scargreystoke Scarlett Greystoke

Canibal,Selvagem,Assassina,Monstro. Chamem-me vocês do que quiserem,eu tinha apenas um obejtivo com tudo o que eu fazia,fazer com que o mundo ouvisse a verdade,a minha verdade.


Histoire courte Interdit aux moins de 18 ans.

#mitologia #canibal #serialkiller #295 #assassina
Histoire courte
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A Loba.

Eu nasci no dia 13 de outubro de 1989 em Florença meus pais e meus tios tinham grandes esperanças em relação ao meu nascimento,porque eu fui gerada durante um ritual em adoração a um dos deuses do submundo em que meus pais acreditavam.

Meus pais e meus tios que eram a única família que eu tinha se reuniam com outras pessoas 3 vezes ao ano para um ritual em adoração ao deus maia do submundo Ah Puch porque essas pessoas acreditavam assim como eu que estariam atendendo a vontade dele a partir de sacrifícios humanos,o ritual era composto por três etapas,nomeadas como "A morte","O Prazer" e "A fartura",durante a primeira etapa um casal era morto na frente de todos os membros presentes na sala e quem os matava era meu pai que na época era o líder e guia do grupo,ele usava para matar ambos uma réplica de uma faca sagrada cujo o cabo era composto por parte de um esqueleto humano e continha símbolos que indicavam os deuses que para nós eram os mais importantes da crença,o casal teria que morrer pelo corte de suas jugulares e o sangue ambos seria distribuído em uma cuia para cada um dos 9 nove membros do grupo;Durante a segunda etapa o casal líder do grupo transaria em meio a um banho de sangue que seria dado através dos outros membros,na última etapa os nove membros se fartarão dos cadáveres do casal morto durante o período do crepúsculo ao nascer do sol o ritual era terminado e os membros seguiam seus caminhos deixando a sala suja em adoração a Nah a deusa da sujeira,a sala só era limpa na tarde do dia seguinte.Meus pais acreditavam que por eu ter sido um resultado inesperado vindo após aquele ritual eu era uma criança enviada através do próprio Ah Puch e que eu carregaria em minhas veias o sangue divino e profano dele,meus pais me registraram como Lucciana porque eles tiveram medo que a legislação do país implicasse com o meu verdadeiro nome,eu dentro de minha casa durante a minha vida toda eu fui chamada de Ixtab que é o nome de uma das filhas do deus da morte Ah Puch eles me nomearam porque esperavam que eu desse a eles alegria de expandir o culto após a morte deles e assim como me foi ensinado eu o fiz sem nenhum receio.

Os meus pais decidiram me criar segundo os mandamentos de um guia,minha missão era levar a adoração a outros povos,por isso não foram os italianos que me prenderam e sim os americanos aqueles vermes viciados em patriotismo;mas eu me sinto bem aqui,o pior mesmo é que... A comida é horrível,e eu me sinto desfiando mais e mais a cada dia. Eu pedi que eles mudassem minha alimentação para apenas carne crua,mas eles não aceitaram disseram que a nutricionista da prisão não permitiria que eu me alimenta dessa forma.

Eles me deixaram ser uma criança normal como as outras que viviam em meu bairro,contudo eu ainda tinha algumas restrições,eu iria escola porém eu não poderia fazer perguntas aos professores eu deveria seguir todas as ordens e os conceitos dados por eles pois o meu destino estava acima daquilo e os tais conhecimentos que eles me ofereciam só me serviriam para que eu pudesse me misturar em meio aos outros e me camuflar e continuar agindo como uma guia em meu meio,eu cresci em uma casa com algumas leis que talvez você pense que são egocêntricas.

Eu fui por isso obrigada aprender a língua proto-maia ela ainda é aceita em alguns países como no México e em Guatemala,mas o motivo pelo qual eu tive de treiná-la era mais profundo,era língua da tribo a qual meus avós pertenceram antes se mudarem para a Itália. Eu só poderia comer animal mal passada,eu tenho um paladar aguçado agora não sou como meus ancestrais que se recusaram a comer chocolate e entre outras coisas,eu também fui ensinada a tocar instrumentos os tribais e os que pessoas como você usam meu favorito entre eles é o violino,eu frequentei a escola como qualquer criança normal para conseguir manter normalmente o disfarce de minha família pois nós pertencemos à elite do país o que nos tornava exemplos para os outros membros da sociedade presente onde vivíamos.

Eu fui proibida de questionar sobre os ensinamentos que eu recebia na escola,porque meus diziam que eu não deveria atrapalhar o curso da humanidade pois eles não eram destinados ao mesmo triunfo que eu. Meu nome Ixtab significa a que traz a morte; é o mesmo nome da deusa representante do suicídio nós maias consideramos ato de tirar uma vida um ato nobre porquê a morte nos aproxima do convívio como os Deuses aos quais nós adoramos,não espero de maneira alguma que você entenda tais sentimentos.

quando eu completei nove anos de idade meus pais permitiram que eu presenciasse o meu primeiro culto a Lazzoli a deusa do sexo e da sujeira,mas naquela noite a preocupação deles era que eu aprendesse como eu deveria me comportar diante de momentos como esses já que eu seria a próxima guia da minha casta; Eles me colocaram sentada em uma cadeira de madeira vermelha,o lugar fedia a esgoto mas ainda assim estava relativamente limpo,o lugar era oca feita em uma parte de uma floresta de mata fechada onde lá além de nós estavam 9 homens e 9 mulheres nus,com máscaras feitas de crânios de animais como bodes,bois,touros,alces e cervos que dançavam e cantavam uma melodia que ao mesmo tempo poderia embalar um bebê e indicar o início de uma guerra,meu pai estava de pé no meio deles ele segurava um totem enquanto entoava o mesmo canto que entoavam os outros que estavam ali na toca,minha mãe que sentada ao meu lado estava,sussurrava em meu ouvido a tradução de cada palavra que eles ali e eu me lembro bem de quais eram porquê depois de adulta eu tive entoá-las várias e várias vezes

"Venha ó pecado,que no profundo eu se esconde,liberte-se com a noite,que a dor o faça forte,de que teu odor venha o prazer,que de teu poder venha o corte que nos faz sangrar,nos faz lutar,nos faz brindar,nos faz morrer. Venha alimentar-nos com vossa presença,venha arrancar do mundo o pudor,venha despertar em nós o desejo de sermos um só com aqueles cujo o pecado nos originou,venha ó mãe impiedosa,venha banhar-nos com teu calor,fazei-nos arde em tuas trevas,Lazzoli responda ao nosso clamor."

Depois de entoarem esse canto,eles se sujaram com a tinta retirada de árvores amassadas,folhas trituradas,e restos dos animais,marcavam seus rostos e corpos e saiam da toca para dançar na fogueira a gritos enquanto alguns copulavam furiosamente por horas exibindo gritos de fúria e luxúria,enquanto o meu pai guiava a mim e a minha mãe para o centro da celebração,ele me sujou com a tal tinta me ergueu diante da fogueira e em seguida bradou contra a noite:

"Oh criança que a morte trouxeste a esse campo, mostra a nós tua face diante da deusa mãe do infra mundo,nosso mundo,nosso eterno mundo,mostre a nós que és digna do manto e do pecado que a cerca,mostre a nós que és quem o grande Deus nos enviou."

Eu não sabia exatamente o que fazer diante de tal ordem,então eu apenas sorri,o meu sorriso despertou o sorriso de minha mãe,o sorriso dela me deu confiança e então eu passei a gargalhar e quando dei por mim já não havia mais controle para o qual alta estava a minha risada,o prazer que aquela cena julgada por muitos hoje como maldita me embriagava eu era uma criança na época,mas os desejos que me tomaram aquela noite não tinha nada de infantis,eles me puseram no chão e esperaram para ver qual seria o meu próximo passo,e então ainda guiada pela embriaguez que o ritual me causava eu caminhei ainda sorrindo até onde estavam alguns dos animais os quais eram propriedades dos homens daquela tribo eu soltei uma das ovelhas daquela cerca e com a pedra pontiaguda que estava pendurada no meu pescoço eu rasguei a pele dela usando todas as forças que eu tinha me banhei no sangue dela quando ele jorrou,e arranquei o primeiro pedaço da carne crua do pescoço dela.

O gosto era amargo,como um café sem adoçante mas mesmo assim eu segui mordendo e mordendo,até que observei minha mãe se ajoelhar ao meu lado e com quem quisesse me ensinar a concluir bem tal tarefa ela curvou a própria cabeça,apoiou os dois braços na terra e começou a comer a parte do estômago da ovelha arrancando pedaços pequenos,mastigando-os e engolindo aos poucos sem muita pressa como se quisesse evitar o engasgo,ela se fartava daquela carne assim como eu mas aos poucos,como se quisesse se deliciar com a tal carne sem pressa,em reverência a grande mãe do infra mundo minha mãe escolheu se fartar do mesmo prazer que eu enquanto meu pai nos assistia de longe orgulhoso de sua família e de seus discípulos,o prazer era nítido nos olhos dele,e ele sorria como eu nunca antes havia o visto sorrir,quando o sol começou a nascer a euforia e adrenalina da celebração diminuiu,e os outros se sentaram em um grande círculo,e aguardaram as palavras de meu pai,que se pronunciou antes que os raios ficassem fortes o suficiente para nos cegar,enquanto a penumbra do céu ainda estava em vermelho: "Nasce agora em nós filhos da morte um novo dia,o presente do nosso Deus viveu o seu primeiro despertar nesta madrugada,e ela levará a escuridão ao mais claros centros em todo o mundo,ela afogar todos os que resistirem no sangue de sua ira,e irá pisar sobre os corpos daqueles que um dia tentaram destruir tudo o que somos e sabemos. Curvem-se diante da digna morada da morte e oferecem seus olhos como testemunhas dos grandes feitos que ela há de fazer,recebam dela hoje a bênção da agonia eterna,contemplem a anunciadora do infra mundo,contemplem IXTAB."

E todos os outros ali gritaram meu nome,em gritos sôfregos,com fúria e poder em suas vozes como se meu nome fosse um grito de guerra,vendo isso meu pai me levou a frente deles e deixou que eles me tocassem,alguns sussurravam coisas,algumas mulheres choravam outras riam mas todos eles ali me reverenciavam,como se eu fosse a personificação da própria deusa,e como seu fosse capaz e digna de trazer a morte ao encontro de todos eles.

Eu não me sentia digna das almas deles,todas que eu ceifei de lá até aqui foram para Ah Puch,ele é dono de cada uma delas e soberano de todo infra mundo,mas eu nunca fui digna de ouvir a voz de um Deus,tudo o que eu recebi desde o meu despertar foram sinais que me guiavam e diziam quais passos eu deveria seguir através de sonhos o reino dos sonhos é também morada daqueles governam nosso mundo,é onde eles estão livres para dar direção aos seus escolhidos,e onde eles nos entregam os mais preciosos ensinamentos,os quais nós carregamos por toda a nossa vida.Quando eu ainda era uma menina eu recebi um sonho onde eu andava por uma floresta densa e silenciosa no meio de uma noite muito fria.e então eu escutava de longe o som de um uivo,de uma loba e o som desse animal me encantava,me fez esquecer do frio e da escuridão e me fez segui-lo para onde quer que ele estivesse indo. Eu segui o uivo e depois de muito me embrenhar naquela floresta eu finalmente encontrei a loba,ela estava deitada em frente a última presa dela,um cervo de pequeno porte,ao me ver ela se levantou e com o focinho e a boca cheios de sangue ela veio em minha direção se posicionou ao meu lado e então eu ouvi uma voz dizendo-me:" Coma."

Mas a voz não parecia vir da loba,parecia vir de algo maior e mais forte que ela e então eu obedeci,me aproximei dos restos daquele servo me ajoelhei naquele mesmo chão,a loba que outrora estava ao meu lado se colocou novamente na minha frente,entre mim e o cervo e então como se quisesse me ensinar como comer o animal,ela lambeu a própria pata suja de sangue e aguardou,em seguida eu mergulhei minha mão esquerda no sangue do animal e logo depois a imitei enquanto lambia o sangue que escorria dos meus dedos até o meu punho,e então depois disto a loba mergulhou o rosto na carne do animal e passou a devorá-lo com muito gosto e eu a imitei sem hesitar enquanto a mesma voz que eu havia ouvido antes me dizia me incentivando:"Coma,coma,vamos coma."

Eu obedecia a voz sem cessar,sem esperar por nada que viesse me impedir,e seguia comendo,mastigando mordendo e me deliciando com a carne agridoce e grossa daquele animal,ao terminarmos quando tudo o que havia sobrado eram apenas ossos e sangue do cervo além do couro que não era digerível nem para o animal e nem para mim,ela uivou e eu a segui uivando junto na mesma sintonia,uivamos para a madrugada como se nossos uivos fossem acordar o mundo. Depois deste sonho que eu me certifiquei de que o sangue deveria ser a tinta com a qual eu demonstraria ao mundo a sua verdadeira face,manchando-o e levando-o a se afogar no mesmo mar no qual eu jurei me afogar todos os dias e todas as noites,o mar de sangue,o mar vermelho do infra mundo.

Os ensinamentos que meu pai passou aos dele,e os que eu passei aos meus são coisas cruciais as quais a vocês sempre deveriam estar atentos,ou como vocês especialistas em assassinatos diriam,estes são alguns dos principais elementos que determinam a minha vitimologia. Eu vou tentar exemplificar para vocês como esse tipo de conversão funciona:Vocês certamente já foram abordados por um religioso que prometia milagres divinos se acaso vocês aceitassem se unir a igreja dele, e vocês devem saber também que às vezes a própria psicologia é usada como meio de conversão em meio a cultos,sociedades e religiões,e é exatamente assim que acontece a convocação de homens e mulheres ao nosso meio,nós vemos neles poder e oferecemos a eles a oportunidade de usar esse poder segundo a própria natureza desse dom,e ainda entregamos a ele mais poder.A antropofagia ao contrário do que muitos pensam não é só um ritual onde são encontradas desculpas aparentemente plausíveis para devorar seres humanos,a antropofagia é um ato de troca de habilidades,conhecimento e de sentimentos. Nós podemos aprender muito através do seres que consumimos,cada habilidade e conhecimento adquirido nos torna mais e mais poderosos e é graças a esse poder que nós nunca deixaremos de existir. É como eu lhes disse antes a morte é um presente dado a cada ser,a morte é o que eleva os seres humanos ao mesmo mundo daqueles que nos governam,nós entregamos isso a eles nos reaproveitando de sua carne que às vezes é maltratada e subjugada por outros.

E existem seres humanos que foram tão mais tão maltratados na carne e na mente que possuem o sentimento de se entregar a morte como o único meio de fuga do mundo podre e opressor onde vivem,esses nós aceitamos em nosso meio mostramos a eles o verdadeiro valor que eles terão em meio aos nossos ritos,e eles aceitam de bom grado nos ajudar a manter nossos Deuses servidos. Sim eu estou me referindo aos suicidas,mas eles não são encarados por nós Maias com o mesmo desprezo que vocês cristãos ou não os olham,eles não precisam de salvação ou tratamento psicológico como vocês dizem,eles precisam de liberdade e precisam que esse desejo seja saciado da única forma possível,e é por isso que estes suicidas que nós encontramos o privilégio de participar como peça principal de muitos de nossos rituais onde eles receberão a libertação que precisam enquanto nós receberemos a purificação a nós destinada através da agonia derramada a partir das mãos dos deuses profanos que a nós governam.Sim eu estou me referindo aos suicidas,mas eles não são encarados por nós Maias com o mesmo desprezo que vocês cristãos ou não os olham, para nós eles não precisam de salvação ou tratamento psicológico como vocês dizem,eles precisam de liberdade e precisam que esse desejo seja saciado da única forma possível,e é por isso que a estes suicidas que nós encontramos nós damos o privilégio de participar como peça principal de muitos de nossos rituais onde eles receberão a libertação que precisam enquanto nós receberemos a purificação a nós destinada através da agonia derramada a partir das mãos dos deuses profanos que a nós governam.

E nós não usávamos nenhum falso discurso com eles nós dizíamos a eles a verdade,a mesma verdade que agora eu digo a ti eu disse a eles anos atrás,alguns de vocês costumam à tratá-los por pobres almas atormentadas pela depressão e pelo sofrimento,nós não para nós eles são almas valiosas que cedem sua carne ao culto em busca da libertação maior que a todos aguarda. É simples senhora nossos ritos envolvem mais que apenas palavras ditas em línguas já mortas como era feito pelos católicos no tempo antigo,nossos ritos envolvem força,poder,paixão e fome,muita fome.

Nós usávamos algumas drogas durante nossos rituais mas não com o objetivo de fazer comunicações diretas com as entidades em que acreditamos,as drogas sintéticas que esses químicos criam não podem ser usadas para fins como estes,mas podem ser usadas para adoçar a imaginação dos recrutas nós dávamos a eles essas drogas para que eles pudessem se sentir em casa ao estar conosco pela primeira vez,em doses pequenas mas eficazes usadas somente para fazer com que eles assimilassem a sede e a necessidade de sangue de uma forma mais rápida e mais branda,Vocês chamam a droga de LSD ou ácido,eu e minha família nos referimos a ela como vision mortis,que é latim para a visão da morte,através do uso dela nossos recrutas ampliavam suas visões e se tornavam capazes de ver como nós víamos e sentir como nós sentíamos,agraciados pelos deuses,e saciados da fome efêmera.Porém para a comunicação entre humanos e os deuses do infra-mundo é necessário que hajam sacrifícios,e até mesmo o uso de concentrados que tornam possível essa tal proximidade,a quase morte é o modo mais apropriado que temos de estabelecer tal comunicação.

Os concentrados eram bebidas dadas aos sacerdotes,poucas vezes essas bebidas eram divididas com outros,até mesmo eu era negada desse prazer,nem todos os Maias possuem corpos dignos de receber tal graça,nós tínhamos hora,local e clima organizados e estabelecidos para que conseguíssemos a comunicação direta com o deus certo,sem interrupções,nós fazíamos isso quando encontrávamos dificuldade para saber como dar o próximo passo em situações difíceis como quando os recrutas já eram por si só membros de alto escalão de importantes grupos para o país;Ou quando precisávamos se deveríamos ou não migrar ou mandar um dos nossos a espalhar a verdade em outras terras. As bebidas eram feitas do extrato de plantas como a Manihot (Mandioca brava) que cresce em uma terra muito distante daqui mas era trazida para nós aos montes até que encontramos um modo de cultivá-la em nosso quintal,e isso facilitou muito as coisas,o extrato dessa planta era unido ao vinho mais velho e branco que se podia ser encontrado nesses tempos,e o composto assim feito era dado ao sacerdote nos termos estabelecidos pelos deuses através da prescrição de nossos calendários.

Neste momento eu me encontro a caminho do corredor da morte pois assim eu fui condenada,mas para a minha sorte,e graças a ajuda que eu tive de alguns influentes do lado de fora deste sanatório eu consegui fazer com que meus últimos desejos relacionados a cerimônia do meu sepultamento sejam todos atendidos.

Meu velório terá um cerimonial é claro,e os atos deles serão bem específicos,peço por favor que preste ainda mais atenção a esses detalhes que eu apresentarei agora,porque de repente serão eles o clímax da sua obra. Nós os adoradores do infra mundo temos o costume de nos alimentar de nossos parentes,principalmente quando o assunto são aqueles que nos geraram,cada parte do corpo é destinada a um filho e cada uma delas possui um profundo e diferente significado,e todas devem ser consumidas ao mesmo tempo,no mesmo local preparado para a cerimônia do meu sepulcro. Os meus olhos são os olhos da antiga líder os olhos que possuíram a visão dos erros do meu passado,enquanto eu estive a frente da minha alcateia,e todos os acertos que eu executei diante das minhas decisões mais difíceis,por isso eles serão destinados ao meu filho mais velho,assim como também será entregue a ele a minha língua,a mesma língua que proferiu palavras de sabedoria,e adoração aos deuses que a vida governam. Meu coração será entregue a minha única filha,o coração devoto intensamente a missão de levar a palavra nascida das ruínas do infra mundo,a toda criatura que merecer aprende-la,o mesmo coração usado como canal de amor e irmandade entre todos que ali me cercavam;será dela o dever de acolher todos ali quando a anciã que está no lugar dela se for,a ela também serão entregue os meus ovários que outrora fecundaram e fizeram dar a luz a ela e seus irmãos,e os meus seios para que ela alimente os filhos dela do mesmo sangue que a alimentou quando ela era recém-nascida,ao ingeri-los ela se tornará digna que de fecundar outros líderes que serão maiores que eu e ela no futuro. Ao meu filho caçula,imagino que a senhora o conheça já que ele veio me visitar aqui algumas vezes,serão entregues meus braços e minhas pernas,pra que ele receba deles a força que eu tive para enfrentar todos os obstáculos,e todas as outras coisas que me fizeram chegar até aqui,e eu ficarei imensamente honrada em dar tudo isto a eles.

Lucciana de Castro Esposito foi presa aos seus 46 anos de idade,em flagrante juntamente com outros membros de seu grupo conhecido como a Alcateia quando os 9 do grupo estavam presentes em uma festa da elite veneziana em um grande salão fechado,onde estavam sendo servidos no cardápio entre outras coisas órgãos humanos assados e fritos como se fossem carne bovina. Ela foi condenada pelos crimes de homicídios qualificados,formação de organização criminosa e canibalismo. E por isso foi condenada a morte por meio da cadeira elétrica.

30 Mai 2020 17:40:26 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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La fin

A propos de l’auteur

Scarlett Greystoke Escritora,jurista em formação e Podcaster. 一 Host do Entre Sumários Cast. 一 Gêneros: Thriller,Novo Adulto,e Fantasia. 一 Escrita focada em personagens negros e latino americanos,para maiores de 17 anos.

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