blood_emo Blood_ Emo

Ruas antes movimentadas agora se encontram desertas, onde diversas pessoas um dia caminhavam, hoje apenas uma jovem caminha pela calçada. O mundo como antes conhecíamos caiu, um novo mundo se levanta a partir dos destroços do antigo, quando fechamos nossos olhos, ainda é possível se ouvir os gritos de desespero e os pedidos de ajuda. Apresentando a vocês o inicio do fim do mundo e a quase extinção da raça humana.


Post-apocalyptique Interdit aux moins de 18 ans.

#apocalipse # #sangue #romance #reconstrução #morte #fim #apocalípse
4
1.3k VUES
En cours - Nouveau chapitre Tous les jeudis
temps de lecture
AA Partager

Prólogo

Ruas antes movimentadas agora se encontram desertas, onde diversas pessoas um dia caminhavam, hoje apenas uma jovem caminha pela calçada. O mundo como antes conhecíamos caiu, um novo mundo se levanta a partir dos destroços do antigo, quando fechamos nossos olhos, ainda é possível se ouvir os gritos de desespero, os pedidos de ajuda e as súplicas por clemência do um dia tão adorado Deus.


A jovem então para cruzando seus braços e olhando para o céu cinza com um olhar vazio, uma garota que antes não acreditava que o mundo teria um fim, hoje presencia o que antes não acreditava, o cheiro de podridão invadindo suas narinas, porém, a mesma já estava acostumada a esse odor podre já fazia quase dois anos.


A jovem coloca suas mãos nos bolsos da calça e volta a andar, passando próxima a cadáveres deformados de homens e mulheres, velhos e crianças, porém, a mesma não se importa com a cena rotineira, pois sabia que na primeira cheia, a água limparia aquela cena mórbida e as criaturas aquáticas se deliciaram com os corpos já em acelerado processo de decomposição.


- Por erro dos outros, os que não tinham culpa pagam, pagam precisando lutar pela sobrevivência em um mundo cinza e hostil - A jovem sussurra para si mesma enquanto anda pela rua ainda com as mãos nos bolsos.


Enquanto anda, lembranças pairam sob os pensamentos da jovem enquanto a mesma observa o cenário agora escuro, frio e vazio. A jovem se recorda das ruas movimentadas, dos usuários de drogas nos becos pedindo esmolas para comprar o beque do dia ou cheirar sua amada cocaína para esquecer sua situação, se aventurando em um mundo feliz em meio à brisa proporcionada pela droga.


A jovem entra em um beco sem saída e encosta no muro de tijolos úmidos com odor podre de fungos e sangue, a jovem percorre o beco inteiro com os olhos e um leve sorriso surge em seus lábios ao se lembrar das prostitutas que usavam de seus belos corpos como forma de renda, algumas para alimentar seu vício em drogas e bebidas, enquanto outras para alimentarem suas famílias.


A garota fecha seus olhos e levanta seu rosto para o céu, uma pequena lágrima quente rola por seu rosto gélido ao lembrar-se de sua amiga a qual se prostituía naquele beco todas as noites para que na manhã seguinte, pudesse alimentar seus irmãos mais novos, a mesma amiga que a jovem presenciou ser brutalmente morta por uma criatura a qual não pertencia a este mundo, a jovem assistia assustada sua própria amiga ter a pele rasgada e devorada por aquele ser vindo do próprio inferno, petrificada, congelada no mesmo lugar, o medo tomava conta de seu corpo.


- SERENA! - Uma voz masculina de tom rouco pode ser ouvida ao longe.


A jovem ainda com o rosto levantado ao céu e os olhos fechados, levanta um de seus braços para frente, em sua mão se encontrava uma pistola adaptada com um silenciador na ponta do cano.


- Volta pro inferno de onde veio - A jovem diz antes de puxar o gatilho da pistola.


Segundos depois, é possível se ouvir o som de algo pesado caindo no chão, a jovem guarda a pistola em sua cintura ainda com os olhos fechados, quando a mesma abre os olhos, encara a mutação humanoide em estado de decomposição com a estatura de uma criança de 12 anos, caída à sua frente, já esvaída de vida, imóvel no chão.


- Belo tiro - Diz um jovem de estatura alta e cabelos castanhos claros, se aproximando da jovem trajando de um uniforme militar.


- Tão jovem, ainda tinha muito pela frente para ter uma morte miserável como essa - Disse a jovem passando ao lado do corpo, seguindo para fora do beco agora acompanhada pelo rapaz.


- Não encare a morte como um fim e sim como seu pai sempre dizia, “a morte não é um fim e sim um merecido descanso dados aos bons soldados” - Diz o rapaz abraçando os ombros da jovem enquanto andavam.


- Hum… - A jovem responde em um suspiro triste, ainda perdida em suas lembranças.


- Vem, vamos voltar antes que mais daquelas coisas apareçam para nos incomodar - Diz o rapaz com um sorriso simpático no rosto, parado ao lado de uma moto preta.


A jovem apenas suspira e pega o capacete preto que o rapaz lhe entregava com um sorriso. Antes da jovem colocar o capacete, o rapaz a puxa delicadamente pelo queixo, lhe dando um selinho casto, um pequeno sorriso surge no rosto da garota e a mesma coloca o capacete.


Ambos sobem na moto, o rapaz da partida, saindo com a moto pelas ruas vazias, um sorriso maior se forma nos lábios do rapaz o qual acelera a moto, ocasionando em um barulho extremamente alto o qual ecoa pela cidade deserta, a jovem acerta um soco no ombro do rapaz que ria como uma criança.


- SEU IDIOTA! - Esbraveja a garota, claramente com muita raiva da imprudência de seu companheiro.


- SÓ UM POUCO DE DIVERSÃO DOCINHO HAHAHAHA! - Ria o rapaz, se divertindo com a raiva aparente da jovem.


Sugestão de música para ouvir enquanto lê - NEFFEX Fight Back (Sugestão do autor para tema do momento).


Não demora muito, três daquelas criaturas saem correndo de um beco, seguindo a moto, logo em seguida, mais cinco saem correndo de outro beco seguindo incansavelmente a moto, em fração de segundos, já havia uma horda de mais de cem daquelas coisas correndo atrás da moto.


- MAS QUE MERDA SEU IMBÉCIL! - A jovem grita com mais raiva ainda olhando para trás vendo aquelas criaturas os seguindo aos montes.


- O IMBÉCIL COM QUEM VOCÊ TEVE TRIGÊMEOS HAHAHA! - Continuava rindo o rapaz, se divertindo cada vez mais e mais com a situação a qual se encontravam.


A jovem retira seu capacete e o entrega para o rapaz, o qual pendura o objeto em seu braço enquanto pilota. A jovem passa suas pernas ao redor da cintura do rapaz logo se deitando na moto em movimento, ela aponta duas pistolas modificadas com silenciadores para a enorme horda atrás deles, logo começando a atirar, abatendo quantas daquelas coisas o possível.


- SE VOCÊ SE ESQUECEU TEMOS TRÊS CRIANÇAS ESPERANDO QUE VOLTEMOS INTEIROS PARA CASA, SEU IDIÓTA! - A jovem esbraveja enquanto atira em direção a imensa horda.


Quando a munição de uma das pistolas acabava, a jovem colocava a pistola na boca e retirava o cartucho vazio do guardando em seu bolso e retirava um novo cartucho carregado dos bolsos, carregando a pistola logo voltando a atirar.


O rapaz havia parado de rir agora se concentrando unicamente em manter a velocidade da moto acima da velocidade daquelas criaturas, os mantendo o mais afastados o possível daquelas coisas. Não importa quantos daquelas coisas a jovem abatia, ainda havia muitas os perseguindo por imprudência de seu parceiro.


De repente, uma van preta blindada sai de uma das ruas invadindo a avenida principal, a van segue a frente da moto onde o rapaz e a jovem estavam quando as portas de trás da van são abertas e uma rampa é baixada, duas pessoas trajando de uniformes militares com capacete e visor baixados são reveladas.


- Deixa-me adivinhar, o Ethan sendo imprudente de novo só pra ter um pouco de ação, estou certo? - Uma das pessoas que estavam na van diz apontando uma metralhadora também adaptada para silenciador para a horda.


- Meio que tá na cara não acha? - A garota diz levantando seu corpo, arrumando sua postura na garupa da moto.


Ambos os dois na van riem antes de começar a atirar em direção à horda de criaturas, todas as armas desse grupo de sobreviventes eram adaptadas a silenciadores e miras para melhor precisão nos tiros e redução quase total de ruídos para não chamar a atenção de mais daquelas criaturas.


O rapaz que pilotava a moto acelera subindo na van pela rampa que raspava no asfalto ocasionando em fagulhas, a jovem desce da moto e juntos os dois recolhem a rampa para dentro da van em seguida pegando cada um uma metralhadora carregada, ajudando os dois que já estavam atirando.


- VOLTA PRA BASE! ESTAMOS GASTANDO MUNIÇÃO A TOA AQUI! - A jovem grita e todos baixam suas armas, as duas pessoas que já se encontravam na van antes, fecham as portas traseiras da van.


Os quatro se sentam nos bancos que haviam enfileirados nas laterais da van e descansam um pouco enquanto o motorista dirigia de volta para a base, despistando a horda no trajeto e com vocês, o início do fim do mundo e a quase extinção da raça humana.

6 Mai 2021 14:31:36 2 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
2
Lire le chapitre suivant Apenas Um Pesadelo

Commentez quelque chose

Publier!
Arthur Campos Arthur Campos
Caralho trigêmeos... Com um retardado que quer adrenalina num mundo de zumbis, essa daí ta feita KKKKKKKK

  • Blood_ Emo Blood_ Emo
    Né kkkkk ainda bem que Serena em partes é mente no lugar kkkk =w= 3 weeks ago
~

Comment se passe votre lecture?

Il reste encore 24 chapitres restants de cette histoire.
Pour continuer votre lecture, veuillez vous connecter ou créer un compte. Gratuit!