lasther Lasther B.

O nome sempre repetido pelos torcedores era o mesmo, Park Chanyeol, o melhor lutador de boxe da atualidade. Era óbvio que eu me lembraria de suas inúmeras tatuagens, de seus olhos intensos e de sua atitude convencida. A tentativa de ir contra todo a magnitude que o boxeador era, já não existia mais, pois na luta em odiá-lo, eu me considero perdedor. Ⅱ CHANBAEK Ⅱ YAOI Ⅱ 17x27 Ⅱ BOXE Ⅱ ALEMANHA Ⅱ LEMON Ⅱ LONG Ⅱ +18 Ⅱ


Fanfiction Groupes/Chanteurs Interdit aux moins de 18 ans.

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Ninguém.

ALEMANHA, BERLIM.


Eu odiava o ar de superioridade que aquele velho tinha sobre todos que cumprimentava. Na verdade, eu percebia a cada dia que se passava que não se tratava de laços de sangue para uma pessoa se tornar o que era. Algumas até se formavam através do dinheiro e a ganância em possuir cada vez mais riqueza, assim como meu pai.

Todos o conheciam como Senhor Byun, o melhor negociador de ações, já eu o conhecia como um pai ausente que aparecia de vez em quando na minha vida apenas para jogar na minha cara, o quanto eu necessitava me tornar a cópia do que ele idealizava ser um filho.

Nunca me importei com suas palavras, nunca fiz questão de engolir seus argumentos inválidos. Eu vivia as coisas do meu jeito, não do tipo de adolescente cheio de piercings e tatuagens pelo corpo, o máximo que eu havia chegado disso foi aos quinze anos quanto tentei furar a orelha pela primeira vez. Porém, ao sentir o quanto a ação era dolorosa, acabei desistindo e cheguei a conclusão de que minha personalidade passava longe disso, me fazendo ser totalmente incapaz de me aproximar de objetos cortantes.

E cá estou, aos dezessete anos sendo obrigado a acompanhar meu pai até um dos locais onde o viciado em apostas fizera questão de me levar de limusine.

Era perturbador a forma como os olhares dos invejosos nos julgaram quando o motorista abriu a porta do automóvel para que nós finalmente descêssemos. Inúmeros flashes nos seguiram durante toda a subida das escadas para aquele grande estádio. O acontecimento seria grandioso, sendo também presenciado por várias celebridades famosas.

Tentei esconder minha expressão séria e entediante, puxando a toca da blusa de moletom da nuca, minha timidez unida com minha personalidade anti-social não era um atributo respeitável.

Mesmo com pouca vontade, acompanhei o velho que me olhava torto de canto, provavelmente amaldiçoando os deuses por ter um filho que não escolhia roupas formais para ir a um evento como aquele. Desculpa, pai! Mas para começo de conversa estar em um lugar cheio de homens cheirando a suor e ambição, não estava nos meus planos e ir me buscar no colégio dizendo que eu seria obrigado a acompanhá-lo não significava que eu aceitaria vestir o terno que havia me comprado. Não mesmo, sem chances!

Quando finalmente chegamos ao palco principal, deparei-me com muitas cadeiras alinhadas, muitas delas sem ninguém por conta do show de briguinhas não ter começado. Algumas garotas com pele demais á mostra desfilavam pelo ambiente com bandejas em mãos, mostrando serem garçonetes e a grande maioria deixando transparecer que se sujeitariam a coisas mais íntimas com os velhos empresários que as olhavam com segundas intenções.

Depois de sermos guiados até o número que estava marcado nos ingressos, sentei-me na cadeira bufando impaciente. Meu pai atrapalhou a conversa com um colega de trabalho ao seu lado e me olhou para me advertir:

― Pare com esses suspiros irritantes, qualquer garoto da sua idade adoraria estar no seu lugar, moleque.

É lógico que ele havia tentado dizer aquilo o mais baixo possível para que os outros de sua gangue de ricos não acabassem reparando que o cara mais influenciado que fazia negócios com suas empresas, na verdade tinha um filho problemático.

Sorri sarcástico e o fitei, deixando-o ciente da impaciência em meu olhar.

― Ah, claro! Faz todo sentido trocar uma televisão e o conforto de um sofá pra vir nesse pátio asqueroso cheio de velhos e bebidas que custa um mês de salário.

Meu pai forçou os olhos, buscando algo em sua carteira. Jogou uma boa quantia de dinheiro em meu colo e disse:

― Se dinheiro é seu problema, aí está! Divirta-se! ― Sorriu falso e levantou-se para ir cumprimentar outros homens poderosos do mundo dos negócios que estava do outro lado do espaço, acenando para ele.

Resmunguei em resposta e guardei o dinheiro em meu bolso, prometendo pra mim mesmo que daria aquele resto de papel a algum mendigo que encontrasse na rua.

O que tentei fazer no tempo que ainda havia me restado longe de meu pai se resumia a tentar fugir daquele lugar o mais rápido que eu conseguisse, antes que o inferno começasse, e bem, não tive muito sucesso quando meu corpo miúdo bateu contra o peitoral de um dos seguranças que estava próximo. Senhor Byun e seus planinhos sujos!

Por fim, voltei para meu acento, coloquei os fones de ouvido, liguei a playlist de meu celular e deixei que Nothing Without Love de Nate Ruess me afogasse em solidão e arrependimento em modo repetitivo.

Arrependia-me de ter nascido sendo julgado como um felizardo pelos pobres, mesmo sabendo que quando meus olhos se encontravam com o espelho, eu era apenas o Byun Baekhyun, um garoto sem graça que apenas conhecia o caminho de casa para o colégio e a ida até a praça para onde eu fugia diariamente para desenhar. O único rabisco imperfeito que eu ainda insistia em esboçar era de continuar enganando a todos, com um sorriso bobo no rosto de que eu estava satisfeito por carregar aquele sobrenome.

Conforme os pensamentos vagos me tomavam, não havia percebido que o tempo estava correndo e que minhas chances de fugir daquele local, tinham se espatifado pelo ar quando percebi que todos os acentos estavam lotados e os torcedores gritavam o nome de alguém. A multidão estava agitada, as mesas já se encontravam todas cheias com copos vazios de bebida alcoólica e os que ainda se encontravam cheios, eram brindados por alguns admiradores do nome a ser rugido em alto e bom som.

Retirei um dos fones do ouvido e os gritos aglomerados ressoaram em minha audição. "Park Chanyeol" era o que eles gritavam. E eu me perguntei do que o dono daquele nome era capaz de fazer para conseguir mobilizar tantos homens daquela forma. Só consegui entender seu poder de hipnose quando o árbitro surgiu no meio do ringue, tirando a atenção de todos para anunciar o lutador que logo estaria junto ao inimigo que o esperava com os olhos pegando fogo.

Primeiro ele detalhou com magnitude o americano que estava ali especialmente para brigar com Park Chanyeol, deixando claro que este estava determinado a conseguir tirar o posto de melhor lutador da Alemanha que o Park possuía. Só então, apresentou com orgulho e imponência o boxeador que encantava o mundo com seus golpes sorrateiros e suas estratégias incomparáveis.

Sem entender qualquer palavra, ignorei o árbitro e voltei a colocar os fones no ouvido, sentido a melancólica música roubar minha atenção e pensamento. Eu não queria estar ali, me perguntava o motivo de precisar estar se tudo emanava ser o contrário de minha quietude. E em questão de minutos, observei os olhares se virarem para a entrada, concentrados no rapaz que surgiu assim que o árbitro se retirou do palco.

Da onde eu estava, o máximo que conseguia enxergar era uma bandeira alemã em suas costas, sendo carregada e erguida ao alto, me deixando notar a presença de tatuagens que envolviam todo o braço malhado do boxeador. O cabelo parecia bagunçado, cachos indefinidos de coloração vermelho sangue.

Só consegui contemplar a aparência inteira quando o lutador por fim, subiu no ringue e se agachou para passar por debaixo das cordas. Depois que assim fez, ficou ereto e deu alguns pulinhos, concentrando-se em si mesmo a fim de se preparar para a luta que estava a ponto de começar.

Continuei com a música servindo como trilha sonora de cada movimento que o lutador fazia, e não posso negar que meus olhos não conseguiam se desviar do corpo magro lotado com marcas de golpes e os desenhos que julguei serem perfeitos, como se já pertencessem à pele do rapaz. E eu amava desenhos, e aqueles eram incríveis.

Ele balançou os ombros, exercitando os músculos. Meu olhar passeou por cada minúcia, cada veia saltada de seus braços, por cada detalhe do que todos denominavam como Chanyeol: o boxeador extraordinário. E só parei quando me deparei com os olhos marcantes, delineados com lápis preto e borrado em suas laterais.

Sua expressão estava totalmente concentrada no adversário, sempre sério como se tivesse perto o suficiente para fazê-lo voar ringue a fora e próximo o suficiente de eliminar o adversário do convencimento apenas com um golpe quando bem entendesse. Seu ego, eu podia senti-lo me atingir mesmo distante.

As apostas instantaneamente começaram e vi pelas bocas que conversavam sobre o mesmo assunto que o tal Chanyeol teria muito dos torcedores ao seu favor.

Meu pai se sentou ao meu lado e me cutucou. O encarei e imaginei que ele havia dito algo como:

― Vai apostar em quem?

Bufei e o respondi:

― Ninguém.

Ele me olhou irritado e saiu para compartilhar sua aposta com os funcionários. E eu fiquei lá, em meu acento ouvindo Nate Ruess e sua voz caótica, torcendo para o meu ninguém.

Voltei a assistir o que acontecia no palco e por alguns minutos insuportáveis, presenciei bundas e micro-biquínis passearem pelo ringue levando em mãos uma placa com a contagem para o início da luta.

Chanyeol estava sentado na cadeira e olhava para as próprias mãos enquanto as enfaixava como se dependesse apenas delas para viver. E eu não via aquilo como uma vida, quer dizer, lutar para ser sempre e continuamente o centro das atenções, deixando de perceber que ao redor inúmeros desconhecidos apostavam em sua capacidade em troca de um troféu que acabaria empoeirando em algum canto de seu quarto, um tremendo desperdício!

A luta começou assim que o apresentador saiu do campo de visão dos boxeadores e o alvoroço dos torcedores ao meu lado, aumentou. Rodearam o ringue um pouco antes de o inimigo dar um murro de direita e Chanyeol, desviar. Socos, golpes certeiros e outros nem tanto. Eu me impressionava com o quanto a respiração falha e o olhar atento de Chanyeol conseguia com maestria se livrar de todas as táticas rápidas de seu oponente com um sorriso competidor nos lábios e as luvas de boxe nas mãos como aliadas.

Já no segundo round, não deixei de expressar minha surpresa quando Chanyeol pegou o inimigo e o encurralou no chão, cruzando as longas pernas sobre a cabeça do americano e puxando um dos seus braços para cima, fazendo com que este ficasse cada vez mais sem ar. Os segundos estavam cada vez mais dolorosos para o oponente, percebia que seu rosto estava vermelho demais e Chanyeol tinha uma expressão de não desistir tão cedo. O americano sem chances de continuar com a tentativa de escape, bateu a mão livre contra o chão por três vezes seguidas, dando assim, a vitória para Park Chanyeol, este que se levantou triunfante e teve o braço erguido pelo árbitro que anunciava que ele era o ganhador de mais uma luta de boxe.

Senti meu coração desacelerar, percebendo que tinha ficado extremamente alterado mesmo sem intenção, e que a luta não havia sido totalmente sem graça assim.

Os que haviam apostado no Park ergueram as mãos e alguns se abraçaram com um sorriso ganancioso no rosto, pois naquela noite voltariam um pouco mais ricos para suas residências.

Suspirei aliviado acreditando que a ideia de meu pai havia acabado com o final da luta, porém, fui surpreendido de novo quando este me arrastou até os bastidores do ringue. Lá, me deixou em um canto e tivemos que esperar até que a conferência com o vencedor terminasse.

Não era apenas na luta que Chanyeol era bom, ele sabia driblar muitas perguntas também. Os repórteres não paravam um minuto com as questões e quando se orgulhavam por tocar em algum assunto pessoal da vida do lutador, sentiam-se totalmente presunçosos, mas sempre eram respondidos com um sorriso simples e a transparência que o rapaz tentava passar.

― Então nos diga, Chanyeol, quando vai finalmente se casar?

O lutador arregalou os olhos e riu da dúvida do repórter.

― Eu nem ao menos sabia que estava noivo.

Todos riram e um repórter baixinho levantou a mão para que pudesse também questioná-lo.

― Você confirma os vários rumores de que vai abandonar o ringue, pois estaria com uma doença incurável?

Chanyeol pressionou os olhos e engoliu seco, se mostrando incomodado com a pergunta. Aproximou-se do microfone e respondeu:

― Sabe... as pessoas não deveriam acreditar em tudo que escrevem em jornais ou na internet, a mídia adora inventar mentiras. E tem mais uma coisa, um lutador só abandona o ringue de vez, quando a morte o vence.

Todos aplaudiram e Park e seu agente saíram de queixo erguido do local. Antes que este fosse para seu dormitório, observei o agente apertar a mão estendida de meu pai e perguntar quem ele era.

Depois de algum tempo, o Senhor Byun me chamou para que os acompanhasse, e assim, fomos recebidos por Chanyeol e seu agente. Encostei-me um pouco distante dos homens mais velhos e apenas observei-os de longe.

― Este é meu filho! ― Meu pai apontou em minha direção e senti todos os olhares da sala posar sobre meu corpo pequeno. ― Ele é o herdeiro da minha empresa, não costuma aparecer muito na mídia porque ainda estou o treinando.

Ri mentalmente de sua teoria, afinal, eu não considerava suas ações como um treinamento, mas sim como um veneno que afasta insetos impotentes.

― O fato é que ele precisa aprender a ser um homem viril e eu não conheço outro coreano que ao mesmo tempo lute tão bem e que saiba falar nossa língua nativa, como você.

Eu estava louco ou meus olhos captaram um sorriso de lado em Chanyeol? Eu queria dizer que estava, mas não!

― Portanto ― continuou ―, eu queria propor a vocês um combinado.

Desconfiado, o agente olhou para o Park.

― Gostaria que ensinasse meu filho a lutar.

― O quê? ― comentei ainda afastado, percebendo que todos voltaram a me olhar ― Pai, você está louco?

O Senhor Byun fechou os olhos pacientemente tentando manter a calma e não me deu atenção.

― Olhem para o rosto desse garoto! ― Me apontou novamente.

Senti-me totalmente sem vestes quando me julgaram. Meu rosto não estava intacto como era antes, um dos meus olhos estava inchado e rodeado com uma mancha de tom púrpura, provando que eu havia recebido alguns socos há poucos dias atrás. Havendo ainda um pequeno machucado no final de minha sobrancelha e sangue restante no canto de minha boca.

― Ele vive arranjando brigas no colégio e nunca sabe como se defender.

Park riu e me analisou dos pés até a cabeça.

― Acho que dá para entender o motivo ― o lutador disse ―, ele parece um idiota.

O fitei irritado com uma enorme vontade de jogar qualquer objeto que encontrasse pela frente, mirando diretamente em seu rosto perfeito para que ele soubesse que eu não seria o único machucado ali. Porém, ao me lembrar que ele era uma figura bastante conhecida, escolhi ficar quieto no meu canto apenas protestando em pensamento.

Eu sou forte para aturar isso, eu sou forte! Repeti mentalmente.

― Nada feito! ― o agente disse.

― Nem por uma boa quantia em dinheiro? ― Meu pai rebateu.

O homem que estava ao lado de Chanyeol, passou a mão no queixo e pensou mais um pouco antes de dizer:

― Sentimos muito, mas treinar outra pessoa está fora de cogitação. Chanyeol tem a agenda lotada demais para cuidar de seu...

― Pirralho! ― completou Chanyeol, com o olhar fixado em mim.

Bufei e me virei de costas para que não fosse obrigado a encarar aquele cara irritante de voz beirando a arrogância.

Meu pai se levantou e foi até eles para entregar-lhes um pequeno papel. Segundos depois ouvi o lutador assoviar e dizer:

― Uau! É um valor bastante alto, mas...

― Mas? ― meu pai perguntou com os olhos arregalados de curiosidade.

― Eu não gosto de me misturar com adolescentes de hoje em dia, eles são complicados demais.

Não era como se ele fosse tão velho assim, afinal. Vinte e poucos anos não faz dele um profissional em soluções.

Rangi os dentes e cruzei os braços, ainda de costas para aqueles que pareciam me tratar como um objeto de aposta. Só faltava meu pai se levantar e perguntar "Quem dá mais?"! E ele o fez, mas apenas se levantou mesmo para levar outro papel ao lutador. Virei-me para poder entender sua reação e observei Chanyeol entortar os lábios. Ele olhou para meu pai e novamente para o papel.

― A honra do seu filho vale tanto assim?

O Senhor Byun nada disse, apenas abaixou a cabeça e veio ao meu encontro para me puxar para fora daquele lugar.

― Ei! Espere! ― Ouvimos Chanyeol dizer antes de meu pai abrir a porta para sairmos. ― Eu ainda não o respondi.

― Já sei o que vai dizer. ― meu pai disse ao lutador ― Vai dizer que não quer treinar um garoto problemático independente da quantia. Você é o cara pelo qual todos apostam suas vidas, conheço pessoas como você ― Sorriu sarcástico. ― e está escrito na sua cara que está apenas se divertindo enquanto eu insisto em tentar negociar o meu filho.

Olhei para meu pai e não sabia se concordava com sua afirmação ou se a reprovava por ele estar me rebaixando naquela situação.

― Eu aceito sua proposta ― respondeu sem delongas.

Eu e meu pai o fitamos, desentendidos.

― Mas ― Destacou. ―, eu vou exigir apenas metade disso. ― Levantou o papel e sorriu simplista.

O Senhor Byun pegou um cheque em mãos e anotou o valor no mesmo instante.

― Eu não sei o motivo pelo qual não aceita o valor inteiro, mas se assim deseja, então ― Entregou o papel para o lutador. ― assim será!

Chanyeol sorriu e guardou o papel no bolso antes de se levantar da cadeira e vir ao nosso encontro.

― Eu não me importo tanto assim com o dinheiro, digamos que esse valor servirá apenas de contrato entre nós.

Passou por mim e antes de se afastar, colocou um pequeno papel em meu bolso, bateu em meu ombro com uma das mãos e sussurrou com sua voz rouca em meu ouvido:

― Amanhã, às sete horas nesse endereço, esteja preparado. ― Apontou-me o dedo indicador. ― E, ah! Nada de fones de ouvido, entendeu?

Arregalei os olhos e quando ameacei respondê-lo que não iria fazer as vontades de meu pai, observei o rapaz de fios avermelhados e a parte de cima do corpo ainda de fora, caminhar com seus dorsos arqueados e as luvas vermelhas de boxe jogadas sobre as costas, para longe de toda minha aura que pulsava em discordância.

Prometi a mim mesmo que não permitiria que ele obtivesse posse sobre mim com aquele acordo. Park Chanyeol podia ser o melhor lutador do universo que eu jamais apostaria que ele conseguiria me fazer uma ovelha de suas selvagerias. Jamais!

9 Mai 2021 07:19:27 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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