando para apontar o caminho.

— Queridos, vocês trabalham no hospital? — Uma das senhoras vem até nós, as outras ficam olhando de longe atentamente.

— Se segura. — Sussurro para Douglas, ligo a moto e piso fundo, a senhora que olhou indignada, ficou falando algo para as outras, pelo visto a notícia se espalhou rápido porque, conforme fui seguindo o caminho dito havia pequenos grupinhos de pessoas na calçada pessoas nas janelas conversando, chego no local, Douglas desse em silêncio, agradece e entra no pequeno prédio, me despeço, logo saindo dali.

Refaço o caminho passo pelo grupo de senhoras, que ainda se encontravam no mesmo lugar, começo a dirigir para fora da cidade, meus pensamentos estavam confusos, parecia que tinha acabado de sair de um conto de terro, agora o sol estava mais forte o céu azulado sem nem uma nuvem, se contasse para alguém acharia que estou louco, acabo parando no acostamento para poder respirar estava começando a ter um ataque de pânico, começo a respirar lentamente.

Estava perdido em pensamentos quando escuto uma buzina muito alta, quando olho na direção do barulho vejo, um ônibus vindo com tudo em minha direção, puxo a maleta da moto e saio de perto, por pouco não me acerta olho aterrorizado para a minha moto, a moto que comprei com o meu primeiro salário, vejo as pessoas descerem rapidamente do ônibus e começaram a falar uma garota baixinha com cabelos longos encaracolados vem até mim apavorada, suas mãos estavam tremulas e logo diz:

— Você está bem? Meu Deus mil perdoes, eu perdi o controle! — Fala eufórica gesticulando com as mãos. Havia alguns arranhões em seu rosto. — Estava tão desesperada fugindo daquelas coisas que estavam nos ressequindo, que me distrai.

— Perseguindo? — Pergunto intrigado.

— Sim! Você veio de onde que não viu aquele monte de coisa? — Questiona me olhando sem entender.

— De uma cidade pequena perto daqui. — Respondo indiferente olhando em volta, algumas pessoas saem andando seguindo a estrada.

— Star city? Sei qual é, lá deve estar tranquilo, as cidades maiores estão em guerra com essas coisas tudo aconteceu tão de repente. — Conta dramaticamente.

— Gente tem uma mansão lá para frente podemos nos abrigar lá! — Um garoto com roupas de esporte vem gritando, uma garota grita, apontando para o lado oposto do esportista, saio de traz do ônibus para ver o que era, paraliso no lugar, tinha duas dúzias de infectados correndo para cá, alguns eram mais rápido que outros, logo meu corpo age por instinto e começo acorre desesperado para a tal mansão.

Chegando lá todos corram para a frente do portão, todos começaram a gritar para abrirem a porta, três garotas apareceram juntamente a um senhor, eles não estavam querendo abri, aparentemente eles conheciam esse grupo, começo a cogitar em sair dali, mas onde eu iria me esconder levaria horas para chegar na minha cidade andando, enquanto eu estava perdido em pensamentos o pessoal da casa havia entrado e agora só havia dois lá fora, penso um pouco e me aproximo do portão, era mas seguro com mais pessoas se desse errado era só eu fugir, agora uma das garotas reaparece eles estavam discutindo sobre algo, seguro firme minha maleta e digo:

— Sei que o papo está bom, mas será que podem abri para gente? — Falo o mais auto que posso respiro fundo, escuto um grunhido baixo e estava se aproximando, olho em volta me desesperando, me assusto quando um garoto grita do meu lado olho para o lado ver vejo muito próximo um infectado, já ia sair correndo guando a garota de tranças abre o portão, fechando assim que a última pessoa passa, se afasta, caminho até ela e digo: — Aquele portão não vai aguentar muito tempo.

— O que vamos fazer? — Pergunta o senhor se aproximando.

— Não sei, a Liz que é de da ideia. — A garota de trança fala, rapidamente.

— E cadê a tal Liz? — Questiono rápido olhando em volta.

— Aquela Ruiva né? — Uma loira que estava do meu lado no portão, pergunta. — Viviana, prazer!

— Sim, prazer Alana. — A de trança acena com a cabeça. — Esse e Bobby e Minha irmã Diana.

— Dante. — Respondo com rapidez. — E onde ela está?

— Ela... Bem tive uma ideia. — Fala olhando para o portão onde se juntava vários infectados. — Lá atrás tem alguns arcos e flechas podemos usar, não temos muitos.

— Mas temos flechas suficientes? — Viviana questiona olhando para os infectados.

— Não sei, mas podemos reutilizar. — Atal Diana fala pensativa.

— A questão é quem sabe atirar? — O Bobby fala olhando para o pessoal.

— Eu sei! — Eu e Viviana falamos juntos, dou um sorriso de lado.

— Ei seus idiotas! — Diana grita se virando para um grupinho de quatro pessoas.

— Não grita! — A irmã a reprende dando tapinha em seu braço.

— Ai, alguns de você sabe atira com arco? — Diana questiona. — Já que vão ficar aqui, vão ter de ajudar.

— E se nós não quisermos? — Se levanta uma garota baixinha de cabelo curto.

— A porta lhes convida para sair, seus fãs vão adorar recebe-los. — Alana responde exasperada, aparente mente eles já se conhecem, a de cabelo curto bufa frustrada e responde:

— Eu e Igor sabemos. — Fala contra gosto.

— Mais alguém? — Bobby questiona preocupado, mais ninguém se pronuncia.

— E a Liz? O que faremos? — Diana fala mais baixo aparentemente preocupada.

— Eu posso ir. — Bobby fala pensativo.

— Não é uma boa ideia, você tem de pular o muro dos fundos, você estava machucado Bobby. — Alana fala pensativa com uma das mãos no queixo pensando, olho para o portão e estava começando a acumular infectados daqui a pouco todos estariam ali.

— Onde ela está? Eu posso ir busca-la, olha nós não temos muito tempo já acumulou bastante deles no portão. Se ela sabe usar um arco e flecha vai nos ajudar, certo? — Questiono olhando para eles

— Bem... Desculpa, mas não confio em você! — Alana me olha receosa, olho em volta e para o portão.

— Olha, eu não vou fazer nada com ela, não sou esse tipo de pessoa, não que isso importe, mas sou médico posso tratá-la, eu só quero ficar vivo e ir para casa o mais rápido possível! — Falo calmamente tentando convencê-la, era compreensível eles estarem desconfiados mas agora não tínhamos muitas opções, eles me olham pensativos.

— Tudo bem! Eu mostro o caminho, Diana e Bobby podem indo pegar os arcos! — Alana fala começando a andar fazendo sinal para acompanhá-la.

Seguimos pela lateral da casa indo para os fundos, o lugar era incrivelmente grande, sempre vejo essa casa, mas nunca pensei que fosse tão grande assim, Alana para de frente de um muro alto.

— Só você pular aqui e ir reto vai ter um tronco caído ela vai está lá! — Explica olhando par ao muro.

— Tudo bem, aqui guarda isso para mim é muito importante e uma garantia que vou voltar com sua amiga. — Abro rapidamente a maleta pegando algumas coisas para tratar o ferimento, fecho novamente e entrego para ela.

— Tudo bem, vou guardar, toma cuidado Dante. — Pega a maleta.

Assim que pulo o muro, começo a andar entre as arvores, depois começo a corre pois não podia perder tempo, depois de um bom tempo correndo avisto uma arvore caída corro até lá tropeço em alguns galhos que estavam amontoados, logo consigo ver uma garota, de cabelos longos vermelhos, corro até ela e me agacho ao seu lado dizendo:

— Olá, vim te ajuda, Alana me enviou. — Digo rapidamente ofegante, olho para seu pé que estava preso.

— E quem e você? Está tudo bem lá? — Pergunta com falta de ar.

— Está tudo bem por enquanto, sou o Dante, agora deixa eu cuidar disso. — Fico em uma posição melhor, o ferimento tinha sido um pouco fundo mas nada sério, deixo no chão alguns medicamentos que trouxe. — Olha isso vai doer bastante, mas você vai ter de aguentar. — Ela fecha os olhos rapidamente com força, seguro dos dois lados da armadilha e a abro facilmente, jogo ela para longe, ela respira fundo e fica ofegante, estava suando bastante também, ela perdeu bastante sangue, não sei como não desmaiou, faço os primeiros socorros com as coisas que tinha, depois que enfaixo volto a dizer: — Vou ter de carregar você, vou correndo por que eles podem estar precisando.

— Vá em frente! — Afirma sussurrando, coloco ela em minhas costas, pego os medicamentos que estavam no chão e coloco no bolso, ela solta um gruído de dor quando me levanto com ela, refaço o caminho que fiz correndo um pouco mais devagar, chego de frente para o muro e digo:

— Você consegue ficar em pé por um tempinho? – Pergunto olhando para trás.

— Sim, mas não por muito tempo. — Sussurra a desço devagar das minhas costas e a coloco no chão e se apoiando no muro.

— Vou subir e te puxar, aguenta aí. — Digo já subindo, me ajeito no muro e me curvo para puxa-la, puxo pelos braços e a coloco sentada, no muro, desço e estico o braço para pega-la, seguro em sua cintura e a coloco no chão com cuidado, logo a pegando no colo estilo noiva, ela me olha intrigada e eu digo: — Minhas costas doeram.

— Está me chamando de gorda? — Questiona me olhando de rabo de olho.

— Bem você não e de toda leve. — Digo sem jeito.

— Estou brincando. — Diz ela, estávamos de frente para a porta dos fundos da casa, ela abre a porta para eu poder entrar, assim que coloco o pé dentro do cômodo vimos Diana e a garota de cabelos curtos discutindo alguma coisa, assim que acho que Diane nos vê ela vem correndo ignorando a outra.

— LIIZ! — Diana vem correndo até nós. — Como você está? Ai meu Deus seu pé, aliás Dante assim que possível vai ajudar lá fora.

— Quantos estão ajudando? — Questiono preocupado.

— Só mente aqueles que você viu antes de sair. — Responde rapidamente.

— Como estão as coisas? — A tal Liz pergunta respirando fundo.

— A Ana deu a ideia de usarmos os arcos e flechas, tinha alguns guardados. — Fala rapidamente.

— Olha eu fiz os primeiros socorros na perna dela mas precisa de um tratamento adequado, tem alguém aqui possa fazer isso? — Questiono colocando ela sentada em uma cadeira próxima dali.

— Não, não tem ninguém, eu sei um pouco mas é o básico, meus pais me ensinaram eles são médicos. — Explica pensativa, ficando ao lado da amiga. — O que sei fazer é o que você já fez.

— Ok, eu faço isso, mas vai demorar um pouco! — Explico, puxando uma outra cadeira para apoiar a perna de liz. — Onde fica os medicamentos?

— Eu vou lá ajudar, quando terminar vai lá. — Diz saindo da cozinha. — No armário de cima.

— Ok, beba isso, vou desinfetar mas adequadamente e depois vai precisar de pontos. — Digo já desenfaixando seu pé e começando a limpar, assim que termino digo: — Descansa! — Pego ela no colo novamente e a levo para a sala a deixando no sofá.

Saio da casa e vejo várias pessoas um pouco afastadas do portão observando e outros que sabiam usar os arcos estavam atirando, no portão estas fazendo uma montanha de cadáveres, um garoto vem até mim com dois arcos e duas sacolas com flechas pego uma de cada e vou para frente do portão começando a atirar, atiro no coração mas ele não morre somente tomba para trás atiro outra na cabeça e ele cai instantaneamente, olho e as outras pessoas atirando também acertavam na cabeça, continuo atirando até escutar alguém chamando por Diana, olho para trás e vejo ela ajudando liz a ir a algum lugar, acompanho elas com o olhar, logo começo a seguir as três, quando chego nelas vejo que liz estava sobre o muro atirando nos infectados, ouço ela conversando com a Alana e me aproximo de Diana dizendo:

— Brilhante ideia! — Afirmo aproximando dela causando um susto inesperado na garota.

— Aaaaah! Que susto, como chegou aqui? — Diana questiona olhando para trás juntamente da outra de cabelos preto.

— Foi mal, eu corri atrás de vocês. — Falo passando por ela pronto para subir no muro e começo atirar dali juntamente a Liz.

Estávamos agora todos dentro de casa, Alana e a irmã me agradecem por ter salvado a amiga delas, Alana me devolve minha maleta, subo para o segundo andar onde haviam levado Liz para descansar, falando nela tenho de corre para fazer os pontos, abro uma das portas e dou em um quarto, entro nele fecho a porta e vou para outra porta que havia ali, abro e encontro o banheiro, coloco a maleta no chão, lavo meu rosto e me encaro no espelho, penso: ”Que merda eu estou fazendo? Fugindo assim dos lugares? Desde quando me tornei um covarde assim.” sou tirado de meus pensamentos com um barulho alto.

Saio do banheiro, cautelosamente me aproximo da porta do quarto quando escuto passos atropelados subindo as escadas, escuto algumas vozes abafadas mas não entendo o que estão falando, abro a porta lentamente só um pouco o suficiente para olhar, vejo um garoto baixinho apontando uma arma em um cara alto, ele fala alguma coisa e logo atira, o tiro passa longe do rapaz acertando na porta no fundo, quando o grandalhão segura na mão do outro a porta é escancarada, aparecendo alguns infectados, arregalo os olhos e fecho a porta com cautela o mais rápido possível, tranco a porta e caminho até o banheiro me trancando ali, pego minha pasta, abro um fundo falso que havia ali tirando um canivete pequeno, fecho a maleta e seguro firmemente o canivete, me virando ficando de frente para a porta.

Alguns segundos se passaram é mas tiros foram ouvidos, quando ele param outros são ouvidos agora do lado de baixo, logo mais passos sobem as escadas, espero mas um tempo antes de sair dali.

Saio do quarto com cautela, havia corpos caído pelo corredor próximo a escada, passo segurando firme minha faca e a maleta desço alguns degraus e escuto vozes baixas, guardo meu canivete no cós da calça e desço, passo meu olhar pela sala e não encontro nem uma das meninas ou Bobby, vou até a garota de cabelos longos que se não me engano chama Viviana e pergunto:

— Onde está Alana e a irmã? — Me aproximo e pergunto baixinho.

— Opa, elas estão na cozinha se não me engano. — Responde pensativa.

— Obrigado! — Agradeço me direcionando para lá, chego em frente a porta e escuto meu nome, escuto alguém perguntando como os infectados entraram aqui, então eles não sabiam que a casa estava com esses infectados, nós tivemos muita sorte, de isso ter acontecido agora se fosse em outro momento poderia ser pior. Abro a porta devagar e me encosto no batente, tinham duas pessoas que eu ainda não tinha visto por aqui.

— Dante! — Diana fala animada ao me ver, logo se levantando.

— Oi! E vim procura vocês porque preciso fazer alguns pontos na Liz, ela precisa tomar alguns remédios também. — Falo calmamente. — Esses infectados estavam presos em uma porta no final do corredor, o garoto atirou na porta, eles saíram, ah olá Dante!

Ficamos conversando um pouco, depois de um bom tempo, Alana aparece para eu poder tratar as feridas da Liz, subimos até o quarto em que eu havia me escondido anteriormente, então Alana pergunta:

— Quanto tempo o senhor acha que vai demorar para a liz se recuperar? — Abrindo a porta do quarto para entrarmos.

— Bem, primeiro pode me chamar só de Dante, segundo em torno de duas semanas, se tivermos os medicamentos certos. — Digo indo até Liz que estava deitada, começo a retira as ataduras quando Diana aparece dizendo:

— O Lucas tinha ido exatamente buscar medicamentos. — Conta segurando uma bolsa grande preta.

— Isso e ótimo, Diana você pode ver se tem esses remédios que vou dizer. — Peço enquanto vou limpando o local. — Sorte que tinha alguns medicamentos comigo, não infeccionou, Liz dói em algum outro lugar?

— Não, mas vai ter de fazer pontos? — Pergunta ansiosa, me olhando.

— Sim, na verdade eu vou fazer os pontos agora por que eu fiz apenas um provisório bem fraquinho, você tem de tomar esses medicamentos na hora certa, vai doer até os medicamentos fazerem efeito. — Explico, ela arregala os olhos, escuto as outras meninas soltarem uma risadinha, olho com dúvida para Liz mas logo entendendo, ela tinha medo de agulha.

— Ai meu Deus tem necessidade mesmo? — Pergunta eufórica, eu solto uma risadinha.

— Sim, vou colocar anestesia então você não vai sentir nada. — Digo pegando a ejeção, que estava na bolsa, olho para Liz e vejo sua alma fugindo do seu corpo, olho para as meninas que estavam segurando a risada

— S-sem anestesia por favor! — Ela responde engolindo em seco, olho para ela e noto que ela estava um pouco pálida, mesmo que o sangramento tivesse cessado ela já havia perdido muito sangue, coloco minha mão em sua testa ela estava bastante quente.

— Ok... Vou tirar esses pontos improvisados que havia feito. — Olho em volta procurando algo para retira os pontos, mas não encontro. — E será que vocês podem achar algo para eu poder corta os pontos, algo pequeno de preferencia.

— Eu pego. — Diana fala recuperando o ar, logo saindo do quarto.

Um tempo depois o cara que se não me engano se chama Lucas, apareceu com uma tesourinha, ele caminha rindo até onde estávamos me entrega a tesoura, se senta ao lado de Liz, faço os procedimentos necessários, passo os medicamentos corretos. Entrego para Lucas e me retiro do quarto juntamente a minha maleta.

Acabo passando a noite nessa mansão, eles haviam espalhado vários coxões e colchonetes pela sala, no dia seguinte me levanto cedo, encontro Lucas com Alana fazendo o levantamento dos alimentos, me aproximo deles dizendo:

— Bom dia! Eu preciso conversar com vocês! — Digo me aproximando. — Eu preciso Ir embora para casa.

— Bom dia! — Os dois respondem juntos.

— E você precisa de um automóvel correto? — Lucas indaga pensativo.

— Exatamente! Minha cidade não é muito longe, ir até lá a pé demoraria o dobro do tempo, fora que agora é muito perigoso. — Digo me encostando na pia.

— Aqui come isso. — Alana me entrega um lanche. — Vou arrumar comida e água para você. — Sai andando para algum lugar.

— Vem comigo! — Lucas pede saindo para fora — Pedi para o Nathan arrumar para você, é um agradecimento por ter salvado a Liz – Diz entrando em uma garagem onde havia muitas coisas, variadas, uma moto com um garoto arrumando algo nela — Ela e velha mas vai servi para você chegar em sua cidade, sua família deve estar preocupada com você.

— Ah! Ela não deve estar sentindo minha falta, mas se eu não alimentar ela hoje a noite as coisas podem ficar serias. — Digo pensando preocupado, Misty não gosta quando não dou sua comida na hora certa.

— Sua namorada é exigente né. — O garoto fala rindo olhando para mim e Lucas.

— O que? Não ahahahah — caio na gargalhada — E minha gata!

— Ata. — O garoto começa a ri — Terminei de arrumar.

— Tem certeza disso? – Pergunto olhando para Lucas que olha fixamente para a moto rindo.

— Sim, ela pode estar meia acabada mas já me tirou de vários apuros, tenho certeza que vai te ajudar. — Fala pensativo e me entrega a chave.

— Era sua Lucas? — O garoto pergunta impressionado.

— Sim, minha primeira moto, aprendi a andar nela, por isso está toda fudida, — Conta nostálgico.

— Irei cuidar bem dela. — Digo me aproximando da moto. — A minha primeira moto acabou de ter um fim trágico com esse grupo ai. — Digo pesaroso.

— Ah finalmente achei vocês. — Alana entra com uma bolsa em mãos. — Dante você vai quando?

— Daqui a pouco. — Digo me afastando da moto. — Só vou pegar minha maleta.

Saio da garagem acompanhado dos demais, que ficam na cozinha vou até a sala pego minha maleta e volto para a cozinha.

— Bem acho que já vou sair cedo para chegar cedo. — Digo me encostando novamente na pia.

— Aqui, coloquei alguma comida e água. Espero que ajude um pouco. — Alana fala me entregando uma sacola.

— Obrigado por terem me ajudado. — Agradeço pegando todas as coisas.

Caminho até a garagem pego a amoto, retiro a moto dali saio caminhando com ela até a entrada, passo pelo o portão, olho para a casa e vejo Diana no segundo andar abanando a mão, abano de volta ligo a moto e saio dali.

Já estava de tarde quando chego em minha cidade, as ruas estavam vazias, a praça do centro onde os idosos se reunião para jogar estava deserta, ando mais um pouco na cidade até chegar em minha casa, finalmente chegando lá, desço da moto olhando em volta, pego minha maleta com a bolsa, subo até o segundo andar paro de frente para minha porta onde havia um bilhete escrito assim:

“Dante meu querido, todos da cidade estão sendo levados para a quadra esportiva da cidade pois está acontecendo algo que eu não entendi direito, mas tem pessoas morrendo, então tome cuidado. Ss: Tia Betânia”

Guardo o papel no bolso, destranco a porta sendo recebido por Misty ronronando e se esfregando em minhas pernas, me agacho pegando-a no colo, entro respiro fundo aliviado logo fecho a porta atrás de mim.

N/A:

Espero que tenham gostado, me desculpem qualquer erro, apenas fiz esse onesho de um dos personagens da minha historia O inicio do caos, para poder pegar o abito de escrever, comentem ai o que acharam.

Bjssss (o゜▽ ゜)o☆

16 Décembre 2021 03:08:05 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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La fin

A propos de l’auteur

Daniela R. N. Ola! Meu nome é Daniela, tenho o hobby de escrever minhas ideias, (deveras loucas). Também gosto de ler, não tanto quanto gostaria. Espero poder me aperfeiçoar na escrita. Wattpad: @Dani7R7N

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