patykastanno Paty Kastanno

[Jikook • Jungkook Top • Jimin Bottom • Romance • Drama • Realeza • ABO • Longfic] Park Jimin é um ômega lúpus da realeza no atual mundo futurístico, que se constitui de maior população de sua classe do que alfas e betas, em vista da Grande Guerra V. Com isso, em seu primeiro cio, lhe é ofertado que escolha um bom alfa para satisfazê-lo e eis que ele encontra Jeon Jungkook, um alfa lúpus misterioso e bonito, que o fará se apaixonar num perigoso laço de almas gêmeas, algo que supostamente não deveria existir mais na sociedade atual.


Fanfiction Groupes/Chanteurs Interdit aux moins de 18 ans.

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I - Alpha Lupus



Notas Iniciais:


Olá, bem vindo(a) à mais uma história :)

Estou empolgada com esse plot e torço para que seja sucesso. Bom, seguimos às observações:

* Tradução do Título: Almas Douradas;
* Trilha Sonora: Within Temptation - The Purge;
* Baseada no universo fictício alternativo ABO e suas respectivas características;
* Focada no shipp Jikook, portanto se NÃO GOSTA, NÃO LEIA;
* Conteúdo não recomendado para menores de 18 anos;
* Narrada na terceira pessoa;
* Plágio é crime, portanto não copie ou adapte o conteúdo desta fic que é de minha total autoria intelectual;
* Também disponível nas plataformas Wattpad, Spirit e Nyah;

Por fim, espero que goste desse capítulo piloto com o primeiro encontro dos protagonistas. Boa leitura!


***


Capítulo I - Alpha Lupus


Jimin estava bem mais que ansioso com o evento que teria de enfrentar: seu temido cio. E com ele, como mandava a tradição de sua família, conseguir um alfa para saciá-lo nos cinco dias à fio. E naquela era futurística, consistindo num mundo com mais ômegas do que alfas, tudo se acentuava numa troca desonesta de interesses.

Por tese, o ômega recebia como "sugestão" um acervo de opções de alfas disponíveis, ofertados por sua omma, a dama de companhia e sua irmã mais nova. Dali, se seguia às vias de fato, buscando o parceiro ideal que seria submetido ao processo.

Este, que não poderia ter qualquer mácula grave em seu físico ou doença contagiosa, tampouco atributos considerados desinteressantes, tais como disfunções, desproporcionalidade ou problemas psiquiátricos. O motivo? Pois Jimin era um civíl da realeza atual.

Sendo ele daquela mínima parcela da população, tinha prioridades no quesito de escolha. Não lhe eram oferecidos reles alfas comuns e sim os melhores da alcatéia, vulgo também os raros que pudessem se unir à si com perfeição... lúpus.

Mas seguindo a linha daquele falho raciocínio, sabia que não encontraria tal classe em suas alternativas. Na verdade, sabia também que nada daquilo o agradava, se somado ao natural nervosismo que tinha, pelo período em si. Dúvidas cruéis o assolavam: iria doer ou engravidaria?

A hipótese de ser rejeitado não era aplicada, já que por lei, quando um alfa era selecionado por seu ômega, tinha a obrigação de mostrar interesse e ainda, marcá-lo como seu, caso contrário, era condenado à castigos públicos.

Mas isso não ausentava Jimin do fato de não saber lidar bem com alfas de modo geral, exceto o pai, irmão e parentes. Quer dizer, ele era simpático e amistoso com todos à volta, mas... se sentia deslocado com os machos, por de certa forma pensar que eles só o tratariam cordialmente por sua classe e posses.

- Chegamos, filho. - anunciou a genitora, sendo conduzida para fora pelo motorista, tal qual a filha e a serviçal, sendo enfim a vez de Jimin.

O cenário diante destes, sendo o já bem conhecido Palácio Monier: luxuoso epicentro da festividade bizarra, que era cada membro da realeza para ser desposado. E no interior deste, a variedade de vitrines com alfas e betas expostos, além de poucos ômegas para os que tinham a preferência e... uma hostess, que os recebeu.

- Bem vindos, majestades. Me acompanhem. - elucidou a voz da atenciosa mulher, que automática como um robô, já parecia saber o que falar e fazer, após a demorada reverência.

E por vias de fato, ela o sabia. Graças aos e-mails estritamente enviados com dias de antecedência para o lugar, relatando as preferências descritas pela mãe do ômega em questão.

- Separamos os melhores alfas com as características exigidas no documento oficial, rainha Park. Espero que seu filho se agrade de algum. - notificou a atendente, assim que o quarteto cruzou a recepção e se direcionou ao corredor enumerado de "VIP".

- Vá em frente, filhote. - incentivou a matriarca, tal qual se fazia com uma loja de brinquedos ou de bichos de estimação do passado. E como bem obediente, Jimin apenas acatou, seguindo em passos temerosos.

Os cheiros pareciam se misturar feito uma harmonia desajustada de violinos e acordeões. Porém diferente dos feromônios, propositalmente espalhados para chamar a atenção, os machos em pauta ficavam quietos.

Alguns mostravam seus atributos físicos, outros exibiam um sorriso e por fim, alguns mostravam risos maliciosos, querendo conquistar à sua maneira. Eram mantidos em quartinhos bem arrumados, trancados e com roupas sensuais para visitação. Dignos animais humanos enjaulados.

Mas que também poderiam ser classificados como sobreviventes, já que depois da Guerra V, muitos da classe dominante de hierarquia lupina morreram em combates e os que restaram, eram assim. O mundo já não pertencia mais à alfas e sim à ômegas.

As razões eram infinitas e óbvias, dado o tratamento que tinham os submissos, anteriormente às batalhas cruéis que dizimaram alfas e betas em demasia. Leilões, estupros, maus tratos e mortes eram a constante, que resultou no que se definia a sociedade atual.

Os grandes do passado, agora eram diminuta espécie, ora existindo em exposições como aquela, para tentarem a sorte; ora fugitivos em florestas desabitadas, tendo apenas um outro tipo de sorte: a de não serem capturados ou mortos pela fome e solidão.

Park ali em seus divagos, retomou à realidade, constatando que não se afeiçoara à nenhuma daquelas feições, de início. Estava imerso na dúvida, se realmente poderia retirar daquela mostra de alfas e betas, um escolhido para ser seu parceiro. E foi justamente nessa reflexão despretensiosa, que suas narinas captaram um nirvana.

Em busca do dono de eflúvio forte, oculto de sua vista, mas não do lobo afoito, capturou a primeira placa, em numeral zero um. Quando tomou tímidos passos até o cidadão que ali se dispunha, quase como um avião à jato, a hostess do local surgiu, exibindo meigo sorriso e o tablet inseparável nas mãos.

- O nome deste é Lee Hoseok, majestade. Um alfa de um e setenta e sete, setenta e dois quilos, vindo da província de Gunpo. Vinte e oito anos, saudável, sem máculas graves e tem como habilidade sua força física, por ter sido um lutador no passado. - detalhou a moça com profissionalismo.

E o mais novo não evitou tingir-se em surpresa, diante da descrição do alfa, que ali de dentro, mostrava uma pose vaidosa em seus vários músculos em evidência. Um lutador fôra sua ocupação um dia, sem dúvidas. E conquanto...

- Quero ouví-lo, alfa. - ordenou ao mesmo, que se aprumou majestoso como um leão.

- Muito prazer, majestade. Sou Lee Hoseok ou Wonho, à seu dispor. - respondeu gaboso.

- Ele tem muito o que se ver, caro irmão, não há dúvidas. Também possui belo sorriso. - a fraterna foi a autora da fala sussurrada, como quem incentivava o menor. No entanto...

Afastou-se desencorajado. Não era ele o possuinte da essência, teve certeza quando farejou e com isso, seguiu para outro da sequência que ali estava. O de numeral zero dois, foi então apresentado.

- Este se chama Lee Taemin, é um beta, um e setenta e quatro e cinquenta e oito quilos. Natural do distrito de Dobong-gu, vinte e oito anos, saudável e sem máculas graves. - esmiuçou a garota com entonação.

- Qual seu talento especial? - ousou perguntar Jimin, analítico e impaciente demais para casualidades.

- Sei dançar, majestade. Fui um exímio dançarino, antes de estar aqui. - vangloriou-se num largo sorriso de orgulho, em conjunto aos brilhantes olhos castanhos e cativantes, mas ainda... não sendo o que o peito ansioso do ômega, buscava.

- Flexibilidade é útil no sexo. - relatou a Park primogênita, com ar debochoso e indesejável de zombaria ao irmão, que ainda que corado dos pés à cabeça, ignorou o comentário, seguindo ao terceiro elemento.

- Bom, este é Kim Jongin, alfa, um e oitenta e dois de altura, com sessenta e três quilos, vindo de Suncheon. Tem vinte e sete anos de idade, majoritariamente saudável e sem máculas graves e bom em atuação. - entonou a beta com olhos firmes no conteúdo digital que dispunha.

Este era muito bonito, apesar de ter a pele mais dourada que os anteriores. Possuía silhueta alinhada e sensualidade exalada. Poderia ter ganho pontos extras com sua ocupação também, pois um ator era algo interessante. Todavia... ainda não.

Jimin poderia estar sendo muito exigente quanto à tudo, mas ainda queria averiguar todas as possibilidades, até escolher por fim, quem passaria sua vida conjugal e sendo assim, rumou ao quarto. Quem sabe...

- Ha Sungwoon, beta, um e sessenta e sete, cinquenta e sete quilos e veio do distrito de Ilsanseo-gu, Goyang. Sua idade é de vinte e sete, hábil em cozinhar. Parcialmente saudável e sem máculas pelo corpo. - destacou a morena ao referido.

Este, que Jimin notou ter quase sua estatura, além de parecer afável em sorriso manso para si. Talvez o mais próximo que teve de algum interesse até então. Não era um fogo de paixão desencadeado, mas de cumplicidade, por parecer ser um beta simpático.

E chegando-se ao quinto, a façanha prosseguia. Quantos eram no total? Não soube ao certo, apenas que ao que parecia, o fim do corredor se aproximava e nenhum deles de fato, despertou algo à mais no coração de Park. Estava ficando sem saída, temendo ter de se contentar com um companheiro sem qualquer resquício de real afeto fora do convencional, como ansiou tolamente.

E maldição... por que expectar tal tolice? Ele sabia dos protocolos de um membro da nobreza. Não havia espaço para mútuo sentimento. Todos os que conhecia em matrimônio, tinham passado pelo que fazia agora e todos também, aceitaram seus destinos... nulos de amor, apenas recheados de instinto e sobrevivência.

Por que não podia simplesmente acatar também? Talvez por como sua mãe gostava de colocar, ser um sonhador sem causa. Queria vivenciar não apenas um alfa ou beta que o marcasse e engravidasse, como um mero procedimento, mas sim... amá-lo e cuidá-lo como amante.

- O nosso quinto, majestade. Se trata de Lee Dongmin, um alfa de vinte e quatro anos, com um e oitenta e três de estatura, para sessenta e quatro quilos. Vindo de Gunpo, está em perfeita saúde, sem máculas e como habilidade, dispõe de beleza. Era um padeiro nos tempos anteriores à Guerra V. - explicou a voz feminina.

E com aquelas informações, Jimin não poderia concordar mais. O rapaz era jovem em relação aos precedentes, mas belo como uma pintura e cativante como bônus. Sensatamente, ouviu gracejos das três mulheres consigo, para com o observado.

- Fale comigo. - pediu interessado e sob um gracioso sorriso, ele caminhou tranquilo por seu cubículo e se achegou.

- Olá, majestade. Trate-me por Eunwoo se quiser e... é uma honra conhecê-lo. - curvou-se com toda a boa educação que mostrava ter e um uníssono de "uau's" ressoou atrás de Park.

Mas antes de se precipitar, ainda restava um derradeiro, certo? E com isso, captou a beta uniformizada os conduzir para a última vitrine envidraçada. Esta, que tinha um lindo moçoilo de traços ligeiramente ocidentais. Porém não foi com aquela curiosidade, que o ômega lúpus piscou aturdido e sim... a olência tentadora mais uma vez, tensionando sua espinha.

Contudo, para seu desalento, não era nem mesmo do sobrante que seria exibido, aquele incrível e inebriante cheiro de feromônios. Mas convicto de que seu nariz poderia estar captando algum tipo de mistura dos aromas ali dispostos, dos tantos alfas e betas, permitiu-se desvencilhar o raciocínio para o sexto pretendente.

- Nosso último é outro alfa, que como podem ver... é mestiço. Seu nome é Hansol Vernon Chwe, tem vinte e três anos, constituindo o mais novo deles. Veio de Nova Iorque, possui um e setenta e oito de altura e cinquenta e seis quilos. Saudável, sem máculas graves e é formado em medicina. - pormenorizou a atendente, encerrando ali suas falas.

E Park estava mesmo tentado sob a pressão dos olhares de todos, à escolher entre o beta Sungwoon, de postura amável ou o alfa Eunwoo, de marcante aparência e bons modos, mas justamente no árduo impasse de decidir seu futuro, um baque surdo, seguido por alvoroço e uma brisa repentina, o fizeram dispersar.

De trás de seu corpo, o tecido escuro e largo que cobria uma, até então ocultada saleta de aprisionamento, caiu lento. Com olhos bem mais que arregalados de susto, Jimin então captou o que havia bem ali, de pé, com um dos pulsos firmemente presos e o outro, socando sem rodeios o vidro que os separava.

No ímpeto de respirar e absorver todos os eventos diante dos olhos, o ômega deu passos incertos, virando-se defronte o indivíduo. Este, que deu uma boa olhada, confirmando estar preso, num tipo de maca metálica com algemas.

Na boca, que salivava em demasia e abria-se, uma mordaça detinha a fala, porém não os rosnados altos e ameaçadores. O pequeno cômodo era semelhante ao de todos os alfas e betas, com a nada sutil diferença da condição do prisioneiro.

Ele não possuía vestes bonitas ou chamativas, apenas um torpe tecido áspero camuflado e rasgado, junto de botas pesadas e escuras de couro. Na face, não ostentava uma pele limpa com sorrisos e expressões mansas. Estava mais para a perfeita visão de fúria.

Possivelmente por seu estado catastrófico de tortura, estampado na imobilização de membros superiores e inferiores, mudez de sua voz e uma dúzia de arranhões e cortes por toda a pouca pele que se podia ver.

Mas ao que parecia, ele de fato não aceitou tal castigo, quando firmemente chutou o casulo de vidro com um dos pés, retirados das amarras de qualquer forma, sob violentos chutes e rosnados impacientes, não se importando com os visitantes, que assistiam horrorizados a cena.

- Céus! Se afaste, majestade. - ganiu a funcionária, em exclamação carregada de desespero, tomando a frente do nobre, que foi acudido por sua mãe e dama de companhia, ainda sem entenderem nada.

- Quem seria esse? - a mãe interrogou, ao passo que mais chutes vinham e as fissuras daquele nem tão frágil material transparente, se mostravam maiores.

- P-perdoem-me pelo infortúnio. Este é um dos alfas que temos, porém... não achamos apropriado apresentá-lo à nenhum ômega. - proferiu a mulher, esforçando-se em manter o tom níveo, enquanto buscava algum contato de seu rádio de bolso. Possivelmente por reforços para conter o alterado moreno, que sacudia as mãos atadas e o único pé da maca em horizontal, consequentemente balançando os fios negros.

Fios estes, que não mais escondiam os olhos ferozes e tão escuros quanto as madeixas, da visão de todos os quatro ômegas, apreensivos. Porém, bem mais que isso, subitamente Jimin sentiu a absurda fragrância, que parecia estar apenas em seu intelecto, até... não estar.

Era dele. O bendito feromônio mais forte que qualquer coisa que o pequeno Park tenha cheirado, pertencia ao inquieto moreno de ira incontida, que estava sendo mantido em segredo até então.

- Algum problema mental com ele ou algo assim? Parece descontrolado. - a rainha questionou com cautela, vendo as orbes desfocadas da beta, chegarem em si.

- E-ele é um lúpus, majestade. Chegou à poucos dias e não sabemos bem como... contê-lo. É muito forte, teimoso e... - a sentença da moça foi prontamente cessada, num rosnar mais alto que os primeiros. Provavelmente pela menção de "teimoso" na fala da mesma, que não agradou o alfa.

E em contrapartida à balbúrdia e medo que carregava aquela situação, Jimin não poderia evitar notar sinais dentro de si e de seu lobo interno, eufórico por alguma razão. E quase como se adivinhasse sua indagação, a genitora se pronunciou.

- Um lúpus seria ideal à meu filhote. Mas... definitivamente não esse. - externou a mulher com solidez. A mesma solidez... que o mais novo não teve, quando subitamente encarou o moreno e tomou uma aproximação indevida.

Uma, que não era considerada segura à aquela altura, onde o mais alto esmurrava o portal de vidro com gana, já tendo conseguido a façanha de estourar o segundo limitador de pés. Mas como se não pudesse prever, tal qual o ômega, os lumes pretos se conectaram aos castanhos perante as rachaduras da divisória e...

Algo inesperado aconteceu.


***


Notas Finais:


E aí, gostou? Fique à vontade para comentar :)

O que será que aconteceu entre Jungkook e Jimin? Palpites são bem vindos.
Como ficou notável, o Kook é um lúpus agressivo e Ji é um ômega doce e sonhador. Uma dupla e tanto.

Meus agradecimentos ao projeto @TopJKProject e capista @yonpanx pela capa e banner, muito obrigada :3

Bom, essa história por enquanto não entrará no meu cronograma atual, portanto ficará em hiatus. Pretendo atualizá-la o mais rápido possível e peço sua compreensão.

Beijos e até breve!

3 Septembre 2021 04:16:49 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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À suivre… Nouveau chapitre Tous les 30 jours.

A propos de l’auteur

Paty Kastanno Escritora|Cronograma: • Sábado (The Kim's & Double Paternity) • Domingo (Rent Romance) • Em Hiatus (Golden Souls, Unfixed, Strawberry is Addiction, Third Groom & Futuristic Lover) Leitora|Favoritos: • BTS (Vmin, Jikook & Vminkook) • Yaoi (Jungkook Top, V Top & Jimin Bottom) • Outros (Vampiros, ABO, Fluffy, Friendzone, Híbridos, BDSM, Casamento Arranjado & Incesto) Contato|Plataformas: • Nyah: patykastanno • Spirit: patykastanno • Wattpad: patykastanno

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