sugapallet 𝙁𝙧𝙚𝙮𝙟𝙖

Jeon Jungguk tem um passado obscuro na maior agência secreta de toda Ásia, a BLACKSTARS conhecido com o codename JK2, ex agente treinado nas forças armadas do USA. Jimin o anjo nacional torna-se um alvo, o filho do político mais poderoso do pais, por desejos obscuros daqueles que são próximos a si, o único modo de Park cair, é através do amado filho, e apenas uma poderosa mulher tem poder para isso. Plágio é crime.


Fanfiction Groupes/Chanteurs Tout public.

#policial #Gangstar #romance #agente #criminal #jungkook #jimin #bts
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Episode 1: Welcome Back, Jeongguk.

"Bom dia esse é o World News e vamos para mais uma notícia! Outro Record é quebrado no mundo artístico, e parece que a sorte não está só virada para Park Ji Hyun o político mais poderoso do nosso país mais sim também para seu filho, o orgulho da nossa nação até nas olimpíadas artísticas" dizia o repórter na sessão dessa manhã.

O jornal que passava todas as manhãs era sempre quase os mesmos assuntos nessa temporada, a eleição estava próxima, e o Ministro Park precisava de mais olhos, assim, subiria rapidamente ao topo nessa votação.

Aeroporto internacional de – Incheon 07:30 AM.

"Atenção, o avião já irá pousar, passageiros fiquem em seus assentos."

Havia acabado de pousar em Incheon, eu finalmente pude retornar depois de 5 anos, o exercito americano não era fácil, e eu era um dos selecionados para a linha da frente na última guerra, por algum motivo fui chamado de volta para Ásia.

— Jeon! — Gritou o homem acenando alegremente com uma placa de bem-vindo.

Abaixei os óculos escuros para que eu pudesse reconhecer o rosto do mesmo que estava a fazer um pequeno alvoroço em meia aquela gente em frente ao portão 1B, os berros de sua voz com um uma ponta de felicidade ao fitar seus olhos a mim, me fez soltar baixos risos entre os lábios.

Aproximei-me dele já com uma mala de mão, rodinha e mochila esticando os braços para que ele ajudasse-me a carregá-las.

— Estou impressionado de como o exército americano deu um jeito em você. — Disse com olhos curiosos de cima a baixo.

— O Exército não fez nada. — Falei. — Estava entediado então resolvi malhar um pouco durante meu período lá.

— Você tem certeza? Seu uniforme militar está quase explodindo de seu corpo bonito e bastante malhado, mais um pouco e diria que está se juntando aos vingadores. — ressaltou tocando em meus braços, estava realmente embasbacado.

— E que herói eu sou? Capitão América? Thor?

— Não, o Hulk.

Sem dar nem uma palavra sequer coloquei meus óculos de volta e continuei o meu caminho ignorando-o completamente depois de sua piada, até a saída do aeroporto.

— Hulk-ssi porque me deixou para trás? — Disse ele ofegante. — Eu não pratico exercícios, e você anda muito rápido!

— Me dê a chave do carro. — Estendi minha mão para ele.

— O carro é meu! Eu dirijo! — Escondeu as chaves em sua jaqueta. —Além do mais da ultima vez eu tive um grande prejuízo, você ainda deve arcar com aquilo!

— Não me faça ficar com raiva.

Riu da pequena piada que Jeon tinha feito, mas pensou nas consequências que teria futuramente ao observar que ele estava sério, então sem pensar duas vezes, entregou-lhe as chaves para Jeon que já se direcionava para o carro, a Mercedes Benz preta que logo ao destravar abriu seu porta-malas para guardar suas coisas, em seguida abriu a porta da frente sentando-se no banco do motorista.

O rapaz que observara de longe aproximou-se do carro batendo duas vezes no vidro do passageiro para que Jeon o abaixasse.

— A porta está trancada, abra-a para que eu possa entrar.

Jeon riu falso para ele já ligando os motores. — Você terá que pegar um ônibus.

— P...Pegar um ônibus? —Gaguejou. — Porque eu deveria? Esse carro é meu. — Disse, subindo seu tom de voz.

— Vamos ver se não é você que agora ficará verde de raiva. — Jeon riu, pisando firme no acelerador do carro dando a partida.

O rapaz tentou correr atrás do carro para que ele parasse, mas seus esforços eram em vão, o que seria um par de pernas atrás de uma Mercedes Benz? Apenas seu grito ecoou no local. — JEON EU VOU PEGAR VOCÊ!!

[. . .]

Estava a caminho da central policial mais perto, eu trabalhava como um antes de servir ao exército, mas eu tive que desistir de meu distintivo para que eu pudesse sobreviver perante a sociedade.

Estacionei a Mercedes Benz em frente a uma cafeteria, estava morto de fome, afinal fora 15 horas de viagem e eu precisava saciar minha vontade de algum modo, logo, adentrei me direcionando ao balcão já pedindo um cappuccino e uma fatia de bolo de chocolate com cobertura de morango, sentei em uma cadeira perto da janela debruçando-me na mesa em quanto aguardava meu pedido. Ao olhar pela janela podia-se notar vários, não, diversos cartazes dos mesmos rapazes em numerosos outdoors e posters na cidade, eu não pude o reconhecer de cara, mas de algum modo era familiar.

— Ah, é mesmo, é os rapazes da televisão. — Falei baixo.

Logo o bip em cima da mesa apitou e estava na hora de recolher meu pedido.

Agradeci a atendente e voltei-me a sentar novamente no mesmo lugar de antes, em quanto saboreava meu lanche, admirando ou analisando o cartaz que se encontrava ao lado de fora.

Logo a porta da cafeteria veio a fazer barulho e duas mulheres passaram por ela conversando em um tom exagerado.

— Eu soube que meu querido Jimin vai estar em Seoul hoje no theater, e que os ingressos vão começar a ser vendido em 2 horas!! — Riu ela, eufórica.

— E também serão ingressos limitados, eu soube que no Grand theater já tem uma fila enorme para a compra! E meu amor Taemin também estará lá! — Disse a outra, com um sorriso de ponta a ponta.


Observei as duas pularem e surtarem euforicamente, eu particularmente não estava interessado sobre os rapazes, mas, estava curioso, porque seus rostos estavam espalhados por toda cidade, e todos e tudo era sobre eles, e isso me incentivava a querer saber mais.


Talvez seja extinto de ex-policial detetive, ou apenas mais um Passatempo, peguei o prato e o copo de minha refeição e devolvi para o balcão principal, agradecendo novamente a garçonete pela comida, olhando a conta que deu exatamente ₩ 2500 ( R$ 9,00 Reais) para que eu pudesse pagar.

Direcionei novamente as chaves ao carro para que ele destravasse, abri a porta e sentei-me já girando a chave para que ele ligasse, antes de ir a delegacia pensei em passar em frente ao Grand Theater para averiguar a situação.


Depois de alguns minutos de estrada já à altura podia-se notar um fila gigante, realmente o que as duas moças conversavam, a fila estava tão grande que fazia curvas no quarteirão, nem mesmo havia um lugar para estacionar próximo, os rapazes realmente era um fenômeno sem alturas.

Todavia, havia desistido do plano B, então continuei meu caminho até a Delegacia central, fazia-se 5 anos que eu não via ninguém, eu não sei se os mesmos amigos estarão lá, mas a saudade gritava em meu peito.

Estacionei a Mercedes Benz que havia pego emprestado, e me direcionei para a porta central da estação policial, havia comprado alguns cappuccinos e tortas como presentes.

— JK?? — Disse o rapaz moreno se levantando da cadeira rapidamente ao ver Jeon passar pela porta.

— Nam-Jun Hyung! — Falei já abrindo os braços para um aperto caloroso com um largo sorriso.

Nam-Jun direcionou-se até Jeon, com um sorriso de covinha a covinha, já a derramar algumas lágrimas demonstrando sua alegria ao ver o seu querido amigo de volta, o puxando para um abraço apertado dando tapas em suas costas.

— JK, que saudade! — Sorriu. — Não tivemos nenhuma notícia, e a ligação para o estrangeiro é muito caro. — Suspirou.

— Ah, o Exercito americano não nos permite entrar em contato com o exterior quando estamos na linha da frente, por isso, não pude ligar.

— JK, você andou malhando! E seu cabelo cresceu! Antes você parecia uma salsicha enlatada, agora, parece um super-herói! — Kim estava impressionado.

— Sério? Tipo Thor? — Perguntei, mas já desconfiava da resposta.

— O Hulk.

— Você e o Wang-hyung devem ter andando muito tempo juntos.

— Sim! Mas sem você foi um pouco solitário. — Falou, preparando duas xícaras de café.

Sentei-me em uma das poltronas de espera que estava no centro, cruzando as pernas um pouco relaxado em quando Nam-Jun vinha em minha direção sentando ao meu lado pousando as xícaras na mesa.

— Os outros ainda estão em seus turnos? — Perguntei estendendo minha mão para pegar o café, olhando para os lados.

— Sim. — Disse. — Mas eu sou o único que ainda está aqui.

— Só você? — Falei, confuso.

— Jin-Hyung, tornou-se CEO do Time Square Mall.

— Mesmo? — Falei Chocado. — Nasceu virado com a bunda pra lua! — Dei um riso abafado. — Nam-Jun Hyung, é sua chance de mudar de vida!

— Como assim? — Disse Kim, confuso.

— Você tem um amor platônico por ele! E não adianta me dizer que não, pois está estampado na sua cara. — Falei direto.

— Não diga essas coisas assim tão facilmente! — Kim gaguejou alterando sua voz, enrubescendo. — E Jin hyung já está noivo de outra pessoa.

Fiquei triste ao ver o Nam-Jun hyung suspirar decepcionado ao final da frase, desde o dia que o conheceu, havia se apaixonado por ele à primeira vista, mas o hyung nunca quis lhe contar por medo de não ser correspondido.

Aproximei-me dele dando uma tapinha caloroso em seu ombro para encorajá-lo. — Você vai sair dessa, eu tenho certeza que o único que Jin hyung irá se casar será você.

— JK, tome. — Kim logo trocou de assunto, tirando de sua jaqueta dois tickets para o Grand Theater.

— O quê é isso? — Falei confuso estendendo minha mão para pegar o envelope.

— São os ingressos para o concerto dessa noite, você sabe, os cartazes pela cidade...

— Ah, para o show daqueles moleques? Me parece tedioso ficar em uma sala chique vendo balé clássico.

— Não é Balé Jeon. É similar, mas não é balé. — Falou Kim. — É dança contemporânea.

— Não é a mesma chatice? — Falei, sendo irônico, devolvendo o envelope.

— Dê uma chance, está bem? Você não vai se decepcionar, acredite. — Disse Kim, recusando-se a aceitar os tickets de volta, pegando seu capacete dirigindo-se a saída para pegar sua bike. — E, eu estarei indo também, e trate-se de ser formal!

— Está bem, eu entendi. — Assenti, acenando para ele.

Retornei para a Mercedes Benz, coloquei meus cintos de segurança e voltei a encarar aquele ticket, eu estava livre essa noite, afinal, passei cinco anos com minha vida a mil e nada melhor do que me divertir um pouco, e porque o tão famoso concerto não ser meu primeiro ponto turístico? Abri a porta luvas que continha alguns documentos e a carteira de motorista do Wang hyung e finalmente minha cartela de cigarros, levei a boca acendendo um deles já tragando, abrindo um pouco a janela para que a fumaça se esvaia-se, liguei os motores do carro indo ao meu destino final, minha casa.

Eu morava em um apartamento no centro de gangnam, que era realmente caro, o deposito do residencial eu fazia diretamente do estrangeiro para a Ásia, que por sinal não era nem um pouco barato pelo local onde se encontrava, mas, o dólar valia muito mais que o won tornando-se automaticamente mais barato, entretanto, nada é para sempre.

Peguei o elevador até o décimo terceiro andar no alojamento 703, ao sair junto de minhas malas, percebi que havia muitas cartas e caixas de leite em minha sacola que provavelmente já teria passado da validade, o que me impressiona é que nenhum deles foi tocado desde o dia que eu saí.

Coloquei o cartão em minha porta inserindo a senha, após entrar joguei meus sapatos de canto me jogando no sofá.

[...]

Um tempo havia se passado e eu acabei pegando no sono, e já estava quase na hora de começar o concerto e não havia ainda se quer tomado banho. Apressei-me rápido até o banheiro, retirando meu casaco do exército e blusa encarando-me no espelho, que podia-se notar muitas cicatrizes e tatuagens em meu corpo, corri para o chuveiro em uma ducha quente para lavar até a alma, cantarolei algumas músicas em quanto lavava meus cabelos, para que o tempo passasse mais rápido.

Depois de um demorado banho, enrolei a toalha em meu quadril, indo em direção até meu pequeno closet no quarto para pegar o smoking, vestindo-me com elegância, os cabelos compridos que se encontram um pouco ondulados penteados para trás, pondo o lado direito do cabelo com um pequeno grampo deixando visível as belas argolas/brincos em minha orelha.

Passei uma pequena colônia não tão forte para que eu pudesse parecer bem, e finalmente pondo meus sapatos já engraxados, peguei as chaves do carro e o ticket de entrada, desligando as luzes para encontrar-me com o Hyung no local.

— Jeon Jungguk? — ouvisse uma voz feminina.

Olhei para trás ao escutar o meu nome em seu chamado. — Oh. — Não pude dizer nada, estava surpreso com quem era.

— É você mesmo, Guuk! — Falou ela animada. — Wow, você está tão diferente, e tão bonito! — Deu um riso delicado se aproximando. — E olhe como ficou mais charmoso com cabelo comprido! — Cutucou meus bíceps. — E também mais sexy.

Sorri de ponta a ponta ao ver a beleza estonteante de Ji Eun(IU), ela estava linda como sempre, usava um vestido vermelho comprido, bem apertado que marcava suas curvas, seu pescoço amostra com um belo coque com cachos, sua longa franja que enfeitava as beiradas de seu rosto, um batom vermelho e uma delicada sombra preta para combinar com sua aparência.

— Já faz algum tempo.

— S...Sim.

Não conseguia me concentrar sempre que estava perto dela, sua doce voz, e sua preciosidade ainda estava ali, desde da época de quando éramos crianças, que por sinal, ela era um dos motivos por eu ter vindo morar em um lugar tão caro.

Já fazia um longo tempo desde o dia que nós nos desencontramos e talvez, a partir de agora, eu odiaria ficar longe dela mais de um minuto.

— Pela sua elegância, está indo para o Teatro, certo? — Falou me fitando de cima a baixo. — Então porque não vamos juntos? Estou indo para lá, também.

— C...Certo, vamos. — Falei, animado e nervoso ao mesmo tempo, quem diria que o meu primeiro encontro depois de cinco anos fosse com a menina de meus sonhos.

Ao chegar no estacionamento do prédio destravei a Mercerdes abrindo a porta para que Ji Eun pudesse entrar, estendendo uma de minhas mãos ao teto para que não machucasse sua cabeça ao entrar, coloquei com delicadeza o sinto em volta de si, estava tão nervoso e ansioso pois eu pude sentir sua respiração bem perto de meu rosto, levantei-me rápido para acalmar meus nervos e principalmente meus hormônios, agora dirigindo-me até o banco do motorista.

Depois de um longo caminho de carro, trocando bastante conversas e risos com ela, finalmente pudemos chegar no local, havia muita gente de classe alta, famosos, e até mesmo políticos, vestidos da melhor maneira possível.

"Talvez depois do espetáculo eu diga a ela meus verdadeiros sentimentos." — Pensei.

Procurei um local para estacionar o carro, e por incrível que pareça havia uma vaga perto de uma van preta na garagem do teatro, sorte, talvez? Estava tudo dando certo que eu nem podia acreditar, a mulher que eu amava estava comigo, belíssima como sempre depois desses fodidos 5 anos continuava a mesma.

Descemos do carro e fomos em direção ao elevador para o pátio central do theater, minhas mãos estavam suando, e lá estava eu, com um sorriso de ponta a ponta até encontrar o hyung.

Acenou Namjoon que vinha em direção a jeon, com um sorriso largo segurando uma taça de champagne, estava trajado em um smoking preto com uma faixa de seda em sua cintura, seus cabelos loiros platinado jogado para o lado com um óculos para ressaltar a beleza em seu rosto e sua pele morena. — Jeon, você está incrível.

— Minha nossa, o hyung parece um CEO de alta classe! — O olhei de cima a baixo.

— Eu apenas quis parece bem. — Soltou um pequeno riso envergonhado.

— Garanto que está maravilhoso. — Falou ela sorrindo para ele.

— E.. Quem..?

— Me chamo Ji Eun. — Estendeu a mão para ele cumprimentá-la. — Eu sou a melhor amiga do Jeongguk, prazer em conhecê-lo.

— Eu sou Kim Namjoon, sou um dos amigos de Jeon, encantado em conhecê-la. — Kim cumprimentou a mesma com um aperto de mão.

Senti uma pequena dor no peito ao escutar "Melhor Amiga" e "Jeongguk" na mesma frase, vindo dela, eu diria que isso não mudaria, todas as decisões dela era certa e, eu como no princípio, estou em escanteio novamente, talvez hoje não seja um bom dia afinal.

— Nam-jun-ah? — Disse uma voz um tanto familiar.

Olhamos para trás para ver quem era e lá estava ele vindo em nossa direção, um homem alto, usando um smoking da dior branco que realçava sua pele, seus lábios grandes avermelhados que chamavam atenção, seus ombros largos e seu charme que se destacavam-se em meio aquela multidão, era ele, Jin hyung.

— Jin Hyung. — Disse, Kim.

— Jin Hyung! — Falei animado em vê-lo.

— Ya, JK, quanto tempo! Porque não me ligou quando chegou? Estava com saudades. — Falou Jin, dando um soquinho no braço de Jeon.

Jin estava muito feliz de ter reencontrado Jeongguk, antes de Jeon ir à guerra os dois dívida um dormitório, estavam sempre discutindo e brigando, mas nunca deixaram de ser amigos.

— Querido!

— Q..Querido..? — Disse, Nam.

— Ah, você está aqui. — Jin sorriu para ela. — E está radiante, mas não tanto quanto eu. — Riu.

— Jin hyung continua com os mesmos hábitos, não mudou nada. — soltei um riso baixo.

— Sim, mas ele nunca vem me visitar, você ainda não disse aos seus amigos, Querido?

— O quê? — Falei confuso.

— Ah, bem, Ji Eun e Eu nós...

Eu não estava pronto para as próximas palavras que ele iria dizer, eu já podia sentir uma longa estaca atravessando meu coração, de certa forma, eu acabei ficando... Decepcionado.

— Nós vamos nos casar. — Jin abriu um sorriso largo ao falar aquela frase, estava realmente feliz.

Hoje, realmente não era um bom dia.

Eu vi Namjoon hyung deixar cair a taça no chão quando escutou a palavra "nos casar" da boca de seu amado, ele já sabia mas, eu me senti metade culpado por isso, porque eu havia lhe dito que esse lugar pertencia a ele, por ter dado esperança a ele.

— Namjoon-ah, tudo bem?? — Perguntou Seok ao ver o copo se espatifar no chão, surpreso.

— Estou, eu.. Preciso ir a um lugar. — Disse Kim, com sua voz um pouco abafada reverenciando.

— Quem vai se casar? A festa de despedida pode ser na minha casa! Por minha conta! — Disse Wang com um largo sorriso no rosto acabando de chegar em um momento não tão agradável, com duas taças de champagne na mão.

Aquela noticia havia me abalado um pouco, mas não tanto quanto o Hyung, e eu não pude deixá-lo sozinho, até porque eu me sentia mal por lhe dizer algumas palavras mais cedo, até que eu tive um impulso maior e o segui, ele andava rápido e eu comecei a acompanhá-lo devagar, eu vi seus ombros estremecerem, eu pude escutar seus soluços quase silenciosos, Hyung nunca mostrou se quer uma vez suas falhas ou suas dores, estava sempre de pé, mas desta vez ele não pudera segurar seus sentimentos, quando ele parou e chutou a lixeira foi quando eu pude perceber, durante nossos 8 anos de amizade, foi a primeira vez que eu o vi chorar.

22 Mai 2021 21:34:40 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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