moonysmalf0y Bebel Marginal

Esqueça do que você ja ouviu e leu sobre Harry Potter, porque não te contaram toda a historia. E se Lilian e James Potter tivessem tido uma outra garota? e se na noite do assassinato do casal, uma outra pessoa estivesse na casa? Marlene Lilian Potter, ou apenas Lene, era uma garotinha meio sozinha, mas feliz. Vivia numa cidade perto de Londres, junto de sua tia de quinto grau Anastacia Potter, uma mulher totalmente diferente de Marlene não so em fisionomia, mas em personalidade também. Desde pequena, a garotinha sempre foi ensinada coisas básicas de bruxaria, vivendo junto demais de famílias sangue puro como os Malfoy. Nunca fora contada sobre seus pais, e era restrito falar disso em casa. Na chegada de 1991 e dia um de setembro, o dia em que finalmente ela iria para Hogwarts, Marlene é surpreendida com sua tia adoecendo fortemente, a ponto de não conseguir se mover da cama, e isso fez com que seus dias em Hogwarts não fossem mágicos e felizes como ela queria, quer dizer... não foi ate o destino de uma pedra e um irmão perdido entrar em seu caminho. Iniciada: 05/02/2020 Terminada: ??/??/???? Harry Potter e a Pedra Filosofal Harry Potter e a Camara Secreta [08/02 - 27/03] - Cover By Ruchiaad [28/03 - 06/05] - Cover By DARKODINSON [25/04 -] Banner By @Ravengirlxx [06/05 - ??/??] - @-ravengirlxx


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Capitulo 1

CA

jantar com os Malfoy




NAS RUAS DOS ALFINEIROS, Little Whinning e bla bla bla...


Ninguém vai ler algo que comece falando dos Dursley, então, vamos começar por onde realmente devemos começar.


Sutton, uma pequena cidade calma com baixo índice de criminalidade. Para Marlene, o lugar mais silencioso e calmo para se ficar.


Mesmo que fosse longe de Londres, a cidade central do reino unido. Ela morava em um lugar ate que melhor em sua vista


Não que ela fosse para muitos lugares, era mais por sua escolha. Sua tia ia para o ministério da magia em Londres todos os dias, e Marlene apenas fingia ser uma pequena trouxa de dez anos de idade que tem a matriarca da familia Weissman, Claire Weissman, como babá.


Dia vinte e oito de junho de 1991, conhecido como o final do período de aulas na escola em que Marlene estudava. Mesmo não precisando estudar numa escola trouxa, sua tia prioriza seus estudos e sua unica amizade.


Seus cabelos ruivos escuros e curtos eram a coisa mais linda que se podia ver, e ela tinha sardinhas por suas bochechas como se ela fosse o universo vivendo uma experiência humana


Seus olhos verdes eram lindos, e Anastacia sempre amava dizer o quão igual era o da mãe.


Mas seu mais “traço” era a cicatriz de raio um pouco abaixo de seus olhos, na bochecha esquerda.


Ao ouvir uma batida fraca na porta da casa dos Weissman, Marlene largou o seu livro de matemática em cima da mesa e se levantou da cadeira, andando ate a porta vermelha da sala.


Sua tia Anastacia havia chegado. Seus longos cabelos castanhos estavam presos em um rabo de cavalo alto, com uma trança lateral e presa num grampo, para que fosse escondida entre os fios castanhos.


Seu sobretudo preto estava bem passado, por cima do vestido marrom que ia ate seus joelhos.


— Finalmente você chegou! — A ruivinha correu ate a tia, abraçando a mesma pela cintura.


— Ah... Querida, se despeça de Phoebe e Claire, precisamos ir rapido para casa — Anastacia disse, depositando um beijo no topo da cabeça de Marlene


A ruiva se virou para a amiga. Phoebe tinha cabelos loiros presos em duas Marias chiquinhas baixas, contendo um laço vermelho de enfeite


Ja Claire tinha cabelos também ruivos, e uma aparência meio adormecida. Mãe e filha eram muito diferentes, mas se olhar para o pai da familia, vera de onde Phoebe puxou os lindos olhos verdes e cabelos loiros


— Boas ferias, Phoebe, Dona Claire...


— Ate amanha, Marlene... — disse a garotinha.


— Ate amanha, pequena Potter...


Foram poucas palavras a caminho da casa da Potter, que era apenas dois quarteirões longe dali


Dois andares e paredes de tijolos vermelhos, era uma casa modesta, mas elegante. Obviamente, Anastacia limpava a casa todos os dias, querendo deixar sempre uma boa aparência.


Marlene e sua tia eram totalmente diferentes. Anastacia queria tudo arrumado, principalmente sua sobrinha. Nunca deixava ela sair mal vestida, desarrumada ou com um fio alto no cabelo.


A Potter estava acostumada, e cuidar de si nunca é demais.


— Tia, onde eu e a senhora vamos? — perguntou Marlene ao entrar em casa.


— Ah Querida... Vamos ir a uma jantar na casa dos Malfoy! — respondeu brevemente, tirando seu casaco e botando no cabideiro atrás da porta


O sorriso que estava no rosto de Marlene se fechou quando ouviu “Malfoy's”.


Ela queria que fosse as ferias perfeitas no mundo trouxa antes de finalmente ir para Hogwarts esse ano, mas quando ja começa indo fazer uma visita aos Malfoy, o simples jantar vira uma maldição para a vida toda.


Apenas os conhecia de longe, mas a dava nojo olhar para o filho mais novo de Narcissa e Lucius. Ele era extremamente mimado, preconceituoso e idiota a vista de Marlene


A garotinha ruiva tinha suas peculiaridades, e uma dessas era odiar a pessoa e nada que ela faça tira esse odio.


Horas depois, sem reclamar, Marlene estava com seu vestido amarelo que ia ate os joelhos e jaqueta branca. Anastacia penteava os cabelos da sobrinha com calma.


— Porque não gosta deles? — A tia disse aleatoriamente, fazendo a pequena Potter se virar para encara-la


— Existe motivo para não gostar de alguem?


— Geralmente sim — a mais velha passou os dedos pela bochecha da sobrinha, se levantando da cama.


O quarto de Marlene não era enorme, mas era do tamanho perfeito para ela sobreviver e se sentir confortavel.


As paredes eram todas em um papel de parede branco com bolinhas pretas, a não ser a parte da cama de Marlene, ali era vermelho.


Bem na parede de sua cama tinha uma estante gigante de livros, mas menos da metade estava cheio. Seu quarto tinha muitas flores espalhadas, que ela regava pela manhã. Tinha um cuidado especial com flores; nao era especialista, mas a encantava.


No teto haviam estrelas enfeitiçada para brilhar a noite, pois Marlene tinha um leve problema para dormir. Seus pesadelos estranhos eram constantes, e por isso que ela tentava dormir contando as estrelas acima de sua cama, que brilhavam de cores diferentes


— Vamos através de Flu ou... — Marlene tentou terminar a frase, na esperança de irem de carro.


— Vamos de pó de flu. Não reclame, Lene, é rapido — Anastacia ja estava saindo do quarto quando respondeu a sobrinha.


Viajar de pó de flu era a pior coisa que existia, pelo menos para Marlene. Ela apenas se perguntava porque não podia aparatar junto de sua tia ate a casa dos Malfoy.


Ela sentia que estava sendo puxada por um ralo enorme, e dava um enjoo enorme sempre que viajava.


Respirando fundo, ela se levantou e caminhou para a sala de estar, onde ficava a lareira de tijolos escuros onde viajavam com o flu.


— Promete tentar não cheirar, Marlene? — perguntou a tia da garotinha, estendendo o pote preto com o pó cinza dentro.


— Foi só uma vez, eu era pequena — revirou os olhos, pegando um pouco do pó de flu.


Aos sete anos, Marlene foi através de flu para o ministério a pedido de Anastacia.


O problema era que a tia de Marlene acabou percebendo a burrada que fez e correu para casa, sabendo que a sobrinha não iria para o ministério antes das cinco da tarde.


O resultado foi presenciar a cena de sua sobrinha tossindo, pois entrou um pouco do pó acizentado em suas narinas.


Sendo clara e direta, ela viu sua tia dizer “Malfoy Manor”, e segundos depois fez o mesmo.


A sala dos Malfoy's sem duvida era do tamanho do quarto de Lene e de Anastacia juntos. As paredes todas pretas e poltronas cinzas, e o unico ponto de cor era a irma mais velha da familia, que usava um vestido vermelho Ruby com rendas delicadas.


E claro, agora Marlene também era esse pontinho colorido.


Sua tia iniciava uma conversa com Narcisa, não antes de cumprimentar Lucius, que conversava ternamente com seu herdeiro mais novo.


— Ah... Narcisa, deve conhecer apenas de longe... Mas essa é minha sobrinha, Lily venha aqui — Sua tia chamou a garota com a mão.


Receosa, Marlene foi ate a tia, se sentando na poltrona ao lado de Narcisa, e a esquerda da poltrona da filha mais velha.


— Prazer... Sou Lilian! — a Potter estendeu a mão para Narcissa, que a apertou.


Outra regra: nunca fale seu nome para quem Anastacia não permitir


Marlene nunca soube o motivo de seu nome não poder ser falado exclusivamente paea bruxos. Os olhares surpresos para ela, ou para a cicatriz.


Ela nunca soube.


— Prazer pequena Lilian! Essa é minha filha, Vulpecula — a mãe tentou apresentar a filha, que ignorou totalmente as apresentações e voltou a atenção para quadribol através dos seculos — Vamos querida, não seja mau educada.


Vulpecula encarou Lilian, sorrindo forçadamente e voltando o olhar para seu livro.


— Hm... E.. Bem... Draco, venha aqui — Narcisa chamou o filho.


O loiro de cabelos loiros lambidos para trás se virou para a mãe. Sua roupa era totalmente preta, e Marlene tentou ignorar o fato de que estavam no verão e preto esquenta demais


Encarou o garoto loiro, que nao dispôs um sorriso para Marlene. Tudo bem, ja não gostava dele, outro motivo para odia-lo


Se for igual o pai, piorou


Lucius era conhecido como protetor total da apologia puro-sangue e ex seguidor de Voldemort. Para Marlene, ele não estava sob imperius, e nenhum comensal deixa de ser comensal.


— Draco querido, essa é Lilian... Lilian, esse é meu filho-


—..Draco — Marlene completou a frase com desdém, arqueando as sombrancelhas.


Marlene ficou em silencio ate a hora do jantar, onde tentou ficar quieta em todas as vezes que Lucius entrava no assunto sobre sangue.


No meio do jantar, a filha mais velha deixou sua taça cair de propósito na comida do pai, e saiu sem terminar de jantar


Desnecessário pensou Marlene.


No outros dia, um sabado com sol latejante de folga de sua tia querida; tem coisa melhor


Morar na Inglaterra era uma surpresa para a pequena Marlene. No verão, as vezes fazia um calor bem fraco, ou um calor horrivel. Quando fazia frio, as vezes era frio fraco e outros dias era hm frio enorme.


Marlene ja visitou Nova York quando tinha seis anos, e amou a cidade, pretendia visitar novamente. Era uma cidade fria, mas tinha um clima mais ameno, independente se era calor ou frio.


O dia de hoje não seria nada além de tedio para a garota. Marlene nunca foi de passar seus sábados com Phoebe ou com a tia, ela estava sempre lendo ou tentando arrumar um jeito de ver noticias do mundo em que ela pertencia.


— Deveria sair mais, pestinha — a voz de Anastacia na porta assustou um pouco Marlene, que se apoiava no parapeito da janela — Lindo o dia la fora, nao acha?


— Quando a senhora acha que chegará minha carta de Hogwarts? — Marlene perguntou curiosa.


No proximo mês, a ruiva faria finalmente seus tão sonhados onze anos, e iria para Hogwarts como sua tia.


Seu maior sonho era ir para Mahoutokoro, uma escola japonesa. Um dia, conheceu uma garota se chamada Mika Leigh enquanto estava no ministério da magia com sua tia, e la ela soube poucas coisas sobre a escola.


Mas o mais provável seria ela ganhar a carta de Hogwarts, pois ja passou da idade de estudar em Mahoutokoro e ela é britânica.


Seu plano era viver sete anos de extrema tranquilidade na escola de magia e bruxaria. Logicamente seria possível, afinal, de acordo com sua tia, Lord Voldemort vai fazer onze anos que caiu.


Sete tranquilos anos.


— Provavelmente perto de seu aniversário, querida — Anastacia andou ate a sobrinha, passando as maos pelos ombros da garota.


— Então vai demorar muito... — A Potter voltou a olhar para a janela, bufando


— Não vai não, quando piscar os olhos, você vera que tera uma linda coruja entregando sua carta — A tia da Potter sorriu, depositando um beijo no topo da cabeça da ruiva


Suspirando, Marlene voltou a olhar para a rua tranquila de sua cidade.



14 Mai 2021 18:08:48 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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À suivre… Nouveau chapitre Toutes les semaines.

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Bebel Marginal Escrevo umas bobeiras aí (ela/ele)

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