marcela-helena1597371003 [email protected] Elena

Vemos muitas fanfics sobre meio-sangues e todo o universo criado por Rick Riordan, mas eu garanto que essa será uma história diferente de tudo que vocês já leram sobre o tema. A protagonista da nossa história é Rose Paolli, uma garota doce, com poucos mas fiéis amigos, uma vida simples e feliz, que dará uma reviravolta quando ela completar 17 anos. Se os problemas amorosos comuns de uma adolescente já não são aventura suficiente, talvez a descoberta de um passado obscuro dos pais dela prenda sua atenção. Com muita aventura, romance quando convém, mitos, lendas, profecias, demônios, tudo isso e muito mais é o que Rose deve esperar, junte-se a ela nessa aventura e venha ler, garanto que você não irá se arrepender! Ah, quase esqueci, essa história não é um plágio ou uma cópia de uma outra história que está aqui mesmo, nessa plataforma, na verdade, é a mesma história! Até peço desculpas a quem acompanhava lá, pois perdi o acesso, mas agora estarei postando aqui, com algumas alterações. Boa leitura!


Fiction adolescente Tout public.

#paranormal #fantasia #aventura #espiritual #fanfic #conto #açao #258 #301 #suspense-misterio #ficcaoadoslecente #classico
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o Bilhete

[sonhando] ~ Rose...Rose... – dizia uma voz assustadoramente suave - você irá cair você irá cair.. você é fraca... fraca... o mundo será devorado pela escuridão e você não conseguirá impedir… está chegando a hora!

- Aaah! - soltei um curto grito e acordei, Jennifer bate um livro na minha cabeça e fala fazendo sinal de silêncio.

- Shiii!!! Tá louca Rose? Estamos na biblioteca quer que expulsem a gente?!

- Foi mau! - falei envergonhada.

- Rose eu achei um livro que fala sobre sonhos e o que os causam - falou Jen me mostrando o livro.

- Sério?! - falo isso pegando o livro, quando o folheio, abre em uma página com a folha um pouco dobrada, uma seção que fala sobre "premonições" - Acha que meus sonhos são premonições? - Jennifer balança a cabeça respondendo que sim.

- Mas amiga, não dá pra ter certeza de nada, não somos especialistas e esse livro não garante isso. - ela me olhou preocupada e como em um estalo retomou - Ah! Quase me esqueci, quando fui registrar o livro, a bibliotecária disse que a Professora Clarisse quer falar com você lá na sala dos professores.

- Sabe sobre o que ela quer falar? – perguntei enquanto guardava os materiais.

- Na verdade ela não me disse nada, só que a professora precisa falar com você.

- Então vou lá, até mais tarde Jen.

Coloquei a mochila nas costas e sai, enquanto andava pelos corredores, foi inevitável não pensar em Estevam, será que eu finalmente estou pronta para contar a ele? Achei melhor esvaziar a mente quando estava me aproximando da sala dos professores, afinal não sei sobre o que é, paro em frente da porta, bato e aguardo uma resposta.

- Entre por favor – escuto a voz da professora e entro.

- Com licença... - entro na sala e encontro a professora sentada de pernas cruzadas fazendo pose de autoridade, me aproximo - A senhora queria falar comigo?

- Sim. Sente-se – pediu a professora apontando pra cadeira em sua frente, me sentei, a professora se virou para mim e preocupada indagou - Querida, gostaria que dissesse a verdade, tem alguma coisa errada na sua casa? Com a sua mãe, talvez?– ela diz com uma expressão de preocupação.

- Quê??? - Pergunto confusa, e talvez eu até tenha soado um tanto exaltada.

- Você está usando drogas? Ai meu Deus você tá se enchendo de calmantes, não é?! - diz a professora preocupada e ao mesmo tempo espantada.

- É o quê?!! - me levanto da cadeira brava. – Você está louca mulher? - perguntei com raiva, a professora abriu a gaveta debaixo de sua mesa e tirou alguns dos meus trabalhos e atividades em sala, me mostrou dizendo:

- Dois, quatro, cinco e seis! Essas são todas suas notas, pelo menos as mais recentes, estou preocupada Rose, você sempre foi uma aluna exemplar.

A professora dizia aquelas coisas como se fosse a minha mãe, a professora Clarisse era muito gentil e carinhosa ela sempre procurava ajudar os alunos da melhor maneira, eu conheço ela desde pequena, ela e meu pai eram muito amigos, acho que se conhecem desde os tempos de escola, por isso Clarisse era como uma mãe pra mim.

- Professora eu não tenho mãe, a senhora lembra? Ela nos abandonou quando eu ainda era um bebê. Eu estou bem professora, sério!

Naquele mesmo momento olhei para a professora com tristeza nos olhos, eu queria muito ter conhecido minha mãe. Sempre que se tratava daquele assunto eu sentia um vazio enorme em meu coração.

- Com licença… Atrapalho?

Era o Estevam, o filho da professora entrando na sala, com aquele lindo cabelo loiro, seus olhos verdes e a pele perfeitamente bronzeada, meu coração começou a bater mais rápido, eu era sua amiga há um bom tempo, e há alguns meses começou a surgir um sentimento diferente em mim por ele, mas como todos os garotos ele não percebia isso ou não sentia o mesmo.

- De maneira alguma Estevam, entre, entre. – respondeu a professora antes que eu pudesse raciocinar.

- Oi Rose, não te vi na segunda aula, está tudo bem? – disse ele com aquela voz angelical.

- Ah, oi Estevam! Está tudo bem sim, não estava na aula porque Jennifer e eu fomos fazer uma pesquisa na biblioteca. - Respondi toda sorridente e corada.

-Ótimo então! Mãe eu trouxe o que a senhora me pediu. - disse ele entregando uns papéis para ela.

- Obrigada bebê! - agradeceu a professora fazendo carinho no rosto dele e sorrindo, eles eram muito fofinhos, eu gostaria de ter tido isso com uma mãe, mas meu pai era muito carinhoso comigo também, sorri olhando pra eles.

- Tchau Rose! E a propósito, feliz aniversário. - disse o Estavam piscando pra mim e sorrindo, meu coração deu um pulo de alegria eu estava feliz por ele lembrar do meu aniversário! Só consegui sorrir timidamente e corar.

Estavam se virou e foi em direção a porta, reparei a capa de violão em suas costas, acho que ele ia compor, então ele saiu enquanto eu ainda pensava sobre ele. Voltei à realidade me virando para a professora e falei:

- Olha Prô, muito obrigada por se preocupar, mas eu estou bem, de verdade mesmo, e vou melhorar minhas notas prometo!

- Está bem minha querida, se precisar de ajuda com as matérias ou mesmo quiser conversar, sabe que pode contar comigo!

Ela sorriu pra mim, sorri de volta fazendo que sim com a cabeça e sai da sala, o sinal para aula antes do intervalo bateu.

- Ai meu Deus! Esqueci da aula de história! - sai correndo pelo corredor, me deparei com o Estevam, ele segurou o meu braço.

- Posso te perguntar uma coisa? Será rápido prometo!

-Hã.. Tá bom. - Parei meu corpo que ainda estava em inércia.

- Rose alguma coisa estranha aconteceu com você ultimamente? – havia preocupação no rosto de Estevam, aquela pergunta foi muito estranha, fiquei sem entender.

- Tirando as minhas notas despencarem... não. Porque? - respondi sem entender.

- Ah okay. Se alguma coisa acontecer me fala tá? - ele soltou o meu braço e saiu escada acima.

- Tá bom... – falei mais para mim mesma que para ele.

Achei confuso e estranho, continuei a correr em direção ao meu armário para pegar os livros de história, quando abri, um papel caiu no chão, eu não costumo deixar nada solto em meu armário, então alguém havia colocado ele lá, peguei e li, era apenas uma frase:

“Eu sei da verdade, estou de olho em você"

Olhei em volta, não havia ninguém me observando, naquele mesmo instante o papel começou a se queimar, joguei o papel no chão, e observei ele se transformar em cinzas… cobri a boca com as mãos, peguei o livro no armário e andei apressadamente no corredor em direção a sala, no caminho, um garoto olhou para mim, seus olhos se tornaram negros e sem pupila, mas devia ser coisa da minha cabeça, uma cinza deve ter voado no meu olho ou algo assim.

O medo começou a tomar conta de mim, uma mulher me encarou e sua face mudou, ficou como a um monstro, comecei a ver sombras e coisas que não sabia identificar no corredor. Comecei a correr, eu estava apavorada, outras pessoas não pareciam ver o que eu vi, então supus que se tratava de uma crise de pânico minha, fui correndo ao banheiro feminino e tranquei a porta, fui a pia, lavei meu rosto e me olhei no espelho. Fiquei me encarando.. o que vi foi meu rosto branco, que parece nunca tomar sol, meus olhos azuis me encarando e meus cabelos castanho claro presos em um coque um pouco bagunçado, nada mais, somente a Rose de sempre, talvez um pouco mais pirada...

- Só posso estar ficando louca! Nada do que vi, pode ser real! Qual é Rose?! - falei olhando pro espelho com o rosto molhado.

- Você não está louca querida! - uma senhora gorducha e baixinha apareceu do nada ao meu lado.

- Qu..quem é a senhora? - perguntei com a voz tremida.

- "No dia em que o céu se tornar terra e a terra se tornar céu, o portão há muito tempo selado, aberto será e a terra, pelas trevas devorada, os quatro heróis as trevas deverão enfrentar e a pequena criança da Terra em sacrifício irá se entregar".

Naquele momento o chão tremeu, me agachei em pânico, fechei os olhos e coloquei as mãos no ouvido, depois de alguns segundos parou de tremer, abri os olhos e a senhora não estava mais lá, saí do banheiro com uma cara de espanto e dei de cara com o Estevam.

- Rose o que aconteceu? - perguntou ele.

- Estevam eu preciso de ajuda, estou ficando louca! - falei olhando ele no olho e segurando o braço dele.

- Rose é melhor eu te levar pra casa! Quando chegar lá, conta tudo que viu e ouviu para o seu pai, ele vai saber o que fazer. - ele disse com jeito de estar escondendo algo.

- Quê?! O que é que tá acontecendo?!! Estevam me fala!

- Você tem que ir pra sua casa agora, Rose! Seu pai vai te ajudar!

- Eu não vou! Não até você me dizer tudo o que está acontecendo! - fiz pulso firme, mas pensando em tudo o que acontecera, me senti infantil e birrenta.

- Ah você vai sim! - disse ele me pegando e me colocando sobre os ombros.

Corei e fiquei sem reação naquele momento, eu não sabia o que estava acontecendo, mas estava adorando ser carregada pelo Estevam (talvez o drama tenha valido a pena).

Estevam me deixou no ponto de ônibus, disse que tinha algo urgente para fazer e me deixou, a caminho de casa o sol já estava se pondo, decidi pegar um atalho ao invés de esperar o ônibus, entrei por um beco, sim eu sei que sou louca, no beco em que entrei pude avistar três homens, um estava caído no chão e aparentemente desacordado, o outro parecia ser o alvo no momento, encostado na parede prestes a ser morto pelo terceiro, que estava com a mão no tórax do homem encurralado, me escondi atrás de uma enorme lata de lixo, eu sou muito baixinha pude me esconder evitando de ser vista, meu coração disparava em medo, me arrependi na mesma hora de não ter esperado o ônibus.

- Por favor, não me mate! - implorou o homem enrascado, prestes a ser morto, ele era pálido tinha dentes afiados e olhos vermelhos.

- Cala boca! - falou o agressor, que estava a enfrentar os seres, ele arrancou o coração do vampiro, que deu um grito de pavor antes de seu coração ser removido por completo.

- Por favor, não faça... - implorou o vampiro novamente, dessa vez eu percebi desespero real em sua voz.

- Você deveria ter pensado melhor antes de me atacar, seu vampiro miserável! - disse o rapaz, ele pegou o coração que estava em suas mãos e o apertou sem dó nem piedade, abriu a mão e escorregou uma espécie de areia, então ele abriu um sorriso psicopata.

O outro vampiro acordou e avançou até o rapaz, foi um grande erro! O rapaz segurou seus pulsos e o fez queimar de algum modo com chamas negras, não pude ver a rosto do rapaz por conta cabelo que cobria uma grande parte do rosto, ele estava vestindo uma jaqueta de couro e uma calça jeans, o que me chamou a atenção foi a pele pálida, era alto também, eu diria 1,70 no mínimo, o rapaz andou em direção a lata de lixo a qual eu estava escondida, estava agachada e segurando as alças da minha mochila rezando para que aquele cara não me encontrasse, até que ele chegou mais perto e mais perto e se deparou comigo, me levantei, ele olhou para mim fixamente, comecei a suar frio, eu estava com muito medo, tentei ser forte encarando-o no olho, naquele momento pude ver claramente seu rosto, ele tinha o rosto fino, lábios rosados um tanto pálidos, pele pálida, olhos negros como duas azeitonas pretas e cabelos pretos, escorridos por suor no rosto, ele até que era bonitinho, ficamos nos encarando por um tempo, depois daquilo ele se virou e saiu andando, respirei aliviada e continuei meu caminho para casa, com o passo apertado cheguei em casa e meu pai me recebeu com um abraço dizendo:

- Como está a minha flor favorita? Como foi seu dia?

- Estou bem papai, meu dia foi muito doido, mas não quero falar sobre isso... – ele me deu um beijo na testa, me soltou e continuou.

- Tem certeza que não quer conversar? – ele me olhou com aqueles olhos azuis penetrantes, um azul muito mais vivo que o meu, normalmente não consigo mentir para o meu pai, mas a situação pediu, achei melhor não falar.

- Tenho sim, são bobeiras de adolescente – falei sorrindo.

- Se você diz, agora vá tomar um banho e faremos o de sempre – ele disse com um sorriso e piscou pra mim.

- Boliche e pizza!!

Subi as escadas para o meu quarto correndo, estava feliz de poder deixar os acontecimentos do dia para pensar em outro momento, porque agora seria só eu e meu pai, tomei um banho rápido e quando terminava de me vestir meu celular vibrou, recebi uma mensagem do Estevam dizendo:

[mensagem] Rose você chegou bem em casa?

[mensagem] Simm!

[mensagem] Ótimo! Rose, faz o que eu te pedi, sim? Fala com o seu pai.

[mensagem] Okay, mas não hj, não quero estragar minha noite com ele.

[mensagem] Rose, qqr coisa que acontecer, me liga imediatamente, ñ se contenha!

[mensagem] OK

[mensagem] - a gnt se vê dps.. bjs e se cuida.

Eu estou decidida, amanhã mesmo eu me declaro para ele, mas não vou falar com meu pai sobre o que aconteceu hoje, me sentei na cama, olhei para a janela do meu quarto que tinha a vista para a cidade, Nova Iorque estava agitada e populosa como um dia comum, mas mal sabiam as pessoas naquela cidade os segredos e sombras que se escondiam na escuridão, procurando a hora certa para atacar, penso eu .. ainda não acredito em tudo o que vi hoje...

Tivemos uma noite ótima, sem problemas ou preocupações, comemoramos meus 17 anos da maneira de sempre, chegamos e ele me pôs para dormir, me deu um beijo e disse que me amava, eu logo adormeci, mas nessa noite sonhei com minha mãe ao meu lado me dando os parabéns, ela dizia que lamentava não poder estar ao meu lado.. acordei com o despertador tocando.

17 Août 2020 02:18:18 2 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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Marcel@ Elena [email protected] Elena
Oi Galera ! quase esqueci, essa história não é um plágio ou uma cópia de uma outra história que está aqui mesmo, nessa plataforma, na verdade, é a mesma história! Até peço desculpas a quem acompanhava lá, pois perdi o acesso, mas agora estarei postando aqui, com algumas alterações.
August 17, 2020, 02:42
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