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alvaro-torres1585205202 Alvaro Torres

Kazeki Hyuuto, um jovem de 14 anos, iniciando sua vida no ensino médio, acaba se envolvendo com um mundo de magia e aventuras junto de seus amigos de classe. E com isso acaba descobrindo que seu passado e suas memorias são falsas fazendo-o buscar pela verdade.


Fantasía Épico No para niños menores de 13. © Álvaro César Torres Martins

#fantasia #magia #aventura #rpg #anime #manga #332
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Capitulo 1 - Fragmento do Tempo


Eram onze horas da noite, e um jovem se movimentava em silêncio pelo quarto, colocando roupas e adereços em sua mochila e ao terminar, fitou a luz da lua que passava pela janela e iluminava seu quarto por um momento.


— Dormi demais! Preciso me apressar para chegar na escola Astor. Na carta eles falavam que no primeiro dia era preciso chegar la seis da manhã, sendo que são duas cidades de distância.


— Já me despedi de meus parentes, minha mãe ficou duas horas chorando como se eu não fosse voltar, me dando alternativas de escolas próximas. Espero que com esse ultimo ônibus eu consiga chegar la a tempo.


Ele não poderia sair pela porta da frente e nem pelos fundos, pois ou sua mãe acordava, ou o cão no quintal latia. Então teve a grande ideia de saltar pela janela do seu quarto, sendo que ficava no segundo andar da casa.

O jovem destemido abriu a janela, mirou e atirou sua mochila depois do muro de arbustos de seu quintal, logo pegou distância e se atirou pela janela... Batendo o peito no muro e caindo na calçada do outro lado, fazendo um barulho que acordou os cães da vizinhança, que logo começaram a latir.


— Droga! Exclamou ele colocando a mão no peito, pegando a mochila e correndo para o ponto de ônibus que ficava aproximadamente trezentos metros de sua casa.


Ao chegar no ponto, estava espantado um pouco, pois nas ruas por onde havia passado só havia ele, cachorros, bêbados, e em alguns becos pessoas estranhas, onde fez de tudo para passar longe. Olhando para seu Celular verificou o horário dos ônibus e ficou aliviado, pois faltavam vinte minutos ainda para o ônibus passar. Colocou a mão no bolso pegou seu fone de ouvido e decidiu escutar sua banda favorita de j-rock Over W.

O tempo passou rápido e o ônibus parou no ponto com o sinal dele, ao subir avisou ao motorista seu destino e se sentou la no fundo. Ao longo analisou a aparência das casas por onde passava e as pessoas que estavam no ônibus, o motorista, um segundo motorista que iria trocar o turno com o atual na manhã seguinte e um idoso que estava sentado dois bancos a sua frente.


— (Espero não chegar atrasado!) pensou ele, fechando os olhos por um momento.


Ao sentir o ônibus parando, abriu os olhos e percebeu que o motorista estava com a mão na cabeça, logo se levantou e perguntou o que acontecera.


— Houve um problema no motor do ônibus e o grande problema que não existe alguém que possa arrumar à essas horas, só ao amanhecer. Disse o pobre motorista com tristeza em seu rosto, pois teria que dormir longe de casa e também sentira a tristeza do jovem que estava de pé com expressão de desespero.


— O Que farei agora? Preciso chegar na escola Astor cedo amanhã. Disse ele quase chorando, pois caso não chegasse no horário iria perder sua inscrição unica, devido à bolsa de estudos que conseguiu com uma prova online.


Sentiu uma mão em seu ombro e era o idoso que estava sentado à sua frente.


— Meu filho, eu moro aqui perto, sou dono de uma livraria em Tóquio, ela fica próxima à Escola de seu destino, se quiser pode passar a noite na minha humilde casa e amanhã cinco da manhã saímos de casa e te levo até la.


— (Eu jamais aceitaria essa oferta se não estivesse em desespero, qualquer coisa estou com meu celular aqui, ligo para a polícia!) Eu Aceito! Disse o jovem após pensar por uns cinco minutos e ainda com medo, porém era a unica alternativa.


Os dois se despediram dos motoristas que precisariam dormir no ônibus, pois ainda eram duas da manhã e só seis da manhã iriam conseguir suporte, ao descerem do veículo o senhor se virou para o jovem medroso.


— Não precisa ter medo hehe! não consigo nem subir escadas direito para ser um sequestrador hahaha! Disse o idoso rindo, fazendo estudante perder o medo e começar a rir também.


— Me Desculpe, agradeço pela ajuda.


— Me perdoe pela falta de educação, meu nome é Youran Yuu (洋ランゆう) e o seu meu jovem?


— Kazeki Ryuu (風気龍), é um prazer conhecê-lo Youran-san conheço suas livrarias, me desculpe por suspeitar! disse o jovem se curvando.


— Tudo Bem Kazeki-kun, foi estranho mesmo oferecer um convite desse do nada haha! Vamos por ali, chegaremos logo, pois já está frio aqui fora! Disse alegre por alguém jovem conhecer suas livrarias, logo apontando para a direção de onde sua casa ficava.


Youran vivia no segundo andar de sua livraria principal que ficava em Chiba, aproximadamente uma hora e meia de carro para Tóquio. Ao chegarem la ele apresentou o primeiro andar para Kazeki.


— Aqui fica minha livraria principal, onde guardo os livros mais raros e misteriosos, caso queira ler um para se distrair enquanto estiver aqui não tem problema, ali na direita da loja fica a garagem que fica as bicicletas que vamos usar para Tóquio. Disse o velho olhando para o rosto do jovem esperando uma reação.


— Tudo bem! Bicicle...Ahm!? Deu um pulo de desespero.


Youran começou a rir e falou que era brincadeira, pois também possuía um carro, e logo subiu as escadas para casa, falando para Kazeki se acomodar na sala de estar.


— Tenho um Futon (Estilo de colchonete japonês) naquele armário ali, você pode deitar aqui na sala, daqui a uma hora te acordarei para irmos.


—Tudo bem, muito obrigado por estar me ajudando!


Ele sorriu para Kazeki e foi à cozinha, alguns minutos passaram e ele retornou com chá e alguns biscoitos.


— Me desculpe, mas só tenho isso no momento, pois tem muito tempo que não recebo visitas aqui em casa, então acabo me alimentando na cidade. Seus olhos lacrimejaram um pouco.


Kazeki o agradeceu, pegando a xícara de chá e alguns biscoitos que Youran havia colocado sobre a mesa, ele notou que na xícara estava escrito o kanji de Mente e coração ( 心 ).


— Muito obrigado pela refeição! De vez enquanto irei visitá-lo em Tóquio OK? Disse Kazeki Sorrindo.


Após minutos conversando, os dois foram se deitar um pouco. Uma hora antes de levantarem para a viagem, Kazeki acordou com um barulho vindo do primeiro andar.


— ( O que Foi isso?! Não sei se levanto para ir la, ou chamo Youran-san, mas ele é idoso se for alguém, posso apenas olhar pela escada e ligar para a polícia, vou até lá!) pensou ele e se levantou, pegando seu celular que estava ao seu lado, logo descendo o lance de escadas como um espião, passo por passo vagarosamente.


Ao olhar ao redor não havia nada, as cortinas da livraria estavam um pouco abertas então não era preciso a lanterna do celular para iluminar o local.


— Ufa! Nada estranho, pode ter sido um gato na rua que derrubou algo...Ahm?!


Alguns livros estavam no chão, o que era a causa do barulho, logo Kazeki pegou um por um e colocou na prateleira da estante, o que ele estranhou foi que um livro nessa estante era diferente dos outros, possuía sua capa branca sem nada escrito, curioso tocou o livro e no mesmo momento, teve uma visão de um castelo em uma montanha com neve, e viu um homem chorando escrevendo um livro. Rapidamente tirou a mão do livro desesperado.


— O que foi isso?! Disse ele espantado, segurando a mão que tocara o livro, e em segundos se disparou para o segundo andar e se deitou, pensando no que vira e dormiu pensando que era apenas uma alucinação.


As horas se passaram e Youran o acordou, e o pediu para ele abrir a porta da garagem, logo ao abrir Kazeki sentiu uma tristeza forte em seu peito, lembrando da cena que vira ao tocar o livro, e após Youran entrar no carro e posicionar para ele entrar, sua visão foi ficando turva e sentiu como se o chão estivesse afundando e o jogando dentro de um abismo, ele estendeu sua mão para cima tentando se segurar mas já era tarde.


— Ahm?! Kazeki se assustou, pois estava no ônibus ainda, e estava amanhecendo, já estava próximo de seu destino.

Se desesperou ao ver que aquilo poderia ter sido um sonho e não conseguia acreditar, então foi até o motorista e perguntou se o ônibus havia estragado em Chiba e com um gesto o motorista negou, e disse que apenas os dois estavam no ônibus desde sua cidade. Ryuu não conseguiu segurar então chorou por um momento, preocupado se estava ficando louco, pois tudo foi tão real que não consegue acreditar.


— Chegamos ao seu destino jovem, Tenha um bom dia. Disse o motorista estranhando a reação do jovem.


Ao descer do ônibus Kazeki se direcionou à abertura das aulas na escola Astor. Porém com o objetivo de encontrar a livraria de Youran em mente.


O ponto de ônibus se localizava a um quarteirão da escola. No caminho Ryuu viu vários jovens uniformizados indo na mesma direção, foi aí que percebeu, que tudo que aconteceu o fez esquecer de se trocar no banheiro do ônibus, rapidamente entrou em uma loja de conveniência que ficava próxima à escola e pediu para ir ao banheiro, la se trocou. Como nesta época do ano a temperatura não está alta nem baixa (Primavera 16ºC ~ 20ºC) ele não colocou o uniforme completo, ficou sem o blazer.


— Faltam trinta minutos para a abertura, preciso me apressar! Disse o estudante ansioso pegando a mochila e correndo para a escola.


Ao passar pelo portão avistou um enorme prédio central, como o de uma empresa e a sua volta quatro prédios menores, sendo estes possivelmente os prédios de aula, dormitórios, salas de clube e outras atividades e ao fundo viu um campo e uma quadra enorme com um ginásio fechado ao lado direito.


— Realmente aqui parece um bairro! disse ele sorrindo e seguindo à portaria que ficava no prédio central, onde também ocorreria a abertura do ano letivo.


Ao chegar na portaria viu um jovem reclamando de algo com o porteiro e com a secretária, se aproximando conseguiu ouvir direito.


— Como assim eu não posso entrar? disse o estudante com um tom de raiva na voz.


Ele era mais baixo que Kazeki, com cabelos Ruivos e corpo atlético, possivelmente algum atleta da escola diferente de Kazeki que era alto em torno de um metro e setenta e oito, magro, cabelos castanho-escuro e olhos de cor cinza. Talvez aquele jovem havia quebrado alguma regra logo no dia da abertura. Kazeki curioso não conseguiu se conter e perguntou o que estava acontecendo.


— Ahm?! Quem é você? Perguntou o jovem com expressão de "Quem te chamou aqui?" óbvia em sua face.


Kazeki olhou em seus olhos e deu um sorriso gentil, mostrando que não era inimigo. O estudante irritado logo se acalmou.


— Foi mal... eles não querem me deixar entrar porque eu sujei sem querer meu uniforme. Com uma expressão triste apontou para a mancha em sua camisa branca.


— Tudo bem, Você esta com sorte! eu estou com uma reserva aqui, pois sou desastrado também, Haha!


— Te Devo uma!!! Muito Obrigado mesmo, Me salvou! Me Chamo Ikari Zack (Significa fúria).


— (Agora sei de onde vem a raiva, haha!) Me chamo Kazeki Ryuu, prazer em conhece-lo Ikari-kun.


— Ikari no Ryuu!!! (Significado: Dragão da Fúria) Disse ele fazendo uma pose estilo Chuunibyou, imitando um mago segurando a mão para invocar algo.


Ambos começaram a rir. Logo após Ikari se trocar, foram para a abertura no auditório que ficava no segundo andar do prédio central. Chegando la se sentaram bem longe do palco e ouviram o discurso, após um senhor que aparentava estar em seus setenta anos surgiu no palco com um livro e começou a falar sobre a escola e por fim se apresentou.


— Bom dia a todos, me chamo Astor, sou o diretor desta enorme escola a anos, todos os anos vendo estes jovens em busca de seus futuros, sentados aqui neste auditório enche meu coração de alegria. Desejo à vocês um ótimo ano letivo e que seus objetivos se concretizem. Finalizou ele se curvando e todos aplaudindo.


E assim se encerrou a abertura do ano, porém Kazeki notou algo estranho com o diretor porém não quis comentar, era como se já conhecesse ele porém não se lembra de onde. Ele e Ikari saíram do auditório em direção ao dormitório para guardar suas coisas e voltar para o primeiro dia de aula.


— Kazeki-kun, Você viu a quantidade de alunos? peguntou Ikari que parecia inquieto.


— Vi sim haha! O que quer dizer com isso? Ryuu percebeu alguma malicia naquela pergunta.


— Certamente notou que uma garota, aproximadamente à dez cadeiras de distância de você, não parava de te olhar? Ele abraçou Kazeki com um braço e fez sinal de OK com a outra mão.


— QUE?! Não tinha ninguém me olhando! Disse envergonhado.


Ikari que estava rindo da reação de Kazeki, ficou parado olhando em direção ao portão da escola com uma expressão séria.


— Kazeki-kun tenho algo importante para fazer, se puder levar minha mochila até o dormitório, depois irei te recompensar também pela blusa. Sem esperar a resposta ele deixou a mochila na mão de Kazeki e correu em direção à saída da escola.


— Que estranho... Preciso ir rápido até o dormitório, depois pergunto o que aconteceu.


O dormitório era enorme, ele era tanto para garotos como para garotas, mas claro metade para cada, o lado direito do dormitório era para garotas e o esquerdo para garotos, lá havia um refeitório enorme no centro e um prédio quer era acessível por trás do dormitório onde se localizava a biblioteca.

Tudo isso foi explicado ao Estudante que estava entusiasmado para ver a biblioteca, porém só podia depois da aula. Kazeki pegou um papel que o porteiro do dormitório lhe deu com duas chaves do quarto, nele estava escrito os horários permitidos para entrar e sair, horários do refeitório, um passe livre para a biblioteca, uma espécie de senha para entrar la, estava por ultimo o número de seu quarto.


— (Tudo Bem organizado) pensou ele, que estava andando pelos corredores olhando as portas, e notou que cada quarto tinha o nome de dois alunos na parede do lado da porta, e por mais clichê que pareça, quando chegou no seu quarto e leu o nome de seu colega de quarto estava o lá, Ikari Zack.


— Óbvio!, nem desconfiei... Provavelmente ele já sabia, por isso pediu para eu trazer a mochila dele. disse ele entrando no quarto.


O Quarto era enorme, tinha muito espaço, Duas camas uma de cada lado do quarto, um banheiro enorme, uma sala de estar com uma TV e um Videogame... um Videogame...


— Eles vão me forçar a virar um Otaku, e eu não vou negar isso, hahaha!


— Eu também, Hahaha! Chegou Ikari falando.


Kazeki levou um susto, porque nem notou ele ali dentro do quarto.


— Cheguei agora, você estava tão distraído que não me viu, haha! Me desculpe por mais cedo, tive que ajudar uma pessoa.


— Tudo bem! Deixei sua mochila ali na mesa.


— Valeu! Disse Ikari indo organizar suas coisas.


Após organizarem tudo, foram para a escola que era o prédio ao lado esquerdo do prédio central.

Como estão no primeiro ano do ensino médio sua turma fica no primeiro andar, ao chegarem na sala, havia poucos alunos la ainda, se sentaram na fileira da janela, precisamente no meio dela, Ikari sentou atrás de Kazeki.

Os Alunos e alunas restantes foram entrando na sala e se sentando, então o professor entrou na sala e todos se levantaram, reverenciaram o professor e se sentaram.


— Sou Yamada Itou, Professor de matemática, hoje irei revisar o conhecimento do ensino fundamental de vocês, se preparem. Disse ele sorrindo.


Após a primeira parte das aulas acabarem foram para o refeitório. Na fila para se servirem Ikari apontou para a esquerda deles.


— Olha ali a garota que te falei. Disse ele sussurrando e parando de apontar.


Quando Kazeki olhou para ela, ela estava olhando para ele o que fez os dois despistarem.


— Ela me olhou, mas deve ser porque você estava apontando. Disse ele envergonhado.


— Não mesmo, desde a abertura ela estava te olhando. Disse Ikari fazendo pose de galã, estufando o peito e penteando o cabelo pra trás.

— Para com isso! Elas estão rindo de você. Kazeki apontou para uma mesa à esquerda dele, cheia de meninas.


— Nem ligo! Disse o pobre Chuunibyou olhando para cima com o rosto corado.


Ikari pegou a refeição primeiro e escolheu uma mesa próxima da menina, de propósito, enquanto observava Kazeki sem jeito indo se sentar de frente pra ele.


— Então Kazeki-kun como vamos ser colegas de quartos pode me chamar de Zack, vou me apresentar corretamente, Sou Ikari Zack, 15 anos, gosto de animes, games, pretendo ser mestre em Kendou no futuro, e odeio gatos. agora sua vez.


— Sou Kazeki Ryuu, 15 anos, gosto de animes, games, eu ainda não sei o que quero fazer no futuro, mas por enquanto estudar, e adoro ler livros e pode me chamar de Ryuu.


Uma Gota de suor escorreu na testa de Zack, ao ouvir um grupo de alunos no canto do restaurante chamando eles de Otakus e fazendo cara de nojo.


— Meu plano falhou!Tsk! Disse ele batendo na testa.


— Já começamos mal... E que plano foi esse?! Disse Kazeki em cólera.


Zack chegou perto dele e sussurrou.


— Chamar a atenção dela, hahaha! Disse ele com uma cara de sábio.


— Está tudo bem, eles não são da nossa turma.


Os dois levaram um susto e nem notaram que tinha uma garota sentada ao lado de Zack.


— AAaahm?!


--Me desculpe, deixe eu me apresentar, sou uma Fã de animes e mangás viciada. Ela levantou e fez uma pose de Mahou Shoujo segurando uma apostila como se fosse seu cajado. -- Adoro Tell-tale Games, e eu serei uma ótima escritora de Light Novels.


O grupo que falava deles olhou para a menina eufórica e falaram dela ao invés deles.


— Pronto. Disse ela se sentando.


— Por que você fez isso?! Disse Zack preocupado, e Ryuu concordando com ele.


— Salvei vocês, ué? Ela fez uma pose Heroica.


— Agora já era, Disse Ryuu com a mão tampando o rosto e se sentiu aliviado vendo que a garota que o observava não estava mais no refeitório. --Qual o seu nome? continuou ele.

— Erina Astor! Disse ela sorrindo.


Zack se engasgou com o refrigerante e quase que a alma de Ryuu saiu do corpo com o impacto do nome dela.

Ela era a neta do dono da escola, totalmente diferente em personalidade que imaginavam.









26 de Marzo de 2020 a las 09:25 0 Reporte Insertar Seguir historia
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Conoce al autor

Alvaro Torres Sou um fã da cultura japonesa, viciado em Monster Hunter :D, e amo escrever histórias estilo seinen, shonen e fantasia.

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