hedonista Hedonista

Sou uma dependente. Dependente do seu corpo. E ela sabe disso, mas ela adora quando eu entro no seus jogos, ela ama quando eu me arrasto aos seus pés e eu também amo me arrastar. Eu gosto quando ela brinca com meus batimentos cardíacos ao me provocar e ela gosta de ditar as regras mesmo eu as quebrando. Eu não sei exatamente quando ela percebeu que eu a devorava com os olhos, mas o que começou com pequenas provocações e toques. O que começou com brincadeiras ousadas, escondidas, não iria acabar em nada menos que uma noite por debaixo de um lençol. [joyrene | one shot]


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18.

#orange #yuri #kpop #redvelvet #joohyun #sooyoung #irene #joy #joyrene
Cuento corto
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Único

Principio

Novamente pego-me pensando em minha dongseng. Park Sooyoung. E não são pensamentos bons, são pensamentos libidinosos. Sinto-me suja por envolver uma pessoa como ela, aparentemente tão pura e ainda por cima mais jovem que eu dois anos. Mesmo estando no meio de uma aula de química analíticanão deixo de pensar nela, em beijar seus lábios carnudos e possuir aquele corpo tão desejável.

Vejo as pessoas saindo à maldita aula havia acabado. Finalmente eu iria poder ver minha amada Sooyoung. Saio da sala e vou em direção a uma das lanchonetes da faculdade, onde a vejo de longe. Ela sorri pra mim com aquele sorriso tão abrangente, correspondo o sorriso, mas sem mostrar os dentes voltando a andar normalmente deixando-a com suas amiguinhas do primeiro período que eu tanto odeio.

"Vejo que ainda está pensando na cabeça de fogo não é mesmo?" Ouço uma voz atrás de mim, era Seulgi e seu sorriso de urso. O urso carismático e seus trocadilhos sobre o cabelo ruivo de Sooyoung.

"E você ainda pensa na canadense loira?" Respondo com sarcasmo enquanto nos duas pegamos o lanche e nos sentamos em uma mesa isolada.

"Engraçada." Ela prende seus cabelos negros em um coque pra comer sem incomodar. "Você não pode falar nada, você é loira igual a ela. Até mesmo no tom." Seulgi fala e logo ataca a comida.

"Você deve ter uma tara por loiras e canadenses. Talvez você tenha uma queda por mim." Falei irônica atacando minha comida também.

"Não sonha, não me interesso por aliciadoras." Novamente o urso carismático e seus trocadilhos sobre a diferença de idade minha e de Sooyoung.

"Pelo menos não fico espreitando feito um lobo ao olhar um cordeiro." Seulgi era pior que eu, bem pior. Ela é obcecada pela tal de Wendy Son. Elas são vizinhas então Seulgi tira todo seu tempo para observa-la. O urso stalker. Ciumento, possessivo e pervertido. Ela é a típica menina doce e alegre que você menos espera ser a psicopata da história.

"Você venceu por hora." Ela ri dando novamente o tão famoso sorriso. Apesar de sermos tão diferentes nós nos damos bem. Ela é a única pessoa que sabe sobre Sooyoung e eu sobre Wendy.

"Acho que estou pegando sua doença." Desabafei. Sooyoung é como uma doença para mim e eu acho que já estou entrando em estado terminal.

"Bem vinda ao clube." A morena a minha frente dá uma gargalhada maliciosa. "Quero ver como vai ser quando vocês começarem a estudar juntas." Uma coisa que aquele urso malicioso falou que é verdade. Sooyoung iria começar a estudar comigo. Como uma espécie de reforço acadêmico, afinal eu estou quinto período da faculdade de engenharia elétrica e Sooyoung é apenas uma caloura de Agronomia. A pedido de sua mãe e a gentileza da minha.

Para esclarecer as coisas eu e ela nos conhecemos há dois anos depois que nossas famílias viraram sócias de algum negócio. Ambas as mães viraram amigas e consequentemente nós também, mas eu há a alguns meses a olho de um jeito que jamais imaginei.

"Vamos?" Seulgi falou me tirando do transe.

"Vamos." Falei após um suspiro entediado. Seria uma semana muito chata.

[...]

Sinto meu coração bater mais rápido a cada instante. Finalmente o maldito dia do estudo havia chegado. Olho-me no espelho novamente, preferi um uma roupa simples e confortável. Uma blusa de listras finas e amarelas com preto e uma calça jeans azul.

A campainha toca e eu corro para abrir a porta.

"Boa tarde." Ela fala sorrindo.

"Boa tarde." Dou passagem deixando-a entrar.

Usando um short jeans um tanto apertado e uma blusa branca simples. Seu cabelo solto para o lado deixou ela ainda mais linda e por deus eu posso ouvir meu coração. Era a primeira vez que eu ficava totalmente sozinha com ela, me sentia nervosa por isso.

"Nós vamos para seu quarto?" Sooyoung me tira do transe.

"É." Aponto a escada e ela começa a subir. E eu subo logo atrás dela segurando o corrimão da escada para não cair. Seu perfume era maravilhoso, apesar de ser doce era suave e bem sensual.

"Gostei do seu perfume." Comento como quem não quer nada.

"Serio?" Ela vira de repente para mim. "Cheira aqui? Disseram que não combinou comigo."

Sooyoung chega mais perto e inclina a cabeça para o lado afim de deixa-lo totalmente exposto. Chego mais perto e cheiro seu pescoço de baixo para cima até sua orelha lentamente propositalmente para arrepiar.

"Combinou com você." Falo ao me afastar.

"Ate arrepiou." Ela fala e eu não posso deixar de sorrir.

Nesse dia era para supostamente estudar química, física e matemática, mas parecia que ela havia tirado o dia para me provocar. Debruçou-se por cima da mesinha varias vezes fazendo free bubs sem querer. Praticamente vi os seios dela todas às vezes e perdendo o ar todas elas.

Foda foi quando pedi para ela pegar um livro na instante, tive uma visão privilegiada de sua bunda que pareceu ainda maior dentro daquele short ou ela estava empinando-a.

Ultimate foi quando eu estava atrás da cadeira dela instruindo-a e do nada ela vira-se para mim quase fazendo nossos lábios se roçarem. Torturando-me, por vezes chequei se eu não estaria vermelha.

"Obrigada." Ela falou sorrindo quando fui deixa-la na porta.

"De nada, volte sempre." Sorri em resposta e ela me abraça forte. Posso sentir seus seios contra meu corpo. E meu deus, alguém chame um médico. Acho que estou ficando louca.

[...]

No outro dia ela me abraçou de manha e na saída. Embebedando-me com o seu cheiro e estranhamente começou a fazer isso regularmente, para o meu delírio.

[...]

"Estou começando a achar que essa menina realmente quer alguma coisa, pelo que você fala." Seulgi comenta enquanto caminhamos com nossos lanches para a nossa mesa.

"Você achar?" Estou confusa em relação a tudo, talvez seja apenas paranoia da minha cabeça pervertida, eu não sei.

"Eu acho que sim, além do mais ela te olha de um jeito como se tivesse se divertindo com você." O urso carismático fala dando de ombros. "Já vi vocês conversando de longe."

"Se você diz." Dou de ombros e volto a comer.

[...]

Os pequenos gestos e coisas foram crescendo ainda mais, ficando um pouco mais sérios, ela parecia estar testando meu limite.

[...]

"Pega minha borracha, por favor." Sooyoung fala continuando a olhar para os papeis.

"Espera.” Me abaixei para pegar a maldita borracha, mas parecia não estar em lugar algum. Afastei a cadeira e entrei de baixo da mesinha. "Puta merda" pensei comigo mesma.

Ela estava de pernas abertas, mas Sooyoung está de saia dessa vez, fiquei uns cinco segundos olhando para sua calcinha, por deus eu já poderia morrer, era vermelha.

"Achou?" Ela me tira do transe.

"Achei." Falo nervosa procurando a porra da borracha. E ainda batendo a cabeça na mesa ao tentar levantar. "Toma." Falo entregando a bendita borracha.

Ela ainda nesse mesmo dia derrubou a borracha e a caneta três vezes. E todas as vezes tive a impressão de suas pernas estarem mais aberta cada vez que eu olhava.

[...]

Eu havia comprado sorvete na sexta à noite para a hora do lanche que a gente sempre faz depois de estudar.

Sooyoung não havia vindo de saia hoje, pensei que iria embora sem fazer ir à loucura, ingênua eu.

"Unnie limpa aqui." Ela fala ao apontar para sua blusa de botão que havia sujado de sorvete.

"Okay espera." Peguei um guardanapo de papel. Quando me virei pensei em xinga-la. Ela havia aberto até a altura do decote a blusa.

Comecei a limpar discretamente olhando para seus seios.

"Limpa aqui." Sooyoung aponta para o próprio decote. Merda. Abri um pouco mais sua blusa e passei o guardanapo dessa vez olhando descaradamente.

"Obrigada." Ela me abraça e sinto seus seios praticamente esfregando no meu rosto.

[...]

"Cala a boca." Dou uma tapa no braço de Seulgi que ri alto.

“Eu vou te pagar uma bebida, se fosse eu já tinha atacado ela e beijado." O urso carismático e seus desabafos.

"Nem me fale." Falo bagunçando meu cabelo. "Mas eu amo quando ela me enlouquece."

[...]

Eu não sabia exatamente o que ela quer, mas ela deve estar querendo me matar.

Meio

"Quem é aquela menina com quem você lancha todos os dias?" Sooyoung pergunta enquanto subia para meu quarto.

"Uma amiga de alguns anos." Aquilo foi um inusitado ela perguntar sobre Seulgi.

O resto daquele dia foi normal, com aquelas provocações e eu sinceramente já estava começando a me acostumar.

"Está bom?" Pergunto ao olhar ela provar um pouco do bolo que eu havia feito um pouco antes dela chegar. Enquanto estudávamos o bolo esfriava. Após o estudo fiz um pouco de chantilly e passei no bolo, que por falar nisso era vermelho. Red Velvet.

"Está delicioso." Ela fala ainda comendo.

"Que bom." Falo e passo dedo da bacia do chantilly para comer, mas sinto-o ser puxado e puta merda.

Sooyoung estava chupando meu dedo. Cacete. Ela me olhava seria com um olhat que eu jamais havia visto. Ainda teve a audácia de lamber a ponta do meu dedo ao final e sorrir. Okay, isso foi um fatalyti.

[...]

"Ela o que?" Seulgi fala descrente.

"É serio." Eu havia falado sobre o episódio do chantilly.

"Eu vou ser sincera com você.” Ela pondera pegando o suco e tomando um gole como quem toma bebida alcoólica. "Essa menina ai está querendo dar." O urso carismático e sua sinceridade sarcástica. Eu caio na gargalhada na hora. "É serio." Ela inclina-se um pouco mais para perto. "Essa menina é uma passiva muito safada."

"Só você mesmo." Falo rindo. E pego o copo de suco para brindar com ela. Sentindo meu abdômen doer de tanto rir.

[...]

Depois do episódio do chantilly eu tinha certeza de duas coisas. Primeira, Sooyoung realmente queria alguma coisa. Segunda, ela estava jogando. Eu não sei exatamente como será daqui para frente e o que me espera. Eu apenas vou entrar no jogo dela mesmo não me comprometendo a seguir as regras a risca, vou seguir seu ritmo, e dança com ela nessa canção da sedução.

[...]

Eu havia a chamado para sair comigo no domingo à noite. Nós estávamos voltando de carro para casa. Como minha casa era antes da dela quem foi nos buscar foi seu pai.

"Obrigado por hoje unnie." Ela fala sorrindo.

"De nada volte sempre." Sorri e coloquei minha mão sobre sua coxa esquerda. Foi automático, eu não tinha nenhum tipo de intenção. Fiquei sem saber o que fazer, mas com certeza não iria tirar minha mão de lá.

Estava de noite e escuro dentro do carro. O pai de Sooyoung se mantinha calado e nós também. Até que ela coloca a mão por cima da minha e arrasta minha mão um pouco para cima de sua coxa. Sooyoung vira-se para mim e sorri voltando a encarar a rua pela janela do carro.

Merda, o que devo fazer? Se ela quer entrar nisso, bem acho que já está na hora de tomar a iniciativa.

Subo minha mão um pouco mais para cima observando se ela iria dar algum sinal de reprovação e nada. Agia como se nada tivesse acontecendo. Mesmo que o medo me consumisse por causa da possibilidade do pai dela ver eu 'abusando' de sua filha, eu iria continuar. Deslizei minha mão e subi novamente apertando de leve, a vi sorrir mesmo sem ela estar olhando diretamente para mim, deus onde estou me metendo.

Sooyoung estava de calça jeans. Decidi arriscar e fazer algo mais ousado. Subi minha mão ao longo de sua coxa de baixo pra cima. Encostando de leve minha mão em seu sexo. Não a vi protestar, ouvi uma risadinha baixa dela.

Atrevi-me novamente, passei a mão por cima de seu sexo, Sooyoung abre um pouco as pernas, meu deus, consigo ouvir as batidas do meu coração.

Deslizo meus dedos no meio de suas pernas até seu baixo ventre, sinto ela se contorcer e arfar.

"Chegamos." O pai dela fala.

Tirei minha mão rapidamente. E já ia saindo do carro apressadamente.

"Você me deixou molhada." Sooyoung me puxa pela blusa e sussurra em meu ouvido, logo me soltando em seguida.

[...]

“Que loco.” Seulgi tenta parecer seria mais falhando miseravelmente. “Me passa o link dessa fanfic, quero ler agora.” Eu havia contado o episodio do carro a ela. O urso carismático e seus comentários sarcásticos.

“Cala a boca.” Dou uma tapa em seu ombro. “O que aconteceu com você e Wendy naquela noite que vocês duas tiveram que dormir no mesmo quarto?” Alfineto a morena em minha frente.

“Nada a mais.” Ela bagunça o próprio cabelo em sinal de frustação.

“Entendo você.” Dou um suspiro. “Não sei como vai ser os malditos estudos agora.”

[...]

Por alguma razão Sooyoung não me provocou, e simplesmente evitou estar muito perto de mim. Ela agiu como se nada tivesse acontecido, aquilo me irritou profundamente, mas eu sabia. Novamente, ela estava jogando, se ela quer jogo, vamos ter jogo.

“Tchau, obrigada unnie.” Ela fala sorrindo, por alguma razão me irritou ver seu lindo sorrisinho agora.

“De nada, volte sempre.” Falo dando de ombros.

“Não fique bravinha comigo.” Ela fala e dá um beijo em minha bochecha saindo logo em seguida sem esperar resposta.

“Droga!” Bato a porta com toda força socando logo em seguida.

[...]

“Achou que ela iria transar com você logo de cara?” O urso carismático e seus comentários com fundo de verdade.

“Que raiva!” Exclamo batendo na mesa.

[...]

Novamente a semana passou e ela me evitou não me abraçou e tão pouco falou comigo, pensei que não viria.

“Entra.” Falei um tanto secamente.

“Desculpe a intromissão.” Ela fala ao entrar e logo sobe para meu quarto.

Eu não sei se gosto ou odeio o fato dela ser assim tão, tão cínica. Eu amo quando ela me enlouquece mais também odeio.

“Eu queria estudar outra coisa hoje.” Sooyoung fala ao se encostar-se na instante de livros que tem em meu quarto.

“O que exatamente você quer ver?” Falo ao olhar descaradamente para suas coxas que estavam expostas, pois ela usava uma saia um pouquinho menor que a da escola e ainda se inclinava para frente para poder aparecer mais, merda eu não resisto a isso. Eu chego perto dela que ainda se mantém encostada. Sooyoung segura uma mecha do meu cabelo loiro e fica brincando, sem a mínima intenção de responder.

Coloco minhas duas mãos em suas coxas e ela me olha. Nos encaramos. A ruiva e seu olhar penetrante. Uma coisa que preciso fala sobre Sooyoung, ela tem um olhar poderoso demais, vi algumas pessoas fala que eu tinha esse tipo de olhar, mas não é nada em comparação com o dela, ela sabe exatamente como mexer com seu coração, e por deus, ela é altamente profissional. Ela pode ser tudo o que você quiser, doce, alegre, aquele sorriso meigo e apaixonante, mas… Ela pode ser seu pecado, pode tirar seu sono facilmente. Ela sabe exatamente como me enlouquecer, pergunto-me se eu e ela não nos conhecemos a muito tempo, de outras vidas.

Começo a subir minhas mãos para cima, dessa vez sua pele totalmente exposta me fez ter sensações com sua maciez. Minhas mãos chegam a sua saia e eu não faço cena subindo ainda mais, expondo sua roupa intima, que dessa vez era rosa claro.

“Está me envergonhando unnie,” Ela fala sem nenhum pudor ao me olhar. Esse olhar, novamente aquela expressão que eu jamais havia visto, causando-me arrepios na espinha, novamente.

“Vamos estudar.” Eu me afasto e sento-me na mesa. Eu iria ditar as regras, eu estou realmente dançando na palma da mão de alguém? Não dessa vez.

“Vamos.” Ela sorri, com seu sorriso debochado.

Ficamos estudando ‘normalmente’ o resto do dia, eu vou ser sincera, tive horas que tive vontade de bater nela.

[...]

“Que revolta é essa?” O urso carismático e suas perguntas com fundo de verdade.

“Não sei.” Suspiro cansadamente. “Só cansei de ficar comendo na palma da mão de uma piralha que nem ela.”

“Wow, vi até os raios sair de seus olhos agora.” Seulgi fala rindo me fazendo rir também.

[...]

Os dias foram se passando e eu evitando ela e ela me evitando, até que na sexta a vi conversando com Seulgi.

“O que aquela maluca queria?” Falo impaciente ao Seulgi chegar à mesa com seu lanche.

“Um recado.” O urso me entrega um papel.

Encontre-me na sala de estudo no final da aula.

Um beijo, P. Sooyoung.

“Me deixa ver!” Seulgi tentava tomar o papel de minha mão.

“Toma.” Entrego o papel e não deixo de sorrir. Finalmente, ela havia se rebaixado.

“Wow, você vai certo?” O urso carismático e suas perguntas obvias.

“Claro.” Respondo com sarcasmo.

[...]

“Droga!” Falo ao entrar na sala e não encontrar ninguém.

Ando até uma das mesas que ficava no centro da sala, lá havia uma nota.

Pensou que eu me arrastei quem se arrastou foi você.

Dois beijos. P. Sooyoung.

[...]

Sooyoung não apareceu naquele sábado e ela também não ligou dando explicação alguma.

[...]

“Vi que acordou azeda.” O urso carismático e suas ironias sobre minha cara. “O que foi que aconteceu? Ela não quis liberar para você, foi?”

“Se ela tivesse pelo menos aparecido.” Aperto o corpo de suco com força. “Ela também não pareceu no sábado.”

“Eu ia fazer alguma piada, mas acho que vou apanhar se fizer isso.”

[...]

Vi Sooyoung na entrada do campus naquele dia. Ela sorriu, mas eu a ignorei.

[...]

"O que você quer?" Falei ao abrir a porta e encontrar aquela maldita ruiva.

"Estudar. O acordo de nossas mães ainda esta de pé.” Ela fala entrando na minha casa e já subindo para o meu quarto.

Não sei se era por que fazia um tempo que e ela não fazia aquelas provocações, ou se era a raiva misturada com a excitação, por deus, eu estava beirando a insanidade.

Dessa vez ela realmente havia tirado o dia para me provocar. Além daquelas clássicas. Ela cruzava as pernas, se abaixava para ter certeza de que estava mostrando a calcinha por estar usando saia, cacete, eu não resisto. Eu me rendo.

[...]

“Parece que alguém se rendeu.” Seulgi comenta ao me ver sorrindo.

“Não consigo viver sem ela.” Desabafei.

[...]

Fim

Era domingo à tarde. Eu não podia deixar de sorrir bobamente. Depois de um sábado cheio de provocações, Sooyoung antes de sair havia me dado um selinho rápido, agora a coisa anda, pensei.

Meus pais e eu estavam a caminho da casa dela, para um jantar casual, afim de comemorar alguma coisa que eu pouco me importava, eu estava interessada só naquela ruiva.

O jantar foi animado, principalmente para mim e ela. Cheio de brincadeiras pervertidas por baixo da mesa. Ela roçava a perna na minha e eu alisava discretamente suas coxas.

“Vamos conhecer meu quarto?” Sooyoung me chama discretamente, apos o jantar enquanto os adultos conversam animadamente na sala. Ela vai na frente e eu corro para poder acompanha-la, seu quarto também era no primeiro andar.

O quarto estava escuro, mas entrava claridade pela grande janela que havia em seu quarto. Sooyoung estava de costas, olhando a janela e as pessoas. A claridade fraca sobre seu cabelo ruivo dava em toque especial, além dela está deslumbrante em um vestido simples preto e branco, soltinho, nada vulgar.

“Você não me chamou para mostrar seus vizinhos, certo?” Falo em seu ouvido ao chegar por trás, envolvendo sua cintura com meus braços.

“Não.” Ela murmurar fraco, e vira a cabeça para mim, eu podia sentir seu hálito quente em meu rosto. “Eu quero te beijar.” Após ela falar aquilo eu não perco tempo.

Deslizo uma de minhas mãos sobre seu abdômen e começo a beijar seu pescoço, lambendo-o. Ela arfava baixo, ainda mais quando minhas mãos bobas foram ao seu vestido levantando-o para abusar de suas coxas enquanto eu mordia e lambia sua nuca.

Sooyoung vira-se para mim finalmente me beijando, ela me empurra para cama e senta em meu colo voltando aos beijos. Acho que subestimei o momento, era muito melhor na pratica do que eu jamais havia imaginado. Eu puxo seus cabelos alaranjados com certa força, aprofundando o beijo, sentindo aquela língua tão quente dentro da minha boca eu não me seguro e a mordo de leve, ouvindo um pequeno gemido em resposta. Ela rebolava em meu colo e aquilo me excitava ainda mais. Infelizmente, tivemos que parar, pois nossos pais já iriam dar falta da gente.

[...]

Os dias continuaram, e tudo voltou ao o ‘antigo’ normal. Sooyoung me abraçou na saída e na entrada, me provocou nos estudos só que nessas vezes a gente ficou e não forram simples beijos, foram amassos selvagens, com direito a palavras sujas ao pé do ouvido, puxões de cabelo, mordidas e mãos bobas. Mas, a cada dia que passa minha vontade de possui-la de ‘verdade’ aumentava, mas nada tirava três fatos: primeiro, Sooyoung ainda era mais nova que eu, e apesar dela começar tudo isso eu precisava respeitar ela, eu tenho quase certeza que ela nunca fez nada tão intimo. Dois, isso não podia acontecer de qualquer jeito e em qualquer local, tenho certeza que naquela cabeça de passiva tem uma pontada de romantismo e sentimentalismo e por ultimo, nossa relação era um tanto unilateral, não passava de carnal.

Eu e aquela ruiva nunca tivemos nada, vamos dizer sentimental de verdade, na verdade eu sempre fui indiferente com ela de alguma forma. A gente nunca foi amiga de trocar segredos ou de contar desabafos ou qualquer coisa parecida, nós éramos apenas conhecidas, talvez seja por isso que comecei a me interessar por ela, mas agora…

Sou uma dependente. Uma dependente sexual. Dependente do seu corpo. E ela sabe disso, mas ela adora quando eu entro no seus jogos, ela ama quando eu me arrasto aos seus pés e eu também amo me arrastar. Eu gosto quando ela brinca com meus batimentos cardíacos ao me provocar e ela gosta de ditar as regras mesmo eu as quebrando. Eu não sei exatamente quando ela percebeu que eu a devorava com os olhos, mas o que começou com pequenas provocações e toques. O que começou com brincadeiras ousadas escondidas não iria acabar em nada menos que uma noite de sexo.

[...]

Uma viagem, eu iria para fazenda da família de Sooyoung passar o final de semana, ela havia me chamado e eu aceitei lógico. Era a primeira vez que eu iria passar mais que poucas horas com ela e eu sinceramente me sentia um pouco estranha. Talvez fosse euforia e nervosismo.

[...]

O local era afastado da cidade, um tanto isolado, não havia moradores perto em um raio de cinco quilômetros, ou seja, estamos totalmente sozinhas.

Nessa tal viajem veio além de nós, também veio seus pais e uma prima dela, que sinceramente está me dando nos nervos, elas parecem ser muito próximas, mal tive como conversar na viagem com Sooyoung por causa da pequena irritante, Yeri.

A casa era grande e aconchegante, mas é cercada por uma mata um tanto densa, um perfeito cenário de serial killer, aposto que Sooyoung tem medo. Apos entrarmos na casa ficamos no alpendre da casa descansando enquanto as duas maknaes brincavam se balançando em uma rede.

[...]

Da sexta para o sábado dormimos nós três em um colchão na sala de estar porque Yeri ficou com medo de dormir sozinha do quarto. A casa só possuía dois quartos, e eu e Sooyoung nós oferecemos para dormir na sala, mas a irritante Yeri atrapalhou o que para mim poderia ser uma noite de ‘amor’, dormindo no meio, entre a gente.

[...]

Eu já havia lavado minhas mãos, essa viagem não deu em merda nenhuma. Não fiquei um instante sozinha com Sooyoung, ora era Yeri, ora eram seus pais. Eu não iria ficar com raiva, afinal pelo menos fiquei perto dela, conheci um pouco mais de minha dongseng libidinosa. Ela gostava de tomar banho de sol de manha e assistir ao por do sol. Gosta de flores azuis e brancas e de brincar de casinha dentro do mato, no final, Sooyoung ainda tinha uma personalidade um tanto infantil e ingênua apesar de tudo.

[...]

“Vamos dormir.” A mãe de Sooyoung declarou se levantando do sofá e indo para o quarto. “Vocês arrumam a dormida sozinhas, certo?” Ela falou olhando para mim e Sooyoung, que estávamos sentados no outro lado do grande sofá, apenas afirmamos.

“Cadê a pirralha?” Falei irônica enquanto arrumava o colção, já estava vendo ela dormir abraçado com Sooyoung que nem na ultima noite.

“Está dormindo no outro quarto, ela acabou pegando no sono lá, e eu a deixei dormindo lá mesmo.” Ela fala ao dar uma pequena tapa em meu ombro.

“Vamos dormir sozinhas hoje?” Falo ao forrar o colchão e me jogar nele.

“Parece que sim.” Ela sorri um pouco tímida e sinto meu coração falhar. Sooyoung desliga as luzes e deita ao meu lado.

A sala não estava totalmente escura, a luz do luar entrava pela janela fazendo um foco de luz no meio da sala, nós estamos no canto da sala, dava para enxergar mesmo que se esforçando um pouco.

“Desculpa.” Ela sussurrou baixo, ao deitar no colchão de frente para mim.

“Tudo bem, não foi sua culpa.” Declarei baixo também, chegando um pouco mais perto, e entrando em seu lençol, sentindo seu corpo quente aquecer o meu.

“Pensei que poderíamos aproveitar, não contei com a presença de Yeri.” Ela fala e posso ver mesmo não claramente seu sorriso.

“Pelo menos eu fiquei perto de você.” Era a segunda vez que eu fazia algo sem pensar, novamente foi automático. Era a primeira vez que eu falava alguma coisa que chegou perto do romantismo. Sempre foi palavras sujas ou frases elaboradas para envergonha-la ou excita-la. Ela não respondeu nada, calou-se.

O silencio reinava dentro da casa, eu só conseguia ouvir o barulho do vento batendo nas arvores e a respiração lenta de Sooyoung que me encarava.

Mesmo o medo de ser pega me invadisse, mesmo o medo dela rejeitar meus toques me invadisse eu iria tentar.

Segurei sua cintura puxando um pouco mais para perto e colando a parte inferior de nossos corpos, novamente ela fica imóvel. Retiro os fios acobreados de seu pescoço desnudo e o beijo lentamente, sentido seu corpo estremecer e arrepiar.

“Sooyoung…” Sussurro em seu ouvido e aperto sua cintura de leve com uma de minhas mãos. Novamente ela nada fala, a encaro. Seu olhar era um misto de medo e receio, senti um nó na garganta, seria agora ou nunca.

Começo a fazer um caminho de beijos ao longo de seu pescoço, maxilar até o queixo mordendo-o de leve. Rocei meus lábios nos seus e ela abriu a boca para iniciarmos um beijo. Era um beijo diferente, era lento e calmo, apreciando cada segundo. Diferente de nossos beijos habituais que sempre foram afoitos e selvagens. Era um beijo apaixonado.

Passo minha mão por seu abdômen, colocando minhas mãos por baixo de sua blusa, eu seguro sua cintura apertando enquanto ela envolve seus braços em meu pescoço. Deslizo minha mão até suas nádegas onde as seguro apertando levemente forte, ouvindo um suspiro sair abafado de sua boca enquanto continuamos a nos beijar.

Ela puxa meus cabelos com força a cada vez que eu chupo seu pescoço, vendo seu peito subir e descer rapidamente por conta de sua respiração descompassada.

“Vamos fazer…” Ela declara sussurrando baixo e eu sinto minha respiração falhar, apenas assenti com a cabeça. Sooyoung deita-se me puxando para ficar sobre seu corpo e nos cobrindo com o lençol, mesmo estando totalmente escuro por debaixo do lençol eu podia ver a excitação em seus olhos.

Segurando a barra de sua blusa eu puxo para cima tirando-a, deixando seu peito desnudo. Seguro sua cintura com minhas duas mãos e vou subindo lentamente para cima, até chegar a seus seios, apertando-os de leve constatando seus bicos enrijecerem por não estar usando sutiã, sinto ela aperta o colchão e isso me deixa ainda mais excitada.

Mesmo sendo uma noite fria, por baixo daquele lençol estava quente demais. Eu podia sentir as gotas de suor formando-se em seu abdômen toda vez que eu acariciava um de seus seios com as mãos enquanto a beijava. Sooyoung também já havia arrancado minha blusa e agora ela arranhava minhas costas com força fazendo arder. Provavelmente iria ficar marcas, pois ela estava com as unhas grandes ao contrario de mim, mas eu não ligava, pois, a dor que estou passando não é nada em comparação a dor que ela vai passar.

Faço uma trilha de saliva ao longo de seu peito até seus seios onde trabalho com minha boca chupando e lambendo para o delírio dela que agora gemia bem mais alto, eu já estava começando a ficar com medo de nos ouvirem. Seguro a barra de seu short e lentamente puxo para baixo já tirando juntamente sua calcinha, mas eu estava receosa se ela iria realmente deixar.

Vi Sooyoung se encolher um pouco, vergonha? Talvez. Deslizei minha mão esquerda sobre seu abdômen até chegar a sua intimida, que já estava molhada e iria facilitar meu trabalho.

“É a sua primeira vez, certo? Eu vou ser gentil.” Falo no ouvido dela e a beijo suavemente tentando passar segurança, Sooyoung podia ser tudo, mas ainda era uma menina/mulher frágil por dentro.

Levo meus dedos a minha própria boca, umedecendo-os. Toquei sua intimidade e ela estremece agarrando minhas costas, cravando suas unhas. Massageio seu clitóris, dando prazer a ela, preparando-a para o que viria. Ela geme alto, mas logo se contem mordendo os próprios lábios. Deslizo meu dedo mais a fundo, tocando seu hímen, sinto um pequeno aperto no peito, a olho. Sooyoung mordia os lábios com força.

“Não tenho medo, me beijei.” Falei e a beijei, ela arranha minhas costas com força enquanto forço meu dedo para romper sua virgindade.

Ela arfava respirando com dificuldade, estava ficando cada vez mais abafado no maldito lençol. Sooyoung tinha lagrimas em seu rosto, aquilo me entristeceu profundamente. Era preciso ela passar por essa dor, logo acabaria, mas me doía. A beijo novamente sussurrando um: ‘logo vai passar’. Ela apenas assentiu com a cabeça, afundando a cabeça na curva do meu pescoço, eu podia sentir sua respiração quente batendo contra minha pele.

Eu não a vi mais chorar, e logo comecei a movimentar meu dedo lentamente para se acostumar, eu também não sabia exatamente como fazer, eu apenas seguia minha intuição. Sooyoung começou a gemer baixinho, então intensifiquei os movimentos adicionando mais um dedo indo e vindo dentro de seu interior quente e apertado, sentindo suas paredes apertarem contra meus dedos. Quanto mais eu enfiava, mais ela gemia no meu ouvido, aquilo era excitante demais, eu tentava cala-la beijando-a, novamente aquele medo, aquela adrenalina, Yeri podia acordar, seus pais podiam acordar e mesmo estando debaixo de lençóis e no escuro era muito obvio. Não dava para esconder.

“Mais rapido…” Ela sussurra com sua voz falhada e eu adiciono mais um dedo.

À medida que eu a estocava mais fundo, Sooyoung se contorcia por baixo de mim, me arranhando, se agarrando em meu pescoço. Ela morde forte meu ombro segurando um grito. A cada segundo que passava ela mordia mais forte, posso sentir seus dentes cravando em minha pele, Sooyoung deveria estar perto de seu clímax.

Ela se desfaz em meus dedos, Sooyoung solta meu ombro, provavelmente a marca de seus dentes iria permanecer por um bom tempo, mas eu não ligo afinal era Sooyoung que estava sobre meu poder. Era essa mesma Sooyoung que brincou comigo por meses. Era a Sooyoung que eu quero estar perto.

Tiro o maldito lençol de cima de nós. A brisa fria batia contra nossos corpos quentes, suados. Causando um pequeno choque térmico. Deito ao seu lado saindo de cima de seu corpo.

"Vem." Puxo ela para se aconchegar em meu peito.

"Desculpa." Sooyoung fala enquanto eu mexia em seu cabelo.

"Tudo bem." Beijo sua testa.

[...]

Depois daquela noite, nosso relacionamento mudou de alguma forma. Sooyoung estava mais doce. De manhã ela teve vergonha de olhar para mim. Mesmo a gente tendo passado um sufoco para se vestir antes de Yeri chegar à sala, pois, pegamos no sono naquela posição, quase que a pirralha nos flagra.

[...]

“O que vocês vão fazer daqui para frente?” O urso carismático e suas perguntas inteligentes.

“Eu não sei.” Dou um suspiro. “Ela está um pouco diferente, está mais doce que antigamente.”

[...]

Park Sooyoung, a doce dongseng libidinosa. Eu comecei a ve-lá diferente do casual, ela já não provocava como antes, mas também não tinha lógica. Ela não mexia com meu coração como antes, não era excitação que fazia meu coração acelerar, era outra coisa. Acho que era amor.

2 de Mayo de 2020 a las 23:00 0 Reporte Insertar Seguir historia
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Fin

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