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Lara RodriguesKleinberg


Muitos anos atrás Thómas Scott e Sophia Lewis se conheceram e tiveram um caso e deste relacionamento: Rebeca Lewis. Thómas é um homem de cabelos de cor preto, olhos de cor azul, e trinta e dois anos dono de uma empresa de sistema de vigilância que obedecia os recursos de energia renovável, para que não mude as condições do planeta Terra. Sophia é uma mulher de cabelos loiros longos lisos, ondulados, cor dos olhos verdes e hoje é dona de uma confeitaria. Duas pessoas que se conheceram no passado e vão se reencontrar. Até mesmo Sophia depois que recebeu uma proposta dele, só que Sophia esconde um segredo do passado e fará de tudo para proteger aqueles que ama. Mas se nesse meio tempo Thómas depois que percebesse seus reais sentimentos continua a crescer cada vez mais? Será que o destino vai ajudar a que eles a ficarem juntos? VERSÃO FEMININA PONTO DE VISTA DA SOPHIA


Romance Romance jeune adulte Interdit aux moins de 21 ans.
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Capítulo 1

Olá me chamo Sophia Lewis e estou indo em direção a deixar a minha filha na escola, ela é uma pré - adolescente doze anos de idade, ela tem cor de olho verde claro, já que os meus são de cor verde e cabelos loiros e os do pai dela são de cor cabelo preta e, olhos de cor azul.

Em um carro antigo que minha família tem guardada em uma garagem de uma fazenda simples, plantamos de tudo um pouco sem fazer nenhum estrago a natureza e que dá frutos em estações dos anos.

A loira para em frente a portaria do colégio da filha e diz:

— Filha tenha um bom dia na escola. - disse a Sophia.

— Bom dia mamãe para você também, mas tentarei ter, porque você sabe como é povo do interior. - disse a menina.

— Mas filha... - disse a mãe.

— Não sei o que aconteceu entre você e o meu pai, mas queria ter mil vezes crescido na cidade. - disse a Rebeca.

— Não sabe mesmo, mas se eu estivesse com seu pai com certeza ele nos acharia. - disse a Sophia baixinho, para que a filha não ouvisse.

— O que disse mamãe - disse a loira e olha para o relógio no pulso e continua - não interessa mais, se eu não andar logo, vou chegar atrasada, até mais tarde, mãe. - e beija o rosto da mulher e abre a porta do passageiro do carro e depois a fechando.

A mãe sorri e pensa: "tal pai, tal filha".

E sai da frente da escola com o carro antigo e, algum tempo depois chega na sua cafeteria e para o carro ao lado e vê a loja aberta e a funcionárias ajeitando os ingredientes que foram feitos na noite anterior e estava colocando nas formas logo após para assa - los.

Horas depois se passam e ela é atrapalhada por uma das funcionárias que diz:

— Senhorita Sophia tem um freguês me assediando e não sei o que fazer.

— Como é que é não quero nenhum cliente assediando uma das minhas funcionárias. - disse a loira lisos no começo e cacheados no final e olhos verdes e sai da sala da diretoria e indo em direção ao salão onde são atendidos os clientes junto com o balcão e a cozinha onde as funcionárias preparam os pedidos de bebidas, mas as de comida são feitas.

A funcionária vai contando os detalhes para Sophia como aconteceu e depois de alguns minutos chega e começa a discutir com o freguês.

A loira do nada sente uma mão que conhecia bem em seu ombro levemente e ouvi:

— Sophia Lewis.

Ela se vira assustada, pois conhecia aquele toque e diz:

— Olá Thómas Scott há quanto tempo não tudo bem? - disse ela calmamente.

— Olá Sophia tudo bem é mesmo faz muito tempo. - disse o moreno a encarando.

E o freguês lhes interrompeu só que o moreno "expulsou" o homem enquanto isso Sophia fazia o pedido do Thómas a funcionária foi falar discretamente com a loira e diz:

— Sophia por acaso vocês tiveram um caso no passado?

— Isso não te interessa, leve esse pedido para ele, sim? - disse a Sophia na defensiva e pega o seu celular.

— Está bem, levarei. - disse a funcionária e ela pensa consigo mesma "Essa resposta evasiva dela diz que eles tiveram um caso no passado e se a filha Rebeca Lewis for da relação deles?"

Enquanto isso Sophia vai para a sala da diretoria e fecha a porta e liga para seu melhor amigo chamado Bruno e diz quando ele atende:

— Oi Bruno tudo bem com você?

— Oi Sophia tudo bem sim, mas porque está me ligando a essa hora estou quase saindo para trabalhar. - disse o homem do outro lado da linha achando estranho a ligação, já que ela podia sair do trabalho que quisesse, pois que sua família tinha um carro.

— Deve estar achando estranho eu te ligar assim, mas surgiu um pequeno problema o pai da minha filha está aqui e não queria que isso acontecesse. - disse a loira com a voz chorosa.

— O que eu já estou indo aí, não se preocupe. - disse o moreno e ela deixa passar uns minutos.

Em outro lugar...

Thómas esperava que Sophia fosse lhe entregar o pedido, mas quem fora entregar é a funcionária dela e tinha se distraído, nas lembranças do passado e só sai logo após ouviu os passos dela já que decorou ainda mais quando ela tinha trabalhado para ele, e a parar e diz:

— Para onde pensa que vai? - disse o Thómas com dúvida e pegando no pulso.

— Para onde eu quiser me solta Thómas. - disse a Sophia ríspida.

— Não vai até me responder direito tenho muitas dúvidas sobre o seu desaparecimento durante esses doze anos. - disse o moreno com frieza.

— Tenho direito de não responder de jeito nenhum eu me demiti da sua empresa porque tinha problemas pessoais a resolver. - disse a loira no mesmo tom que ele, só que no fundo sabia que estava mentindo.

— Você ficou atrevida, - disse o Thómas a pegando pela cintura e continua - acho que se passarmos uma noite juntos irá mudar de ideia.

— Acho que está enganado, ela é minha noiva e, todas as noites passamos juntos. - disse o homem desconhecido para Thómas e pega Sophia pelo antebraço e a empurra contra o corpo dele.

Sophia fica surpresa com o movimento de Thómas e suspira fundo e logo após sente a mão do seu amigo Bruno no antebraço e a levar contra ele sem parar de encarar o homem com raiva.

— Não me diga que são noivos devem ser mentiras de vocês, porque ela deve me amar ainda. - disse o Thómas, pois tinha ouvido o suspiro de Sophia.

— Não é mentira Thómas, Bruno e eu somos noivos. - disse a loira com leveza.

— Eu juro que te terei de volta em meus braços. - disse o moreno com frieza, mas estava disfarçando o seu ciúme.

Continua...

18 Septembre 2021 18:42:21 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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