zelosnation_ bia

Muito difícil acreditarmos que alguém neste pequeno mundo já passou algo parecido ou mesmo igual a nós. Bia Park pensava exatamente assim sobre as pessoas, pensava que tinham vida perfeita e jamais alguém passaria o que ela passou, até ela conhecer Na Jaemin, um garoto frio de personalidade, mas só os meninos do NCT sabiam o porquê. [longfic;saga;hetero;jaemin(nct);au] Capa por: @xsuibian © ZelosNation_


Fanfiction Groupes/Chanteurs Déconseillé aux moins de 13 ans.

#fanfic #wayv #nctu #nctdream #nct127 #nct #najaemin
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UM

Depois de uma pequena soneca, eu acordo como se já fosse o dia seguinte, mas sinceramente ainda era de dia. Notei que estava já de tarde, pois eu já tinha compreendido o maneira do sol, embora devesse ter aprendido na escola.

Eu tinha adormecido num banquinho de um parque, deu-me sono e acabei tirando um cochilo e nem seria a primeira vez, além que já me acordaram. Hoje não, talvez já tenham se habituado a eu adormecer aqui.

Crianças estavam brincando, isso me deixou um pouco triste, lembrar do meu passado não era bom.

Bastava ver crianças que o meu passado vinha a cabeça, pois eu era uma criança.

Bom, temos que ir embora. — Suspiro olhando o celular que nem sei como ainda estava comigo, nestas bandas costumam haver muitos assaltos e uma vez quase mo roubaram, mas digamos que esse assaltante não vai mais se meter comigo pois eu por sorte não o matei. Ensinaram-me a fazer golpe de mata leão e eu tenho medo de matar alguém, mas no desespero eu acabei fazendo só para ter o meu celular.

Bom, se algum dos meus amigos me visse sem o celular eles me matavam pois foram eles que pagaram.

Ok, é melhor eu começar essa história, pois assim vai se entender melhor.

O meu passado, começando por aí, eu fui abandonada pela minha mãe. Após a morte do meu pai, ela se juntou com um outro homem, o que eu achei bom, pois eu não queria que ela ficasse presa assim, mas pensando melhor, mais valia nunca ter-se juntado com aquele chinês.

Eu tinha nove anos, mas queria ver a minha mãe feliz, mas afinal eu que me lixei.

Não a julgo, sei que foi por causa dele isto tudo. Ele ameaçava ela, contando que eu era uma intrusa, que queria filhos dele.

Vi ela grávida nas primeiras semanas, mas ela fez aquilo que o raio do meu padrasto queria. Na altura nem percebi, eu chorei que nem um bebé por não a encontrar, sendo que já estava esperando ela fazer aquilo. Já me deixavam várias vezes sozinha em casa, dormindo em hotéis, viajando, enquanto eu tinha que ir sozinha, sem menos saber o caminho direito para a escola, pois era aquela idiota que me levava.

Ele já me tentou bater dentro do veículo, mas um cidadão o parou. Nesse dia eu fui com um hematoma para a escola, falando que tinha caído pelo caminho.

Eu odeio um ser humano, que o nome que ele mais usa, é Kris.

Eu não sei o nome verdadeiro dele, mas nunca o tratei por nada, eu nem queria mencionar o nome dele. Eu podia ser uma criança, mas sabia que ele era um monstro.

Bem que continua a ser. E sempre será.

Ele ainda está junto com ela, eu já os vi neste parque. A minha mãe já me olhou várias vezes, dando um pequeno sorriso, mas claramente então era dirigido a mim. Porque ela sorriria? Não faz sentido.

Olhei as horas e caminhei até a passadeira, passando-a e logo procurando o contacto de Taemin, mas no mesmo instante que ia lhe ligar, eu bato contra alguém.

— Desculpa, eu não te vi.

— Olha por onde anda, criança. — Nossa que rude. Não consegui ver o rosto dele, ele tinha um boné, uns óculos de sol e uma máscara, ambos na cor preta, não sei nem como ele conseguia ver alguma coisa cheio de coisas na cara, mas quem sou eu para julgar, a escolha é dele e também ele pode estar gripado. Costuma-se usar muito para não passar nada, pois já bastou os vírus que andaram no ar neste tempo.

— Alô? — Meu amigo, Lee Taemin, finalmente atendeu.

— Finalmente.

— Desculpa, estava a estacionar a mota e não consegui atender.

— Estou indo para casa. — Olhei para o outro lado da estrada, pois iria passar a mais uma passadeira, quando vejo um casal passando. Um certo casal.

— Bia, está me ouvindo? BIA! — Taemin me chamava, mas eu não ligava nenhuma para, eu apenas encarava o casal. Era a minha mãe, com um carrinho de gémeos.

Kris colocou seu olhar em mim quando passaram por mim, sorrindo vitorioso.

— A minha mãe reconhece-me, mas aquele idiota. — Respirei fundo, enquanto olhava Taemin aparando suas ervas.

— Quando ela te abandonaram, ela não estava grávida?

— Estava.

— E agora um carrinho de gémeos?

— Passaram-se oito anos, até eu teria mais um filho se fosse ameaçada por um monstro.

— Aí você está totalmente errada. Para quê ser submissa assim? Já viste a que ponto a sua mãe chegou de obedecer um homem? Ela te abandonou.

— Lembro quando meus vizinhos perguntavam onde meus pais estavam e eu não sabia o que responder.

— E eu acho muito bem esses mesmos vizinhos terem-te levado para a polícia, você contou que sua mãe te abandonou, apenas com dez anos já sabia que seu pai estava morto, apenas com dez anos viu a sua vida ser mudada e a sua mãe ainda continua com aquele homem? Sinceramente, sou homem, mas aquele ser humano me mete nojo.

— Tem pessoas e pessoas.

— E eu continuo a acreditar que seu pai foi morto, não desapareceu assim do nada.

— Taemin, eu tinha uns dez anos quando te contei isso, eu era uma criança. Ele desapareceu sim, o corpo dele nunca foi encontrado.

— Não era por ser uma criança que não sabia o que estava falando, certo? Contou que a sua mãe te abandonou, porque esconderia algo? Crianças não mentem e você claramente tem um trauma, imagina sua mãe te abandonar para ficar com um homem. Você não confia nem na sua mãe, em quem confiaria mais?

— Em você e no Zico.

— O Zico é seu psicólogo desde do orfanato, eu sou apenas uma pessoa que conheceu quando eu estava como estagiário lá.

— Não interessa, eu confio em vocês.

— Eu sei que confia, mas ainda assim, você tem um trauma.

— Superarei.

30 Mai 2021 14:58:22 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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